Ulisses explica
A pedido de Ulisses Maia publicamos e-mail dele recebido, a propósito de postagem anterior: “Eu fui na igreja missionaria a convite do pastor Jacó a quem respeito muito e conheço desde quando era vereador e o pastor lançou seu primeiro livro. Eu tive ainda mais contato com o pastor Jacó quando fui secretario de assistência social e cidadania, pois a Sasc tem parceria com o Lar Bethania, entidade mantida pela igreja missionaria.
Por tudo isso fui ao culto. Coincidentemente havia batismo. Não podemos misturar as coisas. Aceitar Jesus e orar foi coisa que fiz desde que nasci e fui batizado. Não mudei de religião ao receber uma oração. Continuo católico. Como cristão não vejo nenhum problema participar de cultos e celebrações em outras igrejas cristãs. Faço isso independente de eleição.”
Meu comentário: Reitero o que escrevi: “Mas não podemos duvidar da sinceridade na aceitação de Jesus por Ulisses, se não me engano ele era católico”. Aceito as explicações, entendo sua posição como candidato e a necessidade de, em campanha, frequentar de Igrejas outros locais menos nobres. Acho até que, depois de reuniões com certos coordenadores de campanhas, é bom frequentar igrejas, para dar uma limpada à aura.
Akino Maringá, colaborador
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