candidatura
Humberto Henrique desiste de ser candidato a prefeito

O vereador Humberto Henrique comunicou ontem à direção do Partido dos Trabalhadores em Maringá que não será candidato nas eleições municipais deste ano.
Ele era o principal nome do PT para disputar a prefeitura. Humberto Henrique não disputará a prefeitura nem a vereança.Continue lendo ›
Uma alternativa
O blog soube que a direção municipal do Democratas não terá autorização do diretório estadual se quiser apoiar o candidato a prefeito ligado ao condomínio partidário do deputado federal Ricardo Barros (PP).
Uma das opções do DEM agora seria buscar uma coligação e, quem sabe, lançar candidatura majoritária em Maringá.
Porque não quero ser vereador:
Alguns amigos, poucos é verdade, insistem para eu me filie a um partido politico e dispute o cargo de vereador em Maringá. Vou explicar porque não quero. Primeiro, não preciso de emprego. Que me desculpem os atuais (não são todos) e candidatos, mas boa parte procura na verdade um emprego onde não é preciso trabalhar muito. Segundo, não pretendo dar emprego para outros amigos, embora muitos tenham méritos e certamente fariam um grande trabalho como assessores. Terceiro, não tenho ambição de poder, e minha formação não permite participar de esquemas (dizem que seria o caso de alguns). Quarto, penso que sou mais útil à sociedade trabalhando voluntariamente como faço.Continue lendo ›
Ex-partido de Silvio Barros II deverá apoiar outro candidato

A propósito da saída do ex-prefeito Silvio Barros II do PHS, antecipada por este blog no início de dezembro e oficializada ontem, o site Manchete lembra que, com a mudança de comando no Partido Humanista da Solidariedade no Paraná, a sigla passará a ter postura independente e deverá apoiar outro candidato a prefeito em Maringá – possivelmente o vereador Ulisses Maia (PDT).
O site revelou ainda que SBII tentou segurar o PHS no condomínio partidário e foi até o novo presidente estadual, deputado federal Diego Garcia (foto), a quem disse ter ‘planos’ no grupo político de Ricardo Barros. Garcia agradeceu e não aceitou.Continue lendo ›
Vai crescer

Caso se confirme a tendência de que o ex-senador Osmar Dias, presidente estadual do PDT se afaste do governo federal para ser candidato ao Governo do Paraná, a candidatura de Ulisses Maia (foto) para prefeito de Maringá deverá crescer muito.Continue lendo ›
Partidos nanicos começam a produzir laranjas

Confirmou-se no final do ano passado uma postagem feita em setembro de 2015 por este modesto blog: Herculano dos Reis Ferreira, cargo comissionado do Gabinete do Prefeito de Maringá que dá expediente na Secretaria de Controle Interno, assumiu o Partido Trabalhista do Brasil (PT do B).
Herculano será um dos candidatos a prefeito de partidos nanicos que serão lançados pelo dono da cidade, Ricardo Barros (PP). Não se enganem: apesar de o símbolo do partido ser um coração, o CC estará para, como já ocorreu com outros laranjas em eleições passadas, tentar infernizar os adversários do grupo.Continue lendo ›
Cada vez mais possível

Com a filiação de Alvaro Dias no Partido Verde, a candidatura do Promotor Cruz a prefeito de Maringá fica mais possível.
O PV buscar fortalecer sua chapa de candidatos a vereador, e por isso os possíveis nomes lançados até agora como pré-candidatos ao Executivo pela sigla – Edson Scabora e Homero Marchese – podem se candidatar ao Legislativo, com a possibilidade da filiação do procurador de justiça. Continue lendo ›
Outra missão
Geraldo Irineu, secretário de Comunicação da Prefeitura de Sarandi, não será candidato a vereador. Geraldo vai participar ativamente da campanha, mas cumprindo uma outra missão.Continue lendo ›
Beto teria decidido ficar no cargo

Um nome importante do primeiro escalão do governo estadual – foi, por sinal, um dos coordenadores da campanha da reeleição – revelou a interlocutores, na semana passada, que Beto Richa (PSDB) pretende cumprir o mandato de governador até o final.
Ao antecipar a informação, o secretário comentou: “A [vice-governadora] Cida Borghetti é pedra 90, mas o marido dela…”.Continue lendo ›
Candidato a conselheiro
Fuji pedirá vaga
Aproveitando o encontro regional do PDT, hoje à noite na câmara municipal, José Fuji vai defender seu nome como pré-candidato a prefeito de Maringá. Já há algum tempo ele vem comentando a respeito de sua intenção.
A propósito, com a expectativa de que não haja veto da presidente Dilma à minirreforma, com a redução para seis meses do prazo de filiação, o partido promete novos filiados também para os próximos meses.
Teria definido?

