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Dívida pública: R$ 397 milhões em setembro

A dívida pública do município de Maringá fechou em R$ 397.759.615,90 em setembro, de acordo com o Banco Central. O valor não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras que não o Tesouro Nacional. Nos primeiros nove meses do ano, a dívida pública teve juros de R$ 61,1 milhões. Desde a gestão Gianoto o município contesta o valor, relativo a empréstimos feitos via Caixa Econômica Federal para pavimentação asfáltica e esgoto sanitário.

Na semana passada, a prefeitura anunciou que o STF negou o último recurso da CEF e que o valor da dívida deve cair para cerca de R$ 68 milhões.

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Dívida pública de Maringá deve baixar para R$ 68 milhões

A Prefeitura de Maringá venceu o processo de cobrança de dívidas contraídas pelo município junto à Caixa Econômica Federal entre 1970 e 1980; a ação era movida desde a gestão de Jairo Gianoto. A decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitando o último recurso apresentado pela CEF e pela União, leva a dívida alegada superior a R$ 389.858.206,00 (valores de agosto) para cerca de R$ 68 milhões, valor que representa 10% da receita anual do município.
Acompanhado do advogado Irivaldo Joaquim de Souza, que defende o município no processo, o prefeito Silvio Barros II explicou que a decisão restaura o poder financeiro do município. “As contas da prefeitura ficam saneadas e com poder de contrair empréstimos para grandes projetos”, disse. “O próximo prefeito terá condições invejáveis de administração”, garantiu. Leia mais.

Verdelírio

Foto antiga


A foto antiga publicada na coluna de hoje de Verdelírio Barbosa no Jornal do Povo está completando 12 anos. Nela aparecem: dona Bárbara Barros, Ricardo Barros, Cida Borghetti, a pequena Maria Victória, agora já uma moça muito bonita, e ao fundo o ex-prefeito Jairo Gianoto.

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Agravo

O ministro Félix Fischer, do STJ, negou agravo em mais um de vários recursos apresentados pelo ex-prefeito Jairo Gianoto; a decisão, da terça-feira da semana passada, foi publicada hoje. Nos autos, são agravados o ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi (morto há uma semana), o município de Maringá e o Ministério Público Estadual. Como interessados, aparecem Waldemir Ronaldo Correa, Banco do Brasil, Aressio José Paquer, Construtora Vilela e Carvalho, Artagão de Mattos Leão e Jorge Aparecido Sossai.

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Histórias de Paolicchi

Luiz Antonio Paolicchi, que durante anos foi filiado ao PMDB, chegou a ser patrono de formandos de uma faculdade local no auge de sua passagem pela Prefeitura de Maringá. No dia da colação de grau, ganhou destaque na primeira página do jornal. E deu de presente para cada uma das formandas uma pulseira de ouro.

Paolicchi herdou o relacionamento carinho com a imprensa do seu antecessor na Secretaria de Fazenda, Airton Furlaneto, que costumava presentear gente do meio com garrafas de bebidas. No final dos anos 90, ele distribuiu disputadíssimas cestas natalinas, só com produtos importados, ao custo médio de R$ 800,00 cada, e conquistou a amizade de um desafeto de imprensa, companheiro de administração Gianoto, ao presenteá-lo com um notebook Itautec, então top de linha. Ainda nesta área, tornou-se célebre o presente de aniversário que ele mandou a uma colunista social: enviou logo um funcionário de famosa joalheira, com o mostruário, para que a aniversariante pudesse escolher o mimo.

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Entrou para a história

Ao comentar uma postagem sobre a indicação de Luiz Antonio Paolicchi para a Secretaria de Fazenda na gestão Gianoto, Carlos Alberto de Souza, que também fez parte daquela administração, contou precisamente a história. “Na segunda feira após o dia da eleição, estavamos em um determinado escritório onde só as quatro pessoas e o Jairo sabiam. Ao marcar a reunião exigiu-se deixar no carro ou que desligassem o celular. Ao iniciar a reunião, toca o telefone do escritório (não era para ninguém saber o local, já estavam sabendo o telefone do escritório), o dono do escritório atende e chama o Jairo. Surpresos, ele atendeu e ficou uns dez minutos.
Após desligar o telefone, ele – o Jairo, nervoso, fala de quem era o telefonema. Era o tal do membro do TC Estado. Continue lendo ›

