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Verdelírio

Confraternização

O deputado estadual Luiz Nishimori, do PSDB, que vai assumir uma cadeira na Câmara Federal, esteve na cidade de Londrina na noite da última terça-feira, participando como convidado especial da confraternização na Associação dos Fiscais daquela cidade. Noboru Yamamoto acompanhou o parlamentar.Continue lendo ›

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Dívida de Maringá chega a R$ 330 milhões

Maringá, que de acordo com o IBGE tem 357.117 habitantes, continua a ostentar proporcionalmente uma das maiores dívidas públicas do país, que em outubro passado atingiu R$ 329.940.094,72. A dívida é R$ 31,2 milhões maior que a do município de Londrina, que tem 506.645 habitantes e deve R$ 298.715.309,41. Curitiba, com 1.746.896 habitantes, tem dívida de R$ 405.493.432,25. Os números divulgados pelo Banco Central referem-se a empréstimos contraídos junto a instituições financeiras públicas e privadas, pela administração direta e indireta, e não incluem informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras que não o Tesouro Nacional.

Somente nos primeiros dez primeiros meses deste ano, a dívida pública de Maringá cresceu R$ 38.615.461,00. Quando o atual prefeito tomou posse, em janeiro de 2005, a dívida pública total do município era de R$ 150.582.147,35. O município briga judicialmente, desde a gestão Gianoto, para reduzir o valor da dívida, que inclui os grandes empréstimos feitos junto ao governo federal para saneamento e urbanismo da cidade, por administrações anteriores, como o Projeto Cura e o Produrb.

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Ação improcedente

O juiz William Artur Pussi, da 3ª Vara Cível de Maringá, julgou improcedente ação civil pública  ajuizada pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público em 2002 contra o ex-prefeito Ricardo Barros, seu ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi e Mateus Amorim Costa Furlaneto. A ação era desdobramento da descoberta de desvios praticados pelo ex-secretário na gestão Jairo Gianoto (97-2000), já que ele, ex-funcionário de carreira, foi guindado ao cargo na gestão Barros (89-92) e permaneceu na de Said Ferreira. Levantamento do Tribunal de Contas feito naquele ano apontou na gestão Barros o desvio de R$ 8.724.181,48, aplicados de forma inadequada conforme demonstrou auditoria do TCE. Mas o próprio TCE à época fez a ressalva: os documentos que poderiam comprovar as irregularidades já haviam sido incinerados. Sem provas, a ação não prosperou em primeira instância. O MP pode recorrer.

A sentença é de setembro, mas a disponibilização no site da Assejepar a ação foi dada como procedente.

Akino

Homenagem a José Cláudio

A propósito da nossa lembrança da  inciativa do então prefeito José Cláudio de abrir licitação para regularização da concessão dos serviços de transporte coletivo urbano em Maringá,  leitor deu o seguinte pitaco: “Tenho guardado a capa de um jornal de Maringá (o mais influente) do dia seguinte a publicação do decreto que rompeu o contrato com a TCCC. Dizia que o ato do prefeito endividaria o município para o resto da vida. Eu tenho vergonha da política em Maringá!”.

Minha opinião: É preciso fazer justiça a José Cláudio. Foi dele a primeira tentativa de regularizar a situação. Se não me engano, logo em seguida ficou doente e em consequência veio a falecer. Acredito que Maringá seria muito diferente com sua administração indo até o fim e a provável reeleição. Depois, todo o empenho foi da vereadora Marly e do MP, autor da ação de inconstitucionalidade da lei geranda na gestão Gianoto em parceria com a Câmara Muncipal, que conceceu 15 anos, com mais 15 de prorrogação.

Akino Maringá, colaborador

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Dívida pública de Maringá passa dos R$ 325 milhões

Nos 30 dias de setembro último, a dívida pública de Maringá aumentou  R$ 4.824.353,89 em relação ao mês anterior. Foram mais de R$ 160 mil por dia de juros. A dívida, de acordo com o Banco Central, chegou a R$ 325.239.554,23, contra R$ 320.415.200,34 de agosto. De janeiro a setembro, o endividamento do município (que tem 354 mil habitantes) junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional aumentou R$ 38.441.534,65. Para se ter uma ideia do valor: a dívida pública de Londrina,que tem mais de 510 mil habitantes, no mesmo mês chegou a R$ 297.032.219,99.

