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Maringá

Recursos federais no Parque do Japão

Pelo menos R$ 5,7 milhões em recursos federais foram investidos no Parque do Japão, obra idealizada pelo prefeito Silvio Barros II (PP) e anunciada como auto-sustentável, com participação da iniciativa privada, com direito a constituição de uma Oscip para levantar recursos, inclusive no Japão.

Tomando como base dados disponibilizados nos sites do governo, foram aplicados até agora pelo menos R$ 5.755.000,00. Os ministérios do Esporte e do Turismo foram os que mais deram dinheiro para a obra. Além de construções, como o ginásio de esportes e lagos, a verba foi destinada para a recepção ao príncipe Naruhito, que esteve no local por 15 minutos em 2008. No mesmo ano, R$ 600 mil de emenda do deputado Odílio Balbinotti (PMDB), inicialmente destinados à reforma da praça da Catedral, a pedido do prefeito foram aplicados no Parque do Japão. Até hoje a promessa de repor a verba para a praça não foi cumprida pela administração.

Akino

Decreto 905/2009

Datado de 31/7/2009, assinado pelo prefeito Silvio Barros II, em seu artigo 1º diz:  “Ficam exonerados , a partir de 1º de agosto de 2009, todos os cargos de provimento em comissão e de funções gratificadas da Administração”. Portanto, em 1º/8/2009, todos os comissionados, inclusive da Assessoria de Imprensa, foram exonerados. Portanto…

Akino Maringá, colaborador

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Administração quer distância da sociedade civil

Como disse certa vez o secretário Jurandir Guatassara Boeira (na época em que ele defendia a estação rodoviária como prédio histórico, antes do patrão mudar o discurso e ele, por osmose, ir junto), o poder público não ouve a sociedade civil. Basta ver decreto assinado pelo seu amigo Silvio Barros II e publicado ontem, convocando a conferência municipal para fazer a avaliação do Plano Diretor e a eleição dos representes do Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial. Barros, que usa indevidamente a palavra cidadania como slogan de sua administração, “esqueceu-se” de dar espaço para a sociedade civil. Como se pode ver acima, o poder público novamente não quer escutar a sociedade. Podia virar confraria de uma vez, já que eles gostam de governar só com os que os obedecem.

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Liberdade para turismo

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II, que se apresenta como especialista em turismo apesar de administrar uma cidade onde quase todas as atrações turísticas estão fechadas ao público, teria liberado os titulares de algumas secretarias municipais para turismo. Numa delas, a pretexto de cursos, a titular tem levado o namorado para dirigir carro oficial em rotineiras viagens. O burburinho na prefeitura, se chega aos ouvidos do prefeito, não o sensibiliza a ponto de uma reprimenda, o que alimenta a suspeita de que é tudo devidamente “autorizado”.

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Maringá Lixo Zero é multada

Os diretores da Maringá Lixo Zero Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos Ltda. – a mais recente incursão do prefeito Silvio Barros II (PP) pelo mundo do lixo, feita a partir de parceria com empresários indicados pela Acim, para alavancar e vender a tecnologia Biopuster – estariam em Lins – lugar incerto e não sabido. É o que se depreende do edital de notificação nº 10/2010, assinado por Nailor Grossel, da Seção de Multas e Recursos da Delegacia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego no Paraná, publicado hoje no Diário Oficial da União. No ano passado, dezenas de pessoas, a maioria mulherese residentes em Sarandi e Paiçandu,  ficaram sem receber salários e direitos trabalhistas, sem que a prefeitura movesse um dedo para ajudá-las.

O edital é um dos que trazem mais de R$ 37 mil em multas, que variam de R$ 1.532,30 a R$ 16.855,34. A empresa tem 10 dias para interpor recurso, caso contrário o processo será encaminhado à Procuradoria da Fazenda Nacional para inscrição e cobrança executiva. A publicação das multas impostas pela DRT foi feita através de edital porque, segundo ele, os empregadores “se encontram em lugar incerto e não sabido e/ou em face de recusa do recebimento, via postal, de notificação de multa”.

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Um prefeito, dois representantes

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Acima, os decretos assinados pelo prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), nomeando, em dias diferentes, assessores diferentes para representá-lo em Kakogawa, Japão, no que parece ser uma incursão turística paga com recursos públicos. O ex-presidente da Acema e ex-vereador tucano Shudo Yasunaga e a secretária de Cultura, Flor Duarte, foram autorizados a viajar de 8 a 24 próximos. Em melhor resolução aqui.

