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Akino

Análise e equívocos 3

Finalizou Milton Ravagnani: “Ficou em 2008 -No entanto, este não é o pensamento dominante no TSE. Para os ministros, quando há a substituição ou sucessão, aquele que substituiu ou sucedeu só pode disputar uma eleição, não tendo direito à reeleição. É o caso de Pupin, que disputou na situação de ter substituído Silvio Barros por cem dias este ano. Ele não terá direito à reeleição, mas terá direito ao mandato que conquistou nas urnas. Ah, a situação de 2008 não alcança esta disputa. Pelo fato de ele não ter disputado naquela oportunidade o cargo de prefeito. Disputou o de vice, que lhe era permitido.Continue lendo ›

Akino

Missão cumprida

Falando ao Pinga Fogo, que para variar encheu-lhe a bola, Ricardo Barros disse que após sua brilhante atuação, nos bastidores, e de Cida do marketing, na campanha de Pupin, agora este é a estrela. Só atuará se Pupin chamar. Deu a entender (acredite quem quiser) quenão interferirá na formação da equipe.  Aproveita o feriado para visitar a filha, Maria Vitória (não disse, mas deve ser na Suiça). Disse que sua maior jogada foi criar a disputa entre azul e vermelho.
Akino Maringá, colaborador

Midia

Mau gosto em época de eleição


Como sempre, a imprensa maringaense vira um prato para análise em período de eleição. Acima, foto de João Paulo Santos publicada na capa de hoje em O Diário, sobre o apoio da ministra Gleisi a Enio Verri (recentemente, o marido da ministra esteve em almoço com a direção do jornal), arrancou indignação de gente da área ao mostrar o vereador Mário Verri, presidente do PT maringaense e irmão do candidato a prefeito, arrumando os países baixos. Sem discutir o mau gosto da escolha da foto, a pergunta é: o jornal teria a mesma ousadia de publicar a foto se nela aparecesse Silvio Barros II ou sei irmão Ricardo, o poderoso?

Akino

Faltou boa vontade

Era pra ter debate na Globo nesta quinta-feira. Seria essencial nesse momento da campanha. Mas não vai ter porque a emissora local não aceita fazer com mais de 5 candidatos, embora em São Paulo aceitaria fazer com 6 e mesmo assim não terá debate lá. Para viabilizar o debate aqui seria necessário que dois candidatos desistissem, em troca evidentemente de alguma vantagem. Foi oferecido tempo nos telejornais locais da emissora para Débora e Abraão, já que Hércules estaria fora de qualquer maneira, pelo fato do seu partido não ter representação na Câmara Federal. Ocorreu agora o mesmo de 2008, quando valendo-se dos mesmos argumentos a TV Cultura cancelou o debate que faria três dias antes das eleições. Sílvio Barros comemorou, como comemora agora, só não realizando show pirotécnico na Av. Prudente de Moraes, porque o relacionamento do candidato Pupin com o irmão Ricardo não é dos melhores. Ponto para o chamado “Condomínio Barros”. (do blog do Messias Mendes)
Meu comentário: Esta Débora e Alberto ficarão devendo. Bem que poderiam abrir mão, em benefício da democracia, por mais paradoxal que possa parecer. Faltou boa vontade.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Como se estivesse tudo em paz

Depois do baque da notícia desta tarde – o parecer da PGE, que confirma a compreensão que muita gente faz tempo -, a campanha de Carlos Roberto Pupin segue. Amanhã os conhecidos “600 de Pupin” (é, dizem, o número de cabos eleitorais contratados) foram chamados para fazer caminhada na avenida Brasil e, no domingo, no Auditório Dona Guilhermina, uma reunião para injetar ânimo na turma com uma grande atração: Silvio Barros II – sim, o Sr. Avião.
Agora é torcer para a turma acreditar, pelo menos o quanto Pupin acreditou em Ricardo e Silvio II até agora. E procurar esquecer esta sexta-feira, onde até caminhada na rua Paranaguá, na Zona 7, deu problema (um comerciante não deixou o trio Pupin, Silvio II e Crispim entrar em seu estabelecimento). Enquanto isso, na televisão, musiquinha pra cá, musiquinha pra lá, maquetes eletrônicas e promessas ao gosto do freguês.