Os dados disponibilizados pelo Bacen ainda não incluem o endividamento junto a credores externos, ao INSS, ao FGTS e também o endividamento mobiliário. As informações levadas pelo Bacen ao público são prestadas pelas instituições do SFN ao Sistema de Registro de Operações com o Setor Público (Cadip). O município briga judicialmente, desde a gestão Gianoto, para reduzir o valor da dívida, que inclui os grandes empréstimos feitos junto ao governo federal para saneamento e urbanismo da cidade, por administrações anteriores, como o Projeto Cura e o Produrb.

Akino

Mais um apelo ao prefeito Silvio II


Senhor prefeito, estou escrevendo este texto às 12h19 do sábado, dia sagrado para V. Excia, por sua religião, e gostaria de pedir para que refletisse sobre ao Ato de Inexigibilidade de Licitação assinado pela secretária Marcia Socreppa e ratificado pelo senhor. Provavelmente o Rigon, que está em trânsito, só possa publicar no domingo ou segunda.
Observamos que o processo seria por pregão eletrônico, mas a partir de suspeitas levantadas pelo vereador Humberto Henrique e o Observatório Social foi suspenso, em 13 de julho. Surpreendentemente em setembro, a secretária entendeu que não seria exígível licitar e o senhor ratificou o ato. O que aconteceu? Assinou sem ler? Será que foi o mesmo caso do Acervo da TV Cultura e da Editora Globo? Será que o senhor sabia das irregularidades? Prefiro acreditar que não, afinal prefeito, governadores e presidentes da Repúlica quase nunca sabem dos ‘malfeitos’ de seus assessores. Tive a informação de que foi aberto mais um processo por improbidade contra o senhor e a titular da Seduc. Pense bem, reflita, e aqui falo como Cristão crente, onde vai parar. Já há comentários que sua administração pode ser comparada à gestão Gianoto e alguns de seus secretários teriam, no entender desses, mais competência que Paolichi. E na Secretaria de Esportes? Viu o caso das cadeiras para o Chico Neto? Que coisa, hein prefeito. Confiamos nas providências. Lula não sabia de nada. Dilma quase nem conhecia a Erenice, mas os ministros acusados de ‘malfeitos’ foram afastados. Está na hora do senhor fazer o mesmo por aqui.

Akino Maringá, colaborador

Política

A volta ao ninho

Se o vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin, aceitar o convite e trocar o PDT pelo PSDB ele estará, na verdade, retornando ao lar. Pupin foi presidente do PSDB local quando a estrela maior do partido era o então prefeito Jairo Gianoto. Saiu em solidariedade ao “convite para sair” que os tucanos fizeram aos irmãos-senadores Álvaro e Osmar Dias. Antes, o vice havia presidido o finado PRN, o partido de Collor de Mello.

Akino

Sobre o deficit da Urbamar

Leitor que se identifica como ‘Zóio de Bebum’ fez o seguinte comentário em postagem anterior: “Como você é desinformado, Akino. Não sabe que as despesas da Urbamar são cobertas por recursos da Prefeitura? Claro que sendo assim, a previsão deve ser de deficit, até que haja o repasse dos valores correspondentes para os pagamentos.  Se vc quer informar os outros, deve se informar primeiro, senão faz o papel de bobo’.
Resposta: Caro ‘Zóio de bebum’, a Urbamar é uma empresa, S/A, que foi criada para tratar a desapropriação do pátio da rede ferroviária e devia ter encerrado suas atividades tão logo concluído o serviço. Na gestão Gianoto fizeram algumas alterações para perpetuar sua existência, mas só tem sentido existir se tiver receitas próprias. Suas atribuições, hoje, são de uma secretaria e como secretaria já temos pelo menos 3 que fazem a mesma coisa dela. Logo é totalmente desnecessária. Para você entender, a Urbamar seria equivalente à Sanepar, à Copel, só que com 99,99% de capital do município. Mais: Imagine se você fosse empresário e tivesse uma empresa que só dá prejuízos (deficit). Você quebra, a não ser que seja muito rico e vá colocando dinheiro do seu patrimônio como pessoa física. É isto que está ocorrendo. Eu, você e todos os contribuintes maringaenses estamos colocando dinheiro dos nossos impostos para que a Urbamar não quebre. De fato estamos fazendo o papel de bobos. Concluído: o pior ‘zóio’ é de’ bebum’, que não quer enxergar e quando enxerga vê imagens distorcidas. Continuo confiando que os vereadores como Humberto, Marly, Mário Verri, dr. Manoel, Flávio Vicente, e agora Luiz do Postinho, vão tomar providências para estancar essa sangria dos cofres públicos.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Maringaense nasce devendo R$ 955,00

