Busca: árvore

Crônica

Maringá: uma cidade sem homens

De Marta Bellini na Folha de Maringá:
A recente notícia de que as espinhas das avenidas da Maringá serão desmanchadas, e por que não dizer, destruídas, assinala o destino dessa província: ser uma cidade qualquer em qualquer canto do mapa. Maldição? Pode ser. É a sina política das cidades do Brasil: fazer uma cidade para os carros. Em uma cidade para os carros, os homens não existem. As ruas não podem ter um canteiro central com plantas e suas flores. Isso é um incômodo para os automóveis. Nas árvores, sentam-se pássaros. Por problemas biológicos de qualquer ser vivente, eles defecam e esses restos fisiológicos caem nos carros. Essas árvores – na maioria ipês – não ficam com folhas o ano inteiro. Para que as flores nasçam nessa espécie, é necessário que elas se dispam de suas folhas. Jogam suas folhas para suprir de energia suas flores. As flores são a vagina e o útero das plantas. Abrem-se à reprodução de mais vida, de mais cores e da partilha sentimental com os insetos, esses seres alados que respiram e refestelam no pólen. Muita orgia para a Maringá conservadora. Na íntegra.

Maringá

Urbanização e arborização

O Instituto da Árvore de Maringá lança amanhã na câmara municipal uma revista sobre a história da urbanização e arborização da cidade. A revista, com conteúdo pedagógico para estudantes da 7ª série do Ensino Fundamental, resgata o conceito original do município, que foi pensado como uma cidade jardim. O objetivo do projeto é educacional e de conscientização do cidadão para que os maringaenses valorizem e promovam a arborização da cidade. Foram impressos 15 mil exemplares que serão entregues em escolas públicas e privadas, universidades, faculdades e outras instituições. Durante a sessão será feita a entrega pública do material para o Núcleo Regional de Educação e para a sociedade maringaense.

Maringá

Observatório questiona trabalho legislativo

Luciana Peña, na CBN Maringá, informa que um novo relatório do Observatório Social de Maringá questiona a eficácia do trabalho legislativo. É a primeira parte de um levantamento sobre a atividade parlamentar no primeiro semestre do ano. O relatório revela que os vereadores de Maringá continuam priorizando indicações, aquelas que apenas sugerem ao prefeito que realize um determinado serviço, como por exemplo, a poda de árvore e a limpeza de bueiros. Saiba mais.

Andye Iore

Maravilhas urbanas

Um dia eu ainda descubro quem foi o gênio que criou essa cobertura para os pontos de ônibus em Maringá. Quando chove não protege ninguém da água e quando está sol não faz sombra. As pessoas acabam se protegendo sob as marquises ou ficam nas sombras feitas pelas árvores e não no ponto.

Akino

Assuntos que não podem ser esquecidos

Como ficou o caso da central de veículos, o esquemão de lavagem e manutenção de carros? E sobre o corte das árvores (lembram do requerimento do vereador Paulo Soni, pedindo explicações e que ele mesmo pediu para arquivar sem recebê-las?) Corte de comissionados na Câmara, recomendado do TCE e MP, o presidente cedeu à pressões de Heine, Sabóia e outros e não vai fazer, aceitando sofrer uma Ação Civil Pública? E os terrenos de uma tia do Prefeito e outros que foram permutados? E o caso dos assessores fantasmas na Câmara e da troca do PIS do Zebrão? Acervo da TV Cultura, compra, sem licitação de livros da Editora Globo? E o terreno da rodoviária, vai ficar mesmo com estacionamento? Horas extras na Câmara, foram apuradas irregularidades , ou está tudo certo? E da Urbamar, aquele pagamento de honorários, em processo já ganho, coisa de R$ 1 milhão? E a existência e utilidade da Urbamar, ninguém vai discutir? …. Superfaturamentos no rebaixamento da linha férrea, no contorno norte, anel viário sul. E a lei macieira, que ficou num buraco negro? Puxa, estou com a memória ruim, só lembrei de alguns. Alguém poderia lembrar de outros?

