Má-ringá

A Auauschwitz de Maringá está ativa?

Biotério da UEM
A foto está no blog de Flávio Mantovani, que esteve pela manhã vendo o biotério da UEM, onde alguém muito criativo pichou o “Auauschwitz”. “Na hora, senti uma grande revolta, e uma vozdentro de mim ecoou: “Putz, porque eu não pensei nisso antes?”,  conta. Em outra postagem, com vídeo, ele diz que, pelo jeito, o campo de concentração animal continua na ativa e desconfia que estão usando os animais mesmo com a proibição da justiça. Aqui, em melhor resolução.

Isso é problema seu

De Wagner Belinato, na Folha de Maringá:
É impossível andar com uma cadeira de rodas pelas calçadas próximas a minha casa, muitas delas simplesmente inexistentes ou, quando existentes, descontínuas e quebradas. Muitas vezes, obrigam-me a andar pelas ruas, mesmo a pé e senhor de meu caminho, dividindo o espaço com os carros. O entulho se acumula nos terrenos baldios, onde cresce vistoso o matagal, me obrigando a dedetizar a casa constantemente e criando espaço onde podem se esconder marginais de toda a espécie. O condomínio em que moro registrou ao menos três assaltos nos últimos tempos, assim como os demais na vizinhança. Alguns de meus amigos já foram assaltados, vários perderam seus relógios, tênis e celulares, levaram o carro de um deles certo tempo atrás. As ruas do entorno, projetadas apenas para a circulação local de veículos, foram transformadas em vias de ligação norte-sul da cidade, recebendo fluxo de veículos muito superior a sua capacidade. As únicas novidades que a rua de casa registra são buracos novos ou maiores. Leia mais.

Desrespeito nas calçadas

Em novo vídeo, Rodrigo Hélenton Borba Cortês mostra o estado das calçadas (e o descaso do Executivo com o calçamento) e a falta de respeito que construtores têm com os pedestres em Maringá.

Jogado no canteiro central


Há mais de dois anos um carro bateu no bloco de cimento, no canteiro central da avenida Tuiuti, no Conjunto Champagnat, em Maringá, que ostentava uma placa de inauguração do ex-governador Jaime Lerner, em 1997. Leitor reclama que apesar de tanto tempo a prefeitura não mexeu no bloco, faz apenas a limpeza do local, e nunca consertou ou retirou o objeto. “Ninguém no bairro sabe quem é o presidente de bairro. Fica a pergunta: de quem é a responsabilidade?”, pergunta o leitor.

Buracos tomam conta da ciclovia milionária da Mandacaru


Sou feliz proprietário de uma bike, adquirida esta semana, e que será colocada no prumo amanhã, na Bicicleta do Bispo (avenida Sabiá), mas já percebi nesses dias que a ciclovia da avenida Mandacaru, além de ser um acinte ao bolso do maringaense, é terrível com os ciclistas. Mal feita, cheia de buracos e rachaduras, torta, com subidas e descidas horríveis, sem contar o povo que caminha apesar das placas proibindo. O prefeito não teria coragem de circular por ela com sua bicicleta. Os buracos acima, fotogrados por Elton Julio, aumentam a cada dia e estão presentes em boa parte da obra milionária, não investigada pela Turma do Amém.

Cidade dos sofás


Em Maringá, sofá é o que não falta nas calçadas, como os acima, na rua Domingo Miranda da Silva, na Vila Esperança, e na avenida Guaiapó. Fotos: O Fantasma da Ópera.

Sem ajuda, cooperativa corre risco


De leitora integrante do Fórum do Lixo e Cidadania Maringá, Sarandi e Paiçandu:
Rigon, esse oficio deixa a mostra a dificuldade das cooperativas. Além de o prefeito e o secretário do Meio Ambiente não os auxiliarem em nada, os cooperados correm o risco de serem penalizados por danos ambientais. Pela ganância em garantir a instalação da usina de incineração, estão passando o rolo compressor nas cooperativas.