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Pedido feito, pedido atendido

Quando Jairo Gianoto foi eleito, em 1996, conta-se que ele havia escolhido Arnaldo Romualdo Martins, ex-gerente regional do Banestado, para a Secretaria de Fazenda. Pouco antes de assumir, o ex-prefeito teria sido chamado para uma conversa com alguns conselheiros do Tribunal de Contas do Paraná. Durante a conversa, eles teriam pedido que Gianoto analisasse a possibilidade de Paolicchi permanecer no cargo. O pedido por Paolicchi, que havia sido nomeado secretário de Fazenda por Ricardo Barros e permaneceu na gestão Said Ferreira, foi atendido.

Geral

A polícia conseguirá descobrir o assassino de Paolicchi?

Esta é a grande pergunta que fica, com a morte do ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi. Ele havia entregue a empresa de água mineral há alguns anos, enfrentava problemas financeiros, passando por conflitos com ex-sócios, além dos problemas que teve com o desvio de recursos da Prefeitura de Maringá. Ex-secretário de Fazenda de três prefeitos (Ricardo Barros, Said Ferreira, já falecido, e Jairo Gianoto), ele poupou algumas pessoas nos seus depoimentos à justiça, e certamente carregava informações valiosas. A vida sexual de Paolicchi também pode abrir novos rumos na investigação policial.

Geral

Paolicchi é executado a tiros


O ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi, seria o homem que foi encontrado morto – possivelmente a tiros – no início desta noite na estrada que dá acesso ao distrito de Floriano. A polícia encontra-se no local e embora o Fiat Ideia preto, placa HDQ-6182, ainda não tenha sido aberto, um policial confirmou que o corpo é dele. O corpo estava no porta-malas do veículo, amarrado; os tiros foram na cabeça e no pescoço. As informações são do repórter Agnaldo Vieira, do Maringá Manchete, que se encontra no local, uma plantação à margem da estrada. A polícia já tinha conhecimento que o ex-secretário e o carro estavam desaparecidos há algum tempo. Detalhes em instantes.

Paolicchi foi a principal personagem do desvio de recursos públicos nas gestões Ricardo Barros, Said Ferreira e Jairo Gianoto, quando foi secretário de Fazenda. Esteve preso durante alguns anos na Penitenciária Estadual de Maringá, e há algum temp0 deixou de comandar a Água Safira.

PS – A Polícia Científica chegou no local por volta das 20h50. Em princípio, teriam sido três tiros, dois na altura da cabeça e um na barriga. Ele tinha 54 anos.

PS2 – Foram quatro tiros, sendo dois no rosto. O corpo será sepultado em Moreira Sales.

Akino

Saúde em risco

Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: “O inferno astral de Jairo Gianoto começou com o desvio de dinheiro da saúde, mais precisamente o sumiço de R$ 1 milhão, constatado em reunião mensal do Conselho Municipal da Saúde no início de 2000; o inferno astral do atual prefeito de Londrina, Barbosa Neto, está começando agora, com a aprovação na Câmara Municipal de uma comissão processante pelo mesmo motivo: desvio de dinheiro da saúde. Em Maringá há na atualidade problemas de superfaturamento na saúde, investigados pelo Ministério Público. Por mais que saibamos que desviar dinheiro da saúde pode fazer muito mal à saúde, nunca é demais lembrar que a história acontece como tragédia, mas mas pode se repetir como farsa.”

Meu comentário: Desejo que o Ministério Público, Gaeco e Judiciário tenham muita saúde e disposição, pois a saúde financeira do municipío em está correndo sério risco. Está bastante debilitada, com sinais de infecções por vírus oportunistas.

