crianças

Saúde

Cena da oncologia maringaense

Doando sangue
De Everton Barbosa, no Facebook:
Hoje fui doar sangue no Hospital do Câncer (HC) em Maringá. A recepcionista perguntou se era para algum paciente em específico. Disse que não e que poderia ser para uma criança, se houvesse mais necessidade. A recepcionista respondeu: “Não temos crianças aqui”. Daí que eu me lembrei de que Maringá não atende mais crianças com câncer. Elas são obrigadas a ir para Curitiba ou outras cidades que prestam atendimento na oncologia infantil. É constrangedor saber que a terceira maior cidade do Paraná não atende crianças com câncer.

Saúde

Quinteiro propõe medida de segurança a adolescentes

O deputado estadual Wilson Quinteiro (PSB) apresentou na última segunda-feira projeto de lei que obriga hospitais, postos de saúde e as clínicas que integram as redes pública e privada de saúde do Estado a comunicar imediatamente ao Conselho Tutelar, aos pais ou responsáveis legais, o atendimento de criança ou adolescente recebido em estado de embriaguez ou consumo de drogas. O projeto segue agora para apreciação das comissões técnicas do Legislativo. Continue lendo ›

Maringá

Maringá não oferece tratamento público para crianças com câncer

O descredenciamento do Hospital do Câncer de Maringá foi tema de intervenção do vereador Carlos Mariucci (PT) na sessão de hoje da câmara municipal, às vésperas do aniversário da cidade e do Dia das Mães. O HC não realiza mais o tratamento de crianças com câncer, que têm que ser encaminhadas a outros centros. Nenhuma autoridade da área, no entanto, veio a público dar explicações sobre o que aconteceu; até o Ministério Público nega-se a tocar no assunto. O vereador aproveitou para cobrar a presença do governador Beto Richa na cidade, nesta sexta-feira, já que considera que estado e município juntos é que devem encontrar uma solução para o caso. Confira parte do pronunciamento do vereador:Continue lendo ›

Blog

“Não sabia mais o que fazer”

Na manhã de hoje, uma mãe deixou os dois filhos, de 6 e 9 anos, na CMEI Geraldo Meneghetti, localizada na esquina das ruas Guatemala com La Paz, pouco mais de 10 metros de sua residência, na Vila Morangueira, em Maringá. Detalhe: ela procurava vaga para os dois filhos desde o último dia 6 e, como não conseguiu, decidiu deixar as crianças lá, embora não estejam matriculadas naquele centro municipal de educação infantil. A mulher já havia procurado o Ministério Público, atrás das vagas, sem êxito; ela tem que trabalhar para poder sustentar os filhos e disse que não sabia mais o que fazer.
PS – No final da manhã a questão foi solucionada.

Maringá

Alunos teriam sofrido maus tratos

Amanhã, no Jecrim, acontece audiência referente a denúncia de maus tratos contra crianças de 3 e 5 anos numa pré-escola particular, localizada no centro de Maringá. Os maus tratos foram comunicados aos pais em maio de 2012. Uma psicóloga da Polícia Civil emitiu laudo informando que as crianças falaram a verdade. Elas disseram, por exemplo, que eram trancadas num porão ou quartinho escuro, como castigo por correrem, e que recebiam tapas na cabeça e eram chamadas de “porcos” e “burros”. Pelo menos uma das crianças passa por tratamento psicológico.
Os pais constataram que o estabelecimento cometeu fraude escolar e ainda estaria funcionando sem alvará. Até chegar ao Jecrim o caso foi levado ao conhecido do Conselho Tutelar da Zona Sul, Núcleo Regional de Educação, Secretaria de Estado da Educação, Conselho Municipal de Educação, ao ex-prefeito Silvio Barros II, Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho, Ministério Público Estadual (Vara da Infância), prefeitura e Corpo de Bombeiros.

Educação

Pais pedem ventilação e espaço em creche

cmei
O Centro Municipal de Educação Infantil José Gerardo Braga, em Maringá, foi demolido pela atual administração no início do ano, as crianças estão depositadas em um salão comercial na avenida Carneiro Leão, antiga BJ Santos. O assunto já foi abordado duas vezes aqui no blog, por causa do forte calor das últimas semanas. Os pais fizeram um abaixo-assinado, protocolizado no último dia 19 pelo gerente de Planejamento Educacional Rogério Ricardo Girotto, solicitando um local mais adequado já que não existe ventilação, espaço para brincadeiras etc. Até agora a secretária de Educação não se pronunciou e não recebeu os pais. O ofício tem 74 assinaturas. Este é um trecho: Continue lendo ›

Ivana Veraldo

Crianças, brincadeiras e espaços urbanos

Pesquisas mostram que crianças de diferentes classes sociais brincam em espaços urbanos diferenciados. As crianças de bairros pobres brincam nas ruas, calçadas, praças e terrenos baldios. As crianças de bairros ricos não ocupam esses espaços; elas são encontradas em suas casas ou em outros lugares fechados e institucionalizados; dificilmente brincam comunitariamente. Essas conclusões contribuem para que eu reforce a defesa da ampliação do número de espaços públicos para lazer, esporte e cultura em todos os bairros da cidade, inclusive naqueles que são habitados pela elite. Assim, todas as crianças poderiam brincar de forma mais saudável.
Ivana Veraldo

Má-ringá

Aguardando uma solução

CMEI Gerardo Braga
Mães de crianças esperam que esta semana a Secretaria de Educação consiga uma solução para o caso do CMEI Gerardo Braga, na avenida Carneiro Leão. O local, que parece um caixote, não tem ventilação e as próprias professoras têm recomendado que as mães fiquem com as crianças em casa enquanto durar o intenso calor. Há apenas um pequeno ventilador em cada sala, onde a porta tem que ficar obrigatoriamente fechada. Se as professoras reclamam do calor, imaginem a situação dos pequenos.

Boa notícia

Usina Santa Terezinha patrocina esporte para 200 estudantes


De Luiz Carlos Rizzo:
Consciente de sua responsabilidade social, a Usina Santa Terezinha Ltda., sediada em Maringá e com oito unidades produtoras de açúcar e álcool, assinou convênio com a Ciagym, ONG (Organização não Governamental) maringaense que atua em projetos esportivos. A empresa sucroalcooleira, que assegura 18 mil empregos diretos no noroeste do Paraná, vai bancar as despesas de um coordenador e de um professor de Educação Física dentro do projeto Gol de Cidadania, desenvolvido pela ONG. A Santa Terezinha também vai disponibilizar psicólogas e assistentes sociais para acompanhamento do rendimento escolar dos alunos inscritos.Continue lendo ›