calçada
Reclamação sobre multas
Uma leitora relata um fato que a deixou indignada com a Prefeitura de Maringá, em relação à lei que obriga a construção de calçadas nos terrenos vazios. Ela conta que comprou os materiais para fazer a mureta obrigatória, contratou um pedreiro mas, na semana em que o contratou, choveu. Embora os materiais tivessem sido entregues pelo depósito de construção e estivessem expostos, “o fiscal da prefeitura passou e lançaram duas multas caras, uma pela falta de calçada e outra pela falta do muro. Quando a multa chegou na minha casa o serviço já estava feito, fui na prefeitura, entrei com um pedido de cancelamento e anexei as fotos do serviço já finalizado, e relatei que foi falta de coerência do fiscal que viu o material para o serviço, viu as condições do clima e mesmo assim lançou a multa”.Continue lendo ›
Tem um buraco no meio do caminho

Transeuntes da avenida Perimetral, atrás do Parque do Ingá, estão sendo obrigados a passar pelo asfalto, onde o trânsito é perigoso, por conta de um buraco no passeio público. O blog apurou que é a terceira vez que a erosão aparece, em razão de serviços contratados pela Sanepar. Nas duas vezes anterior, acionada pela prefeitura, a companhia refez o calçamento, que fica sobre a tubulação que sai do bosque em direção ao córrego Moscados.


Passeio público de Maringá
Enquanto isso, no Parque das Palmeiras…

Leitor fez fotos no Parque das Palmeiras nesta manhã. É o mesmo bairro onde reside a família de Miguel Tosetti Correa, 4 anos, que morreu ontem de dengue hemorrágica. Como outras da zona norte da cidade, todas as ruas têm lixo, entulhos e percebe-se que alguns moradores possuem coisas amontoadas nos quintais. Acima, a calçada do bosque que existe no bairro, onde há anos moradores jogam lixo. Abaixo, pneus e até um televisor no lixo na avenida São Judas Tadeu. “Não se vê por aqui a prefeitura fazendo arrastões ou campanhas preventivas. Ontem pelas 5h30, antes do falecimento do menino, o fumacê passou várias vezes pelas ruas do bairro”, acrescenta.

Veja mais fotos:Continue lendo ›
Ação e reclamação

A situação costuma se repetir, o Código de Trânsito Brasileiro prevê, mas as reclamações são imediatas. Leitor fotografou na manhã de hoje uma agente de transito da Setrans de Maringá sobre a calçada com sua moto, aplicando uma multa em um veículo que estava estacionado a menos de cinco metros da esquina. O CTB prevê que os veículos prestadores de serviços públicos e de fiscalização de trânsito possuem livre parada e circulação quando em atendimento de ocorrência e fiscalização, o que é o caso da foto.
Passeio público de Maringá

Leitor envia foto mostrando uma situação que considera vergonhosa, na Vila Operária, em Maringá. Explica que o proprietário deste imóvel, na rua Marcílio Dias, quase esquina com a rua Vidal de Negreiros, perto do Parque do Ingá, fez uma casa enorme nos fundos do terreno e derrubou outra velha que havia na frente, colocou um tapume verde e arrancou a calçada junto; isso já faz cerca de cinco meses. Se em dias normais os transeuntes já sofrem, em dias de chuva é pior ainda.
Parece, mas não é
Mato na calçada, perigo na rua
Moto com carreta na calçada

Leitor envia a foto e comenta: “Devemos evitar a solicitação de produtos e serviços de empresas e entregadores que acham que são donos das calçadas e não respeitam o espaço público reservado aos pedestres. Esse ignorante ainda me retrucou: “tá tirando foto?…se acha que é dono da calçada que venha tirar minha moto daqui…”. Eu lhe respondi: Sou dono sim, pois a calçada é pública. Na próxima vez eu vou virar essa “lambreta” de rodas pra cima e vou chamar a Setrans para ver o que acontece… ou para ver se o vândalo vai ficar esperando…”.
Um dia de domingo
Carro invade a calçada
Terreno que era horta comunitária é alvo de reclamações em Maringá

Moradores dos conjuntos Sol Nascente e Cidade Canção está fulos da vida com… com quem mesmo? Logo depois das eleições do ano passado, o terreno em que funcionava uma horta comunitária (debaixo da linha da Eletrosul), na rua Alfredo Urbano Rodrigues, foi dividido. Uma pequena rua foi aberta, a horta passou para o outro lado, o terreno antigo foi colocado à venda mas o asfalto, executado pela Extracon, dividindo a área, não foi finalizado até agora; a rua não aparece no mapa da cidade. Para fazer as alterações, destruíram o passeio público, que era pavimentado com pedriscos e utilizado principalmente estudantes e pessoas da terceira idade (tem uma ATI nas proximidades). Hoje, as pessoas têm que se arriscar no meio do asfalto, e a rua tem trânsito considerável. Sem contar o matagal existente no antigo terreno da horta comunitária, hoje abrigo de animais peçonhentos e de maloqueiros, já que por ali tem uma casinha de madeira. A mudança da horta, perceberam os vizinhos, fez sumir uma vistosa estufa, que existia até o ano passado. O terreno tem 535 metros e o telefone de contato para sua venda é o do escritório do ex-deputado federal Ricardo Barros (PP). “Se o terreno fosse de um mortal qualquer, a esta hora a prefeitura teria tascado multa por causa do mato e punido a empreiteira por ter destruído a calçada”, reclamou um morador.
Cidade dos armários
Passeio público interrompido