Akino Maringá, colaborador

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Dívida de Maringá cresce R$ 53 milhões em 8 meses

Nos oito primeiros meses deste ano, a dívida pública da administração (direta e indireta) de Maringá aumentou R$ 53.203.146,72, de acordo com os números divulgados pelo Banco Central. Em agosto, novamente nenhum centavo foi pago e a dívida cresceu R$ 6.549.605,51. Ao final daquele mês, a dívida fechou em R$ 389.858.206,00, valores relativos à dívida contratual interna junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público – e não inclui a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS. Desde julho, a dívida pública de Maringá é a maior do estado, tendo superado Curitiba. A dívida vem sendo contestada desde a gestão Gianoto a dívida. Em janeiro de 2005, quando o atual prefeito assumiu, o valor era de R$ 150.582.147,35.

A dívida pública de outros municípios ao final de agosto: Curitiba, R$ 386.397.549,61; de Londrina, R$ 301.921.153,32; Cascavel, R$ 34.770.561,46; Ponta Grossa, R$ 30.802.461,10; Campo Mourão, R$ 5.197.276,69; Paranavaí, R$ 11.105.736,50; Astorga, R$ 1.948.456,35; Mandaguari, R$ 3.254.401,32; Mandaguaçu, R$ 1.578.404,58; Umuarama R$ 33.171.803,23; Nova Esperança, R$ 3.168.843,01; Sarandi, R$ 6.393.910,36; e Paiçandu, R$ 2.020.441,60.

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“Faltou um voto”

O vereador Humberto Henrique (PT) deixou claro, há pouco, que faltou apenas um voto para que o artigo 39 fosse mantido. Segundo ele, faltou apenas um voto para que não houvesse empate – o que resultaria em 7 votos, e com o voto favorável de Hossokawa o projeto seria aprovado. Esse voto poderia ser de Flávio Vicente, Saboia ou Wellington Andrade, que haviam se comprometido com o movimento de pequenos construtores e depósitos de materiais de construção. Ele lamentou que vereadores não tenham autonomia sobre o voto, que pertenceu, neste caso, ao prefeito Silvio Barros II. “Os poderes são independentes”, disse, elogiando Bravin e Zebrão que, apesar de pertencerem ao PP e receberem ameaças, mantiveram o voto empenhado.

Henrique, citando o afastamento do secretário de Serviços Públicos e dirigindo-se a Heine Maceira, que o antecedeu criticando a administração do PT, disse que “a casa está caindo”. Ele diz ter ouvido pelas ruas de que, quando o mandato do atual prefeito terminar, a gestão Jairo Gianoto “vai ter inveja”.

Akino

Urbamar, a primeira tentativa de legalizar

Vejam o texto da lei 4834/99, de 06/09/09, na gestão Jairo Gianoto. A Urbamar estava funcionando havia 8 anos sem finalidade legal alguma, já que a remoção do pátio da rede  ferroviária havia sido completado em 1991 e com esta lei tentou-se dar-lhe algumas  atribuições como captação de recursos financeiros (…); elaborar projetos arquitetônicos ,urbanisticos e paisagísticos; enfim vejam o texto e tirem suas conclusões. Na minha opinião nada  disso foi feito, até porque ela não tinha e não tem corpo técnico. É uma sociedade anônima composta só por ‘diretores’.

Esta lei foi revogada através da Lei complementar 314/99, de 05/11/99, ou seja cinco meses após, conforme veremos em outra postagem.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Os vereadores de 97 a 2001

Aldi Cezar Mertz, Basílio Baccarin, Belino Bravin Filho, Bia Corrêa, Décio Sperandio, Divanir Braz Palma, Edith Dias de Carvalho, João Alves Correa, João Borri Primo, José Maria dos Santos (cabo Zé Maria), Manoel Batista da Silva Júnior, Maria Arlene de Lima, Miguelzinho de Oliveira, pastor Nilton Tuller, Paulo Mantovani, Roosevelt Carneiro de Freitas, Serafina Martins Carrilho, Shinji Gohara, Shudo Yasunaga, Ulisses de Jesus Maia Kotsifas e Valdir Pignata.

