árvores
Omissão e mau exemplo da prefeitura fazem proliferar corte ilegal de árvores em Maringá

Enquanto a Prefeitura de Maringá dá mau exemplo e derruba mais de 450 árvores em apenas três avenidas (Kakogawa, Morangueira e 19 de Dezembro), a cidade continua sem um plano de manejo de árvores, o que faz proliferar os chamados pica-paus – pessoas que cortar árvores do passeio público sem autorização do município -, especialmente na periferia.
Se não há um sistema de proteção à vegetação, o que dizer de punição a quem comete este tipo de irregularidade?Continue lendo ›
Motosserra em ação

Hoje, na avenida Morangueira, em Maringá, em mais um capítulo vergonhoso escrito por políticos da paróquia, com dinheiro federal. Veja mais fotos:Continue lendo ›
Árvores na 19

A Secretaria Municipal de Serviço Públicos começou a plantar mudas de árvores nas calçadas da avenida 19 de Dezembro, em Maringá.
Para se fazer a ciclovia (até agora, nem sombra dela) foram retiradas cerca de 50 árvores, a maioria flamboyants.Continue lendo ›
Agora, na Morangueira
Legado maldito

Preocupados apenas com seus dúbios projetos, escreve o leitor que fez as fotos, os nomes dos administradores de Maringá certamente serão um dia proscritos da história desta cidade para as próximas gerações, estão dia após dia matando o verde que já chegou a ser destaque nacional como modelo de preservação ambiental.

Hoje a cena que se vê na avenida Kakogawa é lastimável: centenas de grevíleas plantadas há mais de 30 anos bem como muitos ipês roxo, símbolo da cidade, estão sendo retirados sem que a população sequer fosse consultada sobre esta obra que está avaliada em mais de R$ 13 milhões.Continue lendo ›
Cada vez menos árvores

Avenida Kakogawa e praça Emíli Farjado Espejo, zona norte de Maringá, neste domingo, 24 de abril.Continue lendo ›
A turma que odeia árvores

Leitor, comentando a administração Pupin/Barros, que manteve a tradição do grupo que odeia árvores, diz não entender o que estão fazendo na avenida Kakogawa, com a retirada de centenas de árvores.
“Simplesmente desmataram toda a avenida. Era uma das únicas avenidas que ainda tinham sombra. Simplesmente arrancaram todas as árvores do canteiro e das praças, e com uma agilidade que chega até dar orgulho, uma vez que esperamos por um corte de árvore que está condenada na casa da minha avó há mais de três anos. Outra que não foi cortada caiu na minha casa no fim do ano. (…) Tô muito de cara”.
Desarmonia com a natureza
O respeito da administração Pupin/Barros com a natureza só empata com a administração Barros/Pupin, quando o Silvio Barros II (PP) não poupou motosserra.
Leitor envia o vídeo, curtinho, feito hoje à tarde, mostrando a derrubada de grevíleas no canteiro central da avenida Kakogawa, para a implantação de corredor de ônibus. “Uma atrás da outra”, observa. Continue lendo ›
‘A destruição começou’
Árvores a menos
A propósito das obras nas avenidas Morangueira e Kakogawa, em Maringá, leitor lembra que circula a informação de que mais de 400 árvores seriam derrubadas para que as canaletas exclusivas para os ônibus do transporte coletivo sejam construídas.
A prefeitura não confirmou a notícia ao blog, mas como nos últimos anos, a partir do Prefeito Motosserra, o poder público municipal não tem conseguido fazer obra preservando árvores, não dá para duvidar.
Árvores ao chão
Árvores nunca mais

A propósito de recente postagem sobre a derrubada de todas as árvores da avenida 19 de Dezembro, leitor envia a foto e comenta:
– Com essa brita rachão no canteiro, nunca mais teremos árvores lá…
A prioridade deles

Antes de virar o inferno na terra, a avenida 19 de Dezembro tinha canteiro central com árvores.
Como em Maringá a regra é exterminar as saudáveis e manter as condenadas, hoje não há nenhuma no espaço entre a praça 7 de Setembro e a avenida Colombo.Continue lendo ›
Fora as motosserras…

Na edição de hoje do Órgão Oficial do Município, foi publicado um edital de notificação para a fornecedora de papel A4, observa leitor. São R$ 78 mil por 6.820 resmas.
Considerando que cada resma pesa 2,8 quilos e são necessárias 11 árvores para uma tonelada de papel A4, a burocracia da prefeitura consome mais de 200 árvores anualmente. Sim, só a burocracia, fora as motosserras…
Mais uma tarde de caos

