Má-ringá

Servidora municipal teria sido demitida por ser obesa

A exoneração de uma zeladora do município abalou, psicologicamente, uma família de servidores de Maringá. Pai da moça que foi demitida, o guarda municipal Joelson Pereira da Silva, 48 anos, diz que a demissão teria ocorrido em decorrência do excesso de peso da filha e não por insuficiência técnica. Apesar de não ter como provar que esse foi o real motivo da exoneração, a família diz ter certeza de que a servidora foi mandada embora por ser obesa.Continue lendo ›

Acesso a shopping sem iluminação


A avenida construída pela Prefeitura de Maringá para facilitar o acesso ao Shopping Catuaí, não tem iluminação. “Não sei o nome dessa avenida pois não achei no mapa, mas é nos fundos do shopping”, escreve o leitor que fez a fotos, ontem à noite. “Não sei se é má vontade do poder público iluminar aquele local, ou algum esquema para forçar quem frequenta o shopping a pagar estacionamento. Fizeram a avenida e esqueceram de iluminá-la, causando sérios riscos a quem ali estaciona seus carros, que são muitos”.

Negócios imobiliários na área central

O prefeito em exercício de Maringá segue certinho o script deixado pelos fratelli. Agora, assina a prorrogação da concorrência nº 16/2012, que vai doar a alguma empreiteira, com encargo, o terreno onde ficava a antiga estação rodoviária, um dos mais valorizados da área central da cidade. Agora, a abertura das propostas será no dia 19 de junho. Como se sabe, no final do ano passado a administração baixou pela metade – de 20% para 10% – o percentual mínimo que caberá ao município – quando em áreas bem menos valorizadas se consegue de 18% a 22%. Por isso, permanece a suspeita de que alguém receberia 10% por baixo dos panos.
Aliás, Pupin também se dispôs a assinar projeto que dará concessão real de uso do antigo Cine-Teatro Plaza à iniciativa privada, o que contraria a justificativa dada à justiça para derrubar a antiga rodoviária (mas, quê, aguardar justiça por aqui?). Se o município tem um prédio central, como o Plaza, e quer se livrar dele, por que os fratelli gastaram dinheiro público para desapropriar o terreno da rodoviária? Que interesse social justifica o disparate?
PS – É bom lembrar que o prédio do Plaza foi adquirido na época em que o irmão mais novo era prefeito e, pra variar, teria havido superfaturamento.

Prefeitura entrega obra licitada há 4 anos

O Centro Esportivo Oswaldo Ferreira Lima, que o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) vai inaugurar na próxima terça-feira, será entregue à população do Jardim Três Lagoas com quatro anos de atraso. A obra foi licitada em 11 de junho de 2008, com valor máximo de R$ 1.159.984,52 (“a preço fixo e sem reajuste”), mas acabou custando R$ 2.199.346,22, recursos federais e municipais. O edital previa a construção de 2.703,41 m², mas release divulgado ontem informou que foram construídos 2.643,14 m². O site da Prefeitura de Maringá não traz detalhes de quem venceu a licitação. O prazo previsto na licitação era de 150 dias para a construção da obra, ou seja, ela deveria ter sido entregue até novembro de 2008.
A obra fazia parte de um tal pacote de 40 obras, idealizado pelo irmão mais novo, Ricardo Barros, anunciado nas proximidades das eleições municipais, e serviu como material de propaganda da campanha eleitoral do prefeito licenciado Silvio Barros II.

Cena do trânsito maringaense

Estacionamento
Leitor fez a foto e comenta que, depois dos vereadores de Maringá aprovarem o projeto de lei para multar aqueles que estacionarem de forma incorreta na cidade, é esse o resultado que temos em plena avenida XV de Novembro. “Pior que estacionar errado é estacionar em local proibido”, observa, diante do flagrante com o carro do vereador Belino Bravin (PP).

Notícia inquietante

Luciana Peña, da CBN, produziu matéria hoje sobre o índice de mosquito da dengue em Maringá, que triplicou nos últimos tempos. A situação é de alerta, afirma o secretário de Saúde Antonio Carlos Nardi. Ouça aqui. A prefeitura, que tem gastado muito dinheiro público com muito oba-oba, poderia investir mais no alerta à situação do Aedes aegypti. A situação é praticamente a mesma verificada no início da atual administração – que pode terminar sem que tenha havido, de fato, avanço no combate à dengue.

Quem vai multar a prefeitura?