José Antônio Bacarim, o Zé do Bar do Zé, parece ter decidido onde se filiar para disputar uma cadeira na Câmara de Maringá. A foto, de ontem à noite, mostra ele, Antero Rocha e Amarildo Torres, assessor do deputado estadual Evandro Junior (PSDB). Ou seja, deve mesmo ser o PSD, que abriga outro assessor de Evandro, Vitor Coli, além de seu pai.
Pré-candidato a prefeito
Embora ainda não esteja filiado ao PT do B, é por este partido que Herculano Ferreira (foto), assessor do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) na Secretaria de Controle Interno (o que é irregular), deverá ser candidato a prefeito em 2016. A sigla faz parte do condomínio partidário da família de políticos e será usada naquele velho esquema de sempre, principalmente para atacar adversários.
Herculano era presidente do PSDC e perdeu o partido para Carlão Maringá. Em 2012 o PSDC lançou Hércules Ananias de Souza para prefeito, o que também lhe rendeu um dos 515 cargos comissionados criados por Silvio Barros II (PHS) e Pupin após o pleito. No antigo PSDC, a coisa era tão desavergonhada que, nas várias ações que tascou para infernizar a vida de adversários, usava o endereço do escritório do deputado Ricardo Barros (PP). Finalmente: o PT do B é presidido por João Luiz Bresciani Dias, ex-CC que se aliou ao ex-vereador Zebrão para comprar (e não pagar) alguns supermercados na periferia de Maringá.
Candidata a conselheira
Tempo de pensar
Candidato a conselheiro

O servidor público municipal Jaime Rocha também está na disputa pelo Conselho Tutelar. Formado em Serviço Social, foi conselheiro tutelar de 2004 a 2007 e atuou como suplente de 2009 a 2010 e por último em 2012. Trabalha atualmente na Sasc (Secretaria de Assistência Social e Assistência Social e Cidadania), com crianças e adolescentes em situação de risco.
Diária no caminho
Sem unanimidade

A possível entrada do levantador Ricardo Garcia na disputa eleitoral de 2016 tem tudo para fazer barulho. Fazer voto, já é diferente. Dentro da própria área, o privilégio dado pela administração ao voleibol fez com que houvesse um abismo entre o esporte e os demais. Futebol, o esporte das multidões, hoje em Maringá nem de longe tem o apoio que recebia há dez anos.
Como o blog revelou, o jogador – que deve adotar o nome Ricardinho do Vôlei – deverá ser candidato a vereador pelo PP, que precisa ampliar seus quadros. Ele teria demonstrado “vontade” em conversa com Ricardo Barros, que na prática toca o voleibol em Maringá.
A condição do Zé
Assediado por partidos políticos, José Antônio Bacarim, do Bar do Zé, ainda não definiu sua filiação. Mas garante que só se filiará em partido que lhe dê liberdade por completo para defender seus ideais no Legislativo. Caso contrário, prefere ficar de fora da disputa.
Conrado reitera pré-candidatura

O superintendente do Hospital Metropolitano, Conrado Ferri, reiterou ao presidente estadual do PSD, Eduardo Sciarra, chefe da Casa Civil do Paraná, sua condição de pré-candidato a prefeito de Sarandi pelo partido. Sciarra reiterou apoio à decisão, sublinhando qualidades de Conrado que o tornam um nome de expressão na disputa pela prefeitura em 2016. “Jovem, determinado e com um lastro importante: é de uma família tradicional na cidade. Além disso, Conrado tem larga vivência numa área sensível da vida em comunidade, a saúde”, disse o dirigente. Conrado é presidente da comissão provisória do PSD em Sarandi.
Para inglês ver
Em Sarandi, poucos levam a sério a filiação ao PMDB de Luiz Carlos Manzato (foto), chefe de gabinete de Carlos Roberto Pupin (PP), para ser candidato a prefeito. “Ele tentou a vez passada para ser vice do De Paula, e agora quer tentar de novo”, disse um político da vizinha cidade, que acrescenta: “Só que agora tem uma diferença: naquela época ele não estava condenado por improbidade administrativa”.
Manzato foi condenado pelo juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública no ano passado, junto com Fernando Camargo, superintendente da SBMG, e está com os bens indisponíveis. Terá que devolver R$ 616 mil aos cofres públicos e ficar cinco anos sem os direitos políticos.
Escolhendo o slogan
Ex-prefeito de uma cidade da região, pensando em ser candidato novamente em 2016, está na fase de escolha de slogan.
Mas de início já descarta usar dois deles: “Café requentado é muito bom!” e “Voltei para devolver!”.
Uma frentinha para 2016
Messias Mendes conta que no próximo dia 29 pode ser fechada uma candidatura a prefeito que pode surpreender, com apoio de uma frente de partidos de esquerda. “Vamos balançar a goiabeira”, entusiasma-se um dos principais articuladores da “frentinha”.
Uma candidatura que corre risco

