Busca: Gianoto

Akino

Vai faltar vaga no inferno

Procurem mais e vocês acharão. Todas as secretarias tem a banda podre, com funcionários de carreira, CCs, assessores, secretários, diretores. Claro tem os que tentam ser sério. Procurem saber se a corrupção dessa administração e igual ou maior que o da administração do Gianoto. Basta investigar alguns secretários. Lá na prefeitura, o Ministério Público teria muito que investigar, basta procurar. Procurem saber quem ganha a maioria dos contratos e os beneficios que ganham do município. O SBII não é tão inocente com quer ser. Ele sabe de tudo e nada faz. (Comentário de leitor na postagem “Sai a verdade, entra a mentira”)
Meu comentário: Fico impressionado com a anestesia da maioria da população de Maringá, que acha que tudo está certo. Muitos são capazes de se impressionar com as notícias de afastamento de 26 servidores e achar que é um prova de intolerância com a corrupção e desvios. Vejam o caso da Urbamar. Há informações que através dela empreiteiros pagam comissões e quem receberia seria uma pessoa que estava internada, ou ainda está. Estão tentando limpar os cofres. Compra de terreno para parque industrial, que seria via Urbamar? Trincheira em Iguatemi, numa BR, obra que deveria ser federal? Mais de R$ 3 milhões para reforma da praça da catedral (o projeto feito por um ex-CC, que só com isso ganhou o equivalente a mais de 4 anos como CC). E o prefeito sabe que terá que prestar contas a Deus. Se ele é mesmo justo, acho que faltarão vagas no inferno, como faltam nas creches, hospitais etc.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Sai a verdade, entra a mentira

A propósito da postagem acima, do Akino: dia 25 de janeiro o blog publicou sobre o zunzum do afastamento de servidores; no último dia 2, mais detalhes, que levaram os jornais a corrrer atrás da matéria. Nas duas postagens a informação é a mesma: quem apontou a irregularidade foi o Ministério Público. A administração dos fatelli, como sempre, estava convivendo com a malandragem dentro do mesmo prédio e, cá entre nós, a conversa sobre ela era antiga e nunca esboçaram vontade de apurar. Áulicos da administração, bancados pela publicidade que sai de lá, tentaram o mesmo o jogo da época de Gianoto: inverte-se a verdade, coloca-se a mentira em seu lugar. Para efeitos de mídia (afinal, são R$ 7,5 milhões…), quem tenta punir os sacanas é  o prefeito mais processado da história de Maringá.

Justiça

Superfaturamento: STJ dá liminar

O presidente do STJ, Ari Pargendler, em janeiro passado, concedeu liminar para atribuir efeito suspensivo aos recursos especiais da DM Construtora de Obras  Ltda. e Darci Mário Fantin, até que o relator retorne de férias e possa firmar um juízo a respeito. A decisão, publicada hoje, refere-se a condenação resultante de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual contra o município de Maringá (em 92, o famigerado último ano da gestão Ricardo Barros, hoje secretário de Beto Richa, e retomado por Jairo Gianoto, no final daquela década), que pediu anulação de três aditivos ao contrato de obra nº 043/92 firmado pelo extinto Saop, reconhecendo a existência de superfaturamento no preço da obra e o desvio de recursos pertencentes ao Fundo Municipal de Saúde de Maringá (construção do Hospital Regional de Maringá, hoje Hospital Municipal). Continue lendo ›

Verdelírio

Silvinho Alves

Amigos do prefeito Silvio Magalhães Barros II, e mesmo integrantes de sua equipe, acham que “se ele renunciar o mandato vai um Marquinhos Alves, se liquidando politicamente”, numa referência a Marquinhos Alves que eleito vice-prefeito de Jairo Gianoto, renunciou para continuar deputado estadual.Continue lendo ›

Akino

Maringá tem 71% de alienados politicamente?

A aprovação da segunda gestão do prefeito Silvio Barros II, de acordo com levantamento da Paraná Pesquisas, chega a 71%. Seria a maior aprovação dentre os prefeitos pesquisados pela empresa para a Gazeta do Povo.

