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Opinião

Mais vereadores, mais participação!

Por Donizete Oliveira:

Assistimos a um debate em vários municípios sobre o número de vereadores para a próxima legislatura. Salvo engano, a Constituição definiu um número, mas permite que cada município defina além do mínimo proposto. Os contrários ao aumento argumentam que mais vereadores trarão mais gastos ao erário.
Não vejo assim. Quanto mais vereadores numa Câmara, melhor. Seria mais difícil a corrupção se alastrar entre os pares. E aquela coisa horrorosa de dizer amém a tudo que o prefeito manda ao Legislativo não seria tão fácil.
Quanto mais vereadores, mais possibilidade de transparência e democracia no Legislativo. Pelo sistema político atual, se eleger com poucas vagas numa Câmara é uma missão hercúlea. Só quem tem dinheiro, será capaz de bancar uma eleição tão concorrida.Continue lendo ›

Verdelírio

Ainda é muito

Enquanto alguns políticos não têm coragem de assumir que, para a população e para a cidade, quanto mais vereadores houver maior será a representatividade, de outro lado, aqueles que querem menos, pois fica muito mais fácil manipular, estão em campanha contra o aumento e agora já estão falando até em reduzir para nove o número de vereadores na Câmara de Maringá.

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Geral

Assalto a ônibus

Faz uns 10 anos que ouço falar de assaltos a ônibus de linha e de turismo na região. Até quanto vamos ouvir sobre esse assunto? Por que essa quadrinha não é desmantelada? Cadê a polícia? Há alguns meses, um colega que viajava num desses ônibus passou maus momentos. Os bandidos atiraram na lateral do veículo, que por sorte, conseguiu escapar. Gostaria de ouvir a notícia de que tal quadrilha foi presa. Investigações são necessárias. É preciso que a polícia invista nisso.

Donizete Oliveira

Brasil

Mortes no Pará

Quando estive em São Félix do Araguaia, divisa entre Mato Grosso e Tocantins, em 2007, o bispo emérito daquela prelazia, dom Pedro Casaldáliga, quem eu entrevistei para a então revista Página 9, me disse que as mortes por conflitos de terra naquela região e no Sul do Pará são bastante comuns. Ele se referia a pessoas que se opõem à destruição da floresta. Muitas vezes, pagam com a própria vida. O próprio dom Pedro viu matarem seu amigo, o padre João Bosco Burnier, em 1976. Eles reuniam provas para denunciar o caso de uma mulher que fora torturada com agulhas enfiadas por baixo da unha. Só não mataram dom Pedro porque imaginaram que o padre (com trajes mais apresentáveis) fosse o bispo. Agora, vemos com tristeza mais dois assassinatos naquela região. Dos ativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e sua mulher, Maria do Espírito Santo da Silva. O que a gente espera sempre é que os culpados sejam presos e punidos. Incluindo os mandantes.

Donizete Oliveira, jornalista e professor em Maringá

Crônica

Um cartão postal

Por Donizete Oliveira:

No livro “Identidade”, o sociólogo polonês Zigmunt Bauman faz muitas reflexões sobre a pós-modernidade. Bauman, aliás, é mestre em discorrer sobre o tema. Já o fez com maestria em “Amor líquido”, “Medo líquido”, “Vida Líquida”, entre outros.
Para ele, nossa época líquido-moderna, em que o indivíduo livremente flutuante, desimpedido, é o herói popular, “estar fixo” – ser “identificado” de modo inflexível e sem alternativa – é algo cada vez mais malvisto.
Quer dizer, vivemos numa época em que se predomina o transitório. Não há mais laços que nos prendem ao outro. Tudo parece se cumprir numa eterna ciranda. Importa o que virá depois, mesmo que “esse depois” seja superficial e improvável.
Com as cidades ocorre a mesma coisa. Não se valoriza os espaços como algo ligado à nossa identidade. Quando saímos pelas ruas com alguém que visita nossa cidade, queremos mostrar o presente, mas também falar do passado. Continue lendo ›

Leitura

Sobre Paulo Coelho

Li postagem de Ivana Veraldo aqui sobre Paulo Coelho. Se ele está ou não em queda nas vendas de livros pouco importa. Nós, brasileiros, temos problemas com o sucesso. Se alguém se destaca em algo, logo repudiamos. Num país onde não se tem o hábito de leitura, os livros de Paulo Coelho cumprem importante função. Conheço gente que começou a ler os livros dele e se aventurou pela literatura. Virou leitor de obras mais qualificadas. Portanto, feliz do país que tem um Paulo Coelho. Ele é importante, sim.