No contorno dos milhões…


Fotos enviadas por Nivaldo Silva mostram a situação de um pequeno trecho do Contorno Norte, em Maringá. Há trechos piores. A obra, feita em sociedade pelo PP e pelo PT, é um sorvedouro de dinheiro público, numa ponta; na outra, as doações para campanhas políticas vão muito bem, obrigado.

Reforma a fazer

Contorno Norte
O Contorno Norte, uma das obras mais polêmicas da gestão Silvio Barros II (nesta, repare-se, como ele próprio disse, há sócios), foi recentemente demarcado, para o início da segunda etapa, com menos R$ 10,5 milhões nos bolsos dos maringaenses. Pela quantidade de marcações no pavimento, será precisa uma boa reforma no que foi feito na primeira etapa.

Terra da fumaça


Queimadas em área urbana, hoje no final da tarde, em Maringá: na avenida Sabiá, ao lado do Contorno Norte, no Ney Braga, e no Jardim Paraízo, ao lado da avenida Mandacaru. A fumaça gerou muitas reclamações.

Reforma paralisada


As obras de reforma do prédio onde funcionou a badalada Kalahari (foto de Samuka Guilhen), na praça Raposo Tavares, em Maringá, foram paralisadas há cerca de três meses. Ali seriam construídas salas comerciais, mas a prefeitura interditou as obras por causa de dívidas existentes em relação ao imóvel. Agora, no centro da cidade, aquele cano enfeia a cena há quase um ano, ao lado de outra coisa feia, o Cine Plaza, que a prefeitura comprou para não usar e que hoje se transformou numa bela cracolândia.

Esperando desenrolar


O presidente da Associação de Moradores do Santa Felicidade apareceu em reportagem da TV Cultura (RPC/Globo), exibida ontem à noite, sobre o salão comunitário do bairro que, concluído há alguns meses, continua fechado. Aqui. Como se diz em Alagoas, a administração municipal “não desenrola”.

Vestiário sem banco

De Messias Mendes:
Aproveito a deixa para dizer que a reforma do Ginásio Chico Neto ficou uma caca. Não tem nem bebedouro lá dentro e volta e meia algum cano trincado inunda a entrada dos vestiários, que não tem banco para os atletas sentarem. Além disso, a iluminação ficou péssima, com lâmpadas queimando com facilidade. Quem me disse isso foi alguém muito ligado ao esporte e que ficou meio horrorizado quando foi acompanhar competições esportivas no ginásio. Aparentemente a reforma ficou muito boa. Quem vê de fora fica achando tudo bonito, mas sem se dar conta de que “por fora é bela viola e por dentro, pão bolorento”.

Atentado contra distrito policial


O prédio do 5º Distrito de Polícia Civil, no Parque das Grevíleas, em Maringá, sofreu atentado ontem à noite. Garrafas de coquetel molotov foram jogadas na porta de vidro do local, provocando fogo no corredor; o Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado.
(Foto: Câmera no Rec)

Cadastro desinteligente

Postagem do blog do movimento pelas casas geminadas:
O argumento mais forte por parte da prefeitura de Maringá na exigência do cadastro para quem pretende construir casas geminadas está no fato de planejar a cidade. Mas vejamos bem, este mês recebemos como em todos os anos as guias de IPTU, para pagamento dos impostos, e é claro também para quem possui terrenos na cidade. Se a prefeitura gera o IPTU para os terrenos com toda certeza sabe onde eles estão, e esse argumento cai por terra! Leia mais.
PS – O blog alerta ainda que o Condomínio Cristina Helena Barros está numa região onde teoricamente não é permitida a verticalização em Maringá.

Um abrigo no meio do caminho

Abrigo de ônibus
A foto confirma o escrito aqui, dias atrás (que a administração municipal privilegiou o carro, em detrimento do transporte coletivo e da bicicleta em Maringá): no Bosque Dois (dos Pioneiros), instalaram um abrigo para ônibus no meio da pista para bicicletas. Nas proximidades do Parque do Ingá, a ciclovia que deveria vir da Pedro Taques também sumiu, isso sem contar a milionária ciclovia da avenida Mandacaru, que é lugar para tudo, menos para bicicleta.

