Vem de fora
Deverá vir de outra cidade a pessoa que irá substituir João Carvalho Pinto. Trata-se de um integrante do PSC que virá por indicação do secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior.Continue lendo ›
Deverá vir de outra cidade a pessoa que irá substituir João Carvalho Pinto. Trata-se de um integrante do PSC que virá por indicação do secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior.Continue lendo ›
Hoje está completando 25 anos que morreu o padre Jesú Flor, que ficou muito conhecido na região e principalmente em Paiçandu, por ser muito polêmico e pelo seu envolvimento na política daquela cidade.Continue lendo ›
A Prefeitura de Cascavel tem 162 cargos comissionados (aqui), para uma população de 286.205 pessoas. Diante desse número, os 277 atuais da administração Barros/Pupin já são exagerados, para uma Maringá com 357.077 habitantes. A partir de janeiro, para cumprir acordo com 18 partidos pertencentes ao condomínio partidário de Ricardo Barros, o número passará para 515 (como observou um leitor, 5 + 5 + 1 é igual a 11), situação que não se verificou nem nas administração de Jairo Gianoto e dos fratelli, para citar as que mais infringiram a lei.
Diria um personagem de Jô Soares, diante de tal situação: fica vermelha, cara sem vergonha, fica vermelha…
O deputado federal André Vargas, do PT de Londrina, foi indicado pela bancada petista para ser o candidato a vice presidente da Câmara, na chapa que terá Henrique Alves, do PMDB do Rio Grande do Norte, na presidência. André quer ser vice para ganhar visibilidade para ser candidato a senador no Paraná.Continue lendo ›
A nova estrutura orgânica (a administração Barros/Pupin fez uma a cada dois anos, em média) foi apresentada por Carlos Roberto Pupin e Leopoldo Fiewski. José Luiz Bovo coordena a mudança, que vai fortalecer a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, comandada por Vagner Mussio. Ou seja, os chamados Três Porquinhos permanecerão mandando num eventual governo pepista.
O projeto, além de fortalecer a Semusp (que assumiria toda a execução de serviços de sinalização que hoje é da Setran), pretendia acabar com a Secretaria de Transportes, e em seu lugar criaria a Secretaria de Segurança Pública. O trio que manda no PMDB, porém, não deixou. Para não arranjar briga, concordaram com a permanência da Setran, mas na prática ela será esvaziada, devendo incorporar a Guarda Municipal. O blog ficou sabendo que, mesmo sem previsão orçamentária, serão criadas mais duas secretarias, uma de representação em Curitiba e outra em Brasília, como fez, um dia, um ex-prefeito chamado Jairo Gianoto. Com isso, se se confirmar a elegibilidade de Pupin no TSE, Maringá (que tem 362.328 habitantes) terá 25 secretarias – duas a menos que São Paulo, que tem 11.376.684 milhões de habitantes.
No próximo sábado, dia 15, às 17 horas, na Câmara Municipal de Maringá, vai acontecer a solenidade de Diplomação do prefeito e vice prefeito e vereadores eleitos em Maringá.Continue lendo ›
O experiente radialista e apresentador de televisão, Nelson Tenório, que é também escritor, está de volta à televisão. Ele marcou ontem sua estréia no Programa Maringá Alerta, na RTV Canal 10, atuando como pauteiro e repórter.Continue lendo ›
Há em Maringá um ‘preconceito burro’ contra o PT. A propósito veja comentário do leitor em outra postagem: Eu acho tão engraçado este povo descer o cacete no PT… Estamos no terceito mandato no governo federal… Não é segredo pra ninguém que este partido mudou o país com seus projetos que beneficiam, principalmente, os mais pobres. Tem um bando de pé rapado que vem aqui falar mal do PT, mas provavelmente hoje tem uma casa que é financiada pelo projeto Minha Casa, minha vida… ou um carro também financiado e beneficiado com a redução do IPI… ou já usou uma UPA que é construída com recursos do governo Dilma assim como os postos de saúde da cidade. Tem até os(as) manés que estão estudando numa universidade particular com bolsa do ProUni e tem o displante de falar mal da Dilma. Sem contar o acesso que tiveram nos ultimos anos aos bens de consumo, a uma vida mais justa… Continue lendo ›
Alguns eleitores que votaram em Carlos Roberto Pupin (PP) por pura indigestão ao PT enquanto sigla mostraram-se surpresos com a fala do pepista, que sinalizou que irá manter a equipe atual, do prefeito multiprocessado Silvio Barros II. Tinha gente que esperava que ele teria vontade própria. O fato lembra a eleição de Jairo Gianoto (PSDB) em 96; ele fez o que sempre falaram que ele fazia no Clube Olímpico. Com Pupin, acena-se com a concretização do candidato que fará o que o chefe mandar, como se ventilou durante toda a campanha eleitoral.
