Busca: "passeio público"

Bronca

Sem calçada

Calçada
Em seu blog, o fotógrafo Tabajara Marques cobra o passeio público na rua Dom Pedro I, que só vai até a Vila Nova. Dali pra frente, bairros como Vila Ipiranga e jardim Guararapes e Cafelândia não têm calçamento público, apesar da lei estabelecer até multa. “Quem será que vai ser multado?”, pergunta.

Fotografia

Câmara abre concurso sobre árvores

Concurso
Estão abertas as inscrições para o concurso fotográfico “As árvores do Passeio Público de Maringá”, promovido pela câmara municipal, com base no projeto de resolução 820/2013, de autoria do vereador Humberto Henrique (PT). A finalidade é eleger as imagens de árvores encontradas nas calçadas, praças ou jardins públicos da cidade. A participação é livre e inclui também os fotógrafos profissionais. Saiba mais.

Justiça

TJ nega liminar em ação de Pupin contra lei de Bravin

O Tribunal de Justiça do Paraná negou liminar à administração Pupin/Barros em ação direta de inconstitucionalidade movida contra lei complementar de autoria do vereador Belino Bravin (PP), que regulamentava a utilização do passeio público por estabelecimentos comerciais que comercializam carnes. O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) havia vetado o projeto de Bravin, seu líder no Legislativo, mas o veto foi derrubado; recorreu então ao Tribunal de Justiça do Paraná, pedindo a suspensão imediata da lei através de medida cautelar, que foi negada no último dia 20 e publicada nesta sexta-feira. O município alegava que existe legislação federal, estadual e municipal relativa à conservação dos logradouros públicos, incluindo os passeios públicos, com recomendação do Ministério Público para sua aplicação.Continue lendo ›

Geral

Cruzamento perigosíssimo

Acidente
Mais um acidente, desta vez envolvendo um Vectra de Maringá e uma caminhonete Ford de Marialva, foi registrado ontem no cruzamento da avenida Franklin Roosevelt com a marginal do Contorno Norte, avenida Major Abelardo José da Cruz, no Conjunto Habitacional Requião.  Os veículos se chocaram e subiram no passeio público, parando num muro e no poste de energia elétrica. O local é um dos vários cruzamentos perigosos por conta do viaduto saci pererê, e não há sinalização suficiente nem semáforo, apesar do grande fluxo de pedestres. O motorista do carro de passeio teve ferimentos leves.

Gossip

Cena ambiental maringaense

Milhares de unidades habitacionais devem surgir nos próximos meses no distrito de Floriano, em Maringá. Uma área de 29 alqueires foi adquirida em sociedade por dois empresários e um político sem mandato. Coisa de milhões. Há denúncia de que cinco nascentes teriam sido soterradas naquela área. A notícia chegou à Polícia Federal, que recomendou a notificação ao Instituto Ambiental do Paraná. Considerando que a regional do IAP de Maringá autorizou, entre outros, a construção de carneiras junto ao passeio público no cemitério municipal e a derrubada de mata nativa no Bosque Dois, em ambos os casos passando por cima da legislação, alguém acredita que o instituto tomará alguma providência?
PS – A propósito, o governador Beto Richa (PSDB) disse há duas semanas que “estava estudando” o caso Paulino Mexia, que responde a ação civil pública por improbidade. Richa, no entanto, não lhe tirará o cargo de chefia por causa de Ricardo Barros.