Passarela do medo


Ontem à tarde André Leandro Veneruci foi ao Jardim Andrade e atravessei a passarela do medo, sobre o Transtorno Norte, que liga o bairro ao Jardim Ebenezer. Reclama que até agora a Setran não pintou faixa de pedestres, tampouco colocou placas indicando a passagem de pessoas por aquele local para os motoristas ao longo da via. É comum veículos leves e pesados excederem o limite de velocidade de 40km e não esperar as pessoas atravessarem ao ter acesso a passarela. Outro detalhe é que a placa que informa que a passarela é provisória está caindo, da mesma forma que o barranco, em diversos pontos do contorno.

Onde cair morto?

Postagem feita ontem no blog de Renato Victor Bariani (ex-secretário de Transportes) toca no âmago da administração municipal de Maringá: a total falta de planejamento. A falta de vagas no cemitério municipal é o exemplo mais recente, e um dos mais dolorosos. “Em Maringá, já não temos onde cair morto”, constata.

Município trolando a ONG

De Flávio Mantovani, no blog Eu gosto de cachorro:
Os casos de abandono de animais e maus tratos só crescem em nossa cidade. Só hoje foram vários casos e o telefone da ONG ferveu como sempre. São voluntários que pagam do bolso para fazer aquilo que a principio seria de responsabilidade do poder público (está na lei). Mas o pior é que sempre perguntamos onde a pessoa descobriu o fone da ONG…

Cemitério lotado, dor e vergonha

A informação está no blog do Sismmar: na manhã de hoje, as dirigentes Iraídes Baptistoni e Solange Marega representaram o sindicato no velório de Jordevino Gonçalves de Oliveira (falecido ontem), pai do servidor municipal Jorge Gonçalves de Oliveira. Lá se depararam com uma triste situação, fruto de falta de planejamento da atual administração: não há vagas no Cemitério Municipal e o servidor está sem lugar para sepultar o corpo. O servidor não sabe o que fazer, pois não têm condições de pagar por um túmulo. Segundo Jorge, o túmulo mais barato sai por R$ 3.850,00. O Sismmar lamenta a dor da família e a vergonha a qual ela está sendo exposta. Jorge está vendo a possibilidade de conseguir um túmulo emprestado com parentes. A atual administração municipal pouco fez para evitar essa falta de vagas no Cemitério Municipal.
PS – O blog antecipou o caos em novembro.

Ui, ui

Leitor que teve o imposto aumentado em mais de 20% diz que, para boa parte dos maringaenses, o IPTU pode ser chamado de “IPT-UI”.

Lixo: protesto no dia 30

Do Sismmar:
A Prefeitura de Maringá agendou para o próximo dia 30, às 8 horas, no Auditório Hélio Moreira, a audiência pública do Plano Municipal do Saneamento. De forma disfarçada, tentará aprovar a incineração do lixo, para o qual há previsão orçamentária de R$ 330,1 milhões. No mesmo dia e horário, em frente ao Paço Municipal, acontecerá um ato de protesto contra a queima de lixo. O prefeito segue tentanto aprovar a poluente alternativa, apesar de, em dezembro, os vereadores terem votado contra a incineração. Leia mais.

A segunda licitação

Antes de sair para suas últimas férias como prefeito de Maringá, Silvio Barros II assinou aviso de licitação para contratar empreiteira para a execução das obras de reestruturação da avenida Brasil (retirada das “espinhas de peixe”, redução do canteiro central e alargamento das pistas), trecho entre as praças Rocha Pombo e a Sete de Setembro. Desta vez, a abertura dos envelopes foi marcada para 15 de fevereiro. É a segunda concorrência para o mesmo objeto; a primeira, em novembro do ano passado, deu deserto.