No início da noite de ontem um casal com duas crianças (de 3 e de 8 anos) seguia pela calçada da avenida Brasil, na Vila Operária, em direção à Igreja São José, quando, defronte ao Supermercado Bom Dia, o passeio público estava interrompido, tomado por caixas. Funcionários descarregavam produtos de um caminhão. O cidadão reclamou, alguém teria dito que iria fazer uma roda para lhe arrebentar, houve um bate-boca e a família teve que passar pela rua, num horário perigoso.
Passeio público de Maringá
Passeio público

Há alguns dias o blog publicou fotos do passeio público da avenida Laguna, referente ao transtorno que os pedestres têm ao passar por lá. A cada dia que passa surgem mais dificuldades nesse local, diz leitor que envia nova foto. “Dessa vez fitas foram esticadas sobre a calçada, impedindo a passagem por conta de um impermeabilizante que foi passado no piso em uma outra obra que está em reforma. Repare ao fundo os materiais que estão largados no local. Dezenas de pessoas parecem Saci Pererê ou algum ginasta em ficar pulando por esse local, mas correm o risco ganhar fraturas de forma gratuita. Qual será a próximo desafio desse passeio público durante a semana? Te conto depois”.
Passeio público

Esse é mais um desrespeito para com os pedestres que caminham no passeio público da avenida Laguna, esquina com a rua Marcílio Dias, na Zona 3, em Maringá. Pedras, areia, telhas, blocos, cimento… há por todo chão dificultando a passagem por lá. Isso pode causar risco de acidentes de trânsito, tendo em vista que os pedestres são “convidados” a caminhar entre os carros, já que todo o local está ocupado.
Motorista que atropelou mãe e filho na calçada perde recurso
Um motorista maringaense que, embriagado, invadir a contramão de direção, subiu com seu carro na calçada e atropelou uma mãe e seu filho de 2 anos que caminhavam de mãos dadas, teve negado pelo Tribunal de Justiça o pedido para redução do valor da indenização por danos estéticos e morais. No início do mês os integrantes da Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, por unanimidade, negou o pedido e manteve a decisão da 3ª Vara Cível da comarca. O acidente aconteceu em 12 de maio de 2007, por volta das 19h30, e em razão do acidente mãe e filho sofreram lesões de natureza grave, a genitora em sua mão e o menor ferimentos por todo o corpo e fratura no crânio. Ele deverá pagar R$ 10 mil a título de indenização estética ao menor e R$ 15 mil aos dois por danos morais.
Invasão de calçada e meio-fio

Na travessa Japurá, Zona 8, em Maringá, a calçada e parte do asfalto foram invadidos pela Construtora Transamérica. Se fosse por um curto espaço de tempo, seria tolerável, conta leitor, mas há mais de um ano que permanece o problema e, ao invés de diminuir, tem aumentado. Ou seja, está na hora de a fiscalização agir.
Não tem calçada, mas tem rampa

“Isso é uma piada com a nossa cara, fazer uma rampa dessa em lugar que não tem calçada, nem ao menos tem asfalto, em campo de futebol que passa o ano todo abandonado. As únicas pessoas que sempre lembra desse campo são as crianças, que agora não podem brincar livremente porque nas placas beira campo dizem ‘Proibido jogar bola'”. A reclamação é de uma leitora de Itambé e está no blog do Juliop Cezar Nunes. Leia mais.
Passeio público
Carro bate e sobe na calçada
No meio do caminho
Mato na calçada

Leitor envia a foto da calçada na rua Montevideo, quase esquina com avenida Pedro Taques, na Vila Morangueira, em Maringá. Garante que há pelo menos seis anos o lugar é assim. “Entrei em contato com a prefeitura e me disseram que o mato dentro do lote não está acima do limite. Mas e a calçada? Não é obrigação do proprietário fazer a calçada e conservá-la?”, questiona.
No meio do caminho
Isso pode, Arnaldo?

Leitor envia a foto de uma placa dos candidatos Pupin/Prado, numa rua ao lado do IML de Maringá. A qualidade não está boa (foi tirada por celular), mas dá para perceber que a placa está pregada na casa e na árvore que se encontra no passeio público.
PS – Depois da postagem, a irregularidade foi sanada.
Perigo na calçada

Leitora envia a foto e comenta: “Está bem seguro andar pelo Novo Centro [de Maringá]. A construtora neste caso está de parabéns no quesito se preocupar com as pessoas que possam “pisar” nestes fios que deveriam estar “aterrados”. Detalhe na água próxima aos fios, é uma preocupação com o ser humano que dá gosto de ver! Estou indignada com tanto descaso!”.
Passeio público

Leitor envia fotos de uma calçada irregular (se é que dá pra chamar isso de calçada) na esquina da rua Kiri com a rua Pioneiro João Zavatini, no Parque das Bandeiras, em Maringá. A situação persiste há muito tempo. Os pedestres são obrigados a caminhar na rua, sendo que a rua Kiri é bem movimentada.
Desrespeito
D
JC Cecílio, de São Paulo:
Veja que aqui também há muita aberração (pública ou privada). A construtora/empreiteira avançou com o tapume em mais da metade da calçada e, ainda por cima eles cobriram, truncando a placa de trânsito (chumbada na calçada) onde indica que na transversal (avenida Brigadeiro Luís Antônio) há ônibus nos dois sentidos. Trabalho ali perto e não acreditei quando vi aquilo. Parece um “copy-past” na vida real. Má-ringá ou Pauliceia Desvairada. Viva o Braziu! (aqui, em melhor resolução)
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