Má-ringá

Polícia sem gasolina

De Agnaldo Vieira, no Maringá Manchete:
A chefia da 9ª SDP não confirma oficialmente a informação, mas o que pudemos apurar é que agora na Delegacia de Maringá está em falta combustível. Algumas diligências estão sendo canceladas por falta de gasolina para as viaturas.

Prefeitura mantém lixão clandestino


A Prefeitura de Maringá mantém um lixão clandestino em Iguatemi; no local, que fica no meio da mata, ao final da estrada que leva à fazenda experimental da UEM, há um portão mas nenhuma identificação de que se trata de depósito. De acordo com o administrador do distrito, João Borri, para lá é levado o lixo orgânico, resultado da varrição de rua, enquanto o lixo doméstico viria para Maringá. Não é, porém, o que se constata visitando o local, onde estive no domingo passado, alertado por um leitor: há todo o tipo de lixo, inclusive os indefectíveis sofás. O local é uma pedreira (não se sabe se existe lavra autorizada), de onde é retirado cascalho. Há dois espaços distintos; num deles, o lixo colocado parece ter sido compactado ao longo de meses e tem uma altura considerável em relação ao fundo da pedreira (cerca de 3 metros). Oficialmente, porém, a administração não possui mais nenhum local para depósito de lixo,segundo confirmou o setor de coleta da Secretaria de Serviços Públicos. Hoje em Maringá o lixo é depositado na Pedreira Ingá. Segundo o administrador do distrito, o lixão existe há vários anos. Na Semusp, a informação é de que não há lixões nos distritos.
O Instituto Ambiental do Paraná também não tem conhecimento do lixão e o escritório regional do órgão vai averiguar in loco, a partir desta denúncia feita no blog. (Veja no Google a localização)

Acessibilidade em xeque

Rodrigo Borba Cortes (que não é cadeirante) gravou o vídeo acima num pequeno trecho da avenida São Paulo, onde mostra os “erros” das famosas (e caras) rampas metálicas de acessibilidade instaladas pela administração cidadã há alguns anos. Até hoje não foi disponibilizada uma relação de onde foram construídas as rampas – o projeto previa mais de 390 na área central, a um custo de cerca de R$ 1 mil cada, e pelo que se vê deve ter rampa de menos em canteiros centrais e calçadas.
Na avenida Mandacaru, para justificar o escândalo da ciclovia milionária, informaram que seriam construídas 253 rampas de concreto e 36 metálicas. Lá, a situação é a mesma: o cadeirante, quando encontra rampa de um lado da via, não a encontra no outro.

Descaso com a reserva


Leitor reclama: “Há alguns meses atrás, o nosso digníssimo prefeito inaugurou o primeiro empreendimento público/privado que utilizou verbas do Minha Casa Minha Vida em Maringá, o famoso Christina Helena Barros I, que está localizado no Jardim Sumaré. Sou um dos primeiros moradores deste bairro, nestes anos notei que a inauguração foi o único momento que alguém da prefeitura esteve no Sumaré. Hoje, quero mostrar o descaso desta prefeitura com a reserva que está localizada no bairro, veja as imagens das calçadas em volta da reserva, observando ainda que esta não está cercada, sendo utilizada no seu interior por usuários de drogas e grupos de pessoas que dizem “orar”, realizando diariamente poluição sonora até as duas da madrugada.”

Cena do trânsito maringaense

Perigo no trânsito
Leitor registrou esta cena hoje na rua Santos Dumont, em Maringá. Uma criança de poucos anos estava sendo transportada no banco da frente, sem nenhum tipo de segurança. Ele estava de pé no banco dianteiro e colocava a cabeça para fora o tempo todo. “Peço a todos que ao passear com seus filhos usem a cadeirinha e o cinto de segurança. Lugar de criança é no banco traseiro”, alerta.

Marketing antagônico

Lixo em Maringá
A taxa de coleta de lixo está no carnê do IPTU, escreve leitor, mas parece que a Prefeitura de Maringá não está recebendo ou quer mesmo usar a velha tática neoliberal de privatização esgotando a paciência do público. Dinheiro para comprar alguns veículos de comunicação tem, aliás fica fácil assim mostrar uma cidade bonita sem que se percebe o mau cheiro que exalamos diariamente. Observa que faz uma semana que não há coleta e o lixo das festas apodrece nas ruas.