Chuva em Maringá é sinônimo de caos. Hoje faltou energia elétrica em partes da cidade, semáforos deixaram de funcionar, árvores caíram (acima, sobre um carro ns
Zona 4), e de novo muita reclamação quanto a manutenção da cidade, que precisa de mais cuidado e menos obras caras, faraônicas. Maringá precisa de quem se importe mais com ela e menos com o bolso.
Três árvores a menos
Uma cidade cada vez melhor

Enquanto muitos maringaenses tomavam sol na cabeça enfrentando filas para pegar água para tomar banho, funcionários da Prefeitura de Maringá trabalhavam para deixar nos trinques a esquina da avenida Euclides da Cunha com rua Vitório Balani, para liberar a fachada da Escola Saint Helena Bilingue Education, que em breve estará funcionando no local, como o blog havia noticiado pela manhã.
Máquinas, veículos e pessoal da Secretaria Municipal de Serviços Públicos foram mobilizados neste sábado para a tarefa.Continue lendo ›
O império da motosserra

Silvio Barros II (PHS) faz escola: em Marialva, para espanto das pessoas, a prefeitura cortou várias árvores de uma praça central, sem aparente necessidade. O apresentador de televisão Salsicha registrou a indignação em reportagem.
O verde está sumindo

A cidade de Maringá tem vivido nos últimos anos uma verdadeira devastação com relação ao seu verde, observa leitor, que enviou a foto.
Aos poucos, imensos espaços antes ocupado por árvores e agora estão com concreto e a ação do impiedoso sol que afeta inocentes e culpados.Continue lendo ›
Retrato da Maringá 2015

Com o canteiro central pelado, sem nenhuma árvore, a avenida 19 de Dezembro é a mais recente mostra do desprezo da administração municipal com o meio ambiente.
No local será construída uma ciclovia – que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) prometeu que iria estar pronta em 2008, com o custo saindo da ciclovia milionária da avenida Mandacaru -, e deverão ser plantadas árvores exóticas, como palmeiras.Continue lendo ›
Padrão PP
Ciclovia no deserto
Maringá mais quente

Uma semana depois, a Prefeitura de Maringá voltou à rua Guarani para cortar mais uma árvore sadia. Da primeira vez, conforme atesta cópia encaminhada ao blog, o pedido foi feito em 2012 e repete uma prática antiga: a remoção da árvore se dá depois de aprovado o projeto, que não levou em consideração a existência dela na frente da entrada.
No sábado passado, também com autorização do engenheiro florestal Ciro Braga Farhat, o motivo era que a árvore estava danificando o passeio público. Continue lendo ›
A Semusp e o corte de árvores

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos explica duas das reclamações postadas ontem pelo blog em relação ao corte e à poda radical de árvores em Maringá.
Primeiro, em relação ao caso da sibipiruna da rua Guarani, no sábado passado, o proprietário do imóvel reclamou que os galhos da árvore impediam de erguer a laje. A árvore, como se previa, dificultava o acesso aos veículos, de acordo com o projeto aprovado. Houve cálculo para indenização. Continue lendo ›
Poda radical

Hoje o dia é de reclamação em Maringá. No Facebook, a professora Celene Tonella escreveu:
Enquanto a UEM vive sua semana ambiental, a prefeitura investe de forma feroz contra a arborização urbana nos últimos dias. As fotos são de uma poda irresponsável em árvores frondosas e sadias na Praça do Peladão [7 de Setembro]. Continue lendo ›
Sem chances à natureza
Sabedoria de Facebook
‘Cidade verde’

Um dos casos mais emblemáticos da relação entre o poder público e algumas empresas: na foto de 2011 existiam duas árvores neste endereço da avenida Carneiro Leão, antes do início da construção do prédio.

Depois, elas foram cortadas. Ficaram os tocos.

Os tocos foram removidos recentemente. O nome da construtora é ironia do destino.
‘Cidade verde’

O Google View confirma o quanto o poder público em Maringá tem se preocupado com suas árvores nos últimos anos. Na foto acima, na avenida Sofia Rasgulaeff, defronte o Centro Comunitário do Jardim Alvorada, o prédio ainda em construção tem uma bonita árvore na calçada, em 2011. Em 2015, prédio pronto, a árvore já não existe mais; só o toco.

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