Busca: cartucho

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Cartuchos controlados

Taser

Além de até agora não receberem as prometidas armas letais, os integrantes da Guarda Municipal de Maringá estão com os dias contados para usar a Taser, arma de choque.
É que, ao optar por arma estrangeira para armar a GM a Prefeitura de Maringá corre agora o risco de dificuldade para a compra de munição. Continue lendo ›

Geral

Empresas falsificavam cartuchos em Maringá

Policiais do Nurce de Maringá derrubaram esquema criminoso que envolvia duas empresas que falsificavam cartuchos de tinta para impressoras das marcas HP e Lexmark. Elas chegavam a participar – e venciam – licitações em todo o Brasil (ou seja, deve ter muito agente público “prejudicado” a uma hora dessas). As empresas, cujos nomes não foram divulgados, estão localizadas no Jardim Pinheiros III e Parque Residencial Tuiuti, informa Agnaldo Vieira. Suspeita-se que, se a polícia quiser e puder entrar em congêneres locais, encontrará muita coisa.

Matéria

Munição de ninguém

De Cecília Oliveira, na newsletter do The Intercetp Brasil:

A quem interessa acabar com a numeração de munições no Brasil? Ao crime, com certeza, sim. Pois é exatamente isso que o deputado Alexandre Leite, do DEM paulista, está tentando fazer: ele defende um projeto de lei que prevê eliminar a regra que obriga polícias e Forças Armadas a comprarem munições com marcação de lote. A marcação é isso aqui:

O cartucho acima, por exemplo, nós recolhemos quando rodamos as ruas do Rio depois de tiroteios. Ele é do mesmo lote que matou Marielle. Como sabemos? Ora: porque a marcação existe.

Qual o impacto real da extinção dessas numerações?

Imagine que poderíamos simplesmente deixar de saber, por exemplo, que as balas que mataram Marielle Franco e Anderson Gomes vieram de um lote vendido para a Polícia Federal em 2006. E que as balas desse mesmo lote também foram usadas na maior chacina de São Paulo, numa disputa entre traficantes – ambas em 2015 – e num assalto no interior da Paraíba.

Como é que essa munição, que é de responsabilidade da Polícia Federal, foi parar nesses lugares?

Este tipo de informação pode sumir. E a quem interessa que não saibamos de onde vêm estas balas, para quem foram vendidas, onde deveriam estar?

O PL 3.723/2019, que incluiu o fim das marcações, foi enviado ao Congresso por Jair Bolsonaro após a derrubada de quatro dos oito decretos sobre armas que chegaram a vigorar em 2019 – o que o Ministério Público Federal chamou de “caos normativo”.

A medida que anula a obrigação da munição marcada, no entanto, passou de maneira discreta pela Câmara dos Deputados em novembro passado, tramitando com urgência. Três normas foram incluídas na calada do dia anterior à votação: o que significa que os deputados não tiveram tempo hábil para destrinchar seus efeitos práticos.

O intuito era aumentar o volume de munições que poderia estar em um mesmo lote – o que já seria horrível –, mas o deputado Leite substituiu um trecho que invalida o artigo 23 do Estatuto do Desarmamento – e, com isso, tirou a obrigatoriedade da marcação das munições. Se foi astúcia ou uma cabeçada, não saberemos. Hoje em dia, pode tranquilamente ser qualquer uma das duas coisas.

O projeto enviado por Jair deveria determinar as regras para o porte de armas dos colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, os chamados CACs. Mas o deputado paulista deu essa ajudinha – a quem?

Na nossa reportagem do ano passado, quando explicamos que recolhemos 137 cápsulas em 27 bairros do Rio para entender de onde vêm as balas, mostramos que a maioria delas (94) foi fabricada aqui no Brasil.

Identificamos, por exemplo, a origem de um cartucho disparado no dia 3 de julho de 2018 em um tiroteio entre policiais da UPP de Manguinhos, na zona norte do Rio, e traficantes do Comando Vermelho. O projétil faz parte do lote BNS23, comprado pela Marinha em 2007. Mas não havia operação da Marinha ali, e eles disseram que não houve extravio desse lote. Então, como isso foi parar lá?