Podemos concluir que Maringá tem 71% de alienados politicamente, de pessoas que não acompanham o que acontece nos bastidores das votações de projetos em regime de urgência na Câmara, das ‘negociações’ que são feitas. Qual era a aprovação de Jairo Gianoto, a esta altura do seu mandato? Provavelmente algo parecido, impulsionada pela imprensa. Na minha opinião, a administração atual é muito parecida com aquela.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Reeleição

O empresário Paulo Meneguetti, diretor do Grupo Santa Terezinha, e que é muito amigo de Carlos Walter Martins Pedro, atual presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá, pelo excelente trabalho que vem realizando e pela liderança que desfruta, deverá atender pedido do grupo e disputar reeleição.  Continue lendo ›

Blog

Orelhão vira “animal” no Ingá


Na pressa de justificar o fechamento por longos anos do Parque do Ingá, a administração do especialista em turismo e meio ambiente apropriou-se de um telefone público que existia defronte o local. O tucano-telefone, patenteado e fabricado pela Columbia Comércio e Indústria de Artefatos de Fibra de Vidro Ltda., de Cuiabá (MT), foi colocado dentro do parque depois de uma “cirurgia” que fechou-lhe a barriga. A gambiarra destoa no meio da fauna inanimada de durepóxi, já que o tamanho do tucano é desproporcional. O antigo TP foi uma doação da empresa matogrossense, na época de Jairo Gianoto.

Blog

TJ habilita sucessores de Paolicchi

A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná suspendeu, no último dia 25, o primeiro processo que tramitava naquela instância no qual o ex-secretário municipal Luiz Antonio Paolicchi era um dos apelantes. Assassinado no final de outubro, Paolicchi ainda respondia processos relativos ao período em que foi secretário na Prefeitura de Maringá. Nesta ação, que tramitava na 1ª Vara Cível de Maringá, era réu junto com outras pessoas, entre elas o ex-prefeito Jairo Gianoto e o atual de Jandaia do Sul, José Borba. Com sua morte, o juiz substituto Rogério Ribas pediu a manifestação da Procuradoria Geral de Justiça sobre a necessidade de suspensão da apelação cível para intimar os sucessores a se habilitarem nos autos, já que uma das penalidades foi ressarcimento dos danos causados ao erário público.
O procurador de Paolicchi, agora, será intimado para levar ao processo documento atestado a morte do ex-secretário e ainda fazer a habilitação dos herdeiros para que integrem os autos, conforme determinado o artigo 43 do Código do Processo Penal. Caso não ocorra a habilitação voluntária, o Ministério Público, autor da ação, será intimado para fornecer o nome e endereço dos herdeiros de Luiz Antonio Paolicchi.

Blog

Dois ex-prefeitos de Maringá livram-se de ação por improbidade

Chegou ao fim a ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual contra os ex-prefeitos Jairo Gianoto e Said Ferreira (falecido), que buscava ressarcimento pelo gasto de recursos públicos com a energia elétrica da Catedral de Maringá. No final de outubro  o ministro Benedito Gonçalves, do STJ, reformou a sentença do Tribunal de Justiça do Paraná, que havia condenado os ex-prefeitos, concluindo que não houve dolo e, portanto, não existiu ato de improbidade administrativa. A Justiça considera que o dolo existe quando há lesão ao erário, o que não era o caso. A decisão, publicada hoje, cita que houve interesse público na preservação de monumento municipal e fomento ao turismo.

Blog

Um mês depois

No próximo domingo faz um mês que o ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi, foi encontrado morto dentro de seu carro, perto do distrito de Floriano. A polícia ainda trabalha em duas frentes, mas apesar de faltar pouco para a elucidação do crime ainda há dúvidas. Paolicchi, este ano, chegou a ficar 51 dias trancado em seu apartamento, no centro da cidade, e havia perdido 10 quilos. Ele teria ficado recluso por conta da saúde ou de ameaças feitas por credores? O ex-secretário de Fazenda das gestões Barros, Said e Gianoto também havia oficializado sua união estável com o companheiro dos últimos tempos.

Blog

Dívida pública: R$ 397 milhões em setembro

A dívida pública do município de Maringá fechou em R$ 397.759.615,90 em setembro, de acordo com o Banco Central. O valor não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras que não o Tesouro Nacional. Nos primeiros nove meses do ano, a dívida pública teve juros de R$ 61,1 milhões. Desde a gestão Gianoto o município contesta o valor, relativo a empréstimos feitos via Caixa Econômica Federal para pavimentação asfáltica e esgoto sanitário.

Na semana passada, a prefeitura anunciou que o STF negou o último recurso da CEF e que o valor da dívida deve cair para cerca de R$ 68 milhões.

