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Cultura

Amazon Prime estreia série com literatura steampunk

A série “A Todo Vapor”, que estará disponível a partir de segunda-feira na Amazon Prime, faz parte do universo steampunk, subgênero da ficção científica, transmídia, baseado em obra de Enéas Tavares. Com oito episódios recriando os heróis da literatura brasileira (como Capitu), num cenário de aventura, fantasia e mistério, a série tem a colaboração de um maringaense: José Carlos Cecílio.

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Gente

Antero e Manin

Antero Rocha, com a camisa feita pelo JC Cecílio, visitou na semana passada o conhecido Luiz Armando Manin, palmeirense que atuou muitos anos no MDB. Manin, sobrinho do radialista Orlando Manin (o Coronel do Rancho), é um verdadeiro Highlander: passou por três AVCs, mas está firme e forte.

Túnel do tempo

O Grand Prix Maringá de 86

Do arquivo de JC Cecílio, a página 2 de 14 de novembro de 1986 – um dia antes da eleição -, do saudoso Correio de Notícias (de Cícero Cattani, e que quase foi de Verdelírio Barbosa), onde trabalhou Fernando Tupan, hoje integrando o cast do Pan News. A matéria, de Argemiro Garcia, intitulada “Grande Prix mostra quem vencerá as eleições”, trouxe o seguinte teor:

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Artigo

Baile pé no chão

Sempre que revejo algum daqueles filmões que mostram como era a vida no velho oeste norte-americano, vem-me à memória a Maringá pioneira das duas primeiras décadas – anos 1940 e 1950. Pouco mais que um vilarejo cercado de matas e cafezais por todos os lados. Gente vinda das mais diferentes origens, misturando costumes, sotaques, projetos de vida.

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Fotografia

Em São Paulo

Pela fresta da janela do apartamento de JC Cecílio, em São Paulo, torres da Catedral Ortodoxa e de um hotel Ibis. As janelas acesas em homenagem aos profissionais da saúde, pelo trabalho nesta pandemia.

Gente

Aniversariante

Quem fez 77 anos nesta terça-feira foi Juracy Cordeiro da Silva, o primeiro garoto nascido na área urbana de Maringá.

Filho do primeiro habitante da cidade, José Inácio da Silva, e de dona Eleutéria Cordeiro da Silva, nasceu em 11 de fevereiro de 1943 e estudou no Colégio Gastão Vidigal.

JC Cecílio mandou um abraço por WhatsApps para Juraci, que reside em Curitiba.

Eu Amo Maringá

O Jornal na década de 50

Publicidade de O Jornal de Maringá, na década de 50, enfatizando ser o único jornal diário editado de Apucarana a Paranavaí e a Cruzeiro do Oeste.

O gaúcho Ivens Lagoano Pacheco era o dono do veículo de comunicação, que ficava na rua Aquidaban, atual Néo Alves Martins.

Do acervo de JC Cecílio

Eu Amo Maringá

Joubert de Carvalho por Portinari

Do grande acervo de JC Cecílio: um retrato de Joubert de Carvalho feito por Cândido Portinari, em 1928, quando ele tinha 28 anos de idade, e já tinha músicas cantadas por Francisco Alves e Gastão Formenti.

Naquele ano ele musicou dois poemas de Olegário Mariano (Cai, Cai Balão e Tutu Marambá) e compôs as canções Aquele cantinho, Caboclinha, O Carinho de Meu Bem, A Casinha do Meu Bem, Castelo de Luar, Os Dois Caminhos, Os Filhos da Candinha, O Pardal, Saci-Pererê, Sombrinha Azul e Um Sorriso e um Olhar.

Dois anos ele depois, Carmen Miranda gravaria seu primeiro grande sucesso, Ta-hi, e quatro anos depois ele compunha Maringá, sucesso no Brasil e no exterior.