O vereador licenciado Flávio Vicente (foto), do PSDB, secretário de Assistência Social e Cidadania desde o início da administração Pupin/Barros, está conversando com os vereadores maringaenses e confirmando o que já foi divulgado por aqui: diz que vai voltar, reocupar a vaga que hoje está com Carmen da Saúde (Pros), e disputar a presidência do Legislativo.
Ele tem sido aconselhado a ficar na Sasc mesmo. Um vereador experiente chegou a dizer diretamente a Flávio que ele corre o sério risco de ter só o voto dele.
Um novo nome na política

Muitos apostam que o Sargento Fahur, candidato a deputado federal pelo PSDC, pode ser uma das surpresas destas eleições. O trabalho voluntário das pessoas que acreditam em sua vitória, a visibilidade que ganhou com a internet e o discurso do candidato, em cima de um tema sempre atual como a segurança pública, levam a acreditar que isso pode mesmo acontecer. Em Maringá, alguns já têm resposta a uma pergunta frequente nos bastidores (de qual candidato Fahur tiraria votos?). Quem mais perderia é Ricardo Barros (PP), ainda mais depois da notícia de que sua campanha é irrigada com dinheiro doado por empresa envolvida na Operação Lava Jato. Lançado candidato por São José dos Pinhais, e sendo de Maringá, Fahur tem, segundo aliados, a vantagem de ter, por conta da corporação, campanha espalhada por todo o estado. “Está nascendo um novo e forte nome na política maringaense”, garante um deles.
Marchese acredita na vitória

Em sua primeira eleição, o maringaense Homero Marchese (PV), candidato a deputado estadual, diz ter ouvido os desejos dos eleitores e levado uma mensagem de política honesta a milhares de paranaenses. Usando mais a internet, para compensar a falta de tempo no horário eleitoral para apresentar suas propostas, e a sola do sapato, ele visitou cidades principalmente das regiões de Maringá e Curitiba. Homero também conseguiu ter destaque na imprensa revelando notícias de interesse público. O candidato denunciou a manobra do Governo para manter os contratos do pedágio em desequilíbrio, revelou a proposta da Associação dos Municípios para enfraquecer o trabalho do Tribunal de Contas e noticiou que o presidente do TCE admitiu ter conversado com os empreiteiros da obra anexa ao prédio do órgão. “Com coragem e atitude para mudar, eu vou fazer diferente do primeiro ao último dia do meu mandato”, diz.
Paulo Maluf de fora

Como nem tudo é do que jeito que deveria ser, a decisão de ontem à noite do TSE, mantendo a decisão do TRE paulista e negando provimento ao recurso ordinário interposto pela defesa de Paulo Maluf, indeferindo sua candidatura a deputado federal pelo PP de Ricardo Barros, é histórica. Paulo Maluf, modelo para alguns políticos maringaenses, foi condenado por improbidade administrativa quando era prefeito da capital paulista, em 1996. Que a onda pegue, já que prefeito condenado por improbidade com suspensão de direitos políticos é o que não falta por aqui.
Sem noção

O vereador tenente Edson Luiz (PMN) promoveu um almoço, ontem, para oficializar seu apoio a Dr. Batista (PMN) para deputado estadual e Luiz Nishimori (PR) para deputado federal. A festa teria êxito completo se o também candidato a deputado federal Ricardo Barros (PP) não tivesse aparecido por lá se apresentando como representante da mulher, a deputada federal Cida Borghetti (Pros). Não é a primeira vez que Barros tenta ‘aparecer’ na festa dos outros; alguém deve lembrar do jantar do finado Clube da Imprensa de Maringá, onde ele começou sua carreira de estraga-eventos.
A candidata
A professora Veroni Friedrich, de Maringá, é candidata a deputada estadual pelo PPS, com o número 23723. Ela é da família dos amigos Renato e Mário, donos respectivamente dos restaurantes Casão da XV e La Gôndola.Continue lendo ›
*/ ?>





