bosque dois

Maringá

Como diria Cazuza…

Ontem, quando agentes públicos saíram às ruas para orientar sobre o risco das aglomerações e a necessidade do uso de máscaras, a reação mais negativa veio de pessoas que estavam no Bosque 2 (Bosque dos Pioneiros), geralmente frequentado por pessoas de ótimo poder aquisitivo.

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Justiça

Mantida condenação de ex-secretário

A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, por unanimidade de votos, rejeitou recurso e manteve a condenação criminal do servidor público estadual Paulino Heitor Mexia, ex-secretário municipal de Maringá e ex-secretário de Estado do Meio Ambiente, em 2016, por recusa, retardamento ou omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil, quando requisitados pelo Ministério Público. Continue lendo ›

Justiça

Tribunal de Justiça mantém condenação criminal de Paulino Mexia

O servidor público estadual Paulino Mexia, que foi chefe regional da Secretaria de Meio Ambiente do Paraná e atualmente é diretor-geral da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, teve sua condenação mantida pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, no episódio que resultou no corte de mais de 40 árvores do bioma Mata Atlântica do intocável Bosque Dois, na administração Carlos Roberto Pupin. Continue lendo ›

Geral

Macacos espalham lixo

Lixo

É comum ver lixo jogado no entorno do Bosque 2, em Maringá. Os vizinhos do bosque depositam o lixo nas lixeiras em torno do local, mas os macacos espalham pelo chão, procurando comida. (Fotos Valdir Carniel)

Lixo

Bronca

Problema na pista de caminhada

Caminhada
O pessoal que costuma caminhar ao redor do Bosque II, em Maringá, reclama que a prefeitura recentemente deixou a pista para as bicicletas novinha em folha, porém a via dos pedestres continua inadequada, além de irregular, inclinada, com rachaduras e buracos. O primeiro que se machucar vai cobrar do município.

Maringá

A área de terras atrás do Bosque Dois

Mapa
O blog obteve a planta parcial da área de terras da avenida Joaquim Duarte Moleirinho, que fica atrás do Bosque Dois, e que acabou motivando a derrubada de parte da mata nativa, contrariando a legislação municipal, pela Prefeitura de Maringá, com ajuda do IAP. Acima, aparece antes e depois da subdivisão. A prefeitura investiu R$ 1,6 milhão para a duplicação de parte da avenida, a partir do final do ano passado. Placas  no local, que teria sido adquirido por R$ 8,5 milhões, informam que ali será a escola bilingue da filha de Ricardo Barros, Maria Victoria, presidente da Juventude do PP do Paraná, e que há terrenos à venda, com números de telefones que são atendidos por ela e pelo pai. O empreendimento, de acordo com o mapa, está em nome da New Center Administradora e Empreendimentos, que pertence a Elio Alves Pereira, que tornou-se conhecido em 2011, após rumoso caso ocorrido por ter estacionado à noite defronte o portão de uma residência na avenida Humaitá, na Zona 4, e pulado o muro para atacar o casal que residia na casa (o homem, que estava em tratamento contra o câncer, morreu ano passado). Na época, ele bateu de frente com os agentes da Setrans e disse a famosa frase: “Você sabe com quem está falando? Sou o patrocinador do prefeito Silvio Barros e do Ricardo Barros”. Melhor resolução aqui

Blog

Em Maringá, atropelaram o meio ambiente

PupinNo próximo dia 5 tem início a Semana do Meio Ambiente de Maringá, que transcorrerá em clima de velório e constrangimento. A administração municipal superou Silvio Barros II (PHS), conhecido à época como “O exterminador do futuro” pelo furor do manuseio com a motosserra, e só neste ano fez estragos irreparáveis, com a complacência de boa parte da chamada sociedade organizada, que, ignorando presente e futuro, prefere fechar os olhos e fingir que nada está acontecendo. E lembre-se que da administração fazem parte ex-ecologistas famosos, hoje encolhidos na mediocridade da gestão fantoche, inclusive na área ambiental. Com a derrubada de parte da mata nativa do Bosque Dois, passando por cima da lei, sustentáculo do estado de direito, e agora com a venda de uma reserva florestal, em mais uma licitação suspeita, Pupin (foto) conseguiu fazer com o meio ambiente de Maringá o que um carro desgovernado fez com o seu secretário do Meio Ambiente no Cesumar: atropelou-o.