A gente precisa dessa informação para saber quem matou quem, e com uma munição que deveria estar… onde? Foi roubada? Vendida? Extraviada? Desviada? Contrabandeada?

No fim do ano passado, eu entrevistei o Levi Inimá, tenente-coronel reformado do Exército e autor do livro “Balística forense: do criminalista ao legista”. Ele me disse: “Quando a polícia mata, ela desfaz o local do confronto e finge prestar socorro”. Levi fez incontáveis perícias. O deputado paulista Leite quer facilitar o trabalho sujo deste tipo de policial denunciado por ele?

Nós não podemos abrir mão desse tipo de informação em um país onde cerca de 43 mil pessoas são mortas por armas de fogo anualmente e onde o índice de elucidação de homicídios é baixíssimo.

De novo: a quem interessa não saber de onde vêm e para onde vão – ou deveriam ir – essas munições? Vocês podem perguntar ao deputado Alexandre Leite.

Aqui está seu e-mail: dep.alexandreleite@camara.leg.br

Aqui está o telefone de seu gabinete: (61) 3215-5841.

Agronegócio

Adama vai à 32ª edição do Show Rural Coopavel

Show Rural Coopavel está entre os três maiores eventos do agronegócio no mundo e espera público de mais 250 mil visitantes

A Adama, companhia integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, estará presente na 32ª edição do Show Rural Coopavel com um pré-lançamento que terá foco principal na soja. A inovação multiculturas também apoiará o cultivo do café e hortifrútis. A Adama destacará a primeira etapa da sua campanha institucional de 2020, com temática inédita no agronegócio brasileiro. O Show Rural acontecerá de 3 a 7 de fevereiro, em Cascavel, no km 577 da BR-277.

Confira todas as novidades da Adama no evento que figura como um dos três maiores do mundo em seu segmento e que em 2020 terá 650 expositores.

Campanha #BomDeSoja

Com o objetivo de trazer à tona toda a relevância da cultura da soja – de enorme expressividade e que figura entre os carros-chefes da cesta de exportações brasileira -, a Adama lançou nacionalmente, há poucos dias, a campanha Bom de Soja.
As ações programadas para a campanha, que já integram as redes sociais da Adama sob a forma #BomDeSoja, apresentam alguns dos protagonistas no cultivo da soja no Brasil.

Para seu estande, a Adama  levará dinâmicas interativas e o lançamento da campanha #BomDeSoja para os visitantes, envolvendo ações locais e nas redes sociais.

De acordo com a gerente de Publicidade e Promoção da Adama , Lydia Damian, “ao vincular a campanha a algumas das pessoas que são consideradas referência na cultura agrícola, evidenciamos aqueles que fazem a soja acontecer no Brasil, inspirando e valorizando toda a cadeia. Dessa forma, a Adama reforça o seu compromisso de estar sempre pronta para atender quem é bom no agronegócio e ajudar quem quer ser.”

Inovações para sojicultura

A Adama antecipa aos produtores os diferenciais de um novo inseticida, já em fase de registro, e que tem como principal função o combate ao complexo de lagartas, tais como: Lagarta falsa-medideira (Chrysodexis includens), Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) e Lagarta helicoverpa (Helicoverpa armigera). Embora seja uma novidade que atenderá uma necessidade do mercado para a cultura da soja, o lançamento é multiculturas e protegerá os plantios de algodão, HF e café.

“Estamos muito confiantes ao trazer para o Show Rural Coopavel o pré-lançamento de um produto que é resultado de relevante preocupação e que gerou uma inovação com consistência de resultados em diferentes culturas”, destaca Fabricio Pacheco, gerente de Produtos. “Podemos enumerar vários pontos que somarão vantagens aos produtores: temos um novo produto com ótimo custo x benefício, de fácil aplicação, seletivo aos inimigos naturais e que paralisa rapidamente a alimentação das lagartas”, conclui Pacheco.

Resultados comprovados

O fungicida Cronnos, reconhecido pelo Consórcio Antiferrugem da Embrapa como o produto mais eficaz no controle da Ferrugem Asiática em 2019, também será um dos destaques no estande da Adama no Show Rural Coopavel.