Só para lembrar, estes eram os vereadores na gestão Gianoto, até então uma das mais corruptas de Maringá, segundo as ações do MP ( hoje tenho dúvidas). Na verdade foram 24, pois Chico Coutinho, Paulo Kato e Victor Hoffmaster, assumiram os lugares de Divanir Braz Palma, Serafina Carrilho, eleitos deputados estaduais, e Miguelzinho, falecido durante o mandato. Se não estou enganado a oposição era exercida apenas por Aldi, Bia e Décio Sperandio. Agora será diferente?
Akino Maringá, colaborador

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Dívida de Maringá aumentou R$ 39,5 milhões em 6 meses

Com os juros relativos a junho (R$ 7.404.211,13), a dívida pública do município de Maringá nos primeiros seis meses deste ano cresceu R$ 39.587.097,60. Os números são do Banco Central, levando em consideração a dívida contratual interna (ou seja, não inclui a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS) junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. Em junho, a dívida, que está sendo contestada judicialmente desde a gestão Jairo Gianoto, chegou a R$ 376.242.156,91 – quase o mesmo valor devido pela capital paranaense. Em janeiro de 2005, quando o atual prefeito assumiu, o valor era de R$ 150.582.147,35.

A dívida pública de outros municípios ao final de junho: Curitiba, R$ 380.890.227,61; de Londrina, R$ 287.135.342,91; Cascavel, R$ 31.631.643,19; Ponta Grossa, R$ 29.070.308,39; Campo Mourão, R$ 5.586.070,40; Paranavaí, R$ 11.445.759,49; Astorga, R$ 2.046.936,13; Mandaguari, R$ 3.386.302,49; Mandaguaçu, R$ 1.652.195,62; Umuarama R$ 32.955.146,50; Nova Esperança, R$ 3.061.645,33; Sarandi, R$ 6.099.371,06; e Paiçandu, R$ 2.124.633,01.

Justiça

Caso da publicidade no STJ

Foi distribuído no último dia 15, no Superior Tribunal de Justiça, o agravo em recurso especial do caso envolvendo o ex-prefeito Jairo Gianoto, dois ex-secretários municipais, duas agências de publicidade, o Jornal do Povo e O Diário, de Maringá. Na última quarta-feira o recurso seguiu para vista ao Ministério Público Federal.

Em 2008, o Tribunal de Justiça do Paraná condenou os réus à devolução do dinheiro recebido irregularmente a título de publicidade durante parte da gestão do ex-prefeito, além das outras penas por improbidade.

Justiça

O recurso do MP

O Ministério Público Estadual recorreu da sentença do juiz William Artur Pussi, da 3ª Vara Cível de Maringá,  que em dezembro passado julgou improcedente ação civil pública ajuizada em 2002 contra o ex-prefeito Ricardo Barros, seu ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi e Mateus Amorim Costa Furlaneto. A ação era desdobramento da descoberta de desvios praticados pelo ex-secretário na gestão Jairo Gianoto (97-2000), já que ele, ex-funcionário de carreira, foi promovido ao cargo na gestão Barros (89-92) e permaneceu na de Said Ferreira. Auditoria do Tribunal de Contas feito naquele ano apontou na gestão Barros o desvio de R$ 8.724.181,48, mas o próprio TCE à época fez a ressalva: os documentos que poderiam comprovar as irregularidades já haviam sido incinerados. Sem provas, a ação não prosperou em primeira instância. A apelação foi recebida na semana passada pelo juízo local.

Política

Crise? Que crise?


A Amusep inaugurou hoje sua galeria de ex-presidente, obra de grande importância num momento de crise econômica mundial. Estão lá retratos de ex-presidentes como Jairo Gianoto (quatro vezes), Julio Bifon, Cido Spada e Paulo Nochi, entre outros. Houve gente sugerindo a colocação de armação constituída de barras de ferro ou ripas, paralelas ou em cruz, com intervalos, destinada a dar maior proteção aos retratos.