Poluição sonora

Leitor reclama do barulho provocado por lojas de calçados, no centro de Maringá, neste final de ano, e pergunta a quem deve recorrer. É a prefeitura que fiscaliza e notifica os poluidores do som. Escreve ele: “Desde o dia 1º de dezembro a loja Calçados Franca (av. Brasil, 3600) está anunciando, com microfone e caixa de som em alto volume, seus produtos, ofertas, felicitações e afins. O barulho agora começa às 9h da manhã e segue até as 18h, mas antes do Natal, com o comércio aberto à noite, o microfone incomodava até o fechamento do comércio. Liguei, no dia primeiro para a loja, e disse para o gerente que estava incomodando ouvir os anúncios repetitivos o dia todo, e que seria insuportável se todos os comerciantes ao redor resolvessem aderir a esse tipo de divulgação com poluição sonora. Não houve resultado: o barulho persiste.Continue lendo ›

Não durou

Contorno Norte
Numa das pistas do Contorno Norte, próximo à Coca-Cola, os obstáculos colocados recen temente para impedir a passagem de veículos foram derrubados. Motociclista já passa.

Negativo

Sem árvore
Mantendo a tradição, a Droga Raia da praça dos Expedicionários, em funcionamento desde outubro passado, continua sem árvore defronte sua fachada.

Administração não implementou sugestões feitas por Comissão do Lixo

Em setembro de 2009  foi criada uma Comissão Especial de Estudos que se denominou “Coleta seletiva e destinação dos resíduos sólidos recicláveis no município de Maringá” para desenvolver estudos que subsidiem a elaboração de proposta para melhoria do sistema de reciclagem do lixo coletado na cidade.  O relatório reconheceu que “a maior parte da população não efetua a separação do lixo reciclável porque a coleta simplesmente não existe na maioria dos bairros e nas regiões onde o serviço é oferecido, a coleta não é feita em todas as ruas e residências, pois os caminhões percorrem apenas as principais vias dos bairros.”

Entre as recomendações feitas pela comissão estão: a estruturação da Secretaria de Serviços Públicos para que a coleta de materiais recicláveis seja efetuada em todas as residências; a implantação e estruturação de uma usina de compostagem, exigindo que a população, além da separação dos materiais recicláveis, também faça a separação do lixo orgânico e que estes possam ser utilizados pelos agricultores de nossa cidade e região; e a remuneração das cooperativas e associações de materiais recicláveis pela destinação final desses resíduos. Mais de dois anos depois, nada disso ainda foi implementado. Somente interessa a queima do lixo.

Propaganda troca faixa por “faxa”

Faxa
Uma das quatro campanhas milionárias da Prefeitura de Maringá que estão sendo veiculadas nos jornais locais é o repeteco da que trata da educação no trânsito. Se a intenção é louvável, o mesmo não se pode dizer sobre o conteúdo, ou, mais precisamente, sobre a construção gramatical da campanha, observa leitor. Em que pese o Código de Trânsito Brasileiro faça referência à expressão “faixa” em 64 ocasiões, a agência de propaganda e a Secretaria de Propaganda da prefeitura optaram pelo neologismo “faxa”, que, “estranhamente” sequer é citada pelo CTB e por todos os dicionários da língua portuguesa.

“Mas, como nem tudo é tão ruim que não possa piorar, hoje o dinheiro público novamente foi usado para veicular campanha idêntica, tanto no formato quanto no conteúdo. De duas, uma: as cabeças pensantes da comunicação oficial da PMM (agência de propaganda e Secretaria de Propaganda) têm absoluta convicção de que não pisaram na “faxa” (digo, na bola), ou, por absoluta incompetência, delegaram a um único neologista a tarefa de criar, aprovar e enviar aos jornais (se é que não foi remetida também a revistas, tabloides, etc…) o material. E pensar que se trata de uma campanha de “educação” no trânsito”, analisa.