Maringá

Feabam deve ser co-responsabilizada pelo furto da grama

Grama
O ofício com a “autorização” da Feabam para que Dionilson da Silva Filho fizesse a retirada da grama deverá complicar a entidade, que pode ser co-responsabilizada pelo furto, flagrado pela Guarda Municipal no último dia 4. A Feabam não pode autorizar ninguém, nem mesmo membros de sua diretoria, a levar grama plantada pela prefeitura em espaço público, pois a grama não lhe pertence. O material, no caso, foi retirado do passeio público, área pública de uso comum, na avenida Sophia Rasgulaeff, nas proximidades da sede da Feabam. Somente a Secretaria Municipal de Serviços Públicos ou o próprio prefeito poderiam dar autorização para a retirada da grama; a autorização é exigida mesmo em casos de replantio em outro próprio público. Se a grama estivesse dentro da área onde a entidade tem sede, também não poderia ser retirada sem o conhecimento e autorização da prefeitura, pois a Feabam possui uma concessão de uso do imóvel, que continua pertencendo ao município.
PS – Fotos do furto, que haviam sido publicadas no dia 4, foram retiradas do perfil do sargento Porto, chefe da Guarda Municipal.

Maringá

Calçadas sem árvores

Calçada sem árvore
A falta de árvores em trechos do passeio público da avenida Brasil, esquina com avenida Duque de Caxias, em Maringá, chamou a atenção do leitor Renato Alexandre. Do outro lado da Brasil, no mesmo espaço, há quatro árvores. Recentemente ele ligou para o 256 e perguntou se poderia protocolar um pedido de plantio de árvores da mesma forma que pediria uma remoção, e a atendente disse que sim. “Aí eu perguntei se poderia pedir esse plantio em qualquer local da cidade, um local vago onde não houvesse árvore, aí ela me disse que sim, informando o número da data e quadra, mas só se o proprietário quisesse! Aí questionei que o passeio é público e não deveria ser a prefeitura quem manda? Ela disse que partindo desse princípio sim, mas que tem gente que não gosta de árvore e a prefeitura não pode plantar sem autorização! Não entendi nada, pois o passeio é público”, conta.
Calçada sem árvore

Geral

UEM aproveita dia parado e corta uma grande seringueira

Seringueira UEM
Uma grande seringueira foi cortada na manhã desta Quinta-Feira Santa do campus sede da Universidade Estadual de Maringá, na avenida Colombo, defronte a Vila Olímpica. Hoje não há expediente na UEM. O corte causou revolta em várias pessoas que passavam por ali. O blog soube que a UEM, gestão do reitor Julio Santiago Prates Filho, não teria obedecido os trâmites legais para a retirada da árvore, que inclui autorização dos órgãos ambientais. Caminhões particulares retiravam a madeira. Durante o corte da copa galhos caíram e quebraram uma sibipiruna no passeio público, além de entortar parte da cerca. Em setembro do ano passado este modesto blog publicou que a UEM havia solicitado a retirada da árvore junto ao município, que negou. Acima, como era antes, em foto de 2011 do Google Maps; abaixo, como ficou.
Seringueira UEM
Veja mais fotos:Continue lendo ›

Má-ringá

Enquanto o prefeito toma vinho no Chile…

Ocupação de calçada
Leitor envia duas situações das quais o blog já recebeu reclamação. Primeiro, acima, a ocupação das calçadas da loja Revest Acabamentos – lá todo mundo pode, diria um apresentador.
Ocupação de calçada
A calçada da agência do Banco do Brasil, na praça Monsenhor Bernardo, Zona 7, vem sendo ocupada pela Kinpai Mitsubishi, com direito a carro da concessionária sobre o passeio público.

Maringá

De perder a fé

De Lauro Barbosa:
Torço tanto para a gestão Pupin dar certo. Mas, por mais que eu torça não engrena. Vejam o caso do perigosíssimo entroncamento do Contorno Sul com o Conjunto Cidade Alta. Nada foi feito para garantir infraestrutura adequada no local e consequentemente segurança para pedestres e motoristas. Sequer passeio público tem. E o pior é que não se ouve nada a respeito. Nem promessa.

