Radicalismo
De um petista, a respeito das críticas feitas por Maria Iraclézia, do Democratas, à administração municipal de Maringá durante o debate na Band:
– Esse pessoal do DEM é muito radical.
De um petista, a respeito das críticas feitas por Maria Iraclézia, do Democratas, à administração municipal de Maringá durante o debate na Band:
– Esse pessoal do DEM é muito radical.

Gisele Nogueira, vice-presidente da Associação de Moradores da Zona 2, e seu pai, o médico maringaense Pedro Barros, fundador da entidade, hoje na inauguração do comitê central da campanha do Dr. Batista (PMN). Pedro Barros, que já foi candidato a vereador, está empenhado na campanha de filha, que estreia na política este ano como candidata a vereadora.
Ontem, na entrega do título de Empresário do Ano de Maringá 2012, o governador Beto Richa fez-se representar pelo seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele fez questão de dizer que estava ali representando o governador, como se não bastasse a dor de cabeça que está dando ao governo tucano. Apesar do empenho da mídia amiga, da força do sócio e ex-deputado Pinga Fogo, Ricardo sabe que sairá e não voltará mais ao governo estadual. Desde dezembro do ano passado ele diz que vai sair; primeiro, em fevereiro, depois em março e abril, e que seria substituído pelo irmão mais velho. Como a Ficha Limpa está valendo para as nomeações de cargos comissionados no governo de Richa (parcialmente, mas está), Silvio II foi descartado – e nunca mais se falou na saída de RB, que voltou à tona agora com o escândalo da suspeita de fraude na licitação da publicidade (R$ 7,5 milhões).
Deixar de secretário agora era tudo que RB não queria, pois há um pedido de prisão no TJ-PR. Saindo, perde o foro privilegiado e passa a depender da caneta da justiça local, onde o processo correrá. A forma com que foi tratado ontem no Moinho Vermelho soa como um sinal.
Na nota distribuída à imprensa sobre o afastamento de Ricardo Barros da Secretaria de Indústria e Comércio, chama a atenção esses trechos: “A licença (…) já havia sido anunciada do início do ano: “Barros comunicou sua decisão ( …) ao governador Beto Richa”. Penso que secretários são subordinados ao governador e devem pedir licença e não comunicar a decisão. Do jeito que esta colocado Ricardo manda do governo, faz o que quer, sai de licença, que lhe aprouver. Se isto for verdade, fica ruim para o Beto Richa. Não acredito que seja assim, gostaria de uma manifestação da assessoria do Palácio Iguaçu. Em Maringá, na Prefeitura e na Câmara, ele manda e desmanda, só falta fazer o mesmo no governo do estado.
Está parecendo os filhos de hoje. No nosso tempo a gente pedia para os pais nos deixarem sair, hoje eles comunicam que estão saindo. Mocinho rebelde, este Ricardo ‘Te cuida pai Beto’!
Akino Maringá, colaborador

Na manhã deste sábado, na avenida São Domingos, o candidato do PSDC à Prefeitura de Maringá, Hércules Ananias de Souza, recebeu um programa de governo do candidato do PT, Enio Verri, que participava de uma passeata nas imediações. Como mostram as fotos, Hércules recebeu, olhou, olhou – e parece ter gostado.
Sábado, dia de reflexões para nossos irmãos adventistas do sétimo dia, como o prefeito Silvio II, é tempo para nós outros, que não guardamos direito nem sábado nem domingo, mas que nos dizemos cristãos pensarmos. Nos últimos dias pensei muito sobre o ensinamento básico de Jesus: ‘Amar ao próximo’. Será que não estamos pecando ao desejarmos que Ricardo Barros perca o cargo de secretário, e seja condenado, principalmente a devolver o dinheiro púbico, que eventualmente tenha ganho ilicitamente? Isto não seria falta de amor ao próximo? O que acha, padre Orivaldo?
Conversando com um amigo, bem religioso, fiquei mais tranquilo. Ele me disse que estamos ajudando e demonstrando amor. Continue lendo ›
A campanha eleitoral do Partido Progressista, em Maringá, será feita pela Meta Propaganda, empresa do Ademir Lautenschlager, e a produtora será a Jacques Vídeo, do Moracy e do Jacques Júnior. As duas empresas já mantêm um relacionamento de longa data com o PP seus dirigentes e também os candidatos. “De quem és tu, e de onde vens?” (Samuel 30 – 13) (coluna do Verdelírio Barbosa do dia 28/07)
Meu comentário: Esta nota saiu antes da divulgação da gravação em que Ricardo orienta o ‘Léo’ a acertar a licitação da propaganda e publicidade da prefeitura, onde a meta, era fazer com a Meta (filha única) fosse vencedora. Se não desse certo, se Trade endurecesse, poderíamos ter uma solução salomônica (dividir), mas a Meta não poderia ficar de fora. Dá para acreditar que Ricardo pensava do erário? Uma CPI para apurar o uso da verba de publicidade, principalmente em períodos eleitorais de 2008 e 2012, é urgente. Qual vereador será macho, ‘saco roxo’, como diria John, para assinar juntamente com Humberto, Marly, Manoel e Verri? Paulo Soni (não sei porque ainda não pediu licença para fazer campanha em Paiçandu), que é do partido de Quinteiro? Saboia do PMN de Dr. Batista? Quem ousaria contrariar Ricardo Barros? Duvido, falta peito, independência, compromisso com o eleitor.
