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Akino

Avio já estava buscando financiamento público

Vejam matéria de Fábio Linjardi, publicada em O Diário: “O presidente da empresa suíça Avio International, Luigino Fiocco, passou por ao menos outros dois Estados antes de propor a instalação de uma fábrica de helicópteros e aviões no Paraná. O desafio agora é obter financiamento para a obra. Ele apresentou o projeto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), mas não poderá contar, diretamente, com recursos da instituição financeira. Procurada por O Diário, a assessoria do BRDE disse ontem que a instituição não pode realizar empréstimos para empresas de capital estrangeiro, como é o caso da Avio. Continue lendo ›

Maringá

Avio não fez pedido à Anac

A Agência Nacional de Aviação Civil ainda não emitiu qualquer certificação ou validação que permita a Avio International Group Houlding funcionar no Brasil. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, até ontem não houve um pedido oficial por parte da holding suíça, que na semana passada assinou um protocolo de intenções com o governo do Paraná para investir R$ 174 milhões em uma fábrica de aviões e helicópteros em Maringá. A informação é da Gazeta Maringá. De acordo com a Anac, para que uma indústria produza aeronaves que ainda não foram validadas no Brasil, são necessárias duas solicitações. Representante da empresa alega que a holding possui certificados internacionais e que ainda fará solicitação para a Anac. Leia mais. Detalhe: a empresa está no país desde 2003, quando anunciou sua instalação no Porto de Pecém, Ceará – e não virou.

Maringá

É esperar para ver

Já que revelou-se agora que a fábrica de aviões e helicópteros conquistada por Beto Richa, Ricardo Barros e Carlos Pupin terá incentivos normais, via Prodem, dá até para fazer cálculos. Como anunciaram, serão 90 mil metros quadrados para a empresa de Luigino Fiocco; a R$ 100,00 o metro quadrado no Parque Industrial Barros, só para adquirir o terreno a indústria terá que desembolsar R$ 9 milhões.

Blog

Não me convenceu

Tenho dúvidas sobre a autenticidade desta nota de esclarecimento, que teria sido divulgada pela Avio. A nota não me convenceu. Parece ter sido elaborada por uma terceira pessoa, nunca por Luigino Fiocco. Os termos são muito próprios de desmentido de político flagrando em alguma situação pouco republicana. Sem o menor comprometimento do governo, nem do erário? Então por que Pupin já falou em desapropriação de uma área? A empresa tem um proprietário? Não é um presidente? Repito: Esta nota não me convenceu. Parece mais falsa que nota de R$ 3,00, em relação à origem. Parece ter sido gerada aqui em Maringá mesmo.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Uma busca na web e novos detalhes da fábrica de avião

Itália Avio
Do leitor Jhonatan Silva, sobre o que pode ser o golpe do avião de rosca:
As seguintes informações foram obtidas através de uma simples pesquisa na web. Logo, não é um dossiê completo ou minucioso. As fontes estão no final.
1) Primeiramente, estamos falando da “Avio International Group Holding S. A.” e não da “Avio S.P.A.”. Esta foi fundada em 1908, tem sede em Turim/República Italiana e possui vários escritórios espalhados pelo globo, atuante na aeronáutica civil, militar e espacial, sistemas eletrônicos e elétricos etc. Quem veio a Maringá foi o suposto presidente da primeira companhia, Luigino Fiocco (cf. fontes). No seu simplório site não há qualquer menção ao cargo que ele supostamente ocupa na empresa. Sabemos que é a “Avio International” porque há um link do lado direito que direciona à homepage dela. No entanto, esta sequer cita o nome de seu “presidente”. Ora, ele é ou não é presidente? Sinceramente, não dá pra saber. Apenas o site de uma espécie de “filial” no Brasil, a “Avio Brasil Indústria de Aviões” afirma que ele fundou a corporação em 2007. Só que há mais alguns poréns: a página da “Avio International” não informa nada sobre essa “filial”; e existem dois sites dessa “Avio Brasil” (cf. fontes).Continue lendo ›

Akino

Um silêncio intrigante

Alguns blogueiros, que tradicionalmente defendem o grupo Barros com unhas e dentes, permanecem em silêncio sobre o caso da Avio. Paulo Vergueiro, por exemplo, respondeu secamente, assim, a comentário de um de seus muitos leitores: “Gostaria de alguns esclarecimentos: esta empresa afinal e suiça ou italiana e parece que nunca fabricou um avião ou helicóptero.” (sic).Resposta do blogueiro: “….desconheço o assunto. a única matéria que dei destaque foi com relação a um release enviado grato”. (sic). Milton Ravagnani, Diniz Neto, e outros não se manifestaram para rebater as denúncias.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Há 10 anos, Avio tentou o Ceará

