Má-ringá

Por que só agora?

Leitora surpreende-se ao ver este projeto de lei, que dispõe sobre o programa de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, incluído na pauta da ordem do dia de hoje na Câmara de Maringá. E questiona: 1) Se esse programa só vai ser votado agora, o que tem feito a Secretaria da Mulher até agora? 2) Quer dizer que em 8 anos e com todo recurso humano e financeiro (mais de 1 milhão anual) a secretária da Mulher ainda não havia implantado esse programa que é o básico do básico? 3) Para que serve a famosa e luxuosa casa abrigo, orgulho da secretária da Mulher, se ainda não há um programa de enfrentamento a violência? 4) Aliás, onde se encontra a prestação de contas e o relatório das ações dessa (e outras) secretaria? 5) E o que aconteceu às mulheres presidiárias trazidas de Astorga, às quais supostamente a Secretaria da Mulher daria melhores condições e agilizaria a construção do presídio feminino? Esse é apenas mais um dos fatos que deixa à mostra os atropelos e bananadas de fim de feira da administração Barros, completa.

Estado da Biblioteca Municipal é “crítico”


Desde 2009 o Sismmar denuncia as péssimas condições do prédio da Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha, de Maringá. “A situação é crítica, já que os funcionários do local estão expostos a riscos (…). A administração Barros se comprometeu em transferir a biblioteca, provisoriamente, para outro local, enquanto as devidas reformas no prédio não são feitas. Até o momento, essa é outra promessa que não foi cumprida”. Leia mais.

Obras de alargamento ou reparo?

Avenida Brasil
Funcionário da Prefeitura de Maringá trabalhou, na manhã de hoje, na construção de uma rampa de acessibilidade de concreto, desmanchando parte do canteiro central da avenida Brasil (as demais rampas são aquelas de metal, que custaram quase R$ 2 mil). O que chama aatenção: é o mesmo local onde há cerca de um mês deveriam ter começado as obras de alargamento da avenida, custeadas com dinheiro emprestado pelo município junto ao Banco Mundial; o início das obras vem sendo protelado desde então. Se será feito o alargamento, com a retirada da espinha de peixe, por que o reparo? A isso se chama falta de planejamento.
PS – Há pouco, na CBN, o prefeito em exercício anunciou que a administração não vai mais mexer na avenida Brasil.

Bueiros da cidade


Tem muitos bueiros sem manutenção em Maringá e um deles é esse aí, na rua João Ramalho Leite, no Conjunto Requião, em frente ao número 335, um perigo para as crianças. Pela cidade tem muitos sem a tampa ou com elas quebradas. As fotos são de Nivaldo Silva.

Problemas com iluminação

A milionária ciclovia da avenida Mandacaru está com várias lâmpadas queimadas. Leitor diz que próximo ao Hospital Universitário já existe uma quadra inteira em que a iluminação não funciona.
Só lembrando que vem a ser a mesma ciclovia onde o blogueiro quase perdeu uma unha andando para conferir, seis meses depois de inaugurada pelo prefeito de Maringá, que faltavam nada menos que 60 conjuntos de postes e luminárias. Só aí o prejuízo ao erário alcançou R$ 100 mil.

O privilégio do som que incomoda

Um pequeno comerciante da avenida Mauá, em Maringá, há cerca de dois meses, começou a fazer no local um sambinha ao vivo, aos sábados, das 16h às 21h, e passou a receber notificações da prefeitura de que o som estaria incomodando vizinhos. Ele ficou quase uma semana tentando resolver o problema (a solução seria fechar o ambiente e fazer um projeto acústico, o que no seu caso é totalmente inviável), e foi novamente notificado de que será multado caso continue com o pagode que, garante, não se propaga nem do outro lado da rua.
Mas, ontem à noite, um evento realizado no parque de exposições, que tinha até um trio elétrico, não o deixou dormir. “Exatamente à 1h da manhã liguei para o 190 para reclamr do som, que entrava pelo meu apartamento adentro, e obtive a seguinte resposta: ‘Sr., infelizmente a PM e nenhum órgão pode fazer nada. Estamos recebendo inúmeras reclamações de toda vizinhança, mas esse evento foi liberado para ser realizado pela Prefeitura de Maringá. Continue lendo ›

Um lixão no Novo Centro


Em meio à discussão sobre a destinação do lixo de Maringá, a administração dá um mau exemplo de inércia: um terreno em plena avenida João Paulino Vieira Filho, no Novo Centro, está sendo usado como lixão. As reclamações, antigas, já foram feitas por vizinhos ao 156 e até à Secretaria da Saúde, pois o local apresenta-se como foco do mosquito da dengue – mas ninguém resolve. No 156 informaram que o proprietário será notificado, mas o prazo é de até 30 dias; na secretaria, mandam recorrer ao 156. O proprietário pode até não saber que estão jogando lixo (até de lanchonete ou restaurante) em seu terreno, e enquanto isso todos correm perigo e o local continua enfeiando uma das principais avenidas da cidade, bem defronte o prédio que abriga o Juizado Especial da comarca.