Akino Maringá, colaborador
Na semana que vem, o governador Beto Richa livra-se finalmente de um sério problema que incomoda seu governo há tempos, uma verdadeira pedra no sapato de seus secretários: deixará o primeiro escalão o maringaense Ricardo Barros.
O próximo passo será o eleitor maringaense livrar-se do mesmo incômodo. Será em outubro.
De leitor, ao comentar sobrer o engano de Carlos Roberto Pupin (PP), que, perguntado sobre educação, respondeu sobre saúde no debate:
– No próximo debate, se perguntarem sobre saúde, o Pupin responderá sobre gastos com publicidade.
“Ricardo Barros (PP) mudou de estratégia: não vai mais entrar em férias. Optou por um pedido de licença não remunerada para poder “se lançar de cabeça nas campanha de Maringá e Londrina”. Ele vai deixar a Secretaria de Indústra e Comércio na próxima sexta, dia 10. A aposta é que ele não volte mais ao cargo, dado ao desgaste da notícia-crime com pedido de prisão cautelar do Ministério Público ao Tribunal de Justiça, a qual aguarda despacho do desembargador Rotoli de Macedo. O pedido de licença teria sido acertado com o governador Beto Richa”. (do blog do Cícero Cattani).
“Diante do bom desempenho dos candidatos do Partido Progressista Roberto Pupin (Maringá) e Marcelo Belinati (Londrina) nos debates da televisão Bandeirantes, o que aumentou as possibilidades de vitórias no 1º turno, Ricardo Barros vai adiantar o início da licença do cargo de secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul. A licença, sem remuneração, já havia sido anunciada por Barros no início do ano e foi confirmada em coletiva na semana passada em Curitiba. O período vai de 10 de agosto até o fim das eleições. Barros comunicou sua decisão nesta sexta-feira (3) ao governador Beto Richa”. (de Fábio Campana que ficou ‘muito amigo’ de Ricardo na campanha para o Senado, e dizem que tem muitos motivo$)Continue lendo ›
No próximo dia 21 a Prefeitura de Sarandi realizará licitação para contratar empreiteira para fazer a reforma nos ginásios de esportes do Jardim Independência e Parque Alvamar II, destinado a Secretaria Municipal da
Juventude, Cultura, Esporte e Lazer. No dia 5 de setembro será aberta concorrência para contratar empresa especializada na área de construção civil para executar obra de galerias de águas pluviais, pavimentação asfáltica e rede de esgoto nos jardins São Jorge e Verão.
De Adriana Nicacio, na revistra IstoÉ desta semana:
No fim de semana que antecedeu o início do julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu se recusou a participar de uma solenidade destinada a festejar um período obscuro de seu passado. O ato público, convocado por organizações de esquerda, pretendia relembrar o Movimento de Libertação Popular (Molipo), um grupo formado por 28 exilados brasileiros que treinavam guerrilha em Cuba nos anos 70. Dirceu, que era um deles, achou mais prudente evitar a aparição pública. Além do ex-ministro, só há mais dois sobreviventes do Molipo: o juiz aposentado Sílvio Mota e o mestre-de-obras, também aposentado, Otávio Ângelo. Todos os demais foram mortos pela repressão quando retornaram ao Brasil. Sílvio Mota, contemporâneo das andanças cubanas de Dirceu, acha que o ex-companheiro fez bem em evitar as homenagens: “Ele nunca combateu de verdade”, diz Mota. Leia mais.
De José Luiz Boromelo:
O cidadão brasileiro convive com uma onda de violência sem precedentes. Em todas as regiões do país as diversas modalidades de crimes tiveram um aumento considerável. O Brasil tornou-se um dos países mais violentos do mundo ocupando o 4º lugar, atrás apenas de El Salvador, Venezuela e Guatemala. O aparato policial disponível não é suficiente para fazer frente à demanda por segurança. Com efetivos e salários defasados, equipamentos obsoletos e os índices de violência nas alturas só resta ao contribuinte recorrer à proteção divina e manter-se recluso dentro de sua própria casa. E não adianta os governantes “taparem o sol com a peneira”, pois o clima de insegurança atinge níveis insuportáveis. Há muito o contingente policial está aquém das reais necessidades, apesar dos discursos oficiais contradizerem uma realidade bem diferente daquela apresentada pela mídia diariamente.Continue lendo ›
Do padre Orivaldo Robles:
De campanha política a mais antiga lembrança que guardo vem de uma fase longínqua, na infância, dos meus quatro ou cinco anos. Morávamos ao lado do terreirão, junto da tulha. A propriedade recebia o imponente nome de fazenda. Não pela extensão, mas por admitir várias famílias na lavoura de café. Era costume chamar sítio à propriedade tocada pelo dono, que nela residia e, eventualmente, empregava um ajudante com ou sem família. Morávamos na fazenda em que o café, plantado no sistema antigo, não condensado, dificilmente chegava aos cinquenta mil pés. Separada de nossa casa pelo pasto estendia-se a colônia. Pequena. Ocupada não por colonos, como o nome sugere. Pelo menos no sentido antigo da palavra. Os moradores das cinco casas construídas em série eram ditos meeiros. Embora, com exatidão maior, devessem chamar-se porcenteiros. Pois trabalhavam pelo ganho de 35, 40 ou 45 por cento da colheita anual do café. O pai era o fiscal. Supervisionava a fazenda e respondia por tudo. Era assalariado. À frente da nossa casa corria uma estradinha. Cruzava vários sítios, até desembocar em outra, que conduzia à vila chamada Junqueira. Esta última estradinha, agora asfaltada, ainda lá está. Junqueira também. Igualzinha à que era, faz setenta anos.Continue lendo ›
Faleceu nesta manhã, em Maringá, Eva Dibas da Silva, mulher do ex-vereador e ex-ouvidor municipal de Maringá Euclides Zago Alexandre da Silva. Ela estava hospitalizada havia meses. O corpo será velado na sala 7 da Capela do Prever e o sepultamento acontecerá amanhã.