Geral

Dívida pública de Maringá deve baixar para R$ 68 milhões

A Prefeitura de Maringá venceu o processo de cobrança de dívidas contraídas pelo município junto à Caixa Econômica Federal entre 1970 e 1980; a ação era movida desde a gestão de Jairo Gianoto. A decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitando o último recurso apresentado pela CEF e pela União, leva a dívida alegada superior a R$ 389.858.206,00 (valores de agosto) para cerca de R$ 68 milhões, valor que representa 10% da receita anual do município.
Acompanhado do advogado Irivaldo Joaquim de Souza, que defende o município no processo, o prefeito Silvio Barros II explicou que a decisão restaura o poder financeiro do município. “As contas da prefeitura ficam saneadas e com poder de contrair empréstimos para grandes projetos”, disse. “O próximo prefeito terá condições invejáveis de administração”, garantiu. Leia mais.

Verdelírio

Foto antiga


A foto antiga publicada na coluna de hoje de Verdelírio Barbosa no Jornal do Povo está completando 12 anos. Nela aparecem: dona Bárbara Barros, Ricardo Barros, Cida Borghetti, a pequena Maria Victória, agora já uma moça muito bonita, e ao fundo o ex-prefeito Jairo Gianoto.

Blog

Agravo

O ministro Félix Fischer, do STJ, negou agravo em mais um de vários recursos apresentados pelo ex-prefeito Jairo Gianoto; a decisão, da terça-feira da semana passada, foi publicada hoje. Nos autos, são agravados o ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi (morto há uma semana), o município de Maringá e o Ministério Público Estadual. Como interessados, aparecem Waldemir Ronaldo Correa, Banco do Brasil, Aressio José Paquer, Construtora Vilela e Carvalho, Artagão de Mattos Leão e Jorge Aparecido Sossai.

Blog

Histórias de Paolicchi

Luiz Antonio Paolicchi, que durante anos foi filiado ao PMDB, chegou a ser patrono de formandos de uma faculdade local no auge de sua passagem pela Prefeitura de Maringá. No dia da colação de grau, ganhou destaque na primeira página do jornal. E deu de presente para cada uma das formandas uma pulseira de ouro.

Paolicchi herdou o relacionamento carinho com a imprensa do seu antecessor na Secretaria de Fazenda, Airton Furlaneto, que costumava presentear gente do meio com garrafas de bebidas. No final dos anos 90, ele distribuiu disputadíssimas cestas natalinas, só com produtos importados, ao custo médio de R$ 800,00 cada, e conquistou a amizade de um desafeto de imprensa, companheiro de administração Gianoto, ao presenteá-lo com um notebook Itautec, então top de linha. Ainda nesta área, tornou-se célebre o presente de aniversário que ele mandou a uma colunista social: enviou logo um funcionário de famosa joalheira, com o mostruário, para que a aniversariante pudesse escolher o mimo.

Blog

Entrou para a história

Ao comentar uma postagem sobre a indicação de Luiz Antonio Paolicchi para a Secretaria de Fazenda na gestão Gianoto, Carlos Alberto de Souza, que também fez parte daquela administração, contou precisamente a história. “Na segunda feira após o dia da eleição, estavamos em um determinado escritório onde só as quatro pessoas e o Jairo sabiam. Ao marcar a reunião exigiu-se deixar no carro ou que desligassem o celular. Ao iniciar a reunião, toca o telefone do escritório (não era para ninguém saber o local, já estavam sabendo o telefone do escritório), o dono do escritório atende e chama o Jairo. Surpresos, ele atendeu e ficou uns dez minutos.
Após desligar o telefone, ele – o Jairo, nervoso, fala de quem era o telefonema. Era o tal do membro do TC Estado. Continue lendo ›

Blog

Pedido feito, pedido atendido

Quando Jairo Gianoto foi eleito, em 1996, conta-se que ele havia escolhido Arnaldo Romualdo Martins, ex-gerente regional do Banestado, para a Secretaria de Fazenda. Pouco antes de assumir, o ex-prefeito teria sido chamado para uma conversa com alguns conselheiros do Tribunal de Contas do Paraná. Durante a conversa, eles teriam pedido que Gianoto analisasse a possibilidade de Paolicchi permanecer no cargo. O pedido por Paolicchi, que havia sido nomeado secretário de Fazenda por Ricardo Barros e permaneceu na gestão Said Ferreira, foi atendido.

Geral

A polícia conseguirá descobrir o assassino de Paolicchi?

Esta é a grande pergunta que fica, com a morte do ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi. Ele havia entregue a empresa de água mineral há alguns anos, enfrentava problemas financeiros, passando por conflitos com ex-sócios, além dos problemas que teve com o desvio de recursos da Prefeitura de Maringá. Ex-secretário de Fazenda de três prefeitos (Ricardo Barros, Said Ferreira, já falecido, e Jairo Gianoto), ele poupou algumas pessoas nos seus depoimentos à justiça, e certamente carregava informações valiosas. A vida sexual de Paolicchi também pode abrir novos rumos na investigação policial.