Donizete Oliveira

Política

FHC em Maringá

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acabou de conceder uma entrevista coletiva no auditório da Acim, em Maringá. Para participar, os repórteres precisaram ir de terno e gravata. Exigência da assessoria de FHC. Apenas seis perguntas deveriam ser feitas sobre assuntos selecionados previamente pela assessoria dele. E mais. Quem podia perguntar eram apenas órgãos de comunicação com expressão estadual (confesso que não entendi muito bem). FHC pisou no molhado. Falou, falou e não disse nada de novo. Também, pudera, com tantas exigências. Logo mais à noite tem palestra dele na cidade.

Donizete Oliveira (que participou da coletiva sem terno e gravata)

Opinião

Mesmice dos jornais

A tragédia no Rio nos entristece e vai alimentar por muitos dias os meios de comunicação. Duro será aguentar a mesmice da informação. Amanhã, muito provavelmente, jornais trarão manchetes surradas: “Atirador invade escola e mata 10 crianças” ou “Tragédia no Rio: atirador mata 10 em escola”. Vão repetir o que todos já sabem. Já viram pela internet. Quando caiu aquele avião da Airfrance, jornais no outro dia estamparam algo mais ou menos assim: “Avião cai no mar com… (não lembro o número de mortos) pessoas a bordo”. Por essas e outras que, cada vez mais, fala-se no fim dos jornais impressos. Acabar, talvez, não, mas terão de melhorar muito para não ficar na sombra da internet.

Donizete Oliveira

Má-ringá

A moda pegou


Tenho visto um mau exemplo por algumas ruas de Maringá. Se alguém quebra placa de sinalização, não pensam duas vezes. A solução é fixá-la na árvore mais próxima. Foi o que ocorreu na rua Pioneiro Benedito José Jorge, na Vila Bosque. É feio e não faz bem para a natureza. Que os responsáveis tomem providência.

Donizete Oliveira

Midia

Andanças pela Pauliceia 3

O jornalista Donizete Oliveira continua suas entrevistas em São Paulo. Nesta quinta-feira, ele foi recebido por Vida Alves, atriz e pioneira da televisão brasileira. Na casa dela no bairro Sumaré está o maior acervo da televisão brasileira. Antigos aparelhos de TV, centenas de gravações em fitas e DVD, homenagens recebidas por vários protagonistas da TV e mais de oito mil fotos de artistas e gente que fez e faz a televisão brasileira, entre outros objetos. Em entrevista a Donizete Oliveira, Vida Alves diz que sem apoio do poder público não sabe mais o que fazer para manter o acervo que ocupa toda sua casa. Criado pela Associação dos Pioneiros da Televisão, o museu ficaria na casa da atriz provisoriamente, mas está lá há mais de 15 anos. Com 82 anos, Vida Alves protagonizou o primeiro beijo na televisão brasileira contracenando com Walter Foster na novela “Tua Vida Me Pertence”, em 1951, na extinta TV Tupi. A entrevista completa estará nas próximas edições da Revista Tradição. Foto: Lucinéia Silva.

Midia

Andanças pela Pauliceia 2


O jornalista Donizete Oliveira esteve na última segunda-feira no Bar Brahma, em São Paulo. Ele foi convidado a assistir ao show do cantor Cauby Peixoto, que toda segunda-feira se apresenta no local. O show foi especial em comemoração aos 80 anos do cantor. Cauby concedeu uma entrevista exclusiva a Donizete, que será publicada na edição de abril da revista Tradição. Simpático, Cauby elogiou Maringá e até entoou uma palinha de “Maringá, Maringá”. Diz que seu sonho é voltar à Cidade Canção. Com 80 anos, ele mostra exuberância no palco, sempre com a voz inconfundível. A foto é da jornalista Lucinéia Silva, que trabalhou na Tribuna do Norte e agora está em Osasco.