De acordo com reportagem de Solange Riuzim levada ao ar no “Bom Dia Paraná” desta manhã, Carlos Roberto Pupin (PP) “começou em política como coordenador de campanha do PDT”. Não é verdade. Pupin começou em política no PST, de Álvaro Dias, no início dos anos 90, como presidente da executiva municipal, sucedendo Francisco Favotto, que foi o vice de Maria Iraclézia (DEM) este ano. Depois, Pupin passou pelo PP de Tancredo Neves, pelo PRN de Collor de Mello, esteve no PSDB na época de Jairo Gianoto, foi para o PDT de Osmar Dias e há pouco mais de um ano foi para o PP de Ricardo Barros. Como o blog já registrou, a biografia política do pepista foi escondida do eleitorado e nenhum adversário se interessou em mostrá-la.
Após a reportagem, o jornalista Fábio Silveira, de Londrina, comentou sobre a possibilidade da reviravolta no resultado da eleição em Maringá, lembrando justamente a situação vivida há alguns anos na Capital do Café.
Em manifesto divulgado hoje, advogados, profissionais e operadores do Direito declaram publicamente seu ao candidato da coligação “Maringá de toda a nossa gente”, Enio Verri. O documento também resgata a imagem do advogado e ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto e de sua equipe de governo, “que a campanha do candidato Pupin insiste em vilipendiar”. Na íntegra:Continue lendo ›

Depois de enfatizar que sua candidatura prima pela “verdade, paz e união” – coincidentemente, slogans utilizados pela última vez numa campanha eleitoral em Maringá pelo ex-prefeito Jairo Gianoto, do PSDB, de quem era correligionário à época -, o vice-prefeito e candidato da coligação “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin (PP) disse ao encerrar uma entrevista nesta quinta-feira com o jornalista Ronaldo Nezo, âncora da CBN Maringá: “Olha, Ronaldo, segunda-feira [29] é meu aniversário. Gostaria de muito de receber um grande presente no dia 28”. Leitores estranharam, pois a data de nascimento fornecida por ele à Justiça Eleitoral por ocasião de sua candidatura (acima, clique par ampliar) é no dia 22 de dezembro. A mesma data de aniversário consta das fichas no TSE nas eleições de 2004 e 2008. O candidato comemora o aniversário, porém, no dia 29 de outubro, como registrou em anos anteriores o colunista Verdelírio Barbosa.
O candidato Pupin afirma que na gestão do PT houve um aumento de 65%, o que é verdade. Que na sua gestão o aumento foi menor, o que é não verdade. Foi de 78,79%, passando de R$ 1,65 para R$ 2,95. O que ele não fala é que tinha prometido baixar para R$ 1,35 (baixou mas não manteve) e, se for considerado este valor, o aumento foi de 118,52%. Outro fato não revelado é que a prefeitura, na gestão Barros/Pupin, passou a subsidiar o passe do estudante, repassando em valores de hoje, cerca de R$ 7 milhões por ano para a concessionária, ou seja, em 8 anos foram, em valores atualizados, cerca de R$ 56 milhões que poderiam ter sido aplicados em consultas especializadas, por exemplo. Isto significa que todos os maringaenses, inclusive os que não não andam de ônibus, pagam parte do preço da passagem para que o aumento não fosse ainda maior. Outro detalhe, que ele não destaca, é que nesta gestão foram extintas as vagas de cobradores, o que reduziu os custos, com prejuízos para a qualidade dos serviços. Só lembrando, nem Jairo Gianoto subsidiou o passe do estudante com dinheiro dos impostos de todos.