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Em 5 meses, dívida de Maringá cresce R$ 32 milhões

Nos primeiros cinco meses deste ano, a dívida pública de Maringá aumentou R$ 32.182.886,53. Somente em maio, de acordo com os números disponibilizados pelo Banco Central, os juros somaram R$ 8.811.948,89. Ao final de maio, a dívida do município de Maringá junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 368.837.945,78; dividido pelo número do colégio eleitoral da cidade, significa que cada eleitor maringaense deve à União cerca de R$ 1.494,00. O valor se refere à dívida contratual interna e não inclui a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS.
Do total, R$ 365.871.219,65 são relativos à administração direta e R$ 2.966.726,13 à administração indireta (autarquias, fundações). O valor foi levantado pelo Bacen junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. A dívida está sendo contestada judicialmente desde a gestão Jairo Gianoto. Em janeiro de 2005, quando o atual prefeito assumiu, a dívida era de R$ 150.582.147,35.
A dívida pública de Curitiba ao final de maio chegou a R$ 403.061.631,61; a de Londrina, R$ 301.693.877,37; Cascavel, R$ 32.053.644,55; Ponta Grossa, R$ 29.402.883,04; Campo Mourão, R$ 5.773.913,76; Paranavaí, R$ 11.610.391,81; Astorga, R$ 2.095.682,21; Mandaguari, R$ 3.424.030,02; Mandaguaçu, R$ 1.686.660,85; Umuarama R$ 32.817.919,73; Nova Esperança, R$ 3.100.713,85; Sarandi, R$ 5.578.689,40; e Paiçandu, R$ 2.175.956,31.

Geral

Má conservação de imóvel

Um ex-secretário municipal da gestão Gianoto está entre os multados da semana passada pela Prefeitura de Maringá por não conservar seu imóvel na rua Marechal Floriano Peixoto, na Zona 7, e permitir condições para o mosquito da dengue. Ele foi multado em R$ 300,00 pelo agente fiscal por possuir “ervas daninhas, matos ou conjunto de plantas que brotam espontaneamente em terra não cuidada ou tratada”.

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Manifesto foi assinado por 62 pessoas

O manifesto pela manutenção das 15 vagas de vereador na Câmara de Maringá, entregue somente ontem ao Legislativo local, tem as assinaturas dos representantes das seguintes entidades e instituições privadas, 62 no total: Adilson Emir Santos (Acim), João Everardo Resmer Vieira (OAB), Maria Iraclézia (Sociedade Rural),  Antonio Almeida (Arquidiocese), Paulo Meneguetti (Regional/Fiep), Luiz Fernando Ferraz (Codem), Carlos Walter M. Pedro (Sindimetal), Luiz Lourenço (Cocamar), Carlos Roberto Pechek (Sindvest), Luiz Ajita (Sicoob Metropolitano), Fernando Rezenda (MRC&VB), Wilson Matos Silva (Cesumar), Amauri Donadon Leal (Sivamar), Valdecir Aparecido da Silva (Simatec), Orlando Chiqueto Rodrigues (Sincontábil), Téo Granado (Secovi), Afonso Shiozaki (Setcamar), Ariovaldo Costa Paulo (Sindicato do Comércio Atacadista), Leocides Fornazza (Sincomar), Nivaldo Ricci (Sincofarma), Genir Pavan (Sindihotel), José Borghi Filho (Sindicato Rural Patronal), Marco Tadeu Barbosa (Central de Negócios Imobiliários), Vitor Camargo (Amav), Carlos Anselmo Correia (Observatório Social), Aparecido Balbino de Queiroz (Micromar), Milton Rossi (APP), Roberto Burci (Apras/Noroeste), José Carlos Barbieri (Sinepe), Egar Tesuzuki (Crea), Elizeu de Carvalho (Opemk), Cleide Tono Freitas Noronha (Fundacim), José Roberto Marquezini (Apoio), Renata Mestriner (Instituto Mercosul), Ilson Rezende (Sindi-ti), Everaldo Belo Moreno (Sindicato dos Bancários), Sandro Moles (Software by Mga), Raul Erlon Cândido (Sinconfemar), José Thomaz (Sind. Eletricistas), Epifânio Magalhães Oliveira (Sindmetalúrgicos), Antonio Roberto Guion (Sehorbas), José Maria da Silva (Sindesv), Cícero Carlos da Silva (Sitigram), Santo Batista de Aquino (Sind. Aposentados), Antonio Tadeu Rodrigues (Conseg), Mohamed ElJasim (Mesquita Muçulmana), Adelino Codognos (Lojas Maçônicas), Anderson Freitas Toregeani (CRA), Natal Domingos Gianoto (CRM), Altair Ferri (Aeam), Francisco Marcos Montanholi (Rotary Maringá Leste), Nelson Roberto Pala (Rotary Sul), João José Pereira de Aguiar (Rotary Colombo), Cenize de Andrade (Rotary Alvorada), Maria Lúcia de Moura Estevão (Rotary Cidade Ecológica), Maxwell Moreira Lima (Rotary Catedral), Marta Sakurai (Rotary Kakogawa), Amanda C. Michaltchuk de Oliveira (Interatc Club), Marlon Vinícius Siqueira (Interact Gastão Vidigal), Rodrigo Manso de Almeida (Rotaract Cidade Canção), Igor Manzotti (Rotaract Club de Maringá) e Oscar Fonzar (Sociedade Médica de Maringá).