Maringá

Três promotores assinam ação contra Pupin e Mexia


A ação civil pública para responsabilização por ato de improbidade administrativa ambiental contra o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) e o chefe do escritório regional do IAP, Paulino Mexia, popr causa da derrubada de mata nativa no Bosque Dois, tem valor de R$ 1 milhão, como se vê acima. Assinam a ação três promotores: José Lafaieti Barbosa Tourinho, Maurício Kalache e Pedro Ivo Andrade, o que dá a dimensão da coisa. Por causa da lesão ao meio ambiente, pede-se que os dois paguem, cada um, pelo menos R$ 100 mil como ano moral coletivo causado à sociedade maringaense. As consequências incluem a inelegibilidade.
PS – A propósito, nada da exoneração de Dionilson da Silva Filho, cargo comissionado nomeado por Pupin, que também atuou na área ambiental, como mandante de furto de grama.

Geral

Vereador quer saber pra onde vai o dinheiro das árvores cortadas em Maringá

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Diante do crime ambiental promovido pela prefeitura de Maringá com consentimento do IAP no Bosque Dois, o gabinete do vereador Carlos Mariucci (PT) protocolou requerimentos questionando sobre o destino da madeira proveniente das árvores cortadas em Maringá. O primeiro requerimento pede informações sobre destino das árvores derrubadas na última sexta-feira no Bosque Dois e qual foi o destino da madeira proveniente de poda e extração de árvores executadas no ano de 2013 em Maringá. O segundo requerimento requer informações sobre o cumprimento da Lei Municipal 7295/06 e requer relatório anual a partir de 2006 sobre as atividades desenvolvidas pelo Instituto da Árvore.

Maringá

Vereadores aprovam convocação de Mexia

Os vereadores de Maringá aprovaram ontem requerimento convocando o chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Paulino Mexia, para prestar depoimento sobre a autorização concedida à prefeitura para derrubar cerca de 50 árvores nativas no Bosque Dois, passando por cima de lei de 1982 que proíbe a supressão da fauna e da flora do local. Ele deu a autorização na véspera de feriado e a prefeitura cortou durante um feriado forense, para tirar uma na cara dos trouxas. Resta saber se Mexia não vai fazer o que fez com a lei de 1982, ou seja, ignorar a convocação. O requerimento é de autoria do vereador Carlos Mariucci (PT), e pede que Mexia compareça na sessão de amanhã.

Blog

O que diria…

… o ex-prefeito João Paulino Vieira Filho (1921-2001), autor da lei municipal 1.556 que, em 1982, proibiu a supressão parcial ou total da flora e da fauna do Bosque Dois, em Maringá, ao chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Heitor Paulino Mexia, que ignorou solenemente a regra legal? No mínimo, um:
– Pô, xará!

Blog

Mexia deve explicar ao Legislativo por que passou por cima de lei municipal

lei
O chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Paulino Mexia (na montagem ao lado do prefeito Carlos Roberto Pupin e do ex-prefeito Ricardo Barros), deverá ser convocado a explicar na Câmara de Maringá sobre a autorização que assinou para o corte de mata nativa do Bosque Dois, passando por cima de lei municipal, votada e aprovada pelo Legislativo, em 1982. A autorização, que também contraria uma recomendação administrativa do Ministério Público do Meio Ambiente, foi dada numa véspera de feriado e o corte executado num feriado forense, para impedir eventuais recursos do MP. O vereador Carlos Mariucci (PT) apresentou o requerimento convocando Mexia, que deve ser votado na sessão de amanhã.

