Busca: TCCC

Geral

Em quatro dias, quatro motociclista mortos

Maringá registra mais uma morte em seu trânsito complicado; o acidente aconteceu por volta das 13h, na rua Toledo no Conjunto Madrid. Max da Silva Garcia, 24 anos, trafegava com sua motocicleta Honda Bizz e teria invadido a preferencial  da rua Becervilho dos Santos e colidido com um ônibus da empresa TCCC que fazia a linha 335. No momento do acidente chovia no local. Leia mais.

Maringá

Transtorno Norte: aventura de domingo

Do leitor:

Venho aqui mostrar minha indignação quanto ao descaso e abandono que a Prefeitura de Maringá e a empresa Sanches Tripoloni estão tendo com os moradores do Jardim Sumaré, Jardim Andrade e demais moradores que moram depois das obras do Contorno Norte. Minha aventura de domingo foi um simples almoço na minha mãe que mora depois do Contorno Norte. Tenho um Golfe e um Fusca, como todos sabem para atravessar lama o fusca é bem melhor, por ser mais velho e com motor melhor pra lama. Peguei meu marido, minha filhinha de 1 ano e 4 meses e meu fusquinha e fui. Só que infelizmente o que era pra ser apenas uma passagem normal na lama, o que encontrei foi uma cena devastadora, carros atolados até a porta, moradores em protesto quebrando as valetas do contorno pra poder passar, um caos. O carro do O Diario de um lado e o Maringá Urgente do outro.
A Sanches tripoloni fechou a única passagem para aqueles bairros, que era a Pedro Taques. O único lugar que se pode pensar em passar é no pontilhão próximo ao rio… e ninguém consegue pois fica atolado. Para não estragar o almoço da minha mãe, deixamos o carro de um lado e atravessamos a pé. Na casa da minha mãe, tem minha avó acamada, que por diversas vezes tivemos que chamar o Samu para levar ela pro hospital, porque ela passa mal. Se ela passar mal de novo, tenho medo que ela morra lá, porque ambulância não vai lá nem por decreto. Sabemos que a as obras do contorno são de melhorias pra população. Mais enquanto elas acontecem a vida do povo também, a vida não para. Quero ver amanha quando o pessoal for trabalhar, crianças forem pra escola, o que vai acontecer, porque nem a TCCC ta indo lá. Descaso total, falta de comprometimento com a população, com a vida da população.

Maringá

Desperdício de água

Do leitor:

O banheiro público do terminal urbano de Maringá, onde param os ônibus da TCCC, está uma vergonha. Não na parte da limpeza, que está razoável, e sim na parte de desperdício de água. Todos os dias eu uso o banheiro e a água, que por lá não falta, fica 24 horas ligada nos mitórios. Fica o dia e a noite ligado, mesmo que não tenha ninguém usando. Poxa, estamos em uma seca danada e esse desperdício todo de água, o dia e a noite?

Akino

Dois pesos e duas medidas

Temos ouvido e lido comentários incisivos sobre a irregularidade do aditivo de prorrogação do contrato de concessão à Sanepar e a necessidade de retomada imediata dos serviços pelo município de Maringá. O Diário tem feito matérias, editoriais e  analistas manifestam revolta contra o absurdo que foi a decisão do TJ-PR ao conceder a suspensão da liminar contra decisão de primeira instância. Mas não lemos nem ouvimos manifestações contra  a concessão dos serviços de transportes coletivo à TCCC. Por que?  Neste último caso caso a Prefeitura age calmamente, contratou uma empresa para fazer um estudo que demorará 7 ou 8 meses para ser concluído, para propor o melhor modelo de licitação. Alguns vereadores como Bravin, dr. Manoel, por exemplo, ficaram possessos. Bravin disse que tem ‘devorver’ a água e que quando a Sanepar pegou sabia que era por 30 anos, nem um dia a mais nem um a menos, como se a concessão fosse um aluguel, ou algo assim. Dr. Sabóia disse que a concessão é uma mina. Por que dois pesos e duas medidas? Por que a concessão à TCCC não provoca tanta revolta? Por que a Sanepar foi notificada e a TCCC não? Dizem as más línguas que a TCCC faz ‘concessões’ que a Sanepar não fez.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Premiação

Rose Machado, jornalista e co-apresentadora do Programa RIC Rural, se inscreveu no Concurso de Telejornalismo Rural promovido pela Ocepar – Central de Cooperativas do Paraná. Rose participou mais por participar, e sem maiores aspirações, e ainda assim garantiu o segundo lugar do concurso.Continue lendo ›

Akino

Municipalização do transporte coletivo?