Matagal
O matagal acima, com mais de dois metros de altura, fica defronte o terreno de baixo, onde o mato tem menos de 80 centímetros de altura.  Ambos ficam na rua Pioneiro Lázaro Claro, bairro Cidade Monções, em Maringá. A prefeitura lançou multa no terreno de baixo, poupando o de cima. Motivo: o de cima, com um vistoso matagal, pertence ao município. A prática deu motivo para o leitor comentou: “Aqui em Maringá, além da indústria de multas no trânsito temos, agora, a indústria de multas de roçadas”.
Matagal

Questão ambiental

De leitores, a respeito do corte de um ipê roxo, árvore símbolo de Maringá, no canteiro central da avenida Américo Belay:
– O motivo da poda é que o Ipê Roxo tava dando flor amarela, por isso os especialistas da Semusp cortaram ela.
– Alguém já viu a prefeitura cortar uma árvore e replantar outra no mesmo lugar ou ao lado? Maringá está virando um deserto.

O símbolo ecológico decepado

Ipê
Leitor envia a foto do que era um frondoso ipê roxo, que ficava no canteiro central da avenida Américo Belay quase esquina com Kakogawa. “Interessante que uma fachada novinha se destaca no fundo do quadro”, destaca. A árvore, segundo lei municipal da então vereadora Edith Dias de Carvalho, é símbolo ecológico de Maringá.

Pedalinhos que custaram R$ 45 mil tomam poeira há quase 7 meses


Dez pedalinhos para a prometida reforma do Parque do Ingá – onde as obras estão paradas há meses – estão mofando no almoxarifado da Prefeitura de Maringá há quase sete meses. São cinco pedalinhos em formato de caravela e cinco em formato de cisne, que custaram R$ 45.420,00 ao contribuinte maringaense, chegaram em outubro mas ainda não foram levados para o maior ponto turístico de Maringá, que foi liquidado pelo especialista em turismo; daqui a pouco, estragam. No almoxarifado os pedalinhos novos fazem companhia aos pedalinhos antigos, que foram reformados. Enquanto isso, na televisão, outdoors, rádios e jornais, a cidade abriga a felicidade…

Menos 14 árvores no canteiro central


A saideira do prefeito licenciado Silvio Barros II, agora que está cuidando do Rio+20 (e tinha gente achando que era a ONU), não poderia ter sido em outro estilo: várias grevíleas que ficavam na entrada da avenida Demétrio Ribeiro, ao lado da Vila Olímpica, na Zona 7, em Maringá, foram dizimadas na manhã desta terça-feira. No total, são menos 14 catorze árvores num trecho de poucos metros, onde agora vicejam tocos, bem ao gosto do ecologista dee durepóxi.

Seguindo o mestre


Se o poder público maringaense continua dando o péssimo exemplo de tratamento às árvores – está em pé? cortemo!s -, o que dirá o contribuinte?  Na rua Visconde de Nácar, na Zona 4, um empreendimento que seria do proprietário de um laboratório de radiologia da cidade, uma grande árvore foi cortada para permitir que ali se abrisse um portão. Claro que havia espaço dos lados da árvores, mas cortar casa tão bem com a política atual…

Vem aí a Maringá+100

De leitor, sobre a cascata que tenta justificar a licença de 100 dias:
– Ele [Silvio Barros II] não é só coordenador da Rio+20, mas um dos principais responsáveis por ela. Ele estava lá, a vinte anos atrás, foi ele quem propôs, idealizou e organizou. Hoje está colhendo os frutos. Todos os prefeitos do Brasil serão representados por ele. E lá, apresentará e representará com muita competência a incineração e os incineradores de lixo. Na verdade os cem dias não são para a Rio+20, mas sim para a apresentação de seu mais novo projeto: a Maringá+100. 100 árvores que atrapalham as propagandas das empresas; 100 pagamento da trimestralidade; 100 devolução das taxas de iluminação cobradas fora da lei; 100 projetos acabados (Parque do Ingá, Parque do Japão, Transtorno Norte, ligação asfáltica Maringá/Paiçandu, novo centro, ciclovia do milhão, centro esportivo etc), 100 problemas para construtoras construirem onde quiserem, o que quiserem; 100, 100, 100.

O fedor do Palmali

Leitor que reside no Jardim Novo Horizonte escreve: “Já sofri, quando aqui mudei, com o fedor com frigorífico Palmali. Lutamos e conseguidos alguma coisa. Prometeram retirar a empresa, mas nada aconteceu. Uma imobiliária está construindo um edifício de apartamentos, nas proximidades. Diz que é num local nobre de Maringá, próximo ao Bosque II. Mas esquece de informar que está a uns cincoenta metros do malfadado frigorífico, que por vezes ainda, está fedendo”.