Blog

O desplante e a certeza da impunidade

Ainda a respeito da derrubada de árvores nativas do Bosque Dois, em Maringá, na estabanada busca para ser pior que o antecessor, o fantoche de plantão inovou. Já tem gente da área ambiental, acredite, com saudades de Silvio Barros II, que, apesar de usar métodos reprováveis, pelo menos ia a audiências públicas e colocava a cara a tapa. Antes, com a maioria dos vereadores nas mãos, o autoritário de plantão buscava no Legislativo mudar as leis que supostamente lhe atrapalhavam e criar as que beneficiavam o grupo político. Como existe e está em vigor uma lei municipal – lembrando que estamos num estado de direito, baseado nas leis – que proíbe, sob qualquer pretexto, o corte de vegetação do Bosque dos Pioneiros, era de supor que o Executivo buscasse revogar ou alterar a lei usando sua Turma do Amém. Nada disso: agora, simplesmente, Pupin resolveu passar por cima da lei existente sem dar satisfação a ninguém, além de desprezar o Ministério Público. O que o levou a esse desplante? Com certeza, os anos de impunidade dos gestores ímprobos com os quais convive. A certeza de que nada lhe acontecerá se pisar nas obrigações que lhe foram impostas quando assumiu o mandato é que dá a tranquilidade para os malfeitos.

Maringá

A autorização dada por Paulino Mexia


Esta é a autorização do chefe regional do IAP, Paulino Mexia, para que a Prefeitura de Maringá fizesse o corte de dezenas de árvores no Bosque Dois. O documento prevê a reposição de dez mudas para cada árvore derrubada, no fundo de vale do córrego Betty. Mexia, com a autorização florestal, passou por cima de uma lei municipal e de recomendação administrativa da Promotoria do Meio Ambiente.

Maringá

Imagens da derrubada das árvores

Video mostra imagens da derrubada de árvores no Bosque Dois, em Maringá, feita hoje pela administração Pupin/Barros. Apesar da autorização de Paulino Mexia, do IAP, uma lei municipal proíbe a supressão de árvores do local, sob qualquer pretexto. A existência da lei e a recomendação do Ministério Público do Meio Ambiente está sendo omitida por órgãos da mídia tradicional da cidade (R$ 30 mil/dia de propaganda oficial, em 2013).

Maringá

Lei que proíbe corte de árvores no Bosque Dois vigora desde 1982

Lei 3337
Quando assumiu a Prefeitura de Maringá, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) prometeu cumprir as leis. Acabou desrespeitando uma lei do ex-prefeito João Paulino Vieira Filho (acima, clique para ampliar), de 1982, ao consentir a derrubada de cerca de 50 árvores do Bosque Dois, para permitir a duplicação da avenida Joaquim Duarte Moleirinho, que vai beneficiar diretamente seu ex-coordenador de campanha e atual mentor político. A lei, que permanece em vigor, é expressa ao proibir a “supressão total ou parcial da flora existente” no bosque “ainda que o objetivo seja a execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou interesse social”. Ao descumprir a legislação, o prefeito permite-se ser processado e pode perder o mandato. Além deste fato, protagonizou algo inédigto na história de Maringá: antes, respeitando-se a relação de poderes, nunca se havia descumprido uma recomendação administrativa do Ministério Público.

Maringá

Mexia autoriza e Prefeitura de Maringá corta árvores no Bosque Dois

Com base numa autorização do chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, Paulino Heitor Mexia, assinada na tarde de quarta-feira, véspera de feriado, a Prefeitur de Maringá está cortando desde a manhã de hoje cerca de 50 árvores do Bosque Dois, o Bosque dos Pioneiros. Há alguns meses a Promotoria do Meio Ambiente informou ao município e ao instituto que as árvores não poderia ser cortadas; uma lei do ex-prefeito João Paulino proíbe o corte, mesmo sob o argumento de interesse público, o que foi ignorado por Mexia. A derrubada das árvores mobiliza mais de vinte viaturas e máquinas da Setrans, Guarda Municipal, Semusp e Defesa Civil, além de dezenas de servidores. A retirada permitirá a duplicação de um pequeno trecho da avenida Joaquim Duarte Moleirinho, beneficiando empreendimento imobiliário do hoje megaempresário Ricardo Barros (PP). O local foi interrompido para o trânsito, inclusive de pessoas.

Má-ringá

Cena maringaense

Bosque Dois
Luminárias do entorno do Bosque Dois, em Maringá, acesas na manhã de hoje. Diversos leitores reclamaram ao blog; um deles disse queo desperdício se dá desde a última sexta-feira.

Bronca

Desperdício

Leitores entram em contato com o blog para protestar contra as luzes acesas no entorno do Bosque Dois, em Maringá, em plena tarde de sol de estourar mamona. Deve estar sobrando dinheiro na prefeitura.