Akino Maringá, colaborador
A fala de Enio Verri (PT) no último programa eleitoral foi uma das peças mais fortes da história política de Maringá. Ele decidiu responder aos ataques que Carlos Roberto Pupin (PP) começou a desferir, desde o início deste segundo turno, a Verri e ao seu partido. Pupin, acreditando que o eleitorado é todo manipulável, insiste em comparar oito anos de administração irrigada com recursos federais do governo Lula com quatro anos da administração que sucedeu ao inominável Jairo Gianoto – a quem, vejam só, Pupin apoiava. Sem contar que foi a única gestão municipal em que o titular faleceu em meio ao mandato.
Verri comparou as atitudes de Pupin, buscando implantar o medo e o ódio, à propaganda nazista, ao desprezo que alguns têm pela democracia. O candidato do PP, revidou, busca instalar o preconceito em solo maringaense. Lembrou que ele, como chefe de Gabinete do Ministério do Planejamento, e como secretário de Planejametno do Paraná, ajudou a administração ora instalada em Maringá, que nesta hora prefere o “cinismo político”. Depois de destacar que a esperança vencerá o medo, o candidato da coligação “Maringá de toda a nossa gente” firmou algo que seu adversário jamais poderá subscrever: num governo Enio Verri, Jairo Gianoto e Ricardo Barros não terão espaço.

O programa eleitoral da coligação “Maringá de toda a nossa gente” teve hoje a participação da professora Cássia Giseli Beraldo Pereira Maciel, irmã do ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto. Em 2004, Silvio Barros II e Pupin utilizaram o nome do ex-prefeito para se eleger, mas agora o acusam de ter deixado dívidas na Prefeitura de Maringá. Cássia classificou as acusações feitas pelo candidato dos azuis de “covardia política”. Ela lembrou que José Cláudio assumiu a prefeitura após o desastre do governo Jairo Gianoto, que a atual administração recebeu a prefeitura, portanto, em boas condições. O tom do programa, hoje, por sinal, foi no sentido de desconstruir as críticas e inverdades lançadas pela coligação “A mudança continua”, e Enio Verri apareceu relacionando as “promessas do Pupin”.

Começou hoje o horário eleitoral do segundo turno em Maringá. Os primeiros sinais foram de que Carlos Roberto Pupin (PP) vai “bater” em Enio Verri, e começou lembrando que ele foi secretário de Fazenda do governo de José Cláudio e que o município não tinha certidões negativas quando assumiu, em 2005. O PT pegou a prefeitura após a gestão Gianoto, do PSDB, o mesmo partido de Pupin à época.
Enio Verri mostrou no programa eleitores que votaram em outros candidatos, como Dr. Batista, Quinteiro e até Pupin, e decidiram votar nele no segundo turno. Enio ainda pediu ao eleitor que fizesse uma comparação de trajetórias entre os dois candidatos, o que cada um fez na vida pública e até quais são as pessoas que lhes cercam na campanha eleitoral. Os dois candidatos abriram espaço para os respectivos vices.

Neste mês comemora-se o 12º aniverário da saída do então prefeito Jairo Gianoto da Prefeitura de Maringá, após ter ficado de fora do primeiro turno das eleições e ter contra si denúncias de desvio de dinheiro público.
Deve certamente ser explorado no horário eleitoral gratuito deste segundo turno o que fazia e onde estava, à época, cada um dos atuais candidatos a prefeito de Maringá.
Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: Pupin e Enio anteciparam nesta manhã na Rádio CBN o tom da campanha no segundo turno, que começa sábado no rádio e na televisão. O atual vice-prefeito, pelo que deu a entender, vai carregar nas tintas quando for falar das dívidas que a administração petista teria deixado para o sucessor de Zé Cláudio (+) e João Ivo Caleffi. Enio se defendeu da crítica , lembrando o estado lastimável em que Zé e João pegaram a administração pós-Jairo Gianoto.