Li no blog do Lauro Barbosa que os vereadores Bravin, Zebrão e dr. Saboia protocolaram um projeto de lei autorizando a  municipalização (ou seria a estatização?) do transporte coletivo em Maringá, com o preço da passagem girando em torno de R$ 1,20.
Minha opinião: É preciso saber quais as verdadeiras intenções do projeto. Seria para valer? Ou uma carta na manga? Dizem (nunca foi provado) que a TCCC ficou, e talvez ainda esteja, refém de políticos que, a pretexto de garantir-lhe o monopólio, cobravam, digamos, agrados. Prefiro acreditar nas boas intenções do vereadores e que o projeto seja para valer. Neste caso deveria ser criada uma empresa pública (sugiro que a Urbamar seja transformada em empresa de transporte coletivo, com diretores escolhidos por concurso público, depois de uma auditoria para apurar eventuais irregularidades na sua gestão).

Akino Maringá, colaborador

Akino

Dois pesos e duas medidas

A Prefeitura de Maringá, que pagará R$ 1.704.000,00 por um projeto de estudo de viabilidade para a construção do Contorno Sul Metropolitano, limitou em R$ 80.000,00 o valor por projeto semelhante para estudar o modelo e forma de transporte coletivo na cidade, para cumprir  decisão judicial que considerou ilegal lei que prorrogou a concessão à TCCC.  Através do processo  de carta convite  03/2010, a Secretaria de Transportes está convidando empresa especializada e nesta modalidade o valor máximo a ser pago é de R$ 80.000,00. Há quem diga que um projeto bem feito e completo não sairia por menos de R$ 250.000,00. Seria um jogo de cartas marcadas?  É preciso que a Câmara, o Observatório Social e toda a sociedade fiquem de olho para que o processo não seja viciado. Se compararmos com a contratação do projeto do Contorno Sul Metropolitano perceberemos que pode estar havendo dois pesos e duas medidas.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Transporte coletivo: decisão comunicada

Pela primeira vez no ano, nesta sexa (11/6) foi disponibilizada, logo após o término do expediente, a edição ordinária, semanal do Órgão Oficial do Município de Maringá, o OOM. Como novidade uma publicação da Câmara sobre o trânsito em julgado da decisão do TJ- PR, confirmada no STF, de que a lei que autorização da prorrogação da concessão da  exploração do transporte coletivo, em Maringá, pela TCCC, é inconstitucional. A partir de agora a prefeitura terá que abir a licitação.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Balanço Geral

Um leitor lembra e eu confirmo que também vi no programa Balanço Geral o apresentador Leo Junior dizer que não rabo preso com ninguém , que ali ninguém é sócio nem amigo de deputado,que não segura informações. Na verdade fico mudando de canal e assisto ou pouco do Canário, do Pinga Fogo, do Fabretti, do Léo Junior e da Globo. São fontes preciosas, que agradeço. O Canário e Léo Junior, de fato, soltam alguma coisa a mais, até notíciam alguns ‘problemas, mas estão longe de uma independência dos Barros. Já o Fabretti, sem comentários. Que bom seria se eles fizessem como a RPC fez na assembleia. Acho que teriam material. Sugiro matérias sobre a Urbamar (desmintam, se puderem, nossas informações) e os casos do Acervo , do Kit escolar, da Editora Globo, Novo Centro, Contorno Norte, Lixo, TCCC, etc.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Prefeitura precisa licitar o transporte coletivo

Transitou em julgado no último dia 3 o processo 568.64-0, no STF em que a Câmara de Maringá, trabalhando contra o povo, questionava decisão do TJ-PR, que declarou inconstitucional lei de 1999, na gestão Gianoto, prorrogando o a concessão à TCCC por 15 anos, prorrogáveis por mais 15. Com isso a sentença é definitiva, já que o Supremo decidiu que o recurso da Câmara foi apresentado fora de prazo e nem apreciou o mérito. Assim a Prefeitura precisa abrir licitação para exploração dos serviços. De se destacar o empenho da vereadora Marly e o trabalho do MP do Paraná. Há quem considere que o prefeito já deveria ter aberto a licitação, desde 2005.

Akino Maringá, colaborador