De acordo com o Banco Central do Brasil, a dívida pública do município de Maringá atingiu em agosto último a cifra de R$ 320.415.200,34. Ou seja, o maringaense nasce hoje devendo R$ 955,00 à União. Em relação a julho, a dívida cresceu R$ 4.783.116,62. Do total, R$ 317.448.474,21 referem-se à administração direta e R$ 2.966.726,13 à administração indireta. Somente neste ano, a dívida  cresceu R$ 33.617.180,76.

Quando Silvio Barros II tomou posse, em janeiro de 2005, a dívida pública total do município era de R$ 150.582.147,35. Desde a época de Jairo Gianoto a prefeitura contesta judicialmente os juros dos empréstimos, principalmente dos projetos Cura e Produrb (há uma ação contra a Caixa em grau de recurso, mas a decisão final ainda não saiu).

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Ex-secretário tem 15 dias para pagar R$ 18 milhões

O cartório da 1ª Vara Cível da comarca já fez publicar ontem a intimação do ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luis Antonio Paolicchi, na pessoa de seu procurador judicial, para pagar em 15 dias o valor executado de R$ 18.259.656,12. O valor refere-se à condenação por conta da ação civil pública 516/2000, movida pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, o primeiro grande processo dos tempos do ex-prefeito Jairo Gianoto que chegou ao fim recentemente.

Além de Paolicchi, foram intimados os ex-servidores públicos municipais Jorge Aparecido Sossai e Rosimeire Castelhano Barbosa e o advogado Waldemir Ronaldo Correa. Se os executados não ressarcirem o erário no prazo estabelecido, correm risco de multa de 10% sobre o valor e serem penhorados “tantos bens quantos bastam para a integral satisfação do bem”.

Maringá

Dívida pública passa de R$ 315 milhões

A dívida pública do município de Maringá cresceu R$ 28.834.064,14 nos sete primeiros meses deste ano, atingindo R$ 315.632.083,72, de acordo com dados do Banco Central. Deste total, R$ 312.665.357,59 são dívidas da administração direta e R$ 2.966.726,13 da administração indireta. Em relação a junho, a dívida cresceu R$ 4.372.971,72.
Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II tomou posse, a dívida pública total da prefeitura era de R$ 150.582.147,35. Desde a época de Jairo Gianoto a prefeitura vem tentando reduzir os juros dos empréstimos dos projetos Cura e Produrb, mas a decisão final ainda não saiu e o Bacen registra o valor original.

Política

A carta e o pedido

O ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira tem pedido voto para seus candidatos enviando cartinhas aos borbotões (aqui e aqui, em melhor resolução ). Ele repete o esquema que já fez, no passado, com Geraldo Irineu, Líbano Duarte, Jairo Gianoto e Joel Coimbra, entre outros. O que invoca, segundo leitor que envia a cartinha com os santinhos, é o sarro que ele tira da Justiça Eleitoral (estão de férias?), pois aproveita seu programa para perguntar para os eleitores se eles receberam sua cartinha e se vão atender seu pedido. Fosse em país sério…

Verdelírio

Edmar com Lula

O empresário Edmar Arruda, que é candidato a deputado federal pelo PSC, foi convidado para acompanhar a visita que o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, fez ontem em Maringá, quando visitou obras assinou ordem de serviço e almoçou na Cocamar.Continue lendo ›

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Dívida de Maringá cresce R$ 24 milhões em 6 meses

A dívida pública do município de Maringá com o Tesouro Nacional e instituições financeiras públicas e privadas cresceu mais de R$ 24 milhões nos seis primeiros meses deste ano. Junho fechou com uma dívida total de R$ 311.259.112,00, sendo R$ 308.292.385,87 da administração direta e R$ 2.966.726,13 da indireta. Os dados são do Banco Central.