Eleições 2012

Justiça Eleitoral suspende divulgação de pesquisa da Data Vox

Por suspeita de falta de idoneidade da empresa que realizou o levantamento, o juiz eleitoral José Cândido Sobrinho, da 66ª Zona Eleitoral, deu liminar suspendendo a divulgação da pesquisa de intenção de votos para prefeito de Maringá realizada pela Data Vox Brasil Assessoria e Pesquisa Ltda-ME e publicada no jornal Hoje Notícias. Ele atendeu pedido feito pela coligação “Maringá de toda a nossa gente”, que apontou que não cumpriram as exigências legais, como falta de informações indispensáveis à comprovação da regularidade da empresa de pesquisa e do estatístico, irregularidade no plano amostral e ponderação. O Ministério Público, que opinou pelo deferimento da liminar, destacou no parecer que merece maior atenção neste momento e a questao da regularidade da empresa responsável pela pesquisa junto ao órgão competente. Continue lendo ›

Blog

Memória eleitoral

Memória Política
(Atualizado) A fotografia, de março de 1989, é a prova da dinâmica da política maringaense. Nela aparecem, da esq. p/ a dir.: Carlos Roberto Pupin, então na executiva do PRN maringaense; o ex-presidente Fernando Collor de Mello, na época governador de Alagoas; o odontólogo Ricardo Benedito de Oliveira, que presidiu o PRN de Maringá; o publicitário Edson Marques; Djalma Mello, da extinta Rede Ferroviária Federal; e o empreiteiro Edenilso Rossi. O tempo passou e 23 anos depois temos: Pupin candidato a prefeito de Maringá pelo PP; Ricardo Benedito de Oliveira, da Uningá, consolidado como, até agora, o maior financiador da campanha a prefeito de Enio Verri (PT); e Rossi, que recentemente separou sua sociedade com Pupin, tendo ajudado a financiar as campanhas de Silvio Barros II em 2004 e 2008.

Eleições 2012

Pupin já recebeu mais da metade doada em 2008

O candidato a prefeito pela coligação “A mudança continua” Carlos Roberto Pupin (PP) recebeu R$ 631.357,33 em doações – mais da metade dos R$ 1.346.839,98 que Silvio Barros II recebeu para a reeleição em 2008. Deste valor, uma boa parte veio dos diretórios nacional e estadual do partido, presidido pelo irmão mais novo (R$ 150 mil), outra de clínicas médicas tradicionais doadoras da mulher, Cida Borghetti, sendo que o maior doador individual foi a Pneumar, de propriedade do ex-presidente da Urbamar, Francisco Feio Ribeiro Filho. Pela primeira vez, o Cesumar doou R$ 80 mil (mais que o seu administrador, Wilson de Matos Silva, doou em 2008: R$ 25 mil). A família Pupin não doou nenhum tostão, mas a família Barros (Cida, Ricardo e Silvio II) declarou ter doado até agora para a campanha do vice-prefeito R$ 100 mil redondos.
A campanha de Pupin ainda recebeu R$ 6 mil da Center Towers Administração e Incorporação Ltda., que em 2008 também doou R$ 6.533,18 para a campanha de Silvio Barros II. A empresa pertence a Élio Alves Pereira, que em 2001 agrediu um casal (o marido estava em tratamento de câncer) ao sair de um bar na avenida Humaitá, na Zona 4.