A Sandomingo Companhia Cervejeira Ltda. requereu do Instituto Ambiental do Paraná a licença de instalação para uma indústria para a fabricação de cervejas e chopes na Estrada São Bento, lote 25-A-4 da Gleba Colombo, nbo bairro Jardim São Domingos (antiga Venda São Domingos), em Maringá. O requerimento foi publicado ontem.
O médico e deputado estadual Dr. Batista (PMN), candidato a prefeito de Maringá, inaugura neste sábado o comitê central de sua campanha. Será às 10h, na avenida Nóbrega, Zona 4. Além do candidato e de sua vice, professora Lira Belotti, estarão presentes à inauguração os candidatos a vereador da coligação PMN-PTN.

As operadoras de telefonia móvel terão de investir na qualidade dos serviços que prestam aos seus clientes antes de terem a permissão para vender novas linhas de celular e internet. É o que o relator da Subcomissão de Telefonia Móvel da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, deputado Edmar Arruda (PSC), pretende defender diante do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende. Uma audiência do colegiado com Rezende estava prevista inicialmente para a próxima quarta-feira, mas agora está sem data definida. Leia mais.
Jingle da campanha do advogado Rogério Calazans, candidato a vereador pelo PT maringaense.
De Eumano Silva, na revista Época desta semana:
As atenções dos brasileiros se voltam, desde a última quinta-feira, para nove homens e duas mulheres sentados em volta da mesa em “U” do plenário do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Em circunstâncias normais, os 11 representantes de toga da instituição máxima da Justiça no país despertam pouco interesse na população. Circulam incógnitos pelas ruas sem ser reconhecidos. Desde a semana passada, eles se transformaram em estrelas do mais peculiar, complicado e simbólico julgamento da história do Supremo. Pelo número e relevância dos réus, pelo volume das investigações e pela complexidade das denúncias, o julgamento do mensalão supera todas as decisões anteriores do STF. Os brasileiros acompanham pela televisão o destino dos envolvidos com o maior escândalo político da história recente do país. Leia mais.

Candidato a vereador pelo PSC de Maringá, capitão Mário é, entre os candidatos-militares, o que tem maior número de apoio de comandantes. Entre eles, os do 3º Comando Regional PM, 4º Batalhão de Polícia Militar, 5º Grupamento de Bombeiros, Batalhão de Polícia Ambiental e Batalhão de Polícia Rodoviária.
De Claudio Humberto:
Tucanos em Brasília não engolem a decisão do governador Beto Richa de aparecer ao lado da presidenta Dilma Rousseff em outdoor de União da Vitória (PR), apoiando o petista Pedro Ivo para prefeito da cidade.
O ex governador Orlando Pessutti, que sempre demonstrou especial carinho para com Maringá, veio ontem prestigiar o empresário Jair Ferrari, que recebeu no Moinho Vermelho Buffet, o prêmio Empresário do Ano.Continue lendo ›
A Justiça Eleitoral de Curitiba multou em R$ 20 mil o empresário e apresentador de televisão Ratinho. É que no dia 21 de ao ser entrevistado em sua emissora de televisão, na Rede Massa, ele teria feito campanha antecipada para seu filho, o deputado federal Ratinho Júnior, candidato a prefeito de Curitiba, pelo PSC.Continue lendo ›
O jingle de Nereu Vidal Cézar (PMDB), candidato a vereador em Maringá. Letra e música de Cláudio Viola, voz e música de Jimmy de Oliveira, com coordenação de Marquinhos (Mac Audio).
A cúpula do PMDB maringaense encarregou-se de uma missão nesta semana. Dois de seus integrantes seguiram para Brasília para tentar convencer o vice-presidente da República, Michel Temer, a se intrometer na campanha eleitoral de Maringá. Foram pedir que ele intercedesse junto à presidente Dilma Rousseff que não se manifestasse em favor do candidato a prefeito pelo PT, o deputado estadual Enio Verri. Não se sabe se a missão teve êxito.