Aqui, o projeto de resolução que concede licença apra o marido da secretária, vereador e líder do prefeito na câmara, com valores em reais e prevendo uma temporada menor no Japão, de 15 a 21. A viagem dos três custará ao maringaense pelo menos R$ 27 mil somente em diárias.

,   a licença de Macieira e e dois decretos. Shudo e Flor autorizados a viajar de 08 a 24 de junho e Macieira , licença de 15 a 21.  A viagem  será de quantos dias-    A Câmara fixou em Reais as diárias e Prefeitura em doláres.

Akino

Viagem a Kakogawa: prefeito terá dois representantes

Pelo Decreto 543/2010, de 24/5/10, publicado na edição de 28/5/10 do OOM, o prefeito Silvio Barros II autoriza a viagem da secretária de Cultura, Flor Duarte, para representá-lo, juntamente com outros membros da municipalidade , no período 8 a 24 de junho,nas comemorações do 60º aniversário de Kakogawa. Antes, foi publicado o Decreto 523/2010, indicando Shudo Yassunaga, diretor do Parque do Japão, para representar o prefeito. Detalhe: ambos receberão diárias de US$ 452,00, algo em torno de R$ 800,00. Não sabemos se o prefeito terá outros representantes e qual o tamanho da caravana, mas é certo que o casal Macieira viajará.
Dúvidas: Missão oficial ou turismo?  Por que aquela idéia do Bravin, de sorteio dos vereadores que deviam viajar, não prevaleceu na escolha do representante da Câmara? Qual o critério para escolha de Heine? Quem escolheu, o Legislativo ou o Executivo?

Akino Maringá, colaborador

Akino

SER e Observatório Social

Gostaríamos de saber que providências a SER, Sociedade Eticamente Responsável, e o Observatório Social tomaram para que o prefeito Silvio Barros II cumpra o compromisso que assinou, como candidato à reeleição, junto com outros candidatos, pois, passados cerca de 17 meses de sua posse, ainda está longe de  o ser integralmente. Falta muito.

Akino Maringá, colaborador

Memória

A sugestão de JC Cecílio

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JC Cecílio enviou a seguinte sugestão [antes de saber da suspensão da demolição] ao vereador Humbero Henrique (PT): “Como admirador de teu trabalho junto a comunidade de Maringá, quero opinar para um projeto de resgate com o mínimo de impacto, depois desta nossa perda irreparável, por motivos até então desconhecidos e atropelados. Sugiro a dos arcos da antiga Rodoviária – imagino que seja  reproduzido na mesma escala, cor e formato, na praça Raposo Tavares, o mais próximo possível da rua Joubert de Carvalho, na mesma direção dos originais, com isso a harmonia estaria preservada, mesmo que parcialmente no centro da cidade-canção. Tentarei enviar um esboço em breve para a preciação da idéia apresentada. Um abraço. José Carlos Cecilio – Cidadão maringaense (50 anos),  contribuinte  e investidor nesta cidade”.

É dele a foto acima, que mostra uma das laterais do prédio histórico, destruída pelo prefeito Silvio Barros II, e que parecem escombros de guerra.

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Justiça suspende demolição da rodoviária

Atualizado – A Justiça atendeu agora à tarde pedido dos condôminos da Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz e determinou a paralisação da demolição iniciada pelo prefeito Silvio Barros II (PP), na última quinta-feira, antecipando-se a uma manifestação da sociedade organizada, realizada na sexta-feira. A informação é do Sismmar, via Twitter. O desembargador Xisto Pereira, do Tribunal de Justiça do Paraná, entendeu o argumento de desvio de finalidade da desapropriação. Leia mais.

PS – Mais tarde colocarei fotos feitas por JC Cecílio, que possui o maringaísmo que falta em todos os áulicos da administração municipal, no final de semana. Imperdíveis.

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Ângulo, muito antes de Maringá

A administração de Maringá continua apostando na mentira como uma estratégia de comunicação. Agora, divulga que o Portal da Transparência é pioneiro – e tem veículo de comunicação que acredita. Para se ter uma ideia do sacrifício que foi fazer a administração Silvio Barros II seguir o exemplo de outros municípios que disponibilizavam dados da máquina pública no ar, durante certo período o site da prefeitura chegou a ficar fora do ar por mais de um mês, num final de ano, para fugir ao controle do contribuinte (a lista de CCs, por exemplo, foi outro parto para ser publicada).

