A fiscalização sobre o uso obrigatório de máscaras em espaços de uso público ou coletivo será realizada pelas vigilâncias sanitárias do Estado e dos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. As determinações constam no decreto 4692/20, que regulamenta a lei estadual 20.189 que instituiu a obrigatoriedade do uso das máscaras no Estado enquanto durar a pandemia.
Já há votos suficientes para a constituição de uma nova CPI na Câmara de Maringá para investigar todas as compras, licitadas ou não, pela Secretaria Municipal de Saúde. Não se trata, porém, da CPI que os vereadores Gentil e Jamal (PSB) queriam; eles haviam conseguido mais duas assinaturas, mas são necessárias cinco.
Mais um passo importante para proteger a vida da população que reside nas 30 cidades da área de abrangência da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). A frase resume a análise da maioria dos prefeitos da região sobre a ativação dos 10 primeiros leitos de Unidade de Terapia Intensiva, na nova ala do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM).
Na primeira edição do Pan News desta segunda-feira o secretário de Saúde de Maringá, Jair Biatto, comentou sobre sua fala, semana passada, na câmara municipal, a respeito dos valores cobrados por insumos e equipamentos nesta época de pandemia, de uma forma geral.
O boletim sobre covid-19 da Prefeitura de Maringá deste sábado indica 14 novos casos neste sábado, 23. São 7 mulheres e 7 homens; a maioria tem entre 20 e 46 anos.
A Secretaria de Estado da Saúde informa no boletim deste sábado mais 161 confirmações de covid-19; assim, o total de residentes no Paraná é de 3.099. O número de óbitos aumentou em quatro desde ontem, são 150 agora.
Maringá registra nova alta nos casos de coronavírus nessa sexta-feira, 22. Foram 23 pessoas positivadas em 24 horas. Os casos estão, principalmente, em adultos entre 20 e 40 anos. A maioria é mulher. Tem, ainda, 4 crianças, as idades são 6 e 10 meses, 8 e 10 anos.
A ausência de mais um vereador em plenário, por suspeita de covid-19, eleva a cobrança de parte dos parlamentares para que a Câmara Municipal adote a videoconferência nas sessões ordinárias. O presidente da Casa, Mário Hossokawa (PP), ainda se mantém relutante quanto ao uso da tecnologia nas sessões.
O Paraná, com 81 pontos, aparece como quarto colocado no índice de transparência dos contratos emergenciais para o enfrentamento da covid-19 no Brasil. À frente estão os estados do Espírito Santo (97,4 pontos), Distrito Federal (88,6 pontos) e Goiás (84,8 pontos).
Maringá registrou 5 novos casos de coronavírus nesta quinta-feira. Os casos são de 1 criança de 1 ano, 3 mulheres (24, 30 e 44 anos) e 1 homem, de 54 anos.
A arrecadação do Governo do Paraná segue em queda em razão da pandemia da covid-19. Nos primeiros 15 dias de maio, a receita com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços foi de R$ 1,26 bilhão. O montante é R$ 631,4 milhões menor em relação ao mesmo período do ano passado, já corrigido pela inflação e sem contabilizar entradas relativas a combustíveis, energia e parcelamentos.
As perdas aos cofres públicos alcançaram 33,4% nas duas primeiras semanas do mês, período que corresponde, em média, a 73% do total de receitas esperadas para maio. O deficit no conjunto das primeiras quinzenas de janeiro a maio alcança 7,2%. Os dados compõem o novo boletim conjuntural, divulgado hoje O estudo é realizado semanalmente pelas secretarias de Planejamento e Projetos Estruturantes e da Fazenda.
Somando a perda de R$ 405 milhões no primeiro quadrimestre (-3,8% em relação ao mesmo período de 2019) com os R$ 631,4 milhões registrados em maio, a queda de arrecadação do Estado atingiu R$ 1,036 bilhão em termos reais. O valor já equivale a 54% da compensação que o Paraná vai receber do governo federal a partir de junho, R$ 1,9 bilhão.
Os impactos negativos no quadrimestre foram observados em razão do baixo desempenho de oito dos nove principais setores: energia, bebidas, automóveis, indústria, comércio varejista, comércio atacadista, serviços e combustíveis. Apenas agricultura/extração apresentou crescimento de receita em relação ao ano passado, reflexo da safra de soja e da manutenção das atividades no segmento de carnes.
