Busca: "JC Cecílio"
Boulos, 50, aguarda segundo turno em São Paulo
Vanusa em Maringá
Amazon Prime estreia série com literatura steampunk
A série “A Todo Vapor”, que estará disponível a partir de segunda-feira na Amazon Prime, faz parte do universo steampunk, subgênero da ficção científica, transmídia, baseado em obra de Enéas Tavares. Com oito episódios recriando os heróis da literatura brasileira (como Capitu), num cenário de aventura, fantasia e mistério, a série tem a colaboração de um maringaense: José Carlos Cecílio.
Continue lendo ›Antero e Manin
Antero Rocha, com a camisa feita pelo JC Cecílio, visitou na semana passada o conhecido Luiz Armando Manin, palmeirense que atuou muitos anos no MDB. Manin, sobrinho do radialista Orlando Manin (o Coronel do Rancho), é um verdadeiro Highlander: passou por três AVCs, mas está firme e forte.
A camiseta do Cecílio
Antenado como sempre, JC Cecílio começou a produzir camisetas com ícones locais, para o projeto Eu Amo Maringá. A tampa da Sociedade Telefônica do Paraná, criada em Maringá em 1953.
O Grand Prix Maringá de 86
Do arquivo de JC Cecílio, a página 2 de 14 de novembro de 1986 – um dia antes da eleição -, do saudoso Correio de Notícias (de Cícero Cattani, e que quase foi de Verdelírio Barbosa), onde trabalhou Fernando Tupan, hoje integrando o cast do Pan News. A matéria, de Argemiro Garcia, intitulada “Grande Prix mostra quem vencerá as eleições”, trouxe o seguinte teor:
Continue lendo ›O Galo não virou canja
A chamadinha de capa do Diário da Tarde, de Curitiba, em março de 1980, era do tempo da famosa Taça dePrata e em que o Maringá ainda tinha futebol. O jogo terminou 0x0. Do acervo de JC Cecílio.
100 dias
JC Cecílio registrou o pôr do sol do 100º dia de quarentena, em São Paulo.
Baile pé no chão

Sempre que revejo algum daqueles filmões que mostram como era a vida no velho oeste norte-americano, vem-me à memória a Maringá pioneira das duas primeiras décadas – anos 1940 e 1950. Pouco mais que um vilarejo cercado de matas e cafezais por todos os lados. Gente vinda das mais diferentes origens, misturando costumes, sotaques, projetos de vida.
Continue lendo ›Joubert de Carvalho

Um jornalista de São Paulo, amigo do Aristeu Brandespim (diretor da revista NP), de passagem por Maringá, almoçou conosco e a certa altura indagou: “Onde fica a Rua Joubert de Carvalho? Eu gostaria de fotografá-la”.
Continue lendo ›Veja alguns dos desfiles de Maringá
JC Cecílio, do projeto Eu Amo Maringá, fez uma pequena coletânea de desfiles comemorativos do aniversário da cidade, que hoje completa 73 anos, sem desfile, por causa da pandemia. São imagens das décadas de 50, 60 e 70. Poucas vezes não houve desfile de aniversário em Maringá. Confira:
Continue lendo ›50 dias
Foto de JC Cecílio, ontem em São Paulo (SP), em seu 50º dia de quarrentena.
Em São Paulo
Pela fresta da janela do apartamento de JC Cecílio, em São Paulo, torres da Catedral Ortodoxa e de um hotel Ibis. As janelas acesas em homenagem aos profissionais da saúde, pelo trabalho nesta pandemia.
Vamos dar a volta na cidade?
Distanciamento social, em antiga publicação italiana. Futuro? Do acervo de JC Cecílio.
Painel do Bar Fio de Ouro
Propaganda
Propaganda do tempo da Viação Maringá, uma das primeiras empresas a realizar o transporte coletivo urbano aqui. Do acervo – claro – de JC Cecílio.
O prefeito e o super-herói
JC Cecílio, que passa mais uma temporada em Maringá, registrou o novo encontro do fotógrafo Peter Parker, o Homem-Aranha, com o prefeito Ulisses Maia.
Continue lendo ›A mesquita
Foto de JC Cecílio.
O que é isto?
Aniversariante


Quem fez 77 anos nesta terça-feira foi Juracy Cordeiro da Silva, o primeiro garoto nascido na área urbana de Maringá.
Filho do primeiro habitante da cidade, José Inácio da Silva, e de dona Eleutéria Cordeiro da Silva, nasceu em 11 de fevereiro de 1943 e estudou no Colégio Gastão Vidigal.
JC Cecílio mandou um abraço por WhatsApps para Juraci, que reside em Curitiba.
Chuveiro de balde

O chuveiro de balde foi utilizado por muito tempo, após a colonização de Maringá. A peça era comum até os anos 70 e ainda é fabricada, com a parte da ducha em plástico.
Do acervo de JC Cecílio.
Extremos

Foto de JC Cecílio.
O Jornal na década de 50

Publicidade de O Jornal de Maringá, na década de 50, enfatizando ser o único jornal diário editado de Apucarana a Paranavaí e a Cruzeiro do Oeste.
O gaúcho Ivens Lagoano Pacheco era o dono do veículo de comunicação, que ficava na rua Aquidaban, atual Néo Alves Martins.
Do acervo de JC Cecílio
Toca Raul!

Foto do maringaense JC Cecílio.
Assim era a feira-livre
Cinerama Ouro Preto


Foto de 1975, do acervo de JC Cecílio, mostra o Cinerama Ouro Preto, à época o mais luxuoso de Maringá. Ficava ao lado do Cine Bar, do palmeirense Leomar.
Joubert de Carvalho por Portinari

Do grande acervo de JC Cecílio: um retrato de Joubert de Carvalho feito por Cândido Portinari, em 1928, quando ele tinha 28 anos de idade, e já tinha músicas cantadas por Francisco Alves e Gastão Formenti.
Naquele ano ele musicou dois poemas de Olegário Mariano (Cai, Cai Balão e Tutu Marambá) e compôs as canções Aquele cantinho, Caboclinha, O Carinho de Meu Bem, A Casinha do Meu Bem, Castelo de Luar, Os Dois Caminhos, Os Filhos da Candinha, O Pardal, Saci-Pererê, Sombrinha Azul e Um Sorriso e um Olhar.
Dois anos ele depois, Carmen Miranda gravaria seu primeiro grande sucesso, Ta-hi, e quatro anos depois ele compunha Maringá, sucesso no Brasil e no exterior.
No Maringá Velho
Sei não…
Dinor Chagas e JC Cecílio, que retorna hoje a São Paulo, esta semana, em selfie feita na avenida Getúlio Vargas.
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