Eleições 2012

Ex-doadores trocam Silvio II por Enio Verri

A campanha do deputado estadual Enio Verri (PT) à Prefeitura de Maringá recebeu até agora doações de R$ 679.700,00. A maior parte veio de Ricardo Benedito de Oliveira, da Uningá, que sozinho doou R$ 285 mil. Oliveira foi presidente do PRN (partido do ex-presidente Collor de Mello) em Maringá; o PRN também foi presidido aqui por Carlos Roberto Pupin. O segundo maior doador foi a Construtora OAS, da Bahia, cujas iniciais durante muitos anos ficaram conhecidas como “Obrigado Amigo Sogro”, pois pertence a Cesar Mata Pires, um dos homens mais ricos do país, casado com Arlette, filha do ex-ministro baiano Antonio Carlos Magalhães. A OAS colocou até agora R$ 150 mil na campanha de Verri.
Chama a atenção entre os doadores do candidato do PT as doações da Wegg (Construtores e Empreendimentos Imobiliários), no valor de R$ 5 mil. A empresa pertence a Waldemar Guiomar, empresário muito próximo dos fratelli Barros – foi chefe de gabinete do pai deles, Silvio Magalhães Barros, nos anos 70 – , e que em 2008 doou R$ 14 mil a Silvio II. Guiomar teria sociedade informal com o irmão mais novo em empreendimentos imobiliários na cidade. Além dele, a Empreendimentos Imobiliários Ingá, que em 2008 doou R$ 45 mil para o irmão mais velho, aparece com doação de R$ 30 mil. A empresa pertence, entre outros, aos empresários Domingos Bertoncelo e Antonio Carlos Braga, que por sua vez foram sócios de Guiomar.

Maringá

Começa a Semana da Pátria

Semana da Pátria
A Semana da Pátria, que tem como lema “A Pátria não é ninguém. Somos todos!”, foi aberta oficialmente hoje na Câmara de Maringá. Na abertura estiveram presentes a chefe do Núcleo Regional de Educação, professora Maria Inês Teixeira Barbosa, o prefeito Silvio Magalhães Barros II, o comandante do 4º Batalhão, tenente-coronel Antonio Roberto dos Anjos Padilha, o delegado da 3ª delegacia do Serviço Militar, tenente Gilberto Muller da Silva, o chefe de instrução do Tiro de Guerra, subtenente Fabian Wouters, o procurador jurídico da Câmara, Raphael Luque, o diretor geral da Câmara, Oscar Batista de Oliveira, e estudantes e professores do Instituto de Educação Estadual. Na foto, o jornalista e professor Ricardo Torquato, coordenador do curso de Jornalismo do Cesumar, que falou sobre o funcionamento e a importância da TV Educativa. Leia mais.

Akino

Parques, os problemas continuam

Definitivamente a adminsitração Barros/Pupin tem causando problemas quando se fala em parques. O Parque do Japão não teria dinheiro público e já tem caminhão de recursos do erário, sem contar que até hoje não se sabe para que serve. O Parque do Ingá ficou fechado, só foi reaberto por pressão, e se gastou muito em obras que até hoje não terminaram. E agora o parque industrial de RB, com desapropriações na base da pressão, conversa telefônica bem suspeita entre Ricardo e Leo. Muita pressa na venda. Suspeitas de propinas. Abertura de inquérito pelo MP.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Passando o bastão

A deputada federal Cida Borghetti (PP) estaria jogando a toalha. Ela faz parte da coordenação da campanha de Carlos Roberto Pupin, ao lado de Ricardo (geral), Silvio Barros II (programa de governo) e Hamilton Cardoso (vereadores). Cida cuida da área de marketing e propaganda da campanha da coligação “A mudança continua” e, irritada com as críticas pelos erros cometidos até agora, estaria pensando em abrir mão da responsabilidade.
O vereador João Alves Correa (PMDB), muito respeitado dentro da coordenação da campanha, seria um dos nomes cogitados para assumir a tarefa caso se concretize o afastamento da parlamentar.