O ICMS é a principal fonte de arrecadação do Estado e representa 59% da receita corrente líquida (RCL), já descontadas transferências obrigatórias. O imposto é o termômetro da atividade econômica (industrial, comercial e do agronegócio) e da circulação de bens e mercadorias. A perda de arrecadação impacta diretamente os municípios, que recebem, por lei, 25% do valor arrecadado.
VENDAS – Segundo o boletim, nove dos onze principais setores do comércio varejista registraram volume de vendas inferior no primeiro quadrimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado.
As evoluções se concentraram nos setores considerados essenciais na pandemia: hipermercados e supermercados (9%) e farmácias (11%). Nos demais, as perdas acumuladas variam entre 1% (materiais de construção e ferragens) e 28% (calçados). A venda de veículos novos caiu 17% nesse período.
No comparativo com o início da pandemia (valor de 100%), dois setores registraram movimentação acima do esperado na última semana, inclusive ultrapassando os indicadores de março: áudio, vídeo e eletrodomésticos, e informática e telefonia. Hipermercados e supermercados (82%), farmácias (79%) e materiais de construção e ferragens (94%) também geraram resultados positivos.
Na comparação com a semana anterior (4 a 10 de maio), houve perdas em cinco dos nove índices pesquisados (vestuários e acessórios, calçados, cama/mesa/banho, farmácias, e hipermercados e mercados); manutenção de patamar em dois (restaurantes e lanchonetes e materiais de construção e ferragens); e crescimento em dois, áudio, vídeo e eletrodomésticos e informática e telefonia.
PRODUTOS – Na classificação por produtos, as maiores quedas em valores absolutos de venda ao consumidor final no primeiro quadrimestre, em relação a 2019, ficaram com os setores de automóveis, tratores, outros veículos terrestres e suas partes (-R$ 699 milhões) e vestuário e acessórios (-R$ 275 milhões). Os maiores crescimentos foram em papel e cartão (R$ 208 milhões) e leite, laticínios e ovos (R$ 178 milhões).
Setorialmente, alguns produtos apontam trajetória de recuperação desde o início de abril, depois das quedas de março. Nesta coluna aparecem linha branca, televisores, telefone celular, móveis, colchão, iluminação, metalurgia e plástico. Bebidas alcoólicas, bebidas não alcoólicas, carnes, frutas, laticínios e cereais tiveram vendas regulares em todo o período. Combustíveis (etanol, diesel e gasolina), automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus caíram em março e ainda mantêm trajetórias abaixo do padrão.
EMPRESAS EM ATIVIDADE – No cenário específico do funcionamento para as empresas, o boletim aponta que 7,2 mil estabelecimentos que operam no Simples Nacional e 1,8 mil do Regime Normal ainda estavam fechados no dia 19 de maio. Esse número contrasta com o levantamento anterior (8,4 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 2,3 mil do Regime Normal fechados em 7 de maio) e indica aumento nas aberturas.
Cerca de 90% das empresas que emitem documentos fiscais (NF-e ou NFC-e) estavam em operação no Paraná na semana passada (11 a 15 de maio). Em Arapongas e Araucária o índice já alcançou 96%, e em Toledo e Francisco Beltrão, 95%. O resultado é um comparativo com o patamar de normalidade (valor referência igual a 100) da segunda semana de março.
ANÁLISE REGIONAL – O balanço de atividade econômica aponta queda de 22,7% entre 7 de março e 17 de maio. No confronto com a semana de 16 de abril, quando foi anotado o menor nível de movimentação econômica, já houve aumento de 30,2%. As maiores quedas durante toda a pandemia foram registradas nas macrorregiões de saúde Leste (-26,1%), Noroeste (-19,6%), Oeste (-18,2%) e Norte (-18,1%).
Entre a primeira semana de março e a segunda semana de maio, houve retração de 22,4% no comércio e na alimentação e de 23,1% no segmento industrial. A redução mais expressiva na atividade industrial foi contabilizada no Leste (Litoral, Região Metropolitana de Curitiba, Capital e Campos Gerais), com contração de 31,3%. A macrorregião Noroeste, de Maringá e Umuarama, registrou a maior queda no comércio e alimentos, 25,5%.
DESEMPREGO – O boletim conjuntural desta semana também aponta crescimento do desemprego no Paraná entre o quarto trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020. O Estado apresenta 7,9% de taxa de desocupação (calculada a partir da população economicamente ativa) entre janeiro e março, contra 7,3% do último trimestre de 2019. O novo coronavírus interrompeu uma trajetória de diminuição no desemprego iniciada no ano passado.
