Mais um pouco e…

… quase o custo de um casamento ostentação, né?

… quase o custo de um casamento ostentação, né?
A confusão surgiu a partir da interpretação do que assisti no Band Notícias, apresentado por Milton Ravagnani e Flávio Mantovani. Entendi que o custo seria de R$ 6 milhões anuais.
Com a postagem, recebi do Prefeito Ulisses Maia e-mail (sim, o prefeito nos responde, ao contrário de alguns vereadores, que preferem nos desqualificar) nos seguintes termos:
Continue lendo ›

Se pagarem décimo terceiro salário e abono de férias aos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, os 399 municípios paranaenses gastarão aproximadamente R$ 41,3 milhões por ano. Ao final de um mandato de quatro anos, o dispêndio com essas despesas atingirá R$ 165,3 milhões.
Continue lendo ›

A propósito do Parque Industrial Cidade de Maringá, que configura-se como uma jogada imobiliária de viés especulativo, este tem tudo para se tornar o mais caro mico promovido por um grupo político no Paraná.
Continue lendo ›

Confirmando-se erros no projeto do terminal intermodal (antigo multimodal), lembro desta postagem, de onde destaco o seguinte: “Falando em projeto caro, e aquele do terminal multimodal, a um custo de R$ 2,6 milhões, anunciado pelo secretário Laércio Barbão? Como ficou? Foi pago? Como anda o caso? E o secretário, está firme no cargo?”.Continue lendo ›
Nas minhas férias, repito, vi uma entrevista do prefeito de Chapecó, falando que pretendia seguir o exemplo de Maringá, na gestão do aeroporto.
Pensei: por que Chapecó, cidade com a metade da população de Maringá, consegue manter um time como a Chapecoense e Maringá, não? Continue lendo ›
O valor é R$ 7.452.000,00, aproximadamente, em quatro anos de mandato, custo aos contribuintes maringaenses, entre salários e encargos, só 15 assessores de vereadores