Midia

Andanças pela Pauliceia


O jornalista Donizete Oliveira deu um tempo nas atividades em Maringá, para ir atrás de boas histórias em São Paulo. Nesta segunda-feira, ele esteve na casa do compositor e cientista Paulo Vanzolini, na Vila Mariana. A entrevista com o autor de “Ronda” e “Volta por cima”, que durou 50 minutos, será publicada na edição de abril da revista Tradição. A foto é da jornalista Lucinéia Silva, que por muitos anos trabalhou na Tribuna do Norte, de Apucarana, e hoje está em Osasco.

Geral

Trecho perigoso

Ontem, por volta das 18 horas, passei na PR-323, que liga Maringá a Cianorte. Fiquei abismado com o que vi no trecho que corta Paiçandu. Pessoas pondo a vida em risco para atravessar a rodovia. Os mais afoitos correm e pulam a mureta que a divide. O risco de acidente é constante. Não sei se no local devem ser feitas passarelas ou colocados semáforos. Mas providências devem ser tomadas. Antes eram os quebra-molas. Havia 17 naquele trecho. Uma verdadeira tortura para os motoristas. Agora, o perigo para os pedestres. Está mais do que na hora de as autoridades de Paiçandu agirem. Assim não pode ficar.  Fica um recado para os colegas da imprensa. Façam matérias sobre aquele trecho, mesmo que o assunto se torne repetitivo. Quando trabalhava em O Diário fiz dezenas de matérias sobre a falta de um retorno na avenida Colombo, em Sarandi. Até que a obra foi construída. Não por minha causa, mas creio ter contribuído para não deixar o assunto morrer.

Donizete Oliveira

Leitura

Música sertaneja em livro

O jornalista Donizete Oliveira anunciou há pouco no programa de Antonio Santos na Banda 1 AM, de Sarandi, que está finalizando o livro sobre a história da música sertaneja/caipira em Maringá. A cidade sempre foi pólo da chamada música raiz, sendo ponto de referência para cantores e compositores, especialmente nos anos 50 e 60, além de uma geração famosa de locutores sertanejos.

Gente

Ivo Cunha

??De Donizete Oliveira:

Falar de Ivo Roque da Cunha é lembrar dos bons tempos do rádio. Tempos em que o locutor se identificava com o ouvinte. Quem não se lembra de Edgar de Souza, Rádio Nacional, Zé Bétio, ainda na Rádio América e aqui mesmo em Maringá: Nhô Quinca, Coronel do Rancho, João Pereira e João Vrenna, hoje em Mandaguari. Para citar alguns. Cada um no seu estilo, eles mantinham elo com o ouvinte. Antes da rádio e da programação estava o locutor. No seu estilo, Cunha era um desses locutores que mantinham relação com ouvinte. Não tinha grande formação escolar, mas era dotado de vasta cultura musical. Zelava pelo microfone. Não maltratava a língua pátria com palavras impróprias. Muita gente não preza pela profissão, transformando o microfone numa espécie de descarga para seus impropérios verbais. Continue lendo ›

Humor

Piadinha

Enviada por Donizete Oliveira:

Português foi a uma loja de calçado numa segunda-feira. Depois de muito experimentar os sapatos, optou por um par. A vendedora lhe disse:

– Só que essa marca de sapato sempre aperta nos primeiros cinco dias.

Ele respondeu: Não tem importância, só vou usar depois de domingo.

Leitura

Noite de autógrafos no CTG

A escritora Railda Masson Cardozo lança amanhã a partir das 19h30 “Cartas de Evita que Perón não leu”. Será no Centro de Tradições Gaúchas Rincão Verde, em Maringá, especialmente para os amigos da poesia. A noite de autógrafos do livro de Railda (diretora social do CTG) será bem diferente, pois além do tradicional arroz carreteiro haverá show de Arlindo Gaúcho, apresentações de talentos de canto, dança e declamação, além de um fandango sem hora para terminar. O convite custa R$ 20,00 e dá direito ao livro. Informações: (44) 3026-2434 e 8812-7004.

Saiba mais sobre a autora (reportagem de Donizete Oliveira na revista Tradição) aqui.