Mesmo com esse índice, o Paraná se mantém como um dos três melhores estados do País no indicador de ocupação, atrás apenas de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A taxa de desocupação nacional subiu para 12,2% no primeiro trimestre deste ano, alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o último trimestre de 2019. O Brasil soma 12,9 milhões de desempregados.
Os dados foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) a partir da última pesquisa Pnad Continua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na semana passada.
PROJEÇÕES NACIONAIS – O boletim também destaca alguns dados macroeconômicos do País, como a projeção de perda de 5,12% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 e crescimento de 3,2% em 2021, a desvalorização acumulada do real frente ao dólar em 2020, na casa de 31,9%, e a deterioração na arrecadação do governo federal.
GEOLOCALIZAÇÃO – O boletim também mostra que o índice de isolamento social caiu pouco no Paraná na última semana, 0,9 ponto percentual. O Estado registrava 37,8% da população em casa em 17 de maio, contra 38,3% em Santa Catarina e 40% no Rio Grande do Sul. O número foi calculado pela empresa In Loco com base nas informações de geolocalização dos celulares.
Confira o BOLETIM SEMANAL com dados do impacto da covid-19. (AEN)
Ao falar hoje aos vereadores sobre o combate à covid-19 em Maringá, o secretário de Saúde, Jair Biatto, disse que 2021 será seu ano sabático. “Preciso trabalhar pelo menos 25% menos”, disse o secretário que, portador de doença autoimune, não dorme há cinco dias e falou em pé, da tribuna, porque se sentasse não conseguiria levantar.
Melhorou muito a cotação para a maringaense Nise Yamaguchi assumir o Ministério da Saúde. É que associações de hospitais, clínicas e laboratórios privados do estado de São Paulo, bem como a Federação dos Hospitais Particulares, enviaram documento ao presidente Jair Bolsonaro, indicando o nome da Nise.
O Hospital Psiquiátrico de Maringá divulgou nota nesta tarde em que diz que não está interditado. A interdição foi anunciada em nota da prefeitura, na segunda-feira. “Estão suspensas, por prevenção, apenas novas internações pelo prazo de 30 dias”, acrescentou.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro realizou hoje à tarde uma homenagem ao deputado estadual Gil Vianna (PSL), que morreu ontem à noite, vítima da covid-19. Na cerimônia, a Alerj se solidarizou com as famílias de todas as vítimas da pandemia no país. O deputado usou cloroquina no tratamento.
A Secretaria Municipal de Saúde de Mandaguari recebeu hoje da 15ª Regional de Saúde a informação que uma mulher, de 61 anos, que realizou o teste de forma particular em Maringá foi confirmada com covid-19.
O presidente Bolsonaro parece ser uma pessoa incapaz de sentimentos pelo próximo e sua postura diante das mortes provocadas pela covid-19, são uma prova.
O documento de consentimento do novo protocolo para o uso da cloroquina, cujo uso está sendo ampliado para casos leves de covid-19 pelo Ministério da Saúde, só faz aumentar a polêmica em torno do assunto.
Agora há pouco equipes da UEM e outras instituições começaram a sair às ruas para testes rápidos de covid-19 e um levantamento da situação nos bairros.
Depois de exatos 50 dias de internamento, o ex-secretário municipal José Eudes Januário sairá nesta quarta-feira “e irá direto da UTI para a companhia, convívio e carinho da família”. A informação foi divulgada nesta noite.
A Associação de Docentes da Universidade Estadual de Maringá doou doze cestas básicas nesta terça-feira a acadêmicos estrangeiros. As cestas foram entregues pelo funcionário da Aduem, Hermínio Rodrigo Costa (Neto) e pelo motorista da universidade, João Luiz Suter.
Para se ter uma ideia do tamanho da preocupação com o surto de covid-19, verificado em Maringá no final de semana, o cenário chega a assustar até gente que dizia que o novo coronavírus não existia. Dois exemplos verificados com a situação:
O diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni, disse que como o tabagismo é fator de risco para infecções respiratórias, doenças vasculares, cardiovasculares e pulmonares, e o novo coronavírus tem aí sua principal porta de entrada, a “combinação é catastrófica”.
O prefeito Ulisses Maia vai falar hoje nas redes sociais sobre um novo decreto municipal, depois de um final de semana com 28 novos casos confirmados de covid-19 em Maringá.
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