Em relação a maio, o crescimento da dívida foi de R$ 4.420.936,58. Os números colocam Maringá, proporcionalmente, como o município paranaense que mais deve aos cofres da União. Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II tomou posse, a dívida pública total da prefeitura era de R$ 150.582.147,35. Desde a época de Jairo Gianoto a prefeitura vem tentando reduzir os juros dos empréstimos dos projetos Cura e Produrb, mas a decisão final ainda não saiu e o Bacen registra o valor original.

Geral

Dá para levar a sério?

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O Comitê 9840 de Maringá, que foi tomado de assalto pela OAB nas últimas eleições – a iniciativa em nível nacional foi da CNBB -, foi lançado agora com a presença do prefeito Silvio Barros II, que, como diz o release da prefeitura, foi levar seu prestígio (“consideração, respeito, crédito, reputação”, segundo o Michaelis) ao evento onde a palavra mais usada foi ética. Considerando que é a Sociedade Eticamente Responsável que está por trás, entende-se. A SER, em 2004, proibiu todos os candidatos a prefeito de usar sua logomarca; Silvio II foi o único que a utilizou, sem sequer levar um puxãozinho de orelha, daí estabelecendo-se uma parceria que resultou na graça de uma secretaria, com estrutura paga pelos cofres públicos, para a entidade, que desde então só tem olhos para os erros e falhas do Legislativo.

A presença do prefeito mais condenado por improbidade da história da cidade – passou o irmão e Jairo Gianoto, vejam só – num evento sobre ética em período eleitoral, logo ele acusado em 2008 de abuso do poder político e econômico, só poderia mesmo ser proporcionada pela ploutokratía maringaense.

(Foto: PMM)

Maringá

Água e esgoto

De Messias Mendes, sobre o caso da Sanepar:

Reconheça-se, afinal, que o aditivo em que a Sanepar se apega para dizer que o contrato ainda vigorará por muito tempo não existe. O ex-prefeito Said Ferreira o enviou à Câmara Municipal no final de 1996, mas o Legislativo engavetou. Se engavetou, não votou. Se não votou, o aditivo não tem validade. A mensagem do prefeito retornou ao Gabinete no ano seguinte (1997) quando o prefeito era Jairo Gianoto. Jairo não tocou a coisa pra frente, conversou com oentão presidente da empresa, Carlos Teixeira e os dois deixaram o dito pelo não dito. Até porque, não nos esqueçamos disso: naquela época era intenção do governador Jaime Lerner privatizar a Sanepar. Leia mais.

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Tenda dos Milagres: movimento no STF

Eis que o caso Tenda dos Milagres – um dos maiores escândalos administrativos de Maringá, somente comparável ao verificado na gestão Gianoto – teve um movimento no Supremo Tribunal Federal, 26 meses depois que a Procuradoria Geral da República deu parecer pelo desprovimento do recurso do deputado federal Ricardo Barros (PP), em maio de 2008. De lá pra cá, houve apenas a substituição do relator, em virtude da morte do ministro Menezes Direito, substituído por Dias Toffoli, em outubro do ano passado. O movimento verificado no processo, que causaria a perda do mandato de Barros se ele fosse eventualmente eleito senador, verificou-se no final do mês passado: no dia 29 de julho o advogado de Barros, Horácio Monteschio, solicitou cópia da documentação; no dia seguinte, seu cliente prestou informações e requereu a juntada de documentos. Em época de angústia por conta da possibilidade de deixar de ser candidato por causa da Ficha Limpa, o político maringaense de ficha suja resolveu mexer no baú de ações.