Blog

PMDB, uma ameaça

Tenho a impressão que o PMDB de Crispim, John, Grillo e cia sonha mais alto do que com o cargo de vice-prefeito. No fundo sabem que Pupin, se eleito, terá muitos problemas e que não será surpresa que tenha o mandato cassado por malfeitos articulados pelo chefão, mas que acabaram marcados por suas digitais. Cassado o prefeito, assumiria o vice, de preferência alguém sem a experiência de Cláudio Ferdinando, para ser manipulado pelo grupo, que na prática assumiria o comando, tirando fora até o então chefe, às essas alturas ferido pela degola de Pupin, ficaria fora de combate.
Corremos o risco de nos livrarmos dos Barros e cairmos nas mãos de outro grupo tão articulado quanto. Imaginem a gana que estarão John e Crispim, por exemplo, para se vingar do povo maringaense, pelo que ‘sofreram’ dos últimos tempos. Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Vereadores com rabo preso

rabo preso
Circula na internet a relação de vereadores que têm o rabo preso em relação à CPI dos Barros. A lista inclui os médicos Paulo Soni e Carlos Eduardo Saboia, cujos partidos, PSB e PMN, respectivamente, deliberaram pelo voto favorável à CPI do Ricardoduto. Clique para ampliar.

Akino

Laranjas podres, quem?

Só hoje assisti a sessão da última quinta, da Câmara de Maringá e pude perceber a reação violenta de John e Heine Macieira contra o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. Falando depois de Humberto Henrique, que disse que a denúncia contra Ricardo era o assunto, John, visvelmente alterado, com aquele vozeirão de locutor, disse que o assunto era o mensalão do PT. Heine , depois de falar da injustiça das denúncias contra os Barros, disse que não falava do Ministério Público como instituição, mas dos laranjas podres que fazem parte. Quem seriam os laranjas podres, segundo Macieira ? Por acaso estaria o líder do frefeito ofendendo dr. Cruz e dr. Laércio Januário? Entendi que sim, mas posso estar errado.
Em seguida, falou Mário Verri que deu um sabão nos dois, lembrando que o mensalão é do PP, do PMDB, e que o líder é como zaqueiro, que faz falta, escondido, e fica bravo como juiz que marcou, numa total inversão de valores.
Akino Maringá, colaborador

Humor

Desmentido


O leitor que se identifica Pupin Barros envia a fotomontagem rebatendo o candidato Wilson Quinteiro, que disse que publicidade não enche a barriga de ninguém.

Blog

Requerimento aguarda uma assinatura


Este é o requerimento que pede a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Maringá para investigar as denúncias de fraude na licitação para contratação de agência de publicidade na administração dos fratelli Barros, no final do ano passado, a CPI do Ricardoduto. Assinado por quatro vereadores – Humberto Henrique, Marly Martin Silva, Mário Verri e Manoel Sobrinho -, o documento aguarda apenas mais uma assinatura para começar a funcionar. Mas na sessão de hoje ninguém da Turma do Amém quis botar o jamegão no papel. Os autores esperam que a posição dos 11 seja revista nos próximos dias.

Akino

Do Caixa Zero

(…) Barros, que aparentemente era tão prefeito de Maringá quanto o irmão, Silvio Barros, dá ordens para um secretário municipal. A conversa não permite conclusões mais apressadas, mas uma coisa é certa: Barros estava interferindo para que a licitação ocorresse de determinada forma. (Texto de Rogério Galindo, do blog Caixa Zero, leia aqui.)
Meu comentário (Akino): Caro Rogério, discordo do trecho. Na verdade Ricardo é, de fato, quem dá ordens na prefeitura, ou seja, o prefeito. Certamente pretende continuar atuando numa eventual administrração de Pupin. Há quem diga que este não permitiria. Fica a dúvida. O que acha, Zago?
Akino Maringá, colaborador

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Aniversário de quase cassação

No próximo dia 8 a votação e arquivamento do processo de cassação do mandato do então prefeito Ricardo José Magalhães Barros vai comemorar 22 anos. Nascia naquele dia o famoso Grupo dos 13 – quase um Grupo dos 12, número de partidos que hoje apoiam o capo e seu candidato a prefeito pelo PP. Foram fundamentais para a formação do Grupo dos 13 quatro vereadores de então: Nilson de Oliveira, Nereu Vidal Cezar, Laércio Nora Ribeiro e Paulo Mantovani.