Akino Maringá, colaborador

Boa notícia

Fiscalização atuará contra publicidade ilegal

Um ato simbólico hoje a partir das 14h na praça Raposo Tavares, em Maringá, vai reunir entidades da sociedade civil organizada na limpeza e retirada da publicidade ilegal adesivada ou colada na cidade. Equipes de fiscais vão agir no quadrilátero central com a participação de integrantes da ONG São Francisco, Acim, Sivamar, Singramar, UEM, Cesumar, TCCC e associações de bairros da Zona 2 e Zona 7. Os responsáveis  terão até a próxima terça-feira, 16, para retirar a publicidade dos locais não permitidos. Serão cumpridas as leis 7.632/2007, que impede a divulgação de publicidade não autorizada em vias e outros espaços públicos, e a nº 881/2011, que proíbe a utilização de calçadas para exposição e divulgação de mercadorias e serviços. A legislação proíbe anúncios de qualquer natureza fixados em poste de iluminação pública, árvore, tapume, contêiner, placa de sinalização, placa de indicação de rua, parede, portão, lixeira, telefone público, caixa do correio, módulo de telefone, suporte de semáforo, ponto de ônibus, muro, alambrado, mureta, prédio e imóvel público e em todo mobiliário urbano. A pena inicial é multa de R$ 500 ao infrator, além de remoção de todo o material de divulgação.

Agora, fica faltando a redução da poluição visual provocada pelo número cada vez maior de outdoors espalhados pela cidade.

Blog

Mais uma fachada “limpa”

Corte de árvore
Um imóvel comercial reformado há cinco dias na esquina das ruas Santos Dumont com Silva Jardim, em Maringá, tinha a fachada ofuscada por duas árvores. A administração cidadã deu um jeito: cortou as duas árvores, mantendo a fama de motosserra que caracteriza a turminha. Enquanto isso, tem gente com problemas com árvores doentes que fica na fila por três anos ou mais, aguardando nautorização.

Blog

STJ nega recurso do MP-PR

Chegou ao fim, 10 anos depois, a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público contra o ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto, por usar a bandeira do município de forma estilizada e a frase “Governo Popular de Maringá – Desenvolvimento e Igualdade” nas ações de governo, como o Orçamento Popular. A ação já havia sido derrotada em primeira e segunda instância e na última segunda-feira o ministro Mauro Campbell Marques, do STJ,  sepultou o caso, ao negar agravo em recurso especial. “Este Tribunal de Justiça e o STF, por exemplo, apresentam nas suas páginas da internet emblemas e símbolos (logomarcas) que os identificam, tentando-se com isso – numa ação de marketing até político – valorizar as referidas instituições.Continue lendo ›

Blog

Menos mal

A Escola Mater Dei, do Parque das Palmeiras (Maringá), que nos últimos meses limpou a fachada com a retirada de três árvores – duas delas, grandes e sadias -, acabou replantando duas na calçada. As mudas são do viveiro municipal e utilizarão armação emprestada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos até que estejam desenvolvidas o suficiente.

Blog

De olho

Escola Mater Dei

Depois de cortar recentemente duas árvores sadias para tornar sua fachada mais visível, a Escola Mater Dei, do Jardim das Palmeiras, em Maringá, mandou retirar os tocos. Como em outubro passado, quando retirou outra árvore, o estabelecimento ao invés de replantar mandou tampar o espaço com pavês, o blog fez há pouco o registro do pessoal trabalhando. Como o município dificilmente repreenderá a escola, o blog vai ficar de olho e cobrar o replantio das duas árvores retiradas da calçada (já que, pelo material que o pessoal carregava, parecia que pretendem repetir o que foi feito no ano passado).

Maringá

Parque está fechado há cinco anos

O Recanto Borba Gato, com 76.540,37 metros quadrados, é mais um parque verde de Maringá que encontra-se fechado – desde 2006. Localizado no Conjunto Innocente Villanova Junior, ele possui problemas como entulhos de materiais de construção e resíduos sólidos deixados pela população; pisoteio e derrubada de árvores pelos moradores das proximidades; processo erosivo, ausência de mata ciliar e falta de manutenção, entre outros, de acordo com levantamento feito por Marcos Clair Bovo e Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim. “Em conversa informal com os moradores do entorno, eles apresentaram algumas reclamações e, dentre elas, a falta de infraestrutura, a falta de instalação de academia da terceira idade e de outros aparelhos para as atividades físicas, falta de iluminação, a falta de segurança e o abandono da área pela Prefeitura Municipal de Maringá”, diz o estudo.

Geral

Giro

Um – Quinze das 42 famílias do Moradias Atenas desocuparão as casas.
Dois – Homem de 35 anos sofre tentativa de homicídio em Sarandi.
Três – Ativista maringaense defende aumento do número de vereadores.
Quatro – Em Goioerê, mãe reencontra filha 40 anos depois.
Cinco – Deputado Luiz Nishimori visita Tribuna do Interior em Campo Mourão;
Seis – Kombi choca-se contra árvore na Morangueira, em Maringá.

Opinião

Você já leu a Bíblia hoje?

