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Geral

Ciclovia entre Maringá e Sarandi será recuperada

quinteiro
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, em resposta a requerimento feito pelo deputado estadual Wilson Quinteiro (PSB), informou que a ciclovia entre Maringá e Sarandi será totalmente recuperada, quando da reformulação da BR-376 no mesmo trecho. O parlamentar havia solicitado informações sobre a reforma e manutenção da ciclovia junto ao diretor geral do DER, Nelson Leal Junior, para garantir maior segurança para os ciclistas.

Bronca

Ciclovia pode colocar vidas em risco na avenida Brasil

Avenida Brasil
Maringaenses, em especial comerciantes e moradores da via, começam a se preocupar com o risco que os ciclistas vão correr quando for entregue a ciclovia quase milionária da avenida Brasil. A ciclovia não foi planejada, foi criada para que o município pegasse verbas milionárias na área de mobilidade. Assim, tudo indica que vai sobrar para o ciclista. As reclamações são várias: a pista é estreita, está nas extremidades do canteiro central e ficará mais alta do que a grama, o que aumentará sensivelmente o risco de acidentes. “Se um ciclista perder o controle, ele cairá na avenida e poderá ser atropelado”, diz um comerciante. “É um absurdo. Precisa ver quem fez este projeto!”, reclama outro. Como no caso do Contorno Norte, o grupo político que está no poder mais se preocupa com o dinheiro do que com a integridade do maringaense.

Blog

Até na ciclovia, Maringá é Maringá…

Ciclovia avenida Brasil
Em 2008, administração Barros/Pupin, a construção da ciclovia milionária da avenida Mandacaru causou espanto em Maringá. A obra, sem bicicletário, começou custando R$ 986,8 mil, foi esticada para a avenida Alziro Zarur, 60 luminárias a menos que o licitado, depois anunciou-se que iria ser prolongada, com o mesmo preço, até a avenida Brasil… enfim. A ciclovia, no preço inicial, sem aditivo, saiu por R$ 274 mil por quilômetro. Agora, na administração Pupin/Barros, começou a construção de uma ciclovia mais simples, na avenida Brasil, sem luminárias, ao custo de R$ 304 mil por quilômetro.
Em São Paulo, que anunciou há alguns meses a construção de 400 km de ciclovia, o custo estimado é de R$ 200 mil por quilômetro.

Maringá

Dá para acreditar?

A propósito do Plano Cicloviário de Maringá, anunciado ontem, e que pretende aumentar de 15 para 87 quilômetros a malha cicloviária da cidade, só uma lembrança. Em 2008, quando o hoje prefeito era vice de Silvio Barros II, a prefeitura, pega no valor milionário da avenida Mandacaru, anunciou que a ciclovia seria esticada em 700 metros pela avenida 19 de Dezembro até a praça 7 de Setembro. Passaram-se seis anos e nada. Por falar na tal ciclovia, mais usada por transeuntes que bicicletas, ela continua às escuras na maior parte de sua extensão.

Maringá

Prefeitura licitará ciclovia da Brasil

Avenida Brasil - protesto
A CBN informou hoje que a Prefeitura de Maringá publicará amanhã o edital de licitação para implantação de ciclovia na avenida Brasil. A licitação admite pagar até R$ 730 mil para a ciclovia, que seria condição sine qua non para a viabilização de empréstimo internacional para as obras da avenida, que começaram em janeiro e foram paralisadas depois de protestos de comerciantes (foto). Estima-se que os comerciantes tiveram perdas de 30% com a retirada do estacionamento tipo espinha de peixe; houve demissões e muitas lojas foram fechadas. Ou seja, a ciclovia faz parte do pacote não por bondade. Os envelopes serão abertos no próximo dia 5. O Ministério Público, comerciantes, moradores e comerciários da avenida tentam impedir o binário na avenida, que beneficia empreendimento imobiliário do dono da cidade, no bairro Aeroporto. Maiores intervenções na avenida estão suspensas até o final do período eleitoral para não atrapalhar a campanha dos candidatos da família Barros.

Maringá

Grama e ciclovia

Avenida Brasil
O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) teria firmado compromisso, na semana passada, ao receber representantes da Acim e da comissão de comerciantes da avenida Brasil, que reestudaria a construção da ciclovia no canteiro central da principal via da cidade. A foto acima, tirada hoje à tarde logo abaixo da praça Sete de Setembro, mostra que começou a colocação de grama e de pedra, está colocada nas laterais, sinalizando que a ciclovia sairá, sim. Aparentemente, tem gente que está sendo feita de boba.

Opinião

Os outros que se lasquem

De um leitor, ao saber que a prefeitura paralisou a construção da ciclovia no canteiro central da avenida Brasil até um acordo com os comerciantes: “Nessa atitude, a Prefeitura Municipal de Maringá e a Associação Comercial de Maringá provaram que elas consideram que as pessoas que utilizam bicicleta em seus deslocamentos não são potenciais consumidores, e que estes não possuem o direito de se deslocar de forma segura e cidadã no centro de Maringá! Maringá é uma cidade que tem seu planejamento totalmente voltado para o veículo individual motorizado, as pessoas que utilizam outros meios que “se lasquem”…”

Maringá

Curiosidade e preocupação

brasil
Leitor faz uma observação interessante a propósito de um dos desenhos (porque estudos e projetos que é bom…) divulgados pela Prefeitura de Maringá da nova avenida Brasil mostrar que a ciclovia que inventaram agora terá duas pistas. Vem daí a indagação: a ciclovia também será binária? [Não, basta clicar no desenho; serão duas mãos, e a previsão de tráfego intenso]
Ainda a respeito do assunto, embora o grupo que está no poder pouco se lixe, há uma preocupação crescente com demissões no comércio da avenida Brasil, em especial no trecho entre a praça 7 de Setembro e a avenida Paraná.

Maringá

A ciclovia da turma

ciclovia
A foto de Tabajara Marques mostra algo já abordado aqui: na milionária ciclovia da Mandacaru, construída na gestão Silvio Barros II/Pupin, o que menos se vê é bicicleta. O mesmo sistema (inclusive o preço salgado) será empregado na ciclovia inventada na avenida Brasil, que sequer os ciclistas tinham conhecimento? Só para lembrar: foi tão escancarada a ciclovia da Mandacaru que esticaram até o Conjunto Ney Braga e ainda fizeram aparecer cerca de 60 conjuntos de postes e iluminação que haviam sumido (cerca de R$ 100 mil), graças a este modesto blog. Silvio II chegou a prometer que com o mesmo dinheiro iria esticar a ciclovia pela 19 de Dezembro até a praça 7 de Setembro – e nada. A legislatura anterior, porém, não quis seguir recomendação do TCU e investigar a obra.

Maringá

Engenheira falará sobre tráfego

A Comissão Especial de Estudos sobre Ciclovias e Ciclofaixas da Câmara de Maringá recebe amanhã às 16h a engenheira civil Vera Maria de Oliveira, da prefeitura. Vereadores querem que ela fale sobre o tráfego, faça alguns esclarecimentos e colabore com os trabalhos da comissão. A comissão, formada pelos vereadores Luciano Brito (PSB), Carlos Mariucci (PT), tenente Edson Luiz (MD) e Belino Bravin (PP), está analisando a viabilidade de implantação de ciclovias, ciclovias recreativas e ciclofaixas nas vias públicas do município.

Maringá

O que veio primeiro?

Placa e luminária
O que veio primeiro: a placa da ciclovia ou o poste de iluminação? Neste caso, a placa. O poste só foi colocado na praça do cruzamento das avenidas Mandacaru e Alexandre Rasgulaeff, depois que este modesto blog revelou – meses após a inauguração da obra pela adminsitração Barros/Pupin – que a empreiteira esqueceu de colocar 60 conjuntos de postes e luminárias ao longo da milionária ciclovia (algo equivalente a R$ 100 mil). A propósito, a maior parte das luminárias da ciclovia não funciona. À noite, é um breu só.

Maringá

Vereador pede revitalização de praça e ciclovia

Farroupilha
A praça Farroupilha, símbolo do Jardim Alvorada, “precisa ser revitalizada urgentemente”, reivindicou o vereador Carlos Mariucci (PT). O parlamentar visitou o local na tarde da última segunda-feira e ouviu moradores do bairro e frequentadores. “A Farroupilha é frequentada por pessoas da cidade inteira. Merece e precisa ser revitalizada. A última vez que esse local foi restaurado foi na gestão do José Claudio (PT). A placa confirma isso”. O gabinete do vereador protocolizou requerimento pedindo informações à Prefeitura se há previsão para que a praça seja revitalizada. Depois de ouvir os moradores do local, outro requerimento encaminhado pelo gabinete de Mariucci pede informações à prefeitura sobre a previsão para a revitalização da ciclovia da avenida Pedro Taques. Mariucci também visitou o local e constatou que a ciclovia está com a pista irregular e precisa ser readequada.

Turismo

Notícias do Edworld

ciclovia na Alemanha
Informa Edmundo Albuquerque que em Koblenz, na Alemanha, ciclovias são coisas levadas a sério. A maioria da população se serve delas porque isso resolve em grande parte o fluxo de veículos nas cidades. As leis são severas para quem obstrui o sagrado direito dessas pessoas de irem e virem.

Maringá

Certame deserto

Em abril, a Prefeitura de Maringá tentou licitar a construção de uma ciclovia e uma pista da caminhada na avenida Gastão Vidigal, trecho entre a rua José Fregadolli até a frente do antigo aeroporto. Oferecia até R$ 580.257,78 por 3,5 km de ciclovia e pista, que deveriam ser concluídas em 90 dias. A tomada de preços não teve interessados. Possivelmente, o preço tenha influenciado o resultado de certame deserto, já que a administração chegou a pagar mais de R$ 1 milhão por uma ciclovia de 3,6 km na avenida Mandacaru, quatro anos atrás.
Mas a Incovia Indústria e Comércio de Sinalização Viária e de Segurança Ltda., do ex-prefeito de Sarandi, Cido Spada (PV), venceu a tomada de preços para sinalizar a ciclovia que não teve empreiteira interessada. Foi a única a participar e ficou com o preço máximo, de R$ 46.335,59.

Geral

Municípios ignoram recursos para ciclovias

De Raphael Machiori, na Gazeta do Povo:
Segundo dados do Orça­­mento da União e do Portal da Transparência, dos mais de R$ 10 milhões reservados para repasse a ações de apoio ao transporte não-motorizado no último triê­nio, apenas R$ 957 mil foram efetivamente utilizados pelas prefeituras. No período, nenhuma cidade do Paraná pleiteou ou foi contemplada com dinheiro da ação. Leia mais.

Má-ringá

Problemas com iluminação

A milionária ciclovia da avenida Mandacaru está com várias lâmpadas queimadas. Leitor diz que próximo ao Hospital Universitário já existe uma quadra inteira em que a iluminação não funciona.
Só lembrando que vem a ser a mesma ciclovia onde o blogueiro quase perdeu uma unha andando para conferir, seis meses depois de inaugurada pelo prefeito de Maringá, que faltavam nada menos que 60 conjuntos de postes e luminárias. Só aí o prejuízo ao erário alcançou R$ 100 mil.

Má-ringá

Milionária e uma sujeira só

De leitor, a respeito da ciclovia milionária da avenida Mandacaru, em Maringá:
Hoje, segunda-feira, 26, a ciclovia está uma sujeira. Tem terra, grama, garrafa de vidro, latas, pedras. Até furou meu pneu novo que acabei de comprar. Além dos buracos as entradas estão horríveis, tem entrada que fica uns 10 cm acima do nível do asfalto. Infelizmente quem fez a ciclovia não anda de bicicleta.

Bronca

Ainda a avenida Morangueira

Do leitor:
“Sou usuário diário da avenida Morangueira e também pratico ciclismo nas horas vagas. Diante da mudança do trânsito da avenida Morangueira – que ocorreu tão somente para aderir aos interesses da empresa TCCC que agora mantém sua garagem no final dessa avenida – tenho notado o pleno desrespeito com os ciclistas. Sem entrar no mérito de tantos outros cidadãos prejudicados pela inesperada mudança. Isso porque, agora, com ônibus circulando em altas velocidades (e temos presenciado isso), não existe espaço para qualquer ciclista circular na avenida sem risco de vida. A esses cidadãos, somente cabe uma escolha – ou escolhem serem atropelados pelos ônibus, ou optam por serem atropelados pelos caminhões”. Ele sugere uma campanha pela imediata instalação de uma ciclovia naquela vida, como forma de evitar sacrifícios humanos.
A administração dos fratelli, como o blog já registrou, vai na contramão do planeta: não prioriza o pedestre e, quando mexe com o transporte coletivo, ferra o ciclista.

Blog

Ciclovia: Setran notifica a Sanepar

A propósito das crateras abertas ao longo da milionária ciclovia da avenida Mandacaru, o secretário dos Tranportes, Valdir Pignata, informa que já notificou a Sanepar para reparar os dadnos. Obras realizadas por empresa contratada pela concessionária não sofreram a devida compactação e ruíram (eles só não podem fazer o metro quadrado ao preço da licitação feita por Silvio II). A Setran notificou a empresa para início imediato das obras de restauração e para verificar se há outros trechos com o mesmo problema.

Má-ringá

Buracos tomam conta da ciclovia milionária da Mandacaru


Sou feliz proprietário de uma bike, adquirida esta semana, e que será colocada no prumo amanhã, na Bicicleta do Bispo (avenida Sabiá), mas já percebi nesses dias que a ciclovia da avenida Mandacaru, além de ser um acinte ao bolso do maringaense, é terrível com os ciclistas. Mal feita, cheia de buracos e rachaduras, torta, com subidas e descidas horríveis, sem contar o povo que caminha apesar das placas proibindo. O prefeito não teria coragem de circular por ela com sua bicicleta. Os buracos acima, fotogrados por Elton Julio, aumentam a cada dia e estão presentes em boa parte da obra milionária, não investigada pela Turma do Amém.

Má-ringá

Um abrigo no meio do caminho

Abrigo de ônibus
A foto confirma o escrito aqui, dias atrás (que a administração municipal privilegiou o carro, em detrimento do transporte coletivo e da bicicleta em Maringá): no Bosque Dois (dos Pioneiros), instalaram um abrigo para ônibus no meio da pista para bicicletas. Nas proximidades do Parque do Ingá, a ciclovia que deveria vir da Pedro Taques também sumiu, isso sem contar a milionária ciclovia da avenida Mandacaru, que é lugar para tudo, menos para bicicleta.