Ciclovia quase pronta

Ciclista trafega pela ciclovia da avenida Guaíra, entre as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, que deveria ter sido entregue em 28 de fevereiro.Continue lendo ›

Ciclista trafega pela ciclovia da avenida Guaíra, entre as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, que deveria ter sido entregue em 28 de fevereiro.Continue lendo ›

Prestes a ser finalmente entregue (o prazo contratato expirou-se em 28 de fevereiro), a licitada ciclovia da avenida Mandacaru não foi executada, deu lugar a uma ciclofaixa.
Os canteiros centrais perderam lindos flamboyants, foram reduzidos e ganharam placas de grama, flores e palmeiras.Continue lendo ›

Novidades na ciclovia licitada na avenida 19 de Dezembro, e que deveria ter sido entregue em 28 de fevereiro. Não, ainda não é a ciclovia.
Operários começaram a fazer os locais onde serão implantados os pontos de ônibus, na altura do meio-fio, avançando na faixa que será dividida com as bicicletas. A construção acontece sobre o asfalto recentemente recapeado.Continue lendo ›

Começaram a ser plantadas hoje as palmeiras imperiais no reduzido canteiro central da avenida 19 de Dezembro, um dos símbolos da falta de planejamento da administração Pupin/Barros.Continue lendo ›

Não foi preciso muro de arrimo. Na ciclovia da avenida Brasil, trecho após a praça Souza Naves, no bairro Aeroporto, o grande desnível da pista em relação à vegetação foi resolvido com a colocação de várias placas de grama.

Na próxima quinta-feira vai fazer dois meses que a ciclovia da avenida Guaíra, trecho entre as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, deveria ter sido entregue pela empreiteira responsável.
O trecho do túnel ferroviário, proximidades da rua José de Alencar, que desmoronou há mais de um ano, continua aguardando reparos. Enquanto eles não foram feitos, a ciclovia não poderia ser concluída.

Leitor informa que desde que pintaram o asfalto, como se fosse continuação da ciclovia, na avenida Brasil, Vila Operária, em Maringá, tem visto muitos ciclistas que não percebem o sinal de ‘pare’ no cruzamento da avenida com a rua Mathias de Albuquerque e acham que o carro que está errado.Continue lendo ›

Cresce a plantação de semáforos na avenida 19 de Dezembro, na obra que, no papel, seria uma mera ciclovia.
Com sinaleiros sendo implantados também nos cruzamentos com as ruas Rui Barbosa e Campos Sales, agora há semáforos praticamente em toda a extensão da avenida. Continue lendo ›

Na cidade transparente, ninguém sabe como ficará a avenida 19 de Dezembro ao final da construção da ciclovia, desculpa para se mexer na importante via de entrada da cidade.
Ao contrário do que muitos pensam, a ciclovia/ciclofaixa será numa das laterais (sentido Colombo-praça 7 de Setembro), e o canteiro central será reduzido. Continue lendo ›

Além do rebaixamento das calçadas, o que continua proibido pela legislação municipal, e de avanços nos cruzamentos, estreitando a pista, a avenida 19 de Dezembro, tendo como justificativa a construção de uma ciclovia, passa por uma remodelação.
Como a prefeitura não dá detalhes, todos especulam. O certo, como se percebe na colocação de brita onde existiam dezenas de árvores, é que a avenida terá o mínimo de área verde.

Aos poucos os motoristas que passam o inferno na avenida 19 de Dezembro vai percebendo o que a administração Pupin/Barros quer fazer, sem consultar ninguém, naquela via.
Na esquina das ruas Rui Barbosa e Campos Sales há um avanço sobre a pista. Na primeira quadra, entre a Colombo e a Rui Barbosa, como se vê na foto, o canteiro central ficará drasticamente reduzido, para caber as rodas das bicicletas.Continue lendo ›