Avio Brasil
A diferença entre os dois grupos Avio é visível. O que está sendo trazido com rebumbância midiática para Maringá, como se diria em Saramandaia, anunciou dez anos atrás que se instalaria no Porto de Pecém, perto de Fortaleza (CE), mas não conseguiu provar capacidade financeira de seus acionistas para obter US$ 118 milhões (45 milhões de euros à época) emprestados do governo cearense. A fábrica ficaria numa área de 50 mil metros quadrados e geraria 730 empregos, meta muito abaixo da de Maringá: 90 mil metros quadrados e mais de mil empregos. No ano passado, um diretor comercial da empresa esteve em Lages (SC) também com o mesmo propósito e, agora, no Paraná, via Ricardo Barros, Beto Richa e Carlos Pupin.

Akino

Fabricante de helicópteros?

Vejam o que encontramos no site da empresa que instalaria uma fábrica de helicópteros em Maringá (aqui): Avio do Brasil é uma empresa especializada em manutenção, suporte técnico e revisão (MRO) de motores de aeronaves. A empresa, com a ajuda de cerca de 100 funcionários altamente qualificados, desempenha um papel estratégico para a defesa brasileira: Avio do Brasil é responsável pela revisão de motores que equipam os caças Northrop F-5E / F Tiger utilizados pela FAB (Força Aérea Brasileira ). Avio é também responsável dell’MRO motor Spey MK 807, montada em caça AM-X brasileiros.
Meu comentário (Akino): Primeiro é preciso confirmar a veracidade dessas informações. Neste caso, uma empresa de especializada em manutenção e revisão de motores, que prestaria serviços à FAB, poderia fabricar helicópteros?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Seria um tremendo 171?

helicopteroVejam a repercussão que alguns blogueiros deram à notícia de implantação de uma fábrica de aviões em Maringá: Diniz Neto: “A imprensa de Londrina publicou reclamação de londrinenses sobre a conquista da fábrica de aviões para Maringá. Argumentaram que as negociações ocorreram de forma a direcionar os investimentos para Maringá. O londrinense Luiz Carlos Haully, secretário de Fazenda do Paraná, entretanto, não concorda com a reclamação. Segundo ele, ninguém do governo trabalha para beneficiar uma ou outra região do estado. Para o Hauly, Maringá levou vantagem por possuir um aeroporto anexo ao parque industrial. “Como londrinense, não vejo que as reclamações procedem”, afirmou. (sic)
Milton Ravagnani: “Depois da apresentação da equipe do Moda Maringá, (…) a cidade comemora o anúncio da instalação da Avio, fábrica de helicópteros e aviões. Um investimento de R$ 180 milhões e capacidade de criação de mil empregos diretos. A empresa pretende iniciar a produção de aeronaves de dois lugares, mas tem capacidade para modelos maiores. É o primeiro passo da concretização do polo aeronáutico do Paraná em terras maringaenses”. (sic)
De minha parte, confesso que fiquei desconfiado da rapidez do anúncio, embora torcendo para ser verdade pensei: Quais seriam os interesses de RB? Quem seriam os sócios ocultos? Quanto custaria ao contribuinte? Não demorou e com a publicação de Esmael Moraes, estou com sérias dúvidas se não seria um tremendo 171 no povo maringaense, em que algumas vítimas não seriam tão vítimas, talvez cúmplices. Sintomaticamente, O Diário não uma linha sequer na edição de hoje, sobre o assunto, o que é estranho. O normal seria que na seção Caixa Postal houve repercussão da notícia de ontem.
Akino Maringá, colaborador

Geral

Fábrica de aviões em Maringá

A Avio, fabricante de aviões e helicópteros de Lugano, na Suíça, líder mundial na produção de componentes e sistemas de propulsão aeroespacial, vai instalar uma indústria em Maringá com investimentos de R$ 174 milhões, criando mais de mil empregos diretos. O anúncio foi feito em Curitiba, onde foi assinado um protocolo de intenções, pelo prefeito Carlos Pupin (PP) ao governador Beto Richa.  A notícia ainda não está no site do governo do estado, mas foi distribuída agora à tarde pela Prefeitura de Maringá. No ano passado, divulgou-se que a fábrica iria para Santa Catarina; um diretor da empresa chegou a visitar Lages, anunciada como polo aeroespacial.
Esta é a terceira vez que se anuncia uma fábrica de aviões em Maringá. A primeira foi na gestão de Ricardo Barros, hoje secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, e depois na gestão Jairo Gianoto.