O argumento de defesa, convenhamos, é frágil, inconsistente. Mas Enio, que foi secretário da Fazenda do prefeito que faleceu durante o mandato e secretário de Governo do vice que assumiu, sabe que os dados arrolados por seu adversário são distorcidos. A dívida nominal deixada pode ter ficado mesmo na casa dos R$ 30 milhões. Mas ela não se explica apenas pela exibição dos números. Pupin, se realmente quiser falar a verdade e não mentir para a população, terá que dizer que ficou dinheiro em caixa e que os empenhos do final da gestão são lícitos, normais para qualquer final de gestão, cuja arrecadação cai devido ao fato da maioria dos contribuintes preferir esperar o novo gestor assumir para depois colocar seus tributos municipais em dia.Continue lendo ›
Pupin deu mostras, pelas entrevistas que concedeu após a vitória no primeiro turno, que vai aumentar os ataques ao PT, ressaltando as cores vermelho e azul. Se pudesse lhe dar um conselho diria que isto não é necessário e não será bom para sua carreira política. As chances de ter seus votos considerados nulos são de 82,995%, como já escrevi ontem. Este percentual pode aumentar nos próximos dias. O Balestra, que é advogado, disse que pode ser considerada de 100%.
Por outro lado, tem boas chances de ampliar a vitória do primeiro turno, mesmo sem atacar o adversário. É da cultura do povo maringaense este preconceito contra o PT. A não ser que Enio Verri contasse tudo sobre a administração Barros e a maioria da população ficasse sabendo que esses oito anos de mandato não perdem para o de Jairo Gianoto. Continue lendo ›
No Facebook, o professor Christian Fausto Moraes dos Santos, do Departamento de História da UEM, diz uma coisa deve ser admitida: Carlos Roberto Pupin conhece, como poucos, o seu eleitor. “Este candidato, que descreve a si mesmo como político, agricultor, advogado e homem temente a Deus apoiou, em 1997, o candidato a Prefeitura de Maringá, Jairo Gianoto. Anos antes, em 1988, havia sido um dos principais cabos eleitorais de Fernando Collor de Mello à presidência da República. Por que Pupin conhece bem o seu eleitor? Porque tanto Jairo Gianoto quanto Fernando Collor de Melo obtiveram, em Maringá, vitórias expressivas entre os cidadãos da Cidade Canção. E, assim como quase todo eleitor Pupin, provavelmente, também deve ter esboçado algum constrangimento por ter votado em Gianoto e Collor, quando ambos sofreram impeachment.Continue lendo ›
Vejam o que escreveu o leitor que se identifica como Plebeu: “Eu até entendo um cidadão, que tem um bom plano de saúde, dinheiro para quitar o seu IPTU a vista, filhos em boas escolas particulares e que não precisa de prefeito para melhorar suas condições em nada, defendendo a atual administração. Fico triste quando gente da periferia, que depende de transporte público, caro e que somente beneficia os donos da empresa e os políticos, que chora nos postos de saúde em busca de um médico ou remédio continuo, ficar maravilhada com promessas de campanha, que a partir de 2013 tudo ficara um paraíso, ou melhor, que continuara essa maravilha.
Nunca vou esquecer das palavras o então candidato a presidente, Lula da Silva, na primeira campanha a prefeito Zé Cláudio. Salvo engano em 1989, na avenida Brasil com a Getulio Vargas: “A minoria organizada comanda a maioria.” (sic)
Meu comentário (Akino): Eu me coloco entre os cidadãos que não ‘precisam de prefeito’. Continue lendo ›
O fato também faz recordar um acontecido numa eleição para deputado depois de 2000. Um ou dois dias antes das eleições, Ricardo Barros, atual coordenador da campanha pepista, quis publicar em todos os jornais da região uma propaganda envolvendo seu então adversário Odílio Balbinotti. A propaganda dizia que o ex-prefeito Jairo Gianoto apoiava a eleição de Balbinotti, uma mentira. Somente um jornal, de Maringá, aceitou publicá-la.
Quem esteve em Maringá no meio da semana foi o ex-prefeito de Maringá Jairo Gianoto, que visitou familiares e cuidou de diversos assuntos. Ele está morando na sua fazenda em Nova Mutum, no Mato Grosso.Continue lendo ›
Gilberto Pavanelli, ex-reitor da UEM, a quem admiro, fez o seguinte comentário: “Akino, o que me deixa chateado é que você dá um tratamento desigual em relação aos candidatos. Todos, sem exceção, têm virtudes e defeitos, porém você só enfatiza os defeitos do pessoal do Silvio/ Pupin. Por que não dos demais também??? E virtudes? Será que o governo Silvio não fez nada de bom por Maringá? Nossa cidade é uma boa cidade pra se viver, ninguém pode negar. Tem os mesmos problemas de cidades de seu porte, porém de maneira menos contundente. Minha esposa foi professora durante 30 anos na prefeitura e consegue comparar melhor que eu a evolução que houve em relação a esse segmento. Por que negar isso? Há problemas? Claro que há, agora também houve evoluções. A questão é que isso você não aceita reconhecer.”