Oficialmente, a ciclovia da avenida 19 de Dezembro deveria ficar pronta daqui a seis dias. No entanto, a obra ficou parada sem motivo aparente por mais de um mês e, se bem conhecemos a turma, vai se arrastar até perto do período eleitoral.
Quem sofre na pele são as pessoas que passam por lá e convivem com o verdadeiro caos que se transformou a avenida. Acima, o perigo em que ela se transformou nesta segunda-feira chuvosa. Continue lendo ›

Esta semana fez um mês que as obras da ciclovia na avenida 19 de Dezembro estão paralisadas. A Prefeitura de Maringá, pra variar, oficialmente não deu satisfação à comunidade que aguarda o fim do transtorno naquelas imediações. A placa continua informando que o prazo para o término da ciclovia é no próximo dia 28.

Faltando 19 dias para o prazo de entrega da ciclovia da avenida Guaíra, entre as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, a pavimentação já passou a rua José de Alencar.
Como o blog havia anunciado, um pequeno trecho, próximo àquela rua, não foi pavimentado. Continue lendo ›

Há três semanas as obras da ciclovia na avenida 19 de Dezembro estão paradas. Com a volta às aulas, o que era complicado vai beirar o caos, naquela avenida.
A propósito, como se vê do lado esquerdo da foto, o matagal sobre o tunel ferroviário, entre a avenida e a rua Arlindo Planas cresce que é uma beleza.

Enquanto as obras da ciclovia na avenida 19 de Dezembro estão paradas, seguem as da avenida Guaíra, entre as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, ao custo de R$ 354.316,02. A ciclovia “pula” um trecho onde houve deslizamento no túnel da via férrea. (Foto: Marco Antonio Deprá)
Não bastasse a falta de água, as obras da ciclovia da avenida 19 de Dezembro, que tiram o sossego de todos, continuam paradas, enquanto a buraqueira na via aumenta.

Começaram na semana passada as obras para a implantação de uma ciclovia na avenida Guaíra, ligando as avenidas Paraná e 19 de Dezembro, em Maringá.

O traçado “pula” um pedaço no cruzamento com a rua José de Alencar, onde, em março do ano passado, houve um deslizamento de terra numa das laterais do túnel ferroviário. O deslizamento fez cair blocos de concreto, que por sua vez abriu um buraco na avenida Guaíra. Continue lendo ›

Seguem as obras de readequação e recuperação da avenida 19 de Dezembro e Guaíra, em Maringá, para a implantação de ciclovia, inclusive com a colocação de tubos, pela Santa América/Hiconci.
O custo é de R$ 1.615.054,96.Continue lendo ›

Na avenida Brasil, a segunda etapa da ciclovia da avenida Brasil – entre as praças Rocha Pombo e Souza Naves – é bem diferente da primeira, iniciada num sábado chuvoso de janeiro de 2014, com a retirada das espinhas-de-peixe.
A começar do asfalto substituindo o concreto e do espaço entre as faixas e o meio-fio.Continue lendo ›

Com o canteiro central pelado, sem nenhuma árvore, a avenida 19 de Dezembro é a mais recente mostra do desprezo da administração municipal com o meio ambiente.
No local será construída uma ciclovia – que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) prometeu que iria estar pronta em 2008, com o custo saindo da ciclovia milionária da avenida Mandacaru -, e deverão ser plantadas árvores exóticas, como palmeiras.Continue lendo ›
Foi publicado na sexta-feira o contrato de prestação de serviços entre a Prefeitura de Maringá e a Santa América Equipamentos e Obras Ltda., para a execução das obras de readequação e recuperação em trechos da Zona 6 (avenida 19 de Dezembro, trecho entre a praça 7 de Setembro e avenida Colombo) e Zona 7 (avenida Guaíra, trecho entre a avenida 19 de Dezembro e avenida Paraná), visando implantação de ciclovia.
Valor da obra: R$ 1.615.054,96. Continue lendo ›

O semáforo para pedestres na avenida Brasil, entregue esta semana, só confunde, alerta Lauro Barbosa. “Tanto para pedestre como para motorista, principalmente motorista que vem da travessa Guilherme de Almeida. Se estiver desligado corre o risco de pegar um pedestre, porque o sinal abre para os dois. Outro problema é a ciclovia no canteiro central. Repare na imagem que as cores dos sinais de pedestre não são as mesmas. Uma é verde e outra é vermelha. A sorte dos pedestres é que a ciclovia é meio que um elefante branco. Se não, seria confusão na certa”.