Para entender o escândalo ocorrido na época em que Barros era prefeito, leia o acórdão da condenação no TJ-PR e da condenação no STJ.

Akino

Almenara, o nosso Roberto Jefferson

Um amigo, que conversou com Devanir Almenara, disse-me, que guardadas as proporções, Almenara é o nosso Roberto Jefferson, que denunciou o mensalão. Este amigo confidenciou-me que pelo que diz Almenara, Gianoto e Paulichi podem ser considerados amadores, diante da situação atual. Coisa feia, que deixa muita gente com medo de uma investigação via CPI. Disse ainda que Valter Viana é peixe pequeno, talvez sirva de bode expiatório. Este negócio de propina para liberação dos terrenos e barracões seria o de menos. Almenara estaria recebendo denúncias de todos os lados. O prefeito estaria como Lula, não sabe de nada e nem quer saber.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Uma das causas dos processos de Silvio II

São 214 comissionados nada Prefeitura de Maringá relacionados naquilo que seria um cadastro, compromisso assinado pelo prefeito, com a SER e ainda não cumprido. Há distorções flagrantes, uma delas a existência de assessores I, II, III e IV , sem definição de funções, em alguns casos para tentar driblar decisões judiciais, como no caso daquela que mandou exonerar assessores jurídicos, que passaram a ser simplesmente assessores II. Há ainda de três assessores I lotados no Gapre, que recebem como se exercem cargos de diretor. Dois estão vagos com as saídas de Ulisses Maia e Ton Schiavone, que juntamente com Leopoldo Fiewisk, não foram substituídos, sinal que eram cargos desnecessários. Permanece o sr. Mário Alexandre.  Ao todo, se somarmos os a Urbamar e Maringá Previdência e Aeroporto, serão cerca de 230 cargos, mas que poderiam ser reduzidos para 50, sem prejuízo para a gestão, pelo contrário.
Minha opinião:  Se pudesse dar um conselho para Sílvio II, diria para agisse em quanto é tempo, pois corre o risco de terminar sua carreira política como Jairo Gianoto, provavelmente John, Belinati e outros tantos com bens indisponíveis, respondendo a muitos processos e nós sabemos que o principal causador de tudo é o irmão.

Akino Maringá, colaborador

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Uma promessa ou uma ameaça?

O ímprobo deputado federal Ricardo Barros promete fazer pelo Paraná o que fez por Maringá – mas, peraí!, só durante o tempo em que seu irmão mais velho tem sido prefeito, já que na época de Said Ferreira, Jairo Gianoto, José Cláudio e João Ivo Caleffi ele simplesmente trabalhava contra a cidade em que nasceu, impedindo que Brasília mandasse recursos federais para Maringá, daí seu apelido (um deles,claro) de “empata-obras”.

“Eu sei como conseguir esses investimentos”, diz ele. Na época de Collor, ele dava canetas Mont Blanc para o terceiro escalão; agora, no probo governo Lula, que quase não foi marcado por escândalos, o preço deve ter sido outro.

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Dívida pública atinge R$ 306 milhões

De acordo com informações do Banco Central, atualizadas esta semana,em maio passado a dívida pública do município de Maringá atingiu R$ 306.838.176,98. Desse total, R$ 303.871.450,85 são da administração direta e R$ 2.966.726,13 da indireta. R$ 286.703.043,29 são valores devidos ao Tesouro Nacional, R$ 17.168.407,56 a instituições financeiras públicas e R$ 2.966.726,13 a instituições financeiras privadas.

Em relação a março, em maio a dívida cresceu R$ 4.097.690,76. Em janeiro de 2005, quando Silvio II tomou posse no primeiro mandato, a dívida pública total da prefeitura era de R$ 150.582.147,35. Desde a época de Jairo Gianoto a prefeitura vem tentando reduzir os juros dos empréstimos dos projetos Cura e Produrb (saneamento e asfalto), mas a decisão final ainda não saiu e o Bacen registra o valor original.