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Um crime em andamento

Mais um crime está sendo cometido em Maringá – e uma pena que seja na gestão dos 100 dias do prefeito interino Carlos Roberto Pupin, que parece não contestar nada que lhe tem sido imposto pelos fratelli. Trata-se da entrega do terreno da antiga estação rodoviária, crime lesa-pátria praticado por Silvio Barros II a mando do irmão mais novo Ricardo, para a iniciativa privada às vésperas de uma eleição municipal, o que torna tudo ainda mais fétido e repulsivo. Não houve discussão séria sobre o tema e o nome de entidades como a Aeam e Codem estão sendo usados para respaldar essa barbaridade, que fez até com que houvesse a renúncia da presidência da comissão que analisa o processo. O representante da empresa que venceu a licitação é politicamente ligada aos fratelli, fazendo parte inclusive da coligação que apoia Pupin.
É uma pena que as chamadas forças vivas da cidade finjam que nada existe, fechando os olhos para o verdadeiro crime que esta administração, prestes a se encerrar, está cometendo, comprometendo o futuro da tal qualidade de vida tão propalada de Maringá. Um dos maringaenses de brio, que resiste e contesta a forma como tudo está sendo feito – rápido, ao arrepio da discussão com a cidade e os profissionais da área – lança o questionamento: pra quê dar todo aquele terreno público para a iniciativa privada, em troca de uma merreca de uma biblioteca que o projeto contempla? Simples assim: pra quê? Já temos um cine-teatro Plaza, público, largado, ao lado. É preferível deixar do jeito que está, pois pelo menos é do povo. O projeto prevê a construção de várias salas comerciais e centenas de apartamentos num arranha-céu, uma aglomeração que causará danos irreparáveis à qualidade de vida no centro da cidade, diminuindo o espaço essencialmente público. Maringá, onde estão os que lhe amam?

Blog

PSD também vai com o PP

psd
O ex-deputado estadual Ricardo Maia venceu e o PSD oficializa sua entrada no condomínio partidário dos fratelli Barros e vai apoiar a candidatura a prefeito do PP. Maia disputava com o também ex-deputado estadual Divanir Braz Palma, que defendia ir com o PSC no apoio ao PT. A possibilidade de vice do PSB de Wilson Quinteiro sequer foi colocada em votação.
Com a decisão, o PSB deve disputar a Prefeitura de Maringá com chapa pura. A vice seria Roeling da Costa, esposa do secretário de estado das Relações com a Comunidade, Rene Pereira da Costa.

Verdelírio

Festa Portuguesa

Começa hoje no Centro Português de Maringá a maior festa portuguesa do Paraná, cujo encerramento será no dia 21 de julho. Neste período, todos todas as sextas e sábados, a partir de 9 horas haverá festa junina com muita animação, comida típica portuguesa, como bacalhau ao forno, bacalhau assado, bolinho de bacalhau, caldo verde, pastéis, frango assado na brasa, espetinho de carne, músicas típicas, danças folclóricas e muita música ao vivo. Hoje será a abertura oficial.Continue lendo ›

Akino

Rita ou Tufão?

Não sou fanático por acompanhar novelas, mas a Avenida Brasil, talvez pelo título, que lembra Maringá, tem me prendido a atenção. Acompanho também a novela da sucessão municipal e fico intrigado com o papel do personagem Pupin. Como o homem sério, honesto, ético pode se submeter ao que está acontecendo, transformando-se , aparantemente, num verdadeiro irmão Barros? O que passa na sua cabeça? Quais suas intenções em relação ao seu futuro e o futuro de Maringá? Será que se eleito, continuará fazendo o papel de Silvio II, sendo prefeito de direito, mas não de fato?Continue lendo ›

Verdelírio

Rumo ao Japão

Amanhã, o deputado federal Luiz Nishimori (PSDB) embarca para o Japão liderando uma comitiva de 14 pessoas. E no dia 29 quem embarca rumo ao Japão é o prefeito licenciado de Maringá, Silvio Magalhães Barros II, que lidera comitiva com 26 pessoas.Continue lendo ›