Contorno do sofá


Em Maringá, enquanto o Contorno Norte aguarda o reinício das obras, tem gente usando o local para descartar sofá. Se o prefeito especialista tivesse entregue os ecopontos prometidos há alguns anos, isso certamente não aconteceria, pois um deles chegou a ser construído nas proximidades.

O corte de árvores e a mesma ladainha do descaso

O leitor José Augusto, “contribuinte insatisfeito”, relata sua indignação contra “o péssimo serviço” prestado pela Prefeitura de Maringá no que diz respeito ao corte de árvores – em particular, nos bairros mais afastados. A queixa é esclarecedora: “Sou morador no Conjunto Branca Vieira, e preocupado com o estado das duas árvores defronte minha casa, no dia 6 de junho de 2011, liguei na Prefeitura de Maringá, e obtive um protocolo de atendimento da Semusp de nº 308621, onde solicitava o corte (extração) das árvores que estão localizadas na calçada de minha casa. As árvores estão bastante judiadas, as raízes arrebentaram a calçada, o que torna a passagem de pedestres difícil. Continue lendo ›

Milionária e uma sujeira só

De leitor, a respeito da ciclovia milionária da avenida Mandacaru, em Maringá:
Hoje, segunda-feira, 26, a ciclovia está uma sujeira. Tem terra, grama, garrafa de vidro, latas, pedras. Até furou meu pneu novo que acabei de comprar. Além dos buracos as entradas estão horríveis, tem entrada que fica uns 10 cm acima do nível do asfalto. Infelizmente quem fez a ciclovia não anda de bicicleta.

Duas reclamações

Uma moradora do Paris 3, em Maringá, reclama da superpopulação de animais de rua (ela tem alguns, todos recolhidos) e a inércia da prefeitura para evitar o problema. Na semana passada, pediu ao Controle de Zoonoses que retirasse cachorros da rua, pois eles estavam atacando as pessoas, mas nada aconteceu.
Outra reclamação é sobre a falta de médico no posto de saúde do Conjunto Ney Braga. O que atende só o faz à tarde e mesmo assim “conta as cabeças”, já que atende dois bairros diferentes. “Eu estou sem atendimento e devido à falta de médico terei que fazer cirurgia, pois não tive acompanhamento não consegui sequer exame pelo postinho”, conta, revoltada com as coisas que não funcionam em Maringá.

Multa detrás de árvores

Em seu blog, o pastor Daniel Ramos, de volta a Maringá, constata que “o trânsito está largado, a Polícia Militar parece não ter contingente suficiente para a realização de diligencias que mudem o comportamento dos motoristas, enquanto que agentes do Setran mais parecem ter que cumprir uma meta de emissão de multas”. “Se por um lado, estamos assistindo uma turba de motoristas estressados e sem respeito pela suas próprias vidas e também pelas dos outros cidadãos de bem, também estamos vendo agentes de trânsito mais interessados em pontos onde podem preencherem seus blocos de multas. (…) infrator que seja multado, mas por favor, que a vossa existência seja mais que emitir multas detrás de árvores”.

Discurso e prática

Os puxa-sacos estão de plantão, para a inauguração da UPA, nesta manhã, em Maringá. O que falta mesmo é povo.
Já a respeito do Samu, cuja central será inaugurada hoje pelo ministro da Saúde: ontem só tinha uma ambulância rodando na cidade e amanhã as viaturas “novas”, adquiridas em 2010 e entregues hoje, voltarão para a garagem.

Estacionamento na Morangueira


Com a proibição do estacionamento na avenida Morangueira, em Maringá, em horários determinados, alguns motoristas criaram uma nova forma de estacionar seus veículos. Gustavo Scherbaty fez as duas fotos acima em um espaço de tempo de quatro minutos, hoje às 18h.

“Maravilha toda”

De Douglas Benício:
Moro numa cidade onde, em todas as repartições publicas, tem um quadro dizendo que uma das missões da prefeitura para com nosso município é a promoção do mesmo para se fazer negócios. Muito se propagandeia sobre a cidade de Maringá: cidade de gente rica, de alto poder aquisitivo, aeroporto movimentado, etc. Mas, se a cidade é essa maravilha toda, por que o Aeroporto Regional não opera por aparelho?

Meia boca 2

A entrega do salão comunitário do Santa Felicidade, ontem pela manhã em Maringá, parece ter sido mesmo de fachada, só para flashes. A entrega das salas não está amparada em convênio assinado legalmente e, no caso da associação de moradores, sequer a chave foi entregue.

Meia boca

O salão comunitária do Santa Felicidade, inaugurado hoje com discurso crítico do prefeito até contra os blogs, foi entregue sem água. A servidora destacada não pôde lavar o local depois da cerimônia por falta do precioso líquido, justo no Dia da Água.
Por falar em Santa Felicidade, o CAPSi, inaugurado em novembro passado, continua sem telefone fixo.