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Juiz decide sobre embargos

O juiz Mário Seto Takeguma, da 1ª Vara Cível de Maringá, acolheu embargos de declaração de alguns condenados em primeira instância da segunda ação civil pública, movida desde 2001 pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público por desvio de recursos municipais contra o ex-prefeito Jairo Gianoto, que alegaram falhas no julgado. Os réus, entre eles o ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi, deverão ressarcir o erário em quase R$ 500 milhões, atualizados. O juízo rejeitou os embargos da  ex-primeira-dama Neusa Gianoto e do ex-deputado federal e atual prefeito de Jandaia do Sul, José Borba (PP), que além da devolução de dinheiro perderam seus direitos políticos por oito anos. O londrinense Alberto Youssef também teve negado o recurso. Os embargos apresentados por Jairo Gianoto , relativos ao excesso de R$ 54 mil no valor exigido de R$ 46.303.321,80, foram reconhecidos em parte.

Verdelírio

Três vivos

Dos 12 ex-prefeitos de Maringá, incluindo-se os dois vices eleitos que assumiram, somente três continuam vivos: Ricardo Barros, Jairo Gianoto e João Ivo. Faleceram: Innocente Vilanova, Américo Dias Ferraz, João Paulino Vieira Filho, Luiz Moreira de Carvalho, Adriano Valente, Silvio Magalhães Barros, Said Ferreira, José Cláudio Pereira Neto e o vice Sincler Sambatti.Continue lendo ›

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O amor é lindo

Enquanto Rubens Bueno e Roberto Requião se envolviam em telecatch, em Campo Mourão, Odílio Balbinotti e Ricardo Barros pareciam antigos namorados. Pela desenvoltura demonstrada, Balbinotti não falava sobre o grampo do qual foi vítima, há alguns anos (junto com um jornalista, um presidente de partido, um secretário municipal e um promotor), nem das 19 denúncias feitas na Justiça Eleitoral na campanha de 2006, nem o lançamento do Pé Vermelho cover, nem do beijo na caminhonete, nem do anúncio n´O Diário do Gianoto pedindo votos, nem do panfleto de Said pedindo votos, nem… deixa pra lá.

(Foto: Mosca Roxa)

Akino

A impunidade está acabando

Sempre se acreditou que na administração pública roubar era uma  regra e a impunidade outra. Isto está mudando e em Maringá começou com o caso Gianoto/Paolichi.Funcionários de carreira da prefeitura  tiveram suas vidas arrasadas, foram presos, perderam os empregos e sabe-se lá como estão vivendo. Um governador de Brasília foi preso, perdeu o mandato e deve viver momentos de profunda solidão e incertezas quanto ao futuro. Como ser humano tenho pena dessas pessoas. Agora saiu mais uma condenação no caso dos laptops e o meus sentimentos são um misto de alegria pela justiça que está sendo feita e tristeza pelas pessoas que se envolveram, algumas de certo modo inocentes, que para defender um cargo em comissão acabaram pecando e pagarão por isso. Mesmo do Vereador John, apontado por muitos como o maquiavélico, fico com pena, pois penso que é um ser humano como eu, que tem família e que deve estar sofrendo com tudo isso .  Há quem diga que alguns cumpados não foram atingidos, sairam ilesos, mas isto só aparentemente, pois suas consciências os acusam o tempo todo e um dia pagarão. O positivo deste processo que estamos vivendo é a certeza que temos de que a impunidade está acabando e  que não vale a pena ser corrupto.

Akino Maringá, colaborador

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Edital cita ex-prefeito

Foi publicado nesta terça-feira no Diário da Justiça o edital de citação do ex-prefeito Jairo Gianoto. O juiz da 5ª Vara Cível da comarca de maringá, Siladelfo Rodrigues da Silva, deu prazo de cinco dias para que ele pague a importância de R$ 61.920,42, em execução da Fazenda Pública Estadual, que tem crédito tributário de 2006.