O rei não respeitou nem a Alep

De Maria Newnum:
Entre a população crítica ao governo do atual prefeito de Maringá, está consolidado que ele comporta-se como um rei soberano e autoritário que não tolera ser contrariado. Até entre seus simpatizantes há relatos sobre a dificuldade que possui em ouvir algo que não seja o eco de sua própria voz. Prova pública disso têm sido os constantes arroubos de arrogância no trato da sua Usina de Incineração. A população, as igrejas (só falta o Papa) se manifestaram contrário ao investimento de 350 milhões para queimar os resíduos sólidos da cidade; algo que vai na contramão das políticas públicas mundiais. Leia mais.

Mau cheiro

Moradores da rua Rio Madeira, em Maringá, reclamam há dias do mau cheiro que exala do córrego Osório. O vazamento de esgoto por ali impede o pessoal até de dormir em paz.

Três árvores exterminadas


Há cerca de duas semanas um verdadeiro crime ambiental foi cometido na rua Néo Alves Martins Santos Dumont, próximo à avenida Cidade de Leiria, em Maringá. Três árvores sadias foram derrubadas, deixando completamente livre a fachada do Laboratório São Camilo. O mandato-tampão de Carlos Roberto Pupin poderia evitar esse tipo de prática que se tornou comum nas duas gestões Silvio Barros II: o extermínio de árvores, geralmente para ajudar os amigos empresários e financiadores de campanha.
PS – Depois do último vendaval, anda-se pela cidade e se vê dezenas de galhos e árvores arrancadas do chão. Parece que a natureza não faz isso à toa; talvez seja para demonstrar sua insatisfação com os maus seres humanos.

Artes e manhas do rei

A cada evento relativo ao incinerador do prefeito, o movimento a favor da reciclagem fica esperando por mais um golpe baixo. Na audiência pública, promovida na última quinta-feira pelo Fórum Estadual e Intermunicipal Lixo e Cidadania, não foi diferente. Mesmo em Portugal, conta leitor, o rei Silvio Barros II enviou dois súditos, que vieram do Rio de Janeiro de uma suposta Defensoria Social, distribuindo um jornal para lá de estapafúrdio. Os súditos já chegaram tentando dar entrevistas para as redes locais, mas logo foram identificados por integrantes do movimento que sabem que os dois sujeitos possuem relações com a prefeitura em negociatas relativas a “soluções” ambientais (um deles esteve aqui em dezembro passado). Os súditos demonstraram a mesma arrogância do rei, filmando tudo e achando que a cidade é composta por um bando de caipiras e que o jornaleco, que traz na ultima página uma convocação ao “hactivismo na Web” para derrubar sites do governo brasileiro, passaria impune às criticas maringaenses. As artes e manhas do prefeito que se comporta como um reizinho birrento, querendo a todo custo sua usina para incinerar as cooperativas de reciclagem, está merecendo umas palmadinhas da rainha mãe, acrescenta o leitor.

Quase um mês depois, telecentro não funciona


Reinaugurado com banda de música há quase 30 dias, o Telecentro Comunitário do Jardim Tarumã (que funcionava no Conjunto Cidade Alta) não está com as portas totalmente abertas, pois não tem um só computador funcionando. Pior: não há previsão para o início das atividades no novo endereço. Quando foi entregue, dia 27 último, a Prefeitura de Maringá ninformou que os 15 PCs estavam conectadas à internet banda larga para acesso livre da comunidade. Falácia. Nenhum computador está conectado. Caso semelhante aconteceu na mesma época, com a inauguração do salão comunitário do Santa Felicidade, que continua fechado à comunidade.

Descaso e falta de administração

A psicopedagoga, escritora e empresária Vera Margutti, de Maringá, em comentário numa postagem sobre o tema, também expôs sua indignação com a prefeitura para a retirada de duas árvores atacadas por cupins defronte sua residência, no Jardim Alvorada. Escreveu que, “na doce e ingênua ilusão que aquele canal 156 (central de atendimento) funcionava, estou desde 2004 na briga”. O seu primeiro protocolo de atendimento expirou em 7 de abril de 2005, sem resolução; no comentário ela relata o que aconteceu de lá para cá, com datas e nomes. “Somos moradores nessa cidade há 23 anos, estabelecidos com comércio de materiais de construção (inclusive fornecedores participantes de inúmeras licitações da prefeitura), sempre honramos nossos compromissos pagando em dia nossos impostos municipais contribuindo com a melhoria dessa cidade que amamos. Sentimos-nos afrontados diante do descaso e falta de administração do setor ambiental”, desabafa.