Ipê

Eu respondo que “não”. E complemento: Não sou leitora assídua da Bíblia, mas acredito que deve ter algum capítulo ou versículo na Bíblia que prega “o ensinamento de preservar a natureza e ter o devido respeito com a mesma”. No entanto, percebe-se por parte dos que dizem evangelizar atitudes que não condizem com a Palavra de Deus ou, melhor dizer, com o que pregam. É fácil sair por aí pregando, fazendo propagandas e espalhando o Evangelho. Difícil é mostrar através do comportamento, das atitudes e da vivência esse ensinamento. Ao observar esse pé de ipê, que na solidão de uma beira de estrada, tão lindo, encanta e alegra os que por ali passam, sua beleza é contagiante, não tem explicação maior da prova de um Deus Onipotente. E vejo que pessoas, evangelizadoras desse Deus, não tiveram nenhuma sensibilidade em pregar, não o Evangelho, mas dois enormes pregos no caule de quem, sem direito à resposta, simplesmente aceitou.Continue lendo ›

Akino

‘Nunkassab’

Segundo Milton Ravagnani, o primeiro político com cargo eletivo de Maringá a assinar sua intenção de filiação no partido de Gilberto Kassab é o vereador Paulo Soni (PSB). Vai trocar o brasileiro pelo social, que a sigla abrevia. Mas continua socialista, se é que o PSD pode ser considerado assim. Soni deixa o PSB por discordâncias internas na legenda.
Meu comentário: Nunca se sabe, ou como escreveriam os jovens no MSN ‘nunkassab’, o que pode acontecer neste caso. Seria Soni candidato a prefeito de Paiçandu? E aquele caso do requerimento para apurar irregularidades no corte de árvores, quando o vereador vai explicar a retirada? Estamos esperando.

Akino Maringa, colaborador

Blog

Parque do Japão desmata em Maringá

Não se irritou o suficiente com o mundo hoje? Leia duas postagens (esta e esta) do site da Funverde. Em resumo, a Prefeitura de Maringá cortou quatro mangueiras que ficavam do lado de fora do Parque do Ingá porque alguns viciados subiam lá e entravam no local para fumar. Antes disso, a administração inviabilizou uma parceria para revegetar o córrego Borba Gato. Acima foto das mangueiras em 2008 e agora.

Akino

Não me convenci

Divulgo pitaco, dado em uma de nossas postagens, por  leitor que se identifica como Chefe de Gabinete do dr. Paulo Soni: “Vou informá-lo novamente… A respeito do requerimento de corte e poda de arvores, o Excelentíssimo Senhor Prefeito, Silvio Magalhães Barros II, me chamou pessoalmente em seu gabinete para explicar e responder as perguntas do requerimento, informando que todas as empresas responsáveis pelo serviço fora o Saop são licitadas e sem irregularidades, não tendo mais necessidade de se aprovar o requerimento em sessão ordinária…”.
Meu comentário: Gostaria de confirmar se o pitaco é do Moisés Camargo. Se for, pediria que o vereador usasse a tribuna para dar, de público, a informação. Não me convenci com a resposta. Primeiro porque o Saop não existe, segundo, como o requerimento era para fins de esclarecimento público e estava tudo certo, não custaria nada o prefeito dar as respostas, por escrito. Que tal reapresentar?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Operação galho seco

Li em O Diário que o empresário Joaquim Carlos Negri foi ouvido ontem pelo Gaeco, e segundo seu advogado o cliente não tem nada de anormal. Disse mais, ‘ainda não consegui compreender o que o Gaeco quer apurar e se existe algo a apurar’.
Meu comentário: Lembrei do requerimento que o vereador Paulo Soni apresentou  em fevereiro de 2009, logo no início de seu mandato, solicitando informações detalhadas sobre os serviços de corte e poda de árvores (os boatos e irregularidades vêm desde a primeira gestão Barros), mas no dia da votação, sem qualquer explicação o retirou para arquivamento. Gostaria de reiterar o pedido para o dr. Soni falasse sobre este caso. Quem sabe na sessão de hoje?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Como vereador, um bom pediatra