Maringá

Praça será reduzida com nova agência do Correio

Correio de Maringá
Os mais atentos hão de notar que o novo prédio da agência central do Correio em Maringá, que está sendo construído ao custo de R$ 1.934.490,13 (incluída a demolição do prédio antigo) avança sobre o Centro de Convivência Comunitária Renato Celidônio. As fotos acimam mostram como era e como está: o avanço sobre o passeio público é considerável. Segundo a Construtora Dotto, que faz a obra desde novembro do ano passado, o que ocorreu foi o inverso: o Correio não ocupava o terreno inteiro, e era a praça que avançava sobre a área da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Com a construção nova, o Correio recuperou a área que já era dele, um passeio ocupado por palmeiras. A prefeitura teria replantado as palmeiras na avenida Tuiuti, perto da avenida Colombo, e piqueteado novamente o terreno, que foi conferido com topógrafo do município. Quando a obra terminar, acrescenta a empresa, a área construída será menor do que a anterior, que tinha dois pavimentos: 943,13 metros quadrados contra pouco mais de 1000 metros quadrados.Continue lendo ›

Geral

Reclamação e providência

calçada
No Facebook, Vander Marques reclamou que a prefeitura “destruiu” (“pois nem cortaram nem podaram corretamente”) árvores na rua Cotovia do Campo, próximo ao Colégio Renato Bernardi, isso há cerca de um mês, e o entulho continua no passeio público – como este, perto de uma creche em reforma -, “obrigando as crianças a andarem pela rua e de noite os maconheiros se escondem para fumar a maldita erva”. Foi perguntar quando tirariam o entulho da calçada dos contribuintes que o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, considerou o fato absurdo e informou o setor responsável para as devidas providências.

Bronca

Terreno que era horta comunitária é alvo de reclamações em Maringá

matagal2
Moradores dos conjuntos Sol Nascente e Cidade Canção está fulos da vida com… com quem mesmo? Logo depois das eleições do ano passado, o terreno em que funcionava uma horta comunitária (debaixo da linha da Eletrosul), na rua Alfredo Urbano Rodrigues, foi dividido. Uma pequena rua foi aberta, a horta passou para o outro lado, o terreno antigo foi colocado à venda mas o asfalto, executado pela Extracon, dividindo a área, não foi finalizado até agora; a rua não aparece no mapa da cidade. Para fazer as alterações, destruíram o passeio público, que era pavimentado com pedriscos e utilizado principalmente estudantes e pessoas da terceira idade (tem uma ATI nas proximidades). Hoje, as pessoas têm que se arriscar no meio do asfalto, e a rua tem trânsito considerável. Sem contar o matagal existente no antigo terreno da horta comunitária, hoje abrigo de animais peçonhentos e de maloqueiros, já que por ali tem uma casinha de madeira. A mudança da horta, perceberam os vizinhos, fez sumir uma vistosa estufa, que existia até o ano passado. O terreno tem 535 metros e o telefone de contato para sua venda é o do escritório do ex-deputado federal Ricardo Barros (PP). “Se o terreno fosse de um mortal qualquer, a esta hora a prefeitura teria tascado multa por causa do mato e punido a empreiteira por ter destruído a calçada”, reclamou um morador.

Má-ringá

‘Mudanças’ são despejadas no canteiro central da avenida Riachuelo

Avenida Riachuelo
O canteiro central da avenida Riachuelo, na Vila Operária, virou um lixão a céu aberto, como há anos se verifica em várias regiões de Maringá. Hoje, porém, a coisa está exagerada: duas verdadeiras mudanças (com direito a cama, colchão, armários, guarda-roupa e sofás) foram despejadas sobre o passeio público. O pessoal continua mal educado também porque a prefeitura não oferece alternativa, não cumpriu com o prometido há mais de seis anos, de construção de ecopontos, e porque raramente pune alguém. Que tal Sarandi emprestar seus fiscais para Maringá?
Avenida Riachuelo

Geral

Suspeito de furtar pavão é fotografado com ave morta

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Fotos que começaram a circular na internet nesta terça-feira podem ajudar a polícia a desvendar os furtos de três aves do Passeio Público de Curitiba. Nas imagens, um rapaz ainda não identificado segura um pavão pela cauda no centro da cidade. Para o titular do 1º Distrito Policial da capital, delegado Rubens Recalcatti, o animal que aparece na fotografia pode ser o mesmo que foi levado do parque no fim de dezembro. Ele também acredita que o rapaz retratado pode ser o responsável pelo furto. A informação é da Band News FM Curitiba, que entrevistou o delegado. Leia mais.