Verdelírio

Maringá em segundo

Levantamento feito pelo jornal Gazeta do Povo mostra que a renda média no Paraná é de R$ 876,00 sendo que em Curitiba é de R$ 1.516,17, com Maringá aparecendo em segundo lugar com R$ 1.159,97 e Londrina, que é a segunda maior cidade do Estado ficando em terceiro lugar com uma renda média de R$ 1.088,60, portanto quase 6.56% abaixo de Maringá, que é a terceira maior cidade paranaense.Continue lendo ›

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Ligações com Maringá

Evento realizado ontem à noite em Curitiba colocou lado a lado secretário de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB), o de Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), e o do Trabalho, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB). Em 2000, Romanelli, cabeça mais brilhante dos três, trabalhou na coordenação de campanha de Silvio Name Junior e deu sua ajuda para derrubar do poder o esquema Gianoto-Paolicchi.

(Foto: Osvaldo Ribeiro/AENotícias)

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Dívida de Maringá cresceu R$ 6,6 milhões em abril

A dívida do município de Maringá junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional cresceu R$ 6.692.058,38 em abril último, fazendo os juros ultrapassarem os R$ 23 milhões somente nos quatro primeiros meses do ano. As informações são do Banco Central e se referem à dívida contratual interna, não incluindo a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS.
Em abril, a dívida da administração direta do município chegou a R$ 360.025.996,89 e outros R$ 2.966.726,13 da administração indireta, totalizando R$ 362.992.723,02. O valor foi levantado pelo Bacen junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. Quando o prefeito Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em janeiro de 2005, a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. A dívida é, proporcionalmente, uma das maiores do país e o município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.
A dívida pública de Curitiba em abril foi de R$ 403.984.885,10; a de Londrina, R$ 302.187.050,19; Cascavel, R$ 30.643.421,61; Ponta Grossa, R$ 29.254.845,39; Campo Mourão, R$ 5.971.064,32; Paranavaí, R$ 11.755.026,10; Astorga, R$ 2.143.979,54; Mandaguari, R$ 3.499.379,07; Mandaguaçu, R$ 1.720.657,77; Umuarama R$ 32.731.438,97; Nova Esperança, R$ 3.188.042,19; Sarandi, R$ 5.78.363,28; e Paiçandu, R$ 2.226.771,48.

Geral

Giro

Um – Motociclista morre atropelado na entrada de Iguatemi.
Dois – Lauro Barbosa e a saudade de Gianoto no Olímpico.
Três – Cacau Colucci, a Linda Rosa da Escolinha do Gugu, vem a Maringá em julho.
Quatro – Incêndio mata animais em pet shop de Maringá.
Cinco – Motorista de Sarandi é preso com 10 kg de crack em Guaíra.
Seis – Maringaenses candidatos a conselheiro do TC serão ouvidos na quinta.

Akino

Mais denúncias?

Verdelírio Barbosa informa em sua coluna que teremos mais denúncias contra membros da equipe de Sílvio II, mas não podemos esquecer as já existentes, como a Central de Veículos, esquemão de lavagem de carros, compras de kits escolares na Seduc, cadeiras para o Chico Neto, painéis informativos na Setran, desvios de recursos na saúde, doações e permutas de terrenos (Almenara)  e outros que me esqueço no momento.
Já pensaram se O Diário resolvesse fazer com algumas dessas denúncias, as mais cabeludas, o que fez visando a reabertura do Parque Ingá? Se o Pinga Fogo fosse sensacionalista e contasse tudo na linguagem do povo? Acho que Barbosa Neto, Jairo Gianoto e Belinati viriam consolar os Barros.