Cidade civilizada

Maringá
Leitor fez a foto há alguns minutos e pergunta: “Onde você acha que foi feita esta foto? No lixão? Na periferia de Maringá? Errou nas duas opções. Trata-se de um dos cartões postais da cidade, a praça Napoleão Moreira da Silva. Imagine um turista passeando por lá”.

Fura-fila

De Lauro Barbosa:
Tramita na Comissão de Finanças da Câmara de Maringá um projeto do Executivo com protocolo de 2012 propondo destinar área do poder público através do Prodem a uma empresa privada, sendo que há uma fila de espera de cerca de 200 empresas com protocolo de 2008 e 2009.

Um (mau) exemplo

http://youtu.be/viXTOWeYFOw
A Rede Massa divulgou hoje, em rede estadual, a situação do prédio da principal biblioteca de Maringá. Por sinal, há alguns anos a administração do sabe-tudo renovou a folha de pagamento com o Itaú, mesmo com concorrentes oferecendo bem mais, e em troca recebeu um prédio para abrigar a bibloteca – o que nunca aconteceu, pois o local era impróprio. E o erário, ó…

Na cidade que tem dois prefeitos…


Vinte dias depois de inaugurado, o salão comunitário do Santa Felicidade, em Maringá, continua fechado, sem atender a comunidade, como haviam anunciado os dois prefeitos (em exercício e licenciado) no dia da entrega – feita, aliás, com meses de atraso. O material utilizado na inauguração foi retirado no dia seguinte. As salas, inclusive a da associação de bairro, permanecem fechadas (o presidente da associação aparece numa das fotos recebendo uma chave das mãos do prefeito Carlos Roberto Pupin; a chave era de plástico e nunca foi entregue oficialmente).
Mesmo sem utilidade até agora, o salão dispõe da mão de obra de três funcionários públicos. Um deles, a mulher da limpeza, não pode fazer muita coisa, pois o local não possui água. Oficialmente, as caixas d´água têm problema e houve infiltração nos dois banheiros do prédio.

Prédio da biblioteca pode ser interditado

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá pediu ao Ministério Público a interdição do prédio da Biblioteca Municipal Professor Bento Munhoz da Rocha Netto. O prédio tem problemas de estrutura, infiltrações e rachaduras, além da falta de acessibilidade. Em 2007, o Sismmar entrou com o mesmo pedido no MP e a Prefeitura de Maringá se comprometeu a reformar o prédio e melhorar as condições de trabalho e segurança dos servidores. No entanto, segundo a presidente da instituição, Iraídes Baptistoni, nada foi feito até então. “Os problemas só pioraram. As rachaduras aumentaram, há fissuras nas paredes estão cedendo e jáá começaram a cair restos de construção no chão”, afirma. Leia mais na Gazeta Maringá.

Falta de iluminação gera perigo


Um acidente envolvendo motocicleta mobilizou o Corpo de Bombeiros, na noite da última quinta-feira, num dos viadutos do Contorno Norte, em Maringá. Um motociclista teria saído bastante feriado ao bater contra o guard rail que há embaixo do viaduto (não há detalhes a respeito). O condutor poderá acionar o poder público, já que o local não tem iluminação e a sinalização horizontal, como de resto acontece em toda a cidade, não reflete a luz.

Problemas

Trafegar sábado pela manhã no centro de Maringá está se tornando impossível. Trânsito, falta de espaço no cemitério e local apropriado para destinação do lixo urbano são problemas que se arrastam há anos. Incrível como não pensaram em resolvê-los. De nada adianta construir prédios, isso, mais aquilo, se somos afetados por questões graves como estas.
Donizete Oliveira

Fogo no mato

Pegou fogo no mato que fica nas proximidades da horta da Universidade Estadual de Maringá. Como a vegetação está seca, o fogo está se alastrando de forma rápida e deixando preocupada a vizinhança do Jardim Real. Ali perto há inclusive uma  casa que abriga e cuida de idosos. A UEM teria sido relapsa por não ter cortado o mato quando deveria. Há reclamações contra o Corpo de Bombeiros, onde ouve-se do atendente que não pode fazer nada, que há coisas mais urgentes a serem atendidas e que o CB só vai quando der.