ana lúcia rodrigues

Maringá

Professora responde a O Diário

Da professora Ana Lúcia Rodrigues, professora do DCS-Universidade Estadual de Maringá e coordenadora do Programa de Mestrado em Políticas Públicas e dodo Observatório das Metrópoles/UEM-Maringá:
Ana_Lucia_RodriguesNa matéria sobre mobilidade urbana publicada n´O Diário deste domingo (25/5), minha fala apresentada é óbvia e pífia, pois foi recortada somente naquilo que interessava ao também óbvio e pífio jornal. Fiz uma análise consistente na entrevista sobre a importância do transporte coletivo para a garantia da mobilidade sustentável na cidade e disse que escolher transporte individual não é uma opção da população, mas é uma falta de opção, pois o serviço de transporte coletivo é precário e caro. Também falei que isso se deve ao processo de concessão do transporte coletivo em Maringá que foi viciado e que trará conseqüências graves para as gerações futuras. Disse à jornalista que isso se deve à péssima licitação realizada num processo em que o preço da tarifa não foi elemento de concorrência e que garantia à empresa vencedora (e todos sabiam qual seria) 40 anos de concessão; monopólio e administração de todos os novos modais que forem implantados (metrô, VLT, BRT, Tram, bicicleta, charrete). E, o que é pior, que se ao final de cada um dos 40 anos a empresa tiver prejuízo em relação à expectativa de lucro que tinha quando entrou no sistema, a prefeitura a ressarcirá. Uma pesquisa contratada pela prefeitura deu respaldo ao edital e mostrou que 0,5% dos usuários saíram do sistema em cada um dos 10 anos anteriores à licitação. Ou seja, diante do precário e caro serviço de transporte coletivo oferecido, possivelmente os usuários que saíam continuarão a sair, pois o contrato de concessão não garantiu a melhoria do serviço, muito pelo contrário.

Maringá

Erro de origem

De Messias Mendes:
“Tem várias questões obscuras envolvidas nesse projeto do Parque Industrial 3. Vou falar de uma apenas: a própria criação desse Parque se vincula a uma fraude, pois teve origem no Art. 50-A incluído sem apresentação ou aprovação na Conferência Pública de 21 de dezembro de 2009″.
. Professora Ana Lúcia Rodrigues (Observatório das Metrópoles/UEM)

Brasil

Professora da UEM está em livro do Ipea

livro
A professora Ana Lúcia Rodrigues, do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e do Observatório das Metrópoles-Núcleo UEM/Maringá, participa do livro “Território metropolitano e políticas municipais – Por soluções conjuntas de problemas urbanos no âmbito metrpolitano”, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Ela é autora do capítulo 2, “Ingovernabilidade metropolitana e segregação socioespacial: receita para a explosão da violência”. Elaborado por técnicos do Ipea, em parceria com membros da academia, a publicação busca integrar temáticas usualmente separadas na literatura e na política. De maneira geral, os artigos que compõem a obra defendem a urgência de uma proposta de definição de política pública federal e regulação do financiamento para o conjunto das regiões metropolitanas brasileiras.Continue lendo ›

Geral

Professora Ana Lucia participa da Conferência do Desenvolvimento

Ana_Lucia_RodriguesA professora Ana Lucia Rodrigues, do Departamento de Ciências Sociais da UEM e coordenadora do Observatório das Metrópoles, participa como palestrante da etapa nacional da terceira Conferência do Desenvolvimento e da Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional, em Brasília, de 19 a 21 próximos. Ela foi convidada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada para participar do debate “Otimização da Governança Metropolitana como Propulsor do Desenvolvimento Regional” juntamente com a professora Ana Lucia Britto do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo (Prourb) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do professor Luiz Cezar de Queiroz Ribeiro, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A Conferência do Desenvolvimento é realizada anualmente pelo Ipea como um espaço nacional de debates sobre o desenvolvimento que permite a sociedade em geral conhecer indicadores, pesquisas e modelos de desenvolvimento, fundamental no processo de conhecimento e reconhecimento de um país.