Akino Maringá, colaborador

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Permuta saiu no final de 2000

A permuta dos terrenos que teria sido lesiva ao erário foi feita no final de 2000, quando era prefeito de Maringá o vereador João Alves Correa (PMDB), que assumiu o Executivo com o afastamento de Jairo Gianoto, acusado de desvio de dinheiro público. Pela Argus, negociou com o município o hoje deputado estadual e presidente estadual do PT, Enio Verri, que seis dias depois assumiu a Secretaria de Fazenda, na gestão José Cláudio Pereira Neto, e, nesta condição, fez o pagamento à empresa que representava.

O negócio serviu para reforçar a ligação entre o petista e o peemedebista, que, assim como fez para deputado estadual, apoiará Verri a prefeito em 2012.

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Tem muito pra acontecer

O Ministério Público de Maringá estaria levantando todas as permutas de imóveis envolvendo o município. Uma, com certeza, envolve inclusive parentes do prefeito Silvio Barros II (PP). Outra, envolveria um secretário municipal. Indiretamente, envolveria todos os vereadores que aprovaram os projetos permitindo as trocas nas quais o município saiu perdendo.

Ao puxar outras permutas o MP teria encontrado, inclusive, algo muito suspeito acontecido no período pós-Gianoto, naquele interregno entre sua saída e o final do ano, em que o prefeito foi o hoje vereador João Alves Correa (PMDB). Ele teria atendido um pedido do então futuro secretário de Fazenda do município e hoje deputado estadual Enio Verri (PT), numa permuta que beneficiou um conhecido empresário maringaense que tem tentáculos estaduais. Comenta-se que vai sobrar para todos.

Maringá

Juros da dívida passam de R$ 16 milhões em três meses

A dívida pública do município de Maringá cresceu R$ 16.678.879,26 nos três primeiros meses deste ano, de acordo com o novo boletim do Banco Central. Em março, os juros chegaram a R$ 5.953.994,94, totalizando uma dívida de R$ 356.274.667,75. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em  a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. O município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.

Para se ter uma ideia: a dívida pública de Curitiba é de R$ 403.504.366,99; a de Londrina, R$ 302.962.520,30; a de Cascavel, R$ 28.598.271,89; e de Ponta Grossa, R$ 27.920.009,98.

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O triste papel do líder

Líder do prefeito, o vereador Heine Macieira (que, com toda sua simpatia, vai acabar entrando para o Guinness) ocupou a tribuna da Câmara de Maringá ontem para, durante longos minutos, defender o indefensável – o estado da saúde pública na cidade, incluindo o descarte de medicamentos dentro do prazo de validade por causa de dinheiro do SUS. Falou, falou e falou, e não disse nada.

Quer dizer, ele admitiu que desde a gestão Jairo Gianoto a situação de acondicionamento de remédios é irregular em Maringá. Ex-secretário de Saúde, foi uma admissão de culpa e de incompetência. A Promotoria da Saúde nesses anos todos, pelo jeito, não sabia.

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Dívida pública de Maringá passa dos R$ 350 milhões

Nos dois primeiros meses do ano, a dívida pública do município de Maringá cresceu R$ 10.724.884,32, segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil. Em fevereiro, foram R$ 5.325.501,94 a mais que em janeiro, fechando em R$ 350.320.672,81, proporcionalmente, uma das maiores do país. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras.
Quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em janeiro de 2005, a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. O município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.

Midia

Nota emprestada

Depois de questionar da Prefeitura de Sarandi transparência sobre a aplicação de R$ 355 mil com publicidade em seis meses do ano passado, Hilário Gomes contou em seu blog: na gestão Gianoto, sua empresa, a Editora Fora do Contexto, apareceu na relação dos de comunicação órgãos beneficiados com o valor de R$ 500,00. “Esta nota foi emprestada na época ao atual prefeito Carlos de Paula, para recebimento de uma pendência de seu programa [de televisão]”, explicou.