Leitor observa a quantidade de lixo espalhado ao longo da ciclovia da avenida Pedro Taques, no Jardim Alvorada, maior bairro de Maringá. Boa parte dos porcos são comerciantes, que colocam seus sacos de lixo no canteiro central. Enquanto não houver repreensão à altura, a bagunça continuará, enfeiando a cidade.
Uma auditoria constatou nove irregularidades e sobrepreço de ao menos R$ 1,4 milhão nos contratos feitos pela gestão Fernando Haddad (PT) para a construção das ciclovias da avenida Paulista e do Minhocão, na cidade de São Paulo. Juntas, elas custaram cerca de R$ 18 milhões (aqui).
A ciclovia milionária da avenida Mandacaru, construída na gestão Silvio Barros II (PHS), e que se estenderia até a avenida Brasil em 2008, foi objeto de reclamação no TCU, que por sua vez recomendou à Câmara de Maringá que apurasse o suposto superfaturamento e o sumiço de dezenas de luminárias e lâmpadas. Como no Legislativo existia a Turma do Amém, nunca se tratou do assunto.
A Prefeitura de Maringá realizará concorrência, no dia 15 de setembro, para contratar a empresa que vai realizar as obras de readequação e recuperação em trechos da Zona 6, entre a praça 7 de Setembro e a avenida Colombo, e na Zona 7, na avenida Guaíra, entre a 19 de Dezembro e a Paraná. As obras (calçadas, canteiros e 6.226,79 metros quadrados de pavimentação) são para a implantação de ciclovias, e a prefeitura está disposta a pagar até R$ 1.631.396,38.

Acima, release divulgado pela Prefeitura de Maringá na primeira gestão de Silvio Barros II (PHS), em 2008, onde se anuncia a obra agora realizada. Com uma diferença, sete anos e duas gestões depois: antes, a ciclovia entre a praça 7 de Setembro e a avenida Colombo sairia dos mais de R$ 1 milhão que custou, ao final, a ciclovia milionária da avenida Mandacaru. Como se vê, mentiram à população.

Dando continuidade à série de c(*)gadas na avenida Brasil, iniciada em janeiro deste ano, sem projeto e sem planejamento, só com a ideia fixa de fazer a principal via do Centro desembocar no futuro mega-empreendimento do dono da cidade, agora funcionários da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá estão plantando grama sobre a grama já plantada naquele canteiro central. O desperdício ocorre porque em um longo trecho da avenida Brasil entre as avenidas Paraná e Cidade de Leiria, onde se faz a implantação da ciclovia, uma boa parte de grama já havia sido plantada. Funcionários disseram que, por um erro de cálculo, a grama plantada anteriormente estava mais baixa que a ciclovia, fazendo-se necessário o novo plantio de placas de grama, explica a postagem no site Manchete. Alguém se preocupará em reparar mais um prejuízo no bolso do maringaense?

Na avenida Brasil, operários da Prefeitura de Maringá e funcionários da empreiteira que realiza a ciclovia trabalhavam na obra nesta tarde calorenta. Estavam sendo colocada terra, já que a construção da pista desnivelou em relação ao solo, e a grama estava sendo recolocada. A falta de planejamento deve ter custado muito caro aos cofres públicos.

No início do mês o blog abordou, além do perigo do traçado da ciclovia da avenida Brasil, a questão da altura do meio-fio, que apesar de ter sido no início do ano vinha esfarelando. Estão refazendo o meio-fio e retirando a diferença da massa asfáltica, e, portanto, não será preciso fazer novo recapeamento,