“O reconhecimento dos resultados obtidos com Cronnos é uma conquista que corrobora seus diferenciais no campo e nos incentiva a desenvolver produtos cada vez mais inovadores e que atendam às necessidades dos agricultores.”, avalia Gerson Dalla Corte, gerente de Produtos, responsável pelos fungicidas na companhia.

Cronnos possui tecnologia exclusiva T.O.V., formulação líquida que promove maior aderência às folhas da soja; destaca-se pela facilidade na aplicação; sem risco de entupimento de bicos de pulverização; alta eficácia no combate das doenças da soja e superiores respostas de produtividade da cultura.

O Show Rural Coopavel é promovido pela Cooperativa Agroindustrial de Cascavel, atuante desde a década de 1970 e que hoje conta com 26 filiais instaladas em 17 municípios da região Oeste e Sudoeste do Paraná.

Sobre a Adama

A Adama Agricultural Solutions Ltda. é uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo. Nosso propósito é criar simplicidade na agricultura, oferecendo aos agricultores produtos e serviços que simplificam suas vidas e os ajudam a crescer. Com um dos portfólios mais completos e diversificados, temos produtos diferenciados e de alta qualidade. São 7 mil colaboradores, equipe que atende agricultores em mais de 100 países, levando soluções para o controle de plantas daninhas, pragas e doenças, além de melhorar a rentabilidade e produtividade na agricultura. Saiba mais.

Geral

O desafio que ninguém aceitou

Hoje, na RICTV, o chefe de gabinete Domingos Trevizan (a quem está subordinada a GM) falou sobre os problemas levantados na Guarda Municipal e, a respeito das reclamações sobre os cartuchos vencidos da Taser, lembrou que fez um desafio: quem duvidasse do funcionamento da arma que se apresentasse para levar um disparo. Ninguém se apresentou.

Gente

Foto antiga

José Roberto Vares, hoje assessor do deputado estadual Evandro Araújo, foi sonoplasta das rádios Guairacá e Ingamar. Na foto, ele está ao lado de picapes e cartuchos, enquanto Mário Bezerra aparece no estúdio.

Geral

Licitações no HUM

O Hospital Universitário Regional de Maringá realizará licitação para adquirir medicamentos no próximo dia 22 (valor máximo: R$ 1.936.452,50) e no dia 23 (valor máximo de R$ 533.082,00).
No dia 25, comprará saco plástico transparente, sacola plástica branco leitoso e lençol plástico branco leitoso, pagando até R$ 473.250,00. No dia 29, a licitação será para adquirir extintores de incêndio, com valor máximo de R$ 26.825,00, e para aquisição de cartucho de toner para impressoras, com valor máximo de R$ 50.780,00.

Bronca

Sem hora-atividade

Paiçandu

Leitor diz que está acontecendo uma situação estranha em Paiçandu, administrada por um professor.
Os professores da rede municipal de ensino estão sem poder fazer hora-atividade, e pelo que se tem notícia, conforme reunião entre alguns professores com o prefeito Tarcísio Marques dos Reis (PT), talvez só em maio. Continue lendo ›

Cidades

Vereadores arquivam denúncia contra prefeito de Paiçandu

Os vereadores de Paiçandu, por unanimidade, arquivaram na última terça-feira nova denúncia de improbidade administrativa contra o prefeito Tarcísio Marques dos Reis (PT), desta vez apresentada pelo comerciante Thiago Cefalo. Ex-servidor público responsável pelo setor, ele denunciou que a prefeitura estava tendo prejuízo com a aquisição de toners e cartuchos remanufaturados; ele foi demitido após alertar o prefeito sobre o prejuízo. O Ministério Público Estadual investiga o caso, que envolve a WP do Brasil, de Mandaguari, que teria sido beneficiada com a licitação e a aquisição de produtos mais caros. Continue lendo ›

Akino

Gaeco poderia ‘apreender secretarias falsificadas’?