Verdelírio

O livro que assustou a turma

Estão sendo distribuídos panfletos de propaganda do livro Nada a Declarar- a roubalheira na Prefeitura de Maringá. Como não traz maiores detalhes, houve pavoramento na Prefeitura. Trata-se de um livro do escritor José Hilário lançado em 2000 e conta o que aconteceu na administração Jairo Gianoto.Continue lendo ›

Maringá

Dívida pública cresceu R$ 5,3 milhões em janeiro

Em janeiro, a dívida pública do município de Maringá chegou a R$ 345.028.444,74, de acordo com informação disponibilizada pelo Banco Central do Brasil. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. O endividamento de Maringá cresceu nos primeiros 30 dias deste ano R$ 5.399.382,38 – ou seja, R$ 608.527,91 a mais que o registrado no último mês do ano passado. A dívida representa cerca de R$ 1.390,00 para cada eleitor da cidade.
Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, a dívida era de R$ 150.582.147,35. O município briga judicialmente contra o valor da dívida desde a gestão Jairo Gianoto.

Justiça

Funrebom: TJ-PR nega recurso do MP

O Tribunal de Justiça do Paraná manteve a improcedência de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público contra os ex-prefeitos Said Ferreira e Jairo Gianoto, os ex-secretários Luis Paolicchi e Osmar Bento Zaninello e o ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Wilson Afonso Enes. Eles eram acusados de terem contratado um funileiro por cinco anos, sem concurso público, com dinheiro do Funrebom. O  juiz William Artur Pussi, da 3ª Vara Cível da comarca de Maringá, julgou improcedente improcedente a ação, ajuizada em 2002, em fevereiro do ano passado; em fevereiro deste ano, a 5ª Câmara Cível negou apelação cível do MP e no último dia 22 negou os embargos de declaração.

Akino

Aos funcionários de carreira da PMM

Lembrem do caso de dois funcionários envolvidos no esquema Gianoto/Paulicchi, se não me engano, seus primeiros nomes são Jorge e Rosimeire. Vejam o que sofreram e ainda estão sofrendo. Abram a boca o quanto antes, denunciem para o MP, usem o beneficio da delação premiada, se for o caso. Não queiram segurar a bucha. Sabemos que alguns até têm sua parcela de culpa, mas não vale a pena serem bodes expiatórios. Não esperem a casa cair totalmente. O império está ruindo aos poucos. A qualquer momento podemos ter um tsunami.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Um viaduto ecológico

O Viaduto Centenário Ernesto Pedriali, em Maringá, é um verdadeiro viaduto ecológico, observa um leitor. Mato e uma espécie de samambaia dão um visual interessante à obra, construída na gestão Gianoto. “Ter uma Mercedes-Benz é uma beleza, o duro é manutenção” , frisa.

Blog

Um pequeno passo, mas um avanço

Não há dúvidas de que houve uma perceptível mudança no Observatório Social de Maringá em relação à administração Barros, a julgar pelo relatório apresentado ontem. É quase tardio, um pequeno passo, na fase final de um segundo mandato tão pródigo em escândalos quanto o primeiro, mas não deixa de ser um avanço quando se compara as gestões Ariovaldo Costa Paulo e Carlos Anselmo Corrêa. O levantamento, que deixou o secretário Bovo numa saia justa (o nervosismo dele na entrevista à CBN é de doer), abre caminho para que o Ministério Público acabe encontrando peças – olhaí – que faltam em outros procedimentos que investigam denúncias de irregularidades na gestão Silvio II, gestão que transforma a dupla Gianoto/Paolicchi em amadores.
Agora é esperar que o OSM, na sua busca de transparência, disponibilize todo o relatório em sua página na internet, para que possamos saciar nossa curiosidade. Por exemplo, saber quem é o autor da mudança na lei 335/99 (procurei no site da câmara e não encontrei) que tira dos loteadores – esses grandes financiadores de campanhas políticas – a responsabilidade da construção de calçadas em Maringá.