Minha resposta: Caro Pavanelli, reconheço, acho que Maringá vai muito bem, apesar da influência nefasta dele. O crescimento dos últimos anos acompanhou o Brasil, não teve nada de especial da gestão Silvio II, que na verdade é gestão RB. Se você prestar puxar pela memória, lembrará que atenção já critiquei os outros candidatos, nenhum me encanta totalmente, mas no momento o importante é se livrar da influência nociva de um político comparável ao que há de pior do coronelismo: ACM, Anibal Cury, Jader Barbalho, Renan Calheiros. Continue lendo ›
No mês de novembro o grupo Casino vai indicar o nome para suceder Raphael Klein, no comando do Via Varejo Bahia e Ponto Frio. Abílio Diniz já concordou com a decisão.Continue lendo ›
A dívida pública do município de Maringá caminha célere para o meio bilhão de reais. Os últimos números divulgados pelo Banco Central são de junho: no total, R$ 461.542.930,78, sendo R$ 458.576.204,65 relativos à administração direta e R$ 2.966.726,13 à administração indireta. Desse valor, R$ 438.757.855,19 são dívidas contraídas com o Tesouro Nacional (empréstimos para a realização de obras, como asfalto e saneamento), R$ 19.818.349,46 com instituições financeiras públicas e R$ 2.966.726,13 tendo como credores instituições financeiras privadas.Pupin chamou Enio pra briga no programa eleitoral dessa tarde. Editou um compacto da participação dele no debate da Rede Massa e nas cabeças, cutucou diretamente o PT, afirmando que ele e Sílvio pegaram uma prefeitura quebrada em 2005. Falou da inexistência de certidões negativas que teriam impedido a Prefeitura de obter recursos estaduais e federais. Se o candidato do PT se calar diante dos ataques, significa que enfrentamento não faz mais parte do vocabulário petista. Pode com o silêncio, alimentar a crença de que “quem cala consente”. (do blog do Messias Mendes)
Meu comentário (Akino): É preciso responder, caro candidato Enio Verri, lembrar do governo Jairo Gianoto e de como José Cláudio recebeu a prefeitura. Lembrar da promessa de baixar o valor da passagem. Do valor do passe do estudante, que não era pago, nas gestões anteriores. Lembram da promessa de baixar para R$ 1,35? Lembre dos corte dos cobradores. Acho que é um bom tema para discussão.
Akino Maringá, colaborador
A coligação de Pupin se chama “A mudança continua”. Que mudança? Em relação a que? Provavelmente, eles querem dizer, em relação às últimas administrações. Apresentamos um exemplo desta mudança: Jairo Gianoto implantou o passe do estudante e o município não pagava por isso. José Cláudio continuou não pagando, o custo era absorvido normalmente pela empresa. Em 2005, uma grande mudança. A pretexto de baixar o preço da passagem, a administração Barros passou a pagar e hoje o montante seria algo em torno de R$ 8 milhões anuais, pagos pelos contribuintes. O valor da passagem, que baixou, não durou 30 dias e voltou ao normal, e o subsídio pago por todos os maringaenses, inclusive os que não usam o transporte coletivo continua. O valor atualizado nesses oito anos chegaria a mais de R$ 60 milhões, que na minha visão, foram doados à empresa que explora os serviços. Este é um exemplo de ‘mudança’, que continua e que se quer continuar. Há muitos outros.
Akino Maringá, colaborador

Do arquivo de JC Cecílio: Maringá fazia 48 anos e o Jornal do Povo, em 10 de maio de 1995, publicava uma mensagem do senador Osmar Dias ao lado de Carlos Roberto Pupin, que é citado como presidente do PP, o que me havia escapado da memória. Ele foi, portanto, presidente do PST (de Álvaro Dias), PP (o primeiro, de Tancredo Neves), PRN (de Collor), PSDB (de Jairo Gianoto) e PDT (de Osmar Dias), estando filiado atualmente ao PP (de Paulo Maluf e Ricardo Barros). Clique para ampliar.