Opinião

Turismo

Outra coisa que anda claudicante em Maringá é o turismo. Houve promessa da atual gestão municipal de que o setor teria prioridade. Até agora, nada. Há tantos bons exemplos na região. Em Apucarana, o turismo religiosa anda de vento em popa. Também faz sucessos naquele município, as caminhadas com trajetos que levam a atrações rurais. Maringá poderia seguir esses exemplos.

Donizete Oliveira, jornalista e professor

Opinião

Cultura II

Outra coisa que precisa melhorar em Maringá é esse projeto “Convite à Música”, que toda semana apresenta alguma atração com entrada franca. A ideia é boa, mas precisa de variedades. Pelo que sei só há apresentações de música clássica, piano e violão. Por que não dar preferência também à viola, à sanfona e outras manifestações culturais?

Donizete Oliveira, jornalista e professor

Opinião

Cultura I

A agenda para exposição no Museu Bacia do Paraná da UEM deveria ser melhor organizada e divulgada. Queria agendar uma exposição de fotografias lá para o ano que vem. Fui ao local e uma funcionária informou que as datas seriam agendadas no começo de novembro. Então, voltei lá, nesta quinta-feira. Para minha surpresa, outro funcionário informou que todas as datas para 2011 já haviam sido preenchidas. Por que não divulgam a agenda nos informativos da UEM e no site da universidade? Assim, todos têm oportunidade iguais.

Donizete Oliveira, jornalista e professor

Opinião

Estado laico

O prefeito Silvio Barros disse em O Diário que seu sucessor deverá ser, em primeiro lugar, temente a Deus. Tal afirmação vinda de um homem público é, no mínimo, preocupante. Estado e religião não devem se misturar. Ainda mais no Brasil em que o Estado é laico. Vemos pelo mundo que a mistura desses dois temas não combinam. Boa parte das guerras foi desencadeada por essa perigosa junção. Estado é Estado e Igreja é Igreja. Assim deve ser.

Donizete Oliveira, professor e jornalista

Política

“Dias de Lerner”

Qualidade total, política de resultados (e agora contrato de gestão). Não gosto desses termos, mas pelo jeito vamos ouvi-los muito. Beto Richa nem bem esperou a contagem dos votos e saiu falando em contrato de gestão. Estamos condenados “a mais dias de Lerner”. Pensei que o Paraná sabiamente tivesse superado essa fase. Bem, mas democracia é isso! O povo escolheu, sabiamente temos de aceitar.

Donizete Oliveira

Geral

Caboclos sutis

O jornalista Donizete Oliveira vai estar no próximo dia 24 na Unesp (Faculdade Estadual Paulista), em Assis (SP), onde fala sobre a ‘trajetória dos caboclos sutis na região’, no II Simpósio de Literaturas Africanas. O povo sutil, que viveu inclusive em Paiçandu, origina-se da relação de escravos muçulmanos malês, que habitaram o Sul do Estado, com índios guaranis. Donizete diz que quase tudo sobre os sutis se perdeu e, portanto, informações deles são bem vindas: donijornalismo@gmail.com ou (44) 9963-2181. Ele, que é pesquisador do assunto, produziu reportagem na revista Tradição e dois artigos científicos sobre o tema.

Opinião

Que está com quem?

Às vezes, a campanha política deixa a gente confusa. Esses dias, se não me falha a memória Osmar Dias elogiou Edmar Arruda na TV. Hoje, andando pela avenida Brasil, em Maringá, vi um microonibus com propaganda de Beto Richa e Edmar Arruda. Num restaurante do centro, cabos eleitorais exibiam camisetas com adesivo de Edmar e Sidney Telles, federal e estadual respectivamente. No microonibus, havia também propaganda de Edmar e Durval Amaral (estadual e federal). Desse jeito, não dá pra entender quem está com quem? Espera-se que um dia o Brasil leve a sério a questão partidária.

Donizete Oliveira, jornalista e professor

Verdelírio

Vai provar?

Devanir Almenara falou para meia Maringá que tinha provas contra o secretário Valter Viana e outros integrantes da equipe, incluindo na relação o vereador John Alves Correa. E agora, vai provar? e se realmente tem as provas quais os motivos pelos quais não levou a polícia ou ao Ministério Público?