Má-ringá

Mais uma inutilidade nas vias

Bregueço 2
Os equipamentos acima, que existem há algum tempo defronte a Setrans, na avenida Gastão Vidigal, em Maringá, indicam a velocidade dos carros e trazem as palavras “Perigo”, “Atenção” e “Parabéns”. São também conhecidos como bregueços, como aqueles colocados nas entradas da cidade, pois inúteis. Não há nenhuma comprovação de que o aparelho ajude a reduzir a velocidade, já que não multa, além de ser mais um objeto no passeio público, logo nestes tempos em que se fala de mobilidade. São duas faixas de tráfego e só um aparelho, então não dá para saber de qual faixa ele mediu a velocidade; quando os veículos estão em fila, então… Na semana passada um leitor diz que passou por lá e ele apontou uma velocidade aleatória, completamente errada. Agora, instalaram dois na avenida Mandacaru. Dizem que o novo bregueço é de uma empresa que tem ligação com um poderoso político da cidade e será adquirido pela administração Pupin/Barros com dispensa de licitação.

Maringá

Ação contra a pirataria e disparo de Taser

O ex-vereador João Alves Correa (PMDB), que tem livre acesso no governo Pupin, dias atrás foi ao prefeito defender um vendedor de CDs e DVDs piratas que havia sido preso em flagrante também por agressão, na área central da cidade, por integrantes da Guarda Municipal de Maringá durante uma operação. Os comerciantes estabelecidos e regularizados junto aos órgãos públicos agradecem, por sinal, a presteza da defesa do patrimônio público, já que os ambulantes, geralmente vindos de outras cidades, costumam utilizar o passeio público para tal.
A propósito, o ambulante irregular – com quem foram apreendidas mil cópias falsificadas de mídias digitais – precisou levar um disparo de Taser para ser controlado e detido (foi o quarto disparo feito pela GM até agora).

Herrar é umano

Acentuação incorreta

Biblioteca
A Biblioteca Pública Municipal Tomires Moreira da Carvalho, localizada na avenida Mandacaru, está completando 26 anos de atividades. Quem mandou confeccionar a faixa comemorativa, porém, esqueceu-se de cobrar a correção do erro: o acento no “u” (como é oxítona terminada em “u”, não leva acento, a não ser acompanhada de outra vogal). De novo, lembre-se que existe uma lei municipal que prevê a correção desse tipo de painel voltado para o passeio público.

Geral

Carro bate e sobe na calçada

colisao2
Uma colisão entre dois veículos aconteceu ontem à tarde no cruzamento da avenida Tamandaré com a rua Piratininga, região central de Maringá.  Após o choque, um dos veículos avançou sobre a calçada, até parar, ao lado do Café Cremoso. Felizmente não havia transeuntes passando no passeio público.

Maringá

Para revitalizar, menos árvores na avenida

Muitos leitores se mostraram indignados com a retirada de árvores na primeira quadra da avenida Mauá, em Maringá, defronte o Avenida Center. O que acontece ali é a segunda parte da chamada revitalização daquele entorno, bancado pelo shopping, com a devida autorização do Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial. A primeira fase foi a retirada do espaço para veículos e o alargamento do passeio público. Agora, sairão as vagas de estacionamento no estilo espinha-de-peixe do canteiro central da avenida Mauá, que será ajardinado. “Dá dó”, resumiu um leitor.

Má-ringá

Segurança particular na calçada

Rua São Jorge
Na rua São Jorge, Zona 17, região nobre de Maringá (paralela à avenida Cerro Azul), privilegiado grupo de moradores possui uma guarita de segurança privada sobre o passeio público.  A guarita existe há anos, e ao que se sabe nunca ninguém foi incomodado por fiscais da prefeitura.