Parecer pronto sobre técnica antiga

Parecer técnico que está pronto para ser preenchido, faltando somente o nome do município. Esse é um dos tantos documentos prontos que circulam no tema do incinerador, aqui chamado de Unidade de Recuperação Energética – URE. Aliás, o mesmo nome utilizado por Milton Sogabe, palestrante trazido pela administração municipal de Maringá à audiência pública do último dia 15.
Detalhe importante é que Sogabe foi tradutor de um artigo de disseminação de conhecimentos e tecnologias relativas à proteção do meio ambiente, quer seja pelo controle da poluição ou pela minimização dos resíduos gerados na incineração de resíduos perigosos de 1993. Ou seja, artigo esse bem anterior à Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, de 2001, fato que termina explicando, em parte, a sua defesa pela técnica do incinerador.

“Isto não pode”


Leitor envia as fotos de estacionamento irregular em Maringá: o carro vermelho estacionado em local de acesso a cadeirantes e o branco na rodoviária, na área exclusiva dos ônibus.

Sobre o lixo

Lixo
Leitor envia a foto, feita na rua Néo Alves Martins e comenta: “Estão fazendo tanto estardalhaço sobre como destinar o lixo de Maringá e um próprio morador descobriu baratinho.”

Esperando o auditório


Duas faixas colocadas defronte as jaulas que antigamente abrigavam leões e um puma, no Parque do Ingá, informam que no local será construído um auditório para 80 pessoas, obra que já estaria licitada, e que desde 2006 a administração do durepóxi aguarda que o Ibama dê destinação aos animais que ali estavam. A questão é que no local hoje só existem dois macacos-prego, já que um leão morreu e a leoa foi entregue a um canil (aliás, dizem que ninguém consegue saber do estado de saúde ela). Na velocidade que a administração dos fratelli funciona, não dá para ter ideia de quando a obra vai começar, mesmo estando licitada.

Hoje, em todo o Parque do Ingá, só existem encarcerados os dois macacos e um cachorro do mato.

Sem obra e sem iluminação


Faltando poucos dias para o Natal, ainda tem gente que não compreende por que a Catedral de Maringá este ano não está iluminada. Quem passa pela praça percebe que não há nem sinal de início da obra de reforma – que por sinal vai custar mais de R$ 3 milhões. Se não tem obra em andamento, por que não ter iluminado o principal monumento da cidade?

Quatro anos de atraso

De Messias Mendes, didático:
O prefeito Silvio Barros enche a boca, até com certa razão, para anunciar que finalmente o trem deixa de congestionar o trânsito na avenida 19 de Dezembro. Tudo muito bem, tudo muito ótimo, todo mundo contente com a notícia. Mas há um detalhe a ser considerado: aquele viaduto era para ter sido entregue em janeiro de 2008, conforme contrato firmado entre o município, o Dnit e a CR Almeida em 2004. O atraso é de apena 4 anos. E podem acreditar, o culpado por isso foi o próprio prefeito e seu irmão (então deputado e vice-líder do governo Lula), que pararam a obra do Novo Centro com o objetivo de fazer aditivos e tirar mais dinheiro do governo federal. Tanto que o valor original do projeto de rebaixamento da linha e da super via (avenida Horácio Racanello) é R$ 43,8 milhões e já está em mais de R$ 100 milhões, com o TCU (Tribunal de Contas da União) e a CGU (Controladoria Geral da União) de olho nessa suspeita de superfaturamento.

Banheiros químicos no terminal

Banheiros químicos
No estacionamento público, ao lado do terminal urbano de passageiros, na área central de Maringá, há três meses foram colocados dois banheiros químicos para uso exclusivo dos funcionários do transporte coletivo urbano e metropolitano. Os banheiros foram instalados pelo Sinttromar (dos motoristas), enquanto a Prefeitura de Maringá não constroi as instalações definitivas. Com a rapidez que característica a administração, o que é para ser temporário vai acabar se tornando definitivo, sem contar que, se o espaço é público, não deveria ser o município o responsável pela instalação dos banheiros?