Geral

Paolicchi é executado a tiros


O ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi, seria o homem que foi encontrado morto – possivelmente a tiros – no início desta noite na estrada que dá acesso ao distrito de Floriano. A polícia encontra-se no local e embora o Fiat Ideia preto, placa HDQ-6182, ainda não tenha sido aberto, um policial confirmou que o corpo é dele. O corpo estava no porta-malas do veículo, amarrado; os tiros foram na cabeça e no pescoço. As informações são do repórter Agnaldo Vieira, do Maringá Manchete, que se encontra no local, uma plantação à margem da estrada. A polícia já tinha conhecimento que o ex-secretário e o carro estavam desaparecidos há algum tempo. Detalhes em instantes.

Paolicchi foi a principal personagem do desvio de recursos públicos nas gestões Ricardo Barros, Said Ferreira e Jairo Gianoto, quando foi secretário de Fazenda. Esteve preso durante alguns anos na Penitenciária Estadual de Maringá, e há algum temp0 deixou de comandar a Água Safira.

PS – A Polícia Científica chegou no local por volta das 20h50. Em princípio, teriam sido três tiros, dois na altura da cabeça e um na barriga. Ele tinha 54 anos.

PS2 – Foram quatro tiros, sendo dois no rosto. O corpo será sepultado em Moreira Sales.

Akino

Saúde em risco

Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: “O inferno astral de Jairo Gianoto começou com o desvio de dinheiro da saúde, mais precisamente o sumiço de R$ 1 milhão, constatado em reunião mensal do Conselho Municipal da Saúde no início de 2000; o inferno astral do atual prefeito de Londrina, Barbosa Neto, está começando agora, com a aprovação na Câmara Municipal de uma comissão processante pelo mesmo motivo: desvio de dinheiro da saúde. Em Maringá há na atualidade problemas de superfaturamento na saúde, investigados pelo Ministério Público. Por mais que saibamos que desviar dinheiro da saúde pode fazer muito mal à saúde, nunca é demais lembrar que a história acontece como tragédia, mas mas pode se repetir como farsa.”

Meu comentário: Desejo que o Ministério Público, Gaeco e Judiciário tenham muita saúde e disposição, pois a saúde financeira do municipío em está correndo sério risco. Está bastante debilitada, com sinais de infecções por vírus oportunistas.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Dívida de Maringá cresce R$ 53 milhões em 8 meses

Nos oito primeiros meses deste ano, a dívida pública da administração (direta e indireta) de Maringá aumentou R$ 53.203.146,72, de acordo com os números divulgados pelo Banco Central. Em agosto, novamente nenhum centavo foi pago e a dívida cresceu R$ 6.549.605,51. Ao final daquele mês, a dívida fechou em R$ 389.858.206,00, valores relativos à dívida contratual interna junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público – e não inclui a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS. Desde julho, a dívida pública de Maringá é a maior do estado, tendo superado Curitiba. A dívida vem sendo contestada desde a gestão Gianoto a dívida. Em janeiro de 2005, quando o atual prefeito assumiu, o valor era de R$ 150.582.147,35.

A dívida pública de outros municípios ao final de agosto: Curitiba, R$ 386.397.549,61; de Londrina, R$ 301.921.153,32; Cascavel, R$ 34.770.561,46; Ponta Grossa, R$ 30.802.461,10; Campo Mourão, R$ 5.197.276,69; Paranavaí, R$ 11.105.736,50; Astorga, R$ 1.948.456,35; Mandaguari, R$ 3.254.401,32; Mandaguaçu, R$ 1.578.404,58; Umuarama R$ 33.171.803,23; Nova Esperança, R$ 3.168.843,01; Sarandi, R$ 6.393.910,36; e Paiçandu, R$ 2.020.441,60.

Blog

“Faltou um voto”

O vereador Humberto Henrique (PT) deixou claro, há pouco, que faltou apenas um voto para que o artigo 39 fosse mantido. Segundo ele, faltou apenas um voto para que não houvesse empate – o que resultaria em 7 votos, e com o voto favorável de Hossokawa o projeto seria aprovado. Esse voto poderia ser de Flávio Vicente, Saboia ou Wellington Andrade, que haviam se comprometido com o movimento de pequenos construtores e depósitos de materiais de construção. Ele lamentou que vereadores não tenham autonomia sobre o voto, que pertenceu, neste caso, ao prefeito Silvio Barros II. “Os poderes são independentes”, disse, elogiando Bravin e Zebrão que, apesar de pertencerem ao PP e receberem ameaças, mantiveram o voto empenhado.