Estranho – Achei três coisas estranhas em tudo isso. Almenara disse que tinha provas mas não tomou providências; a administração municipal tinha conhecimento dos comentários mas demorou muito para tomar providências. E o estranho é que quem constituiu a comissão especial de Sindicância foi Zanoni Luiz Favero, da Secretaria Municipal de Controle Interno. É a primeira vez que vejo secretário mandar investigar secretário.Continue lendo ›

Esportes

Sempre gostei da Holanda

Primeiro, por causa da camisa, ótima cor. Em 74, comandada pelo lendário Rinus Mitchel, bateu o Brasil também na semifinal. Em 94 e 98, deu Brasil. Agora, Holanda, de novo. Aquele time de 74, encantou pelo futebol total, que, aliás, começou ali. Desmancharam-se as posições. Todos ao ataque, todos à defesa. Obra do lendário técnico Rinus Mitchel. Se bem que o futebol é um esporte cada vez mais degradado. Com tanta sujeira fica difícil torcer. Mas a Holanda sempre me encantou.
Ah, antes que alguém me chame de impatriota, não acho que o futebol seja parâmetro para patriotismo. Há tantas outras coisas nas quais podemos revelar nosso amor pelo Brasil. Futebol é apenas uma disputa, que gostamos, sim, mas infelizmente (por obra da maioria dos cartolas) nos enoja.

Donizete Oliveira, jornalista em Maringá

Opinião

Rodoviária, um passo atrás

A destruição do prédio da antiga Rodoviária de Maringá é um passo atrás. Veja o caso de Ouro Preto (MG), uma cidade de 400 anos. Imagine se lá fosse tudo derrubado em nome da modernidade. Hoje, nada teríamos daquela cidade, que um dia foi Vila Rica. Imagine a Estação da Luz em São Paulo, que se transformou num prédio cultural, sem destruir a antiga estrutura.

Maringá tem apenas 63 anos. É muito jovem. Daqui a 400 anos, o que teremos preservados? Veja a Europa, por exemplo. Se tivessem destruído suas construções de centenas e milhares de anos? Imagine, se tudo tivesse ido ao chão? Que seria do Velho Mundo?Então, não é possível entender tal atitude em nome do novo. Não vou entrar no mérito das questões entre donos de quiosques e Prefeitura. O que não se pode é destruir o patrimônio histórico, que é a cara da cidade. Não podemos apagar nossa identidade. Lamentável.

Donizete Oliveira, jornalisa e professor

Maringá

Graças a Arapongas!

É triste e revoltante o desabafo do professor Paulo Vergueiro. Minha irmã precisou de atendimento médico em Maringá. Como não a encaminhavam para um cardiologista, paguei uma consulta. O médico que a atendeu verificou a pressão e fez um eletrocardiograma. Disse que não era nada. Em casa, ela voltou a passar mal. Levei-a em Arapongas, hoje o segundo maior centro de cardiologia do Paraná (só perde para Curitiba). Lá, o médico constatou que ela tinha um problema no coração e precisava de uma cirurgia cardíaca rapidamente. Em Maringá, me pediram 10 mil reais para fazê-la. Em Arapongas, consegui de graça pelo SUS. Minha irmã foi muito bem atendida. Submeteu-se à cirurgia e já se recupera bem em casa. Quero agradecer ao médico cirurgião Arnaldo Anoki, do Hospital João de Freitas de Arapongas, responsável pela cirurgia.
Se minha irmã fosse depender de Maringá, não sei o que teria acontecido.
P.S. Tenho um amigo que precisa fazer uma angioplastia e pôr um ‘stent’ no coração. Em Maringá, o médico não quer atendê-lo pelo SUS. Diz que o dispositivo é importado e custa 15 mil reais. Aconselhei-o a ir a Arapongas. Lá, vi muitos pacientes submetidos a esse procedimento pelo SUS.

Donizete Oliveira, jornalista e professor em Maringá

Esportes

Rumo ao Rio de Janeiro

O jornalista Donizete Oliveira correu pela quinta vez a Prova Tiradentes. Ele completou o percurso de 10 quilômetros com o tempo de 45 minutos. Agora, Donizete treina para a meia maratona do Rio de Janeiro, com percurso de 21 quilômetros, que realizada em julho ou agosto. Este ano, também ele deve retornar à São Silvestre, completando sua segunda participação na famosa prova da capital paulista.