Dois anos depois…


Além do corte indiscriminado de árvores no início da administração, da morte da canafístula centenária e das várias c(*)gadas na questão do lixo (a maioria, intencional), o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), cotado para assumir a Secretaria de Meio Ambiente do Paraná a partir de sua renúncia, em fevereiro de 2012, tem mais “serviços” prestados na área ambiental. Veja-se o exemplo dos ecopontos, ou pontos de entrega voluntária (PEVs), para a descarga de entulhos de pequenos geradores em bairros da cidade. O primeiro dos quatro prometidos pela administração deveria ter sido entregue há dois anos; o blog registrou em janeiro de 2010 o término da construção do primeiro PEV, na rua Pedro Gabriel dos Santos, no Jardim Diamante. A promessa era de que ali ficariam 17 caçambas, boxes para separação de recicláveis, prensa e pessoas de cooperativas. O que se vê lá hoje, porém, é mais um desperdício de dinheiro público, construções abandonadas, sendo depredadas (acima, um antes e depois, como estava quando era finalizada e agora; abaixo). E o sujeito gastando R$ 7,5 milhões com propaganda…

Crack em via pública


O prédio do Cine Teatro Plaza, localizado defronte a praça Raposo Tavares e ao lado do terreno da antiga Rodoviária Municipal de Maringá, além do postado ontem, serve para mostrar ao maringaense um sério problema de saúde pública. Hoje pela manhã, como se repete diariamente, as pessoas que desciam pelo terminal urbano de passageiros se deparavam com jovens e adultos se drogando defronte o prédio, consumindo crack. Algo degradante.

Bem público

Cine Teatro Plaza
Na frente do sempre fechado Cine Teatro Plaza, no centro de Maringá, revezam-se vendedores de produtos piratas, artistas anônimos e moradores de rua. O prédio foi adquirido na gestão do irmão mais novo, por preço suspeito (maior que o praticado no mercado), e apesar da localização raramente é utilizado.

Isto pode?

Estacionamento
Cadeiras colocadas para segurar vaga de carga e descarga na avenida Tiradentes, proximidades da praça Manoel Ribas, em Maringá.

Menos árvores na avenida


Moradores da avenida Guaíra, perto do Corpo de Bombeiros, em Maringá, estão indignados com a administração motosserra. Mais de dez árvores foram cortadas nos últimos dias naquela via. “Mais uma carnificina contra as árvores de Maringá em nome do progresso, uma das avenidas mais agradáveis da cidade está virando um deserto, com a marca dos Barros”, escreve leitor que enviou as fotos. Outro morador acrescentou: “Moro aqui já faz 20 anos e estou indignado com o que estão fazendo, pois será outro corte sem reposição da arborização”.

Fedor e vazamento de amônia

Doze pessoas foram intoxicadas por amônia que vazou do Frigorífico Palmali, na manhã de hoje, em Maringá. Todos foram encaminhados Hospital Santa Rita, apesar de não correrem risco de vida.

Por sinal, morador da região pergunta se há previsão para a saída do estabelecimento da avenida Itororó. “Tempos atrás fizemos um movimento, inclusive com a mídia, e conseguimos maneirar o fedor. Agora, na calada da noite, está voltando a catinga , outra vez. Note-se que estão construindo um edifício residencial próximo. Quem irá comprar ali? Só os que não sabem do problema. Agora, existe, também, uma escola junto ao maldito frigorífico”, comentou o leitor.

Os problemas da ciclovia

A ciclovia milionária da avenida Mandacaru, o blog já registrou diversas vezes, tem de tudo, menos bicicleta. A TV Cultura (RPC TV/Globo) produziu reportagem sobre o uso desta e da de Campo Mourão, onde o risco de acidentes existe para pedestres e ciclistas. A da Mandacaru é mais um exemplo da falta de planejamento da administração, já que uma cidade plana como Maringá não ter a bicicleta como prioridade de transporte beira o crime. Sem contar que, apesar de ter custado mais de R$ 1 milhão (e não “quase”, como a prefeitura informou), a ciclovia não tem um bicicletário e apresenta vários problemas de desníveis e buracos.

Jogo dos 7 erros

Má-ringá
Flávio Mantovani diz em seu blog que existem sete erros nesta foto que fez com o celular novo. Pelo que se percebe, a foto foi feita na rua Visconde de Nassau, entre a Zona 7 e o Novo Centro, defronte a Secretaria de Saúde de Maringá.

PS – No dia seguinte a situação era outra: aqui.