Akino

Macieira e Rocha Loures decidiram…

…que não haverá queima de lixo em Maringá. Foi que o disse o líder do prefeito, falando a Milton Ravagnani, ferrenho defensor da técnica, e por consequência da instalação da usina que consumiria cerca de R$ 350 milhões. Heine, que antes defendia com unhas e dentes a queima, disse que diante das dúvidas surgidas sobre os possíveis males à saúde, o seu partido reunido, o seu presidente Rocha Loures e ele, que são médicos (palavras de Macieira), decidiram proibir a incineração de lixo em Maringá.
Meu comentário: Conta outra ‘Dotô’. Na verdade vocês dos PP desistiram pela pressão e convencidos que não dava para enganar todo mundo Continue lendo ›

Akino

Passou na TV

O título faz referência a um quadro do “Agora é Tarde” de Danilo Gentilli, bom programa do ex-CQC, e serve de mote para reproduzir postagem de Lauro Barbosa: “Os comentaristas do Jornal da Massa/Rede Massa não perdoaram o prefeito licenciado por 100 dias, Silvio Barros II, por conta de uma risadinha amarela que soltou no momento em que concedia entrevista para justificar o longo período de ausência há cinco meses da eleição. A Ruth Bolognese tirou um sarrinho ao dizer que a Rio+20 só dura uma semana.”
Meu comentário: Também assisti e destaco mais: Denian Couto, que confundiu o nome do prefeito (disse Ricardo e corrigiu para Silvio) perguntou à Ruth a pronúncia correta de Pupin e ela que diz conhecer bem Maringá não sabia, sinal do quanto ele é conhecido.Continue lendo ›

Akino

Com licença…

A expressão pode significar uma maneira educada de pedir passagem ou autorização para entrar ou sair de uma conversa, por exemplo. Teria sido assim que Pupin falou para entrar de vez da disputa pela sucessão de Ricardo, digo, Silvio Barros II? Por que o prefeito, que renunciaria para ser secretário no lugar do irmão, agora pede licença, sem vencimentos, para coordenar da frente de prefeitos na Rio + 20 ? Dá licença! Contem outra, esta só cola para os mais ingênuos. Alguma coisa não está dando certo no esquema armado.
Uma dúvida: Este trabalho de coordenador da frente de prefeitos é remunerado? Pode o prefeito abrir mão de 100 dias de subsídios? Com licença, tenho mais o que fazer.
Akino Maringá, colaborador

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Abrelpe aciona jornalista e arquidiocese

(Atualizado) A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), com sede em São Paulo, ingressou com notificação judicial contra o jornalista Messias Mendes e contra a Mitra Arquidiocesana de Maringá (representada pelo arcebispo dom Anuar Battisti e pelo monsenhor Marcos Aurelio Ramalho Leite). Os autos tramitam há dez dias na 7ª Vara Cível e na 1ª Vara Cível da comarca, respectivamente. Não se tem conhecimento do teor, mas se refere nos dois casos à distribuição de um tabloide nas igrejas da arquidiocese, em fevereiro passado, com informações contra a instalação de uma usina de incineração de lixo na cidade, defendida pelos irmãos Ricardo e Silvio Barros II, para a qual o município desembolsaria R$ 310 milhões somente neste ano. De acordo com o acompanhamento processual pela internet, hoje o juiz Abílio T. M. S. de Freitas autorizou a intimação do jornalista, que assinou como responsável pela publicação, e há dois dias o juiz Mário Seto Takeguma ordenou a entrega dos autos à parte; a Mitra também não foi notificada. A Abrelpe contratou um advogado de Campo Mourão para acompanhar os processos.
A Fox, empresa que mantém entendimentos com os fratelli para viabilizar a usina, acionou a Abrelpe contra o jornalista e a arquidiocese em mais um capítulo do que parece uma guerra santa. Logo após a distribuição do tabloide (foram impressos 50 mil), o prefeito Silvio Barros II atacou os padres e a Igreja Católica, já que não admite oposição ao incinerador.