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Paolicchi entrega Safira à Justiça Federal

Exclusivo – O ex-secretário de Fazenda de Maringá (gestões Ricardo Barros, Said Ferreira e Jairo Gianoto), Luiz Antonio Paolicchi, decidiu entregar a Mineradora de Águas Rainha, localizada em Iguaraçu, para a Justiça Federal. A empresa agora é administrada pela Justiça Federal de Maringá, que tomou posse ontem. Paolicchi entregou a empresa, construída numa área de 87 mil metros quadrados e que industrializa a água mineral Safira, depois de desentendimentos com seu sócio minoritário, Fábio Volpe. Há algumas semanas ele procurou por iniciativa própria a Vara de Execuções Fiscais da Justiça Federal e fez a proposta de repassar a mineradora, que deve altos valores em tributos federais. Ontem, um administrador nomeado pela Justiça Federal tomou posse da empresa e iniciou os trabalhos de gestão, que devem incluir o saneamento e a sua venda, em prazo ainda não estabelecido.

Além da Safira, na mineradora é envasada a Acqua Bonna, produzida pela fonte Bela Vista, e que pertence ao presidente do Sebrae-PR, o maringaense Jeferson Nogaroli (Supermercados São Francisco). Nogaroli tem o controle sobre a água envasada em garrafa e copo, enquanto Paolicchi, que detinha cerca de 99% das ações, ficava com a parte da água em galões. O contrato do presidente do Sebrae-PR poderá ser revisto, na administração temporária da Justiça Federal. O ex-secretário de Fazenda de Maringá construiu a empresa em 1998, terceiro ano da administração Gianoto; no final de 2000 ele foi preso, acusado de desvio de dinheiro público, permanecendo na Penitenciária Estadual de Maringá boa parte dos quase cinco anos de detenção.

Política

Lista do TCE não tem nome novo

O Tribunal de Contas do Paraná divulgou hoje a relação de administradores públicos com contas julgadas irregulares pela Corte, nos últimos cinco anos, em processos aos quais não cabe mais recurso. A lista, composta pelos nomes de 1.025 gestores e ex-gestores (alguns deles já falecidos), envolve as contas com trânsito em julgado até 2 de junho último e serve de subsídio para o Tribunal Regional Eleitoral decidir pela inelegibilidade – ou não – dos candidatos às eleições do próximo dia 3 de outubro. A lista parece furada, pois é a mesma da eleição passada, e sabe-se que algumas situações foram resolvidas.

Nenhum virtual candidato a deputado por Maringá aparece na lista, que traz Claudemir Romancini, presidente do PSol, e que foi candidato a prefeito em 2008, e o peemedebista Cláudio Ferdinandi entre os que tiveram contas consideradas irregulares. Romancini teve as contas de 2002 da Capsema, que dirigiu, reprovadas pelo TCE; Cláudia Regina da Costa aparece como tendo sido presidenten do Maringá Vôlei Clube, que teve problemas de prestação de contas de dinheiro público recebido em 1999; Cláudio Ferdinandi, dirigente do Cesumar, aparece como condenado pela falta de prestação de contas de convênio feito entre a instituição e o governo do estado em 2006; Ivanor Nunes do Prado, como presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico de Maringá, teve problemas em 1999; e Jairo Gianoto, ex-prefeito, tem contra si no TCE quatro infrações; Jorge Luiz Fabbro da Silva, da Associação de Amparo à Criança e Adolescente (2005); José Eudes Januário, ex-presidente da Saop, com três infrações (2001, 2002 e 2003); Nehemias Curvelo Pereira, tamvém ex-presidente da Fadec (2003); Telma Maranho Gomes, ex-presidente da Fundação de Desenvolvimento Social e Cidadania, com duas infrações (2002 e 2003); Valdécio de Souza Barbosa, ex-presidente do Saop (2004); e Victor Hugo Marmelo dos Passos, da Apae (2002).

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Os parceiros

Pelo Twitter, o ex-governador Requião pergunta: quem eram os parceiros de Jairo Gianoto?

Refrescamos: um deles até recentemente mandava nos churrascos do Canguiri e foi convidado pelo próprio Requião e por Orlando Pessuti para assumir uma secretaria de Estado. Sem contar que Paolicchi era filiado ao PMDB velho de guerra.