Má-ringá

Isso pode, Arnaldo?

Infração eleitoral
Leitor envia a foto de uma placa dos candidatos Pupin/Prado, numa rua ao lado do IML de Maringá. A qualidade não está boa (foi tirada por celular), mas dá para perceber que a placa está pregada na casa e na árvore que se encontra no passeio público.
PS – Depois da postagem, a irregularidade foi sanada.

Bronca

Veículos abandonados em via pública


Na rua Itapura, Vila Operária, em Maringá, uma Belina e um Fusca velhos estão ali estacionado há meses. Virou ponto para sexo, tráfico e de mosquito da dengue. Moradores já ligaram para a prefeitura, Vigilância Sanitária, Setran, Semusp – e ninguém, ninguém quer saber de dar uma solução ao problema. Casos semelhantes existem em vários pontos da cidade, como no Jardim Brasil, onde há quatro anos carros velhos estão abandonados no passeio público, atrapalhando transeuntes, motoristas e moradores.

Bronca

Aguardando remoção


Leitor envia as fotos e reclama que a árvore esta caída ali, no meio do passeio público, desde a última segunda-feira. “Será que a prefeitura está com muito serviço?”, pergunta. Fica na rua Campos Sales, perto da Visconde de Nassau, Zona 7, em Maringá.

Maringá

Tarumã ganhará parque

O prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin, de Maringá, assinou edital de licitação para contratar os projetos complementares e sondagem do terreno para urbanização de um parque no Residencial Tarumã. O dinheiro parecer vir do PAC e vai ajudar a não complicar um conhecido financiador de campanha dos fratelli. O edital estabelece que deve ser um projeto estrutural em concreto, projeto de drenagem/hidrossanitário/ prevenção contra incêndio, projeto elétrico/iluminação interna e externa, telefone/ som/alarme/SPDA e sondagem geológica do terreno, com implantação de passeio público (calçada ecológica), pista de caminhada, campo de futebol (iluminado e irrigado), alambrado, arquibancada, escada de acesso ao campo (concreto), vestiários, aéreo pipas, ATI ecalçada de interligação dos espaços, localizado em área entre as ruas Alcides Schimitt, Pastor Antonio Luiz Furlan, Leonildo Rubio e Genoveva Guinta. A abertura das propostas será às 14h do próximo dia 15. O valor máximo a ser pago não foi divulgado.

Bronca

Começou errado

Droga Raia
A Droga Raia, segunda maior rede de farmácias do país, está terminando de construir sua segunda quarta loja em Maringá, na praça dos Expedicionários, em tempo recorde. Uma pena que, para isso, teve que passar por cima das boas regras: toda a calçada defronte o estabelecimento foi fechada aos transeuntes, obrigando-os a passar pela perigosa via que dá acesso às avenidas Rio Branco e Humaitá. Hoje de manhã, por exemplo, pessoas de idade e criança arriscavam suas vidas porque o passeio público permanecia completamente interrompido; durante a construção, no local onde está o caminhão ficavam dois contâineres. O abuso parece ter passado incólume aos fiscais da Prefeitura de Maringá.

Maringá

Bandeirolas nas fachadas

As empresas que participam da 18ª Maringá Líquida podem usar a fachada de seus estabelecimentos, durante os dias da campanha, para a fixação das bandeirolas que compõem o kit promocional. A informação é da Diretoria de Fiscalização da Prefeitura Municipal de Maringá. Os comerciantes deverão estar atentos quanto o posicionamento das bandeirolas, respeitando os limites de cada estabelecimento comercial sem invadir o passeio público. Ainda conforme a Diretoria de Fiscalização da Prefeitura, essa ressalva obedece a Lei Complementar n°881/2011, que dispõe sobre a utilização do passeio público em estabelecimentos comerciais. Após o término da campanha os estabelecimentos participantes deverão retirar as bandeirolas utilizadas para identificação.