Lendo a notícia de que o Gaeco de Maringá apreendeu na quinta-feira cartuchos, toners e embalagens de produtos das marcas Samsung, HP, Lexmark, Xerox e IBM, dentre outras, falsificados, ocorreu pensar se não seria possível ‘apreender secretarias municipais falsificadas’, como a Serei, Sesan, Seac, que foram criadas só para abrigar apaningados políticos do grupo Barros/Pupin, e que são tão nocivas ao contribuinte quanto a falsificação de cartuchos, toners são para as empresas que fabricam os originais. Legalmente, isto dentro das atribuições estabelecidas pela lei, os comissionados nomeados não trabalham e isto ficou comprovado, quando denunciamos o caso de um advogado que exercia atividades de direito em horário de expediente e quase imediatamente o mesmo pediu exoneração. O que acha dr. Laércio Januário ? Que tal investigar o que fazem, por exemplo, Luiz do Postinho, que é nomeado diretor da Seac, e Pignata na Serei, além de receberem os salários? Acho que o trabalho do Gaeco seria bem mais proveitoso para Maringá se flagrasse os mais de 200 comissionados,que são só cabos eleitorais. O prejuízo é estimado em R$ 15 milhões anuais. Isto também é pirataria.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Gaeco na prefeitura

Pra quem costuma reclamar que o Gaeco de Maringá não liga pra roubalheira de dinheiro público, enfim, que não existe: agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado foram nesta quinta-feira atrás de documentos e computadores da prefeitura municipal, que podem ajudar na comprovação de denúncias de irregularidades denunciadas ao órgão.
Ah: a busca e apreensão ocorreu na Prefeitura Municipal de Paiçandu. De acordo com o Blog do Perna, o Gaerco apura superfaturamento na compra de cartuchos de impressoras, denúncia feita por um ex-servidor municipal.

Opinião

A educação em Maringá

Leitora comenta que não é novidade para ninguém que a educação em Maringá está um caos nos últimos anos. “Falta estrutura básica para desenvolver os trabalhos, onde as salas de aula possuem apenas cortinas improvisadas amarradas com barbantes para o sol não prejudicar os alunos na sala inteira, carteiras e cadeiras inadequadas ao tamanho dos alunos, falta de equipamentos necessários ao trabalho do professor como impressoras (as que têm não funcionam ou não têm cartucho), o AEI (Ambiente Educacional Informatizado) que deveria ampliar possibilidades, não funciona, não há nem mesmo aparelhos de som para trabalhar música com as crianças. Sem falar da qualidade do lanche. Esta semana foi servido pão com carne moída próximo ao horário do almoço. É grande a falta de professores nas escolas municipais de Maringá e isso tem sido noticiado até mesmo na mídia, portanto não é concebível que professores auxiliares fiquem fazendo atividades para os diretores das escolas, enquanto há tanta defasagem na aprendizagem dos alunos e tanta necessidade de auxílio desses em sala de aula, até mesmo porque convém lembrar que a função do professor auxiliar é justamente auxiliar o aluno e não o diretor, ainda mais se for para enfeitar a escola para eventos comemorativos como Dia das Mães, Dia das Mulheres, Páscoa, reunião de pais e outras tantas”, relata. Continue lendo ›

Akino

Operador de computador ?

Na Câmara de Maringá há este cargo cujas atribuições seriam, conforme a lei: operar microcomputadores, acionando dispositivos de comando, observando e controlando o seu funcionamento, para processar programas elaborados. Executar tarefas inerentes aos serviços de operação em processamento de dados; operar equipamentos de processamento de dados, ajustar os equipamentos de acordo com o meio a ser utilizado (discos, disquetes, pen drives, cartuchos, etc); interpretar as mensagens exibidas no vídeo do console, visando à adoção de medidas de ajustamento do sistema e de programas de usuários que se encontrarem em execução; atender solicitações dos usuários; manter atualizados os arquivos e documentação dos backups; notificar as irregularidades observadas no funcionamento do sistema; manter contato com as empresas de assistência técnica, quando da necessidade de manutenção de equipamentos; executar outras tarefas correlatas.
Meu comentário: Não consigo entender que utilidade tem este cargo para os serviços da Câmara. A descrição das atividades é confusa e não vejo como o servidor ocupante do cargo possa ter FG. Que tarefas ele realiza? Certamente está em desvio de função esta situação precisa ser alterado na reforma administrativa.
Akino Maringá, colaborador