Blog

Opinião & Notícias


Áudio do programa de hoje (Banda 1 AM, 1090), com uma entrevista que é uma verdadeira aula sobre Maringá e região com a professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles.

Má-ringá

Conferência a toque de caixa

Da professora Ana Lucia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles, a propósito da nova audiência pública para mudança do Plano Diretor: “A prefeitura perdeu a Conferência do mês passado, pois as propostas apresentadas estavam totalmente irregulares. As irregularidades que compõem este processo são muito graves, mas o pior de tudo é que o erro foi aprovado pela maioria dos conselheiros e dos delegados na maioria compostos pelos CC’s da prefeitura. Aprovados pela plenária da Conferência, os erros foram transformados em projeto de lei e, no dia seguinte, encaminhado ao Legislativo e aprovado pelos 11 vereadores da base do prefeito. Como conselheiras representantes da UEM, encaminhamos ao Ministério Público uma petição em que denunciávamos isto que agora se confirma, pois se convoca a toque de caixa, outra Conferência para alterar de novo o Plano Diretor, como se num Estado de Direito legislar significasse garantir a qualquer preço todos os interesses de um grupo. O mínimo que se pode dizer de uma prática autoritária como esta é que ela é ridícula, ou talvez encubra interesses que devem ser bem mais “robustos” do que se possa imaginar.”

Maringá

Conferência Pública: um espaço de garantia dos direitos para todos

Por Ana Lúcia Rodrigues e Fabíola Castelo de Souza Cordovil:
Apesar de faltarem apenas vinte dias para o final do seu mandato, o prefeito de Maringá convocou uma Conferência Municipal para o dia 10 de dezembro de 2012, das 8h30 às 17 horas, no Plenário da Câmara Municipal com a finalidade de alterar o Plano Diretor (PD) de Maringá. A questão é que o Plano Diretor já define uma conferência de avaliação e alterações das leis para 2013.
Ou seja, o próximo prefeito é quem deveria mobilizar toda a sociedade num amplo processo participativo a fim de avaliar o Plano Diretor naquilo que foi realizado e no que não foi efetivado, analisando as ações acertadas e, também, os fracassos. E, então, pensar conjuntamente o que se espera para o futuro de Maringá. Assim, somente a partir desse “processo participativo” é que seria possível promover alterações que se apresentarem pertinentes e justificadas para toda a população.Continue lendo ›

Opinião

Greve: combate político

De Ana Lúcia Rodrigues-professora do DCS/UEM:
Ninguém dá nada a ninguém numa sociedade em que o coletivo é uma mera ficção e o individual é quem reina. Assim, resta às diversas categorias de trabalhadores se articular ou amargar a cassação dos poucos direitos que possuem, os quais no Brasil, nem chegaram a constituir condição de bem-estar mínimo a todos. Afinal, o bem-estar está à venda no mercado. Por isso, os trabalhadores devem se tornar protagonistas de uma luta em vias de ser construída e praticada, para explicitar as contradições e os conflitos desta sociedade que a elite econômica – incluindo as altas rendas e as que desejam ser altas (aquelas dependuradas nos limites bancários e nos “carnezões”) – e a elite política – aquela que vem assegurando ao capital que lhe financia acesso aos fundos públicos – insistem em não querer enxergar. São os “sem acesso”; os “sem parcelas”; os “sem direitos” os que devem e podem tornar visível, dizível e contável aquilo que o poder não vê, não diz e não leva em conta em suas políticas corporativistas (para relembrar Rancière). Corporativismo que serviu, na prática, para desmantelar o pluralismo sindical (acusado de promover atividades anti-sociais e comunistas) e para instituir o “sindicato” enquanto apêndice do Estado.Continue lendo ›