Henrique, citando o afastamento do secretário de Serviços Públicos e dirigindo-se a Heine Maceira, que o antecedeu criticando a administração do PT, disse que “a casa está caindo”. Ele diz ter ouvido pelas ruas de que, quando o mandato do atual prefeito terminar, a gestão Jairo Gianoto “vai ter inveja”.

Akino

Urbamar, a primeira tentativa de legalizar

Vejam o texto da lei 4834/99, de 06/09/09, na gestão Jairo Gianoto. A Urbamar estava funcionando havia 8 anos sem finalidade legal alguma, já que a remoção do pátio da rede  ferroviária havia sido completado em 1991 e com esta lei tentou-se dar-lhe algumas  atribuições como captação de recursos financeiros (…); elaborar projetos arquitetônicos ,urbanisticos e paisagísticos; enfim vejam o texto e tirem suas conclusões. Na minha opinião nada  disso foi feito, até porque ela não tinha e não tem corpo técnico. É uma sociedade anônima composta só por ‘diretores’.

Esta lei foi revogada através da Lei complementar 314/99, de 05/11/99, ou seja cinco meses após, conforme veremos em outra postagem.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Os vereadores de 97 a 2001

Aldi Cezar Mertz, Basílio Baccarin, Belino Bravin Filho, Bia Corrêa, Décio Sperandio, Divanir Braz Palma, Edith Dias de Carvalho, João Alves Correa, João Borri Primo, José Maria dos Santos (cabo Zé Maria), Manoel Batista da Silva Júnior, Maria Arlene de Lima, Miguelzinho de Oliveira, pastor Nilton Tuller, Paulo Mantovani, Roosevelt Carneiro de Freitas, Serafina Martins Carrilho, Shinji Gohara, Shudo Yasunaga, Ulisses de Jesus Maia Kotsifas e Valdir Pignata.

Só para lembrar, estes eram os vereadores na gestão Gianoto, até então uma das mais corruptas de Maringá, segundo as ações do MP ( hoje tenho dúvidas). Na verdade foram 24, pois Chico Coutinho, Paulo Kato e Victor Hoffmaster, assumiram os lugares de Divanir Braz Palma, Serafina Carrilho, eleitos deputados estaduais, e Miguelzinho, falecido durante o mandato. Se não estou enganado a oposição era exercida apenas por Aldi, Bia e Décio Sperandio. Agora será diferente?
Akino Maringá, colaborador

Blog

Dívida de Maringá aumentou R$ 39,5 milhões em 6 meses

Com os juros relativos a junho (R$ 7.404.211,13), a dívida pública do município de Maringá nos primeiros seis meses deste ano cresceu R$ 39.587.097,60. Os números são do Banco Central, levando em consideração a dívida contratual interna (ou seja, não inclui a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS) junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. Em junho, a dívida, que está sendo contestada judicialmente desde a gestão Jairo Gianoto, chegou a R$ 376.242.156,91 – quase o mesmo valor devido pela capital paranaense. Em janeiro de 2005, quando o atual prefeito assumiu, o valor era de R$ 150.582.147,35.

A dívida pública de outros municípios ao final de junho: Curitiba, R$ 380.890.227,61; de Londrina, R$ 287.135.342,91; Cascavel, R$ 31.631.643,19; Ponta Grossa, R$ 29.070.308,39; Campo Mourão, R$ 5.586.070,40; Paranavaí, R$ 11.445.759,49; Astorga, R$ 2.046.936,13; Mandaguari, R$ 3.386.302,49; Mandaguaçu, R$ 1.652.195,62; Umuarama R$ 32.955.146,50; Nova Esperança, R$ 3.061.645,33; Sarandi, R$ 6.099.371,06; e Paiçandu, R$ 2.124.633,01.

Justiça

Caso da publicidade no STJ

Foi distribuído no último dia 15, no Superior Tribunal de Justiça, o agravo em recurso especial do caso envolvendo o ex-prefeito Jairo Gianoto, dois ex-secretários municipais, duas agências de publicidade, o Jornal do Povo e O Diário, de Maringá. Na última quarta-feira o recurso seguiu para vista ao Ministério Público Federal.

Em 2008, o Tribunal de Justiça do Paraná condenou os réus à devolução do dinheiro recebido irregularmente a título de publicidade durante parte da gestão do ex-prefeito, além das outras penas por improbidade.