Não conheço o trabalho do dr. Paulo Soni como médico pediatra, mas estou convencido de que  é um bom, graças ao testemunho da vereadora Marly, cujos netos são cuidados por ele. Enfim as informações são de que se trata de um bom pediatra.
Já sobre sua atuação como vereador posso opinar, pois acompanho 90% das sessões da Câmara, pela internet, e a  conclusão é que deixa muito a desejar. Antes de assumir  disse que o seu ‘mestre’ era Ricardo Barros, o que já mereceu críticas. Vota sistematicamente com o grupo dos 11 que costumam aprovar sem discutir tudo que vem do Executivo. Dá a entender que tem conhecimento de que há irregularidades na saúde, mas teria confessado a colegas que não poderia assinar o requerimento de CPI, pois  seria prejudicado (perderia benesses junto ao grupo). Apresentou alguns projetos esdrúxulos, como o que cria do dia do porteiro de prédios, esquecendo do dia do zelador, do servente. Fez um requerimento pedindo informações sobre corte e poda de árvores, onde há suspeitas de irregularidades, mas no dia da votação retirou,  deixando de exercer uma função primordial do vereador, que é a de fiscalização. Tem dificuldades de articulação quando usa a tribuna e em suas falas, de maneira geral.
Conclusão: Poderíamos dizer que como vereador o dr. Paulo Soni é um bom pediatra, e se pudesse dar-lhe um conselho diria para esquecer este negócio de candidatura a prefeito em Paiçandu, pois não está preparado para exercer, bem, nem o cargo de vereador. Por favor, desculpe a sinceridade e entenda como uma critica construtiva. Invista mais na sua carreira como médico pediatra.

Akino Maringá, colaborador

Akino

O silêncio do dr. Soni

Mais uma sessão se passou e o vereador Paulo Soni não atendeu aos nossos apelos para que falasse porque retirou o requerimento de fevereiro de 2009, em que solicitava informações sobre o corte e poda de árvores em Maringá, quando já se falava em suspeitas de irregularidades nos serviços. Como bom brasileiro, não desistimos, quem sabe na próxima terça-feira. Gostaria de pedir ajuda ao chefe de Gabinete do vereador, o competente Moisés Camargo, que convença do nobre edil a falar sobre este tema tão importante.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Galho seco e o vereador Paulo Soni

Este é nome da operação da Gaeco que apura possíveis irregularidades nos serviços de poda , derrubada e recolhimento de árvores caídas, que teve à frente Claudemir Celestino, sob o comando de Vagner Mussio, como comissionados do município e algumas empresas, a principal a comandada pelo Negri, muito ligado a Ricardo Barros.
A propósito, sobre este assunto o vereador Paulo Soni, que em fevereiro de 2009 fez um requerimento pedindo esclarecimento e misteriosamente pediu o arquivamento no dia da votação, não deu uma só palava na última sessão, mesmo provocado por nós, por email e publicamente através de postagem. Estamos reiterando, com a esperança de que se faça um pronunciamento na sessão de hoje.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Quase uma Amazônia

Desde 2005, com a assunção de Silvio II ao poder, o corte de árvores em Maringá passou a chamar a atenção. Este blog fez inúmeras postagens a respeito, há uma página no Flickr só com fotos das árvores dizimadas. Tudo bem, antes tarde do que nunca, parece que estão investigando, mas nesses mais de seis anos, observa um leitor, além de beneficiar o esquema ligado aos Barros, Maringá deve ter perdido uma verdadeira floresta amazônica…

Akino

Apelo ao dr. Paulo Soni

Caro vereador, esperamos que o senhor ocupe da tribuna para falar sobre as razões que o fizeram desistir de obter informações sobre poda e cortes de árvores que houvera requerido em 6 de fevereiro de 2009, logo nos primeiros dias do seu mandato.

Na época os boatos sobre irregularidades eram grandes. Por que, vereador, o senhor não exerceu o seu papel de fiscal do dinheiro público? Foi pressionado pelo Executivo para desistir do requerimento? Fazemos este apelo na condição de contribuinte, de cujo recolhimento dos impostos saem os recursos para pagamento do salário de V. Excia e todas as despesas de seu Gabinete.
PS. Cópia desta postagem foi enviada para o email do vereador.Vamos cobrar manifestação sobre o assunto.

Akino Maringá, colaborador

Bronca

Calçada ocupada, risco na avenida

Do leitor:

Uma obra para ser liberada tem que ser fiscalizada. Penso eu! posso estar errado. Quem então, autoriza uma obra, cujo depósito de materiais invade a calçada e impede o trânsito de pedestres sobretudo de mães e crianças de colo ou carrinho de nenem? Quem duvidar deste abuso, é só confeir na avenida Humaitá na calçada ente a Jump e Academia. Lá, o avanço do depósito de materiais chega a juntar-se com as árvores deixando pessoas expostas aos riscos de caminhar pela rua de forma perigosa. Sugiro uma fiscalização de fato. Cumprir com o dever de proteger pessoas parece ser lógico numa administração intitulada cidadã. Ou não?