Blog

Parque industrial: pedido de esclarecimento

Enquanto o secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Cláudio Tadeu Batistela, foge de dar explicações na câmara municipal sobre a reserva de terrenos no Parque Industrial Cidade de Maringá, a professora Ana Lúcia Rodrigues, conselheira do Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial, protocolizou hoje à tarde ofício solicitando informações sobre o polêmico assunto. O documento é dirigido ao presidente do CMPGT, Walter Progiante, secretário de Planejamento da cidade. Pela segunda vez seguida, o CMPGT não realizou reunião esta semana; na semana passada o cancelamento deu-se por falta de quorum (representantes do poder público não compareceram) e hoje a reunião foi cancelada duas horas antes de começar. O parque industrial, de acordo com as gravações telefônicas feitas com autorização da justiça, teria sido planejado e executado pelo irmão do prefeito, Ricardo Barros, reforçando suspeitas de fraude.

Eleições 2012

Declaração de apoio

A professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles de Maringá, gravou em vídeo seu apoio a Luiz Modesto, candidato a vereador pelo PCdoB. Na UEM, um grupo de mais de 35 professores apoia Modesto, que faz sua estreia na política nestas eleições.

Eleições 2012

PCdoB ainda tenta a vice

Ao reacertar com Wilson Quinteiro, o PMDB dispensou uma conversa que vinha ocorrendo para que a professora Ana Lúcia Rodrigues (PCdoB) fosse vice do médico Durval Francisco dos Santos Filho. A negociação passava pelo superintendente do Hlospital Universitário Regional de Maringá, José Carlos Amador, antigo filiado peemedebista. Dizem que o reitor da UEM, Julio Santiago, também estava na articulação. Como toda a articulação eleitoral do PMDB está sendo feita por Curitiba, que decidiu por Quinteiro, o presidente estadual do PCdoB, Chico Brasileiro, que recebeu o apoio dos petista para a sua candidatura em Foz do Iguaçu, ainda não desistiu de tentar emplacar a professora como vice de Enio Verri.

Eleições 2012

Prestigiando a convenção do PR

Convenção do PR
A professora Ana Lúcia Rodrigues, do PCdoB, prestigia convenção do PR de Maringá que acontece nesta noite, buscando apoio para sua candidatura a vice-prefeita da coligação que apoia Enio Verri. A argumentação dos comunistas é da necessidade de uma mulher compor a chapa majoritaria, já que as mulheres ocupam os principais cargos da Presidência da Republica, as petistas Dilma e Gleisi. Na foto, ela ao lado do presidente do PR, Marco Aurélio Saldanha Rocha, e de Luiz Modesto.

Blog

Campanha pede Ana Lúcia vice-prefeita

Ana Lúcia
Na internet, uma campanha pede a professora Ana Lúcia Rodrigues como vice-prefeita. Certamente, um grande nome; possivelmente, a melhor opção de 2012. Se o PCdoB tiver autonomia, ela pode mesmo sendo candidata do PMN, PSB e, dificilmente, do PT.

Maringá

Ana Lúcia Rodrigues no Ipea


A professora Ana Lúcia Rodrigues, do Departamento de Ciências Sociais e coordenadora do Observatório das Metrópoles da UEM, foi contratada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para compor, a partir deste mês, a equipe que desenvolverá o projeto Estudo das Regiões Metropolitanas no Brasil. A iniciativa tem a finalidade de investigar o fenômeno de metropolização brasileiro contemporâneo, à luz de variadas dimensões analíticas. Ana Lúcia será responsável pela temática Planejamento e gestão compartilhados e funções públicas de interesse comum. O Ipea é uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros.

Cultura

Café Cultural de agosto

O Café Cultural de agosto foi marcado para o próximo dia 10, na Casa de Bamba (avenida Nildo Ribeiro da Silva, 4.449). O tema da noite será “Desenvolvimento urbano e desigualmente social”, a ser abordado pela professora Ana Lúcia Rodrigues, coordenadora do núcleo local do Observatório das Metrópoles. Para participar, basta confirmar presença pelo e-mail cafemga@yahoo.com.br, bastando R$ 5,00 de couvert e levar um vinho ou suco de uva.