Nenhuma vaga nova no cemitério público

Cemitério de Maringá
Apesar do barulho sobre o esgotamento de espaço no Cemitério Municipal de Maringá, tornado público em novembro de 2011 por este modesto blog, e da manifestação da administração, em janeiro último, de que novas carneiras seriam construídas, nada mudou no campo santo. Nenhuma nova carneira foi construída; a única novidade é que a especulação imobiliária está forte por lá.
Levantamento feito extraoficialmente aponta que o local ainda comporta mais duas mil vagas. Enquanto nenhuma cova nova é aberta no cemitério, o Ministério Público ainda não procurou esclarecer o que aconteceu com a licitação de mais 1,4 mil vagas realizada em 2010, que ficou apenas no papel.
PS – Coincidiu com o fim do espaço no cemitério público o aumento considerável nos preços do único cemitério particular da cidade.

Uma árvore a menos


Envia envia as fotos e explica: “Deram início ao corte da árvore que está em frente à minha casa pouco antes das 15 horas de hoje. Perguntei para o operador da motoserra, que é da Copel, qual o motivo e ele disse que era a pedido da prefeitura e que a árvore estava condenada. Repliquei dizendo que ela não parecia condenada e ele concordou, completando com a informação de que a árvore não estava atrapalhando também a fiação. Sei que há a necessidade de apresentar documentos provando a necessidade de corte, ou seja, um laudo que conste a condenação da árvore. Fui conversar com o responsável por este corte e ele disse que tinha, mas que não podia me apresentar uma cópia”.

O fim da linha

De Carlos Jota Silva:
Flanelinhas são animais selvagens à procura de sua presa. Pagar por espaço público é o fim da linha, temos que tomar precauções urgente para não acabarmos como São Paulo que se tornou vítima dos flanelinhas, que ameaçam e impõem suas vontades as vezes até com violência. Cobrar espaço público é crime. Eles não são donos das ruas.

O que têm contra as plantinhas?


Erro em ato oficial da administração municipal de Maringá: Grevílea (sf Bot 1 Gênero (Grevillea) de arbustos e árvores originários da Austrália, da família das Proteáceas, com flores vistosas cor de laranja ou vermelhas, com estilete alongado, curvo, e folículos lenhosos. 2 Planta desse gênero, particularmente a espécie Grevillea robusta, que no Brasil é cultivada para sombrear cafeeiros e arborizar estradas) virou a inexistente palavra grevilha. Da mesma forma, na gestão do irmão mais novo, criaram um Parque Hortência com “c”, nome de gente, quando queriam se referir a hortênsia (sf (lat hortensia) Bot 1 Nome comum a várias plantas do gênero Hidrângea, de porte arbustivo, oriundas da China e do Japão, bastante ornamentais em virtude de suas flores brancas, azuladas ou rosadas, dispostas em grandes capítulos. A espécie mais comum é a Hydrângea hortensia. 2 Qualquer planta desse gênero). Até hoje, não consertaram, apesar de lei municipal, de autoria da então vereadora Edith Dias de Carvalho, estabelecer obrigatoriamente a correção de tamanho erro.

Queimada no Contorno Norte


Há alguns a grama plantada de um dos lados do Contorno Norte, nas imediações da avenida Mandacaru, começou a ser cortada. Esta semana ela apareceu queimada, numa longa extensão. É mais uma colaboração para piorar o ar da cidade (e o sistema respiratório das pessoas) em tempos de grande calor.

Energia sobrando


Foto enviada por leitor mostra que as instalações do Estádio Roberto Duque da Rocha, localizado no Jardim Alvorada, permanecem acesas durante toda a noite e madrugada já há algum tempo. Vai ver, o Zebrão, que é dono daquela capitania, virou sócio da Copel.

Vida de cão de locação

cao de locacao em maringa
A foto acima está no blog Eu gosto de cachorro e a denuncia aponta que o cão vive nesta gaiola improvisada durante o dia e  à noite faz a segurança da empresa. “Maringá possui várias empresas que fazem “locação” de cães de segurança, e a minoria tem alvará para esta prática. Em alguns casos a empresa deixa o cão fora da gaiola, e dentro fica o pote de água, pela manhã, o cão com sede se vê obrigado a entrar na gaiola para tomar água e o locador puxa uma corda trancando o animal”. Leia mais.

O Novo Centro Cívico e a velha prática

(Pelo artigo abaixo dá para se entender as mudanças que estão prestes a serem feitas por SM Silvio II para beneficiar o grande Jefferson Nogaroli, eminência parda da política maringaense, elo entre os Barros e os Verri, e o irmão mais novo, e mais esperto, no empreendimento na área do antigo aeroporto – coisa de bilhões, sendo R$ 30 milhões um pingo d´água no oceano)

Da professora Ana Lúcia Rodrigues:
O Conselho de Planejamento e Gestão Territorial de Maringá está apreciando uma mensagem de lei que o prefeito municipal enviará à Câmara criando a “Zona Especial 16 – Centro Cívico”. A proposta integra duas áreas: uma pública de propriedade da União, com 33 alqueires, local onde funcionava o aeroporto, e outra, privada, com 31 alqueires, de propriedade particular.Continue lendo ›