Akino

Ao vereador Paulo Soni

Por que Vossa Excelência pediu o arquivamento deste requerimento?
“REQ 301 2009 – Requer à Mesa se oficie ao prefeito municipal solicitando ao mesmo que informe a esta casa de leis, para fins de esclarecimento público, relativamente ao corte e poda de árvores existentes no municípQual a empresa responsável pelo corte e poda de árvores e qual o valor cobrado pelos serviços; 2) Qual a destinada dada à madeira das árvores cortadas; 3) Se a madeira for vendida, declinar onde são aplicados os valores arrecadados com a comercialização. Autor: Paulo Soni. Localização Atual: Arquivo. Situação: Retirado de Pauta para arquivamento. Última Ação: Requerimento retirado de pauta para arquivamento. Norma Jurídica Vinculada: Não há.

Meu comentário: Se o senhor tivesse exercido o papel de fiscalizador, para o qual foi eleito, talvez prejuízos tivessem sido evitados, pois passados dois anos muita coisa pode ter acontecido. Não conseguimos entender porque o senhor pediu o arquivamento. Não nos lembramos das razões, salvo engano, o senhor não as apresentou na época. Agora, passados mais de dois anos talvez possa fazê-lo. Que tal na sessão desta terça-feira?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ao Gaeco

Sugerimos que o vereador Paulo Soni seja ouvido, como informante ou testemunha, no inquérito sobre poda de árvores, pois ele deve saber alguma coisa, a julgar pelo requerimento que fez e pediu o arquivamento.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Memorex Akino

Veja postagem que fizemos em 18.2.09 , com o titulo “Meu vereador” :
Que decepção com Paulo Soni! Recuou e pediu o arquivamento de um requerimento tão importante quanto aquele sobre o destino da arvores e quais empresas executam. Pressão? Vai ficar ruim para a administração municipal. Se eu fosse o prefeito Sílvio Barros II, mesmo com o requerimento arquivado, responderia. Mandaria publicar nos jornais e nos blogs, afinal ele diz que faz uma administração transparente, e neste caso não haveria o que esconder. O será que tem? Seria verdadeiro aquele ‘buchicho’ que a empresa seria de Ricardo e o Negri seria laranja? Eu não acredito, mas já ouvi dizer.
De qualquer forma o vereador redimiu-se ao apresentar outro requerimento sobre a possível indústria de multas, no qual eu só acrescentaria uma pergunta: Quantas multas de ‘peixes`, amigos, correligionários e outros foram canceladas, por interferência política, nos últimos 4 anos? – Akino Maringá, colunista
Meu comentário: O vereador Paulo Soni estava no ínicio do seu mandato e certamente foi pressionado a desistir de exercer o seu papel de fiscalizador, neste caso.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Esquema envolveria três empresas

Segundo a matéria, confirmada com fontes da prefeitura, além da Líder, estariam envolvidas a Eliezio Cavalcante de Freitas ME e A. C Freitas & Freitas Ltda. No primeiro mandato houve denúncias de que a Líder e a A. C. Freitas & Freitas, que seria de Floresta, tinham acordo de subempreita; à época, o Ministério Público teria até iniciado investigação.
“Ontem de manhã, um porta-voz da prefeitura informou que a sindicância interna está checando novamente todos os cortes e podas efetuadas pelas três empresas. Disse que “pode até ter ocorrido algum erro menor, de meia dúzia de árvores, apesar do rigor na fiscalização dos serviços, mas daí a considerar objeto de investigação de crime organizado há uma distância enorme e um despropósito”. Na última semana, manobras de advogados teriam retardado o inquérito no Gaeco. A informação é que houve pedidos de acesso aos documentos da investigação por parte dos investigados e que testemunhas teriam pedido para reagendar os depoimentos para serem ouvidas somente na presença dos advogados”, cita a reportagem.

Midia

Manchetes dos jornais

O Paraná – Região Oeste ainda tem 60 mil pessoas analfabetas
Diário do Noroeste – Em dois anos, cadastro da Aciap passa de 21 mil consumidores inadimplentes
Hoje – Mais de 15 mil empresas atuam na informalidade
Tribuna de Cianorte – Escola terá licitação autorizada
Gazeta do Paraná – ‘Boom” de reclamações
Folha de Londrina – Exclusão digital na Zona rural
Umuarama Ilustrado – Desafio agora é fortalecer o agronegócio e a indústria
Jornal de Londrina – Refeição a bom preço
O Diário – Gaeco investiga corte de árvores
Gazeta do Povo – Censo mostra regiões com infraestrutura do século 19
Tribuna do Paraná – Na zona!