Hoje os dados ainda não se adequaram à legislação (o tempo real não é real), mas é bom fazer justiça aos pioneiros. Na região de Maringá, e bem antes da cidade-pólo, a prefeitura pioneira na transparência foi Ângulo, o menor município da micro-região, na gestão do ex-prefeito Zezão.

Maringá

Manifestação pela rodoviária

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Uma das faixas colocadas no ato que aconteceu hoje à tarde em Maringá para protestar contra a desapropriação e derrubada da antiga estação rodoviária, pelo prefeito Silvio Barros II (PP). Algumas pessoas colocaram máscaras com o rosto do prefeito. Mais tarde coloco outras fotos.

(Foto: Marco Antonio Deprá)

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Um crime de lesa-pátria

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Antecipando-se ao protesto de entidades, marcado para amanhã, o prefeito de Maringá, Silvio Barros II, mandou destruir agora há pouco o último prédio histórico do centro da cidade, que abrigou a Estação Rodoviária Municipal. Pra variar, toda a demolição está envolvida em suspeita de irregularidades, como, de resto, a administração deste senhor que se imagina acima da lei e da razão, que não respeitou condôminos nem consultou a população sobre o destino do local, que deverá ser entregue a financiadores de campanha.

Geral

Levando mensagem da Opem

De acordo com postagem do blog Sou da Missionária, o prefeito Silvio Barros II estará hoje à noite no Ministério Anunciai para levar a mensagem da Opem – Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá. Até recentemente, usando dinheiro público, Silvio empregava como cargo comissionado o ex-presidente da Opem.

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A entrevista do pré-candidato

Em entrevista ao M24, o vereador Evandro Junior (PSDB), que reside em Maringá e é pré-candidato a deputado estadual, fala que o prefeito Silvio Barros II cometeu “um equívoco” ao não dar solução para o lixo “apesar dos esforços”. Polido, ele continua sendo da Turma do Amém. Evandro, que tem o deputado ficha suja Ricardo Barros como “guru político”, também fala sobre o projeto Ficha Limpa. Leia aqui.

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Como se destrói a memória de uma cidade

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Último prédio da jovem história da Maringá de 63 anos, completados este mês, a antiga estação rodoviária da cidade está sendo depredada pelo prefeito Silvio Barros II (PP). As fotos mostram que o letreiro e as placas de inauguração (de 1962, quando a cidade não era administrada por fantoche) já foram retirados. É o desmanche da memória patrocinado por interesses políticos e econômicos e executado por predadores travestidos de pregadores.

Blog

Demolição desvia o olhar moral

Hoje a administração cidadã do prefeito Silvio Barros II (PP) começa a retirar janelas e fiação do prédio da Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz, iniciando o processo de derrubada do último prédio histórico da área central de Maringá – talvez o último da era pré-Barros. Ali será construído um prédio que pretende-se seja o marco da família, sem a qual a cidade certamente não existiria.

Enquanto a imprensa e entidades assistem quietas ao estupro da história da cidade, engraxadas com os milhões da propaganda pública e os cargos distribuídos estrategicamente, o prefeito respira um pouco mais aliviado: ninguém vai lhe cobrar moralidade na equipe, onde pipoca todo o tipo de conversa, inclusive sobre um secretário muito chegado, que em pouco tempo conseguiu juntar dinheiro para adquirir motocicleta, caminhonete luxuosa e um apartamento num dos prédios mais caros do centro de Maringá. Surge uma nova versão do ex-secretário Paolichi na administração, mas nada que uma boa polêmica não resolva.

PS – Sem falar nas obras superfaturadas que ganharam plus do governo federal, obras atrasadas etc…

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Pra prédio tem dinheiro, para fraldas, não

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP) apresentou veto total ao projeto de lei nº 8590/2010 que disponibilizava fraldas geriátricas descartáveis dentro do sistema de saúde municipal. O argumento foi a falta de dinheiro nos cofres do município.

Porém, na mesma semana, ele torrou R$ 5.366.125,66 do contribuinte mané para comprar as frações de propriedade privada na antiga estação rodoviária de Maringá, único prédio histórico da área central da cidade (para derrubá-la, Santo Cristo!). Em primeiro lugar, portanto….

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Uma escola em apuros

Soube da história ontem, mas esqueci de postar: a escola que funciona no prédio do Sesi, na rua Antonio Carniel, no Maringá Velho/Zona5, teve as aulas suspensas. Motivo: apareceram rachaduras estruturais no local, onde foram usados fios de aço que agora começaram a arrebentar, principalmente no piso, que começou a “pipocar”.

Quando o prefeito Silvio Barros II ficar sabendo do caso, é capaz de ele encomendar um laudo com conhecido engenheiro da cidade e mandar demolir a escola (e, diria algum engraçadinho, com a anuência do Judiciário).

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Deve ser só coincidência

Leitor lembra, a propósito dos dois secretários de Silvio Barros II (PP) que adquiriram apartamentos no luxuoso Maison Royale, que no mesmo prédio reside um empresário da construção civil e da área de shoppings que seria o maior interessado na demolição da antiga estação rodoviária municipal, uma espécie de gratidão dos Barros por causa de antigos financiamentos de campanha.

Um dos secretários em rápida ascensão financeira é justamente um dos responsáveis por colocar o prédio da rodoviária no chão.

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Em Maringá, obra suspeita de superfaturamento ganha aditivo de R$ 48 milhões do governo federal

No último dia 12 o diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot, assinou termo de aditivo ao contrato que o Dnit tem com a Prefeitura Municipal de Maringá para execução de obras do prolongamento do rebaixamento da linha férrea. A obra, de acordo com levantamento do Tribunal de Contas da União, possui uma série de irregularidades, entre elas a suspeita de superfaturamento de R$ 35 milhões (aqui). O termo assinado com o prefeito Silvio Barros II na semana passada acrescenta uma parcela de R$ 48.867.262,18 ao contrato original, alterando o valor vigente de R$ 63.630.830,41 para R$ 112.498.092,59, sendo R$ 89.998.474,07 de responsabilidade do Dnit do governo Lula e R$ 22.499.618,52 da contrapartida de 20% da administração pepista.

O termo que reajusta os preços da obra que o TCU (aqui, o acórdão na íntegra)  aponta como superfaturada passa a valer a partir de hoje.

PS – Quando o TCU mandou parar a obra, o prefeito informou que faltavam pouco mais de 500 metros para terminá-la. Devem ser os 500 metros mais caros do planeta.

PS 2 – À tarde, a prefeitura informou que o aditivo é para um túnel de 600 metros.

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O milagre da multiplicação

Algo que provocou incômodo ao prefeito de Maringá Silvio Barros II (PP) por esses dias foi o vazamento da notícia de que dois de seus secretários adquiriram apartamento num dos edifícios residenciais mais chiques da cidade, o Maison Royale. A compra por um deles, que já foi secretário em outras duas cidades, é perfeitamente compreensível, mas o outro adquirente até tempos atrás estava numa situação financeira complicada e começou na administração, no primeiro mandato de Silvio II, com um modesto cargo comissionado.

A situação vem se somar a outros comentários que circularam anos atrás, a facilidade que os que cercam o prefeito de Maringá têm de fazer seu patrimônio crescer nesta às vezes curta passagem pela vida pública.

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A teoria e a prática

O grupo suprapartidário de políticos maringaenses que apoia a pré-candidatura de Beto Richa ao governo do estado reuniu-se ontem com um dos representantes do ex-prefeito de Curitiba, que estava na região. Willy Taguchi, do PPS, acabou sugerindo que nesta campanha o PSDB adotasse a mesma estratégia de seu partido e não lançasse candidatos ficha suja. A sugestão até foi bem aceita.

Engraçado que, logo depois, a mulher o representante de Richa recebeu um presente do grupo maringaense. O presente foi entregue pela secretária municipal de Educação, Márcia Socreppa, ex-vereadora tucana e rival sem igual na disputa política dos fichas sujas. Além das condenações que teve e das ações que responde como ex-legisladora, ela comanda a secretaria que mais gera denúncias de corrupção na máquina administrativa de Silvio Barros II, que já cansou de falar nos bastidores que a não demite porque o cargo é do seu irmão mais novo, Ricardo Barros, outro ficha suja que tem moral no esquema de Beto Richa.

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Ato falho

Enviado há pouco pela Assessoria de Comunicação Social da UEM (o erro é plena e reconhecidamente perdoável):

– Caros editores/produtores, queiram nos desculpar: no release anterior, sobre a festa dos 40 anos da UEM no Teatro Calil Haddad, o nome do prefeito de Maringá saiu grafado como Ricardo Barros (citado corretamente no mesmo texto). O correto é Sílvio Barros II.

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Audiência de mais uma ação

A secretária de Cultura de Maringá, Flor Duarte, deu um tempo no converseiro do dia-a-dia – principalmente sobre o fato de as atrizes terem sido barradas no Teatro Calil Haddad – na tarde desta quinta-feira. Ela esteve no Fórum, na 3ª Vara Cível, depondo em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público, por conta de manter atividade incompatível com o cargo, durante certo período do primeiro mandato do prefeito Silvio Barros II.

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Restaurante Popular: a novela continua

A licitação para contratação de empreiteira para executar obras de adequação das instalações do Restaurante Popular de Maringá foi novamente adiada – é o terceiro adiamento desde que o edital foi publicado, em março passado. Hoje foi publicado o aviso de alteração, assinado pelo prefeito Silvio Barros II, transferindo para as 14h de 31 de maio a abertura dos envelopes. Antes, a licitação tinha sido programada para 8 de abril; depois, foi prorrogada para o dia 16; agora, para o dia 31. E isso depois que a prefeitura pagou R$ 913.959,64 a uma empreiteira de Cascavel pelo que todos achavam ser a obra principal. O prazo para o término do RP continua sendo de 45 dias após a assinatura do contrato – ou seja, na melhor das hipóteses somente em julho ou agosto o restaurante deve ficar pronto; por contrato, a obra deveria ter sido entregue até junho de 2008 (os recursos foram depositados pelo governo Lula em novembro de 2007 na conta corrente da prefeitura). O Restaurante Popular foi usado eleitoralmente pelo prefeito e por boa parte dos vereadores da base de apoio da administração, nas eleições de 2008. Hoje, nem a placa com as informações da obra está mais no local (foto).

Não se pode esquecer que, sem que o edital tenha sido alterado, no segundo adiamento a obra surpreendentemente teve o preço final reduzido em R$ 67.524,20: sem nenhuma justificativa por parte da prefeitura, o preço máximo caiu de R$ 187.417,04 para R$ 119.892,84.

http://venus.maringa.pr.gov.br/arquivos/licita/arquivos/TP_009-10_PROR.pdf

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Observatório volta a criticar vereadores

O Observatório Social de Maringá reuniu ontem seletos convidados (a maioria formada por pessoas ligadas à Justiça), para um jantar, oportunidade em que, com direito a audiovisual, desancou-se o cacete na câmara municipal. Como se sabe, o OSM é parceiro da administração Barros e só consegue enxergar irregularidades na câmara; as que lhes chegam relacionadas à prefeitura são tratadas (quando são) sem nenhum alarde.

Durante o encontro, Silvio Barros II (PP), o prefeito que mais responde processos na história administrativa da cidade (inclusive com mandato cassado em primeira instância), fez uso da palavra e, para variar, reclamou do Ministério Público. Citou especificamente duas condenações que sofreu, faltando com a verdade sobre uma delas – a do caso do filho, levado para a escola particular com carro, combustível e funcionários públicos. Disse ele que isso aconteceu apenas uma vez, porque ele estava numa reunião. Foi este blogueiro quem fotografou e filmou o carro oficial do município levando o garoto para o colégio, todos os dias, durante uma semana, sempre por volta das 7h. A reportagem investigativa só foi interrompida quando o próprio prefeito admitiu a ilegalidade, no programa de televisão do sócio de seu irmão.

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Câmara: mudança na Imprensa

Vai mudar o comando da Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Maringá. Henri Jean Viana cumpre sua última semana à frente do departamento na gestão Mário Hossokawa (PMDB), para onde foi indicado pelo deputado federal Ricardo Barros (PP), de quem foi secretário municipal de Comunicação Social, cargo que também ocupou nas gestões Jairo Gianoto e Silvio Barros II.

Na próxima semana deve assumir o novo assessor de Imprensa do Legislativo maringaense. Quer dizer, nem tão novo assim: Antonio Roberto de Paula, que assessorou John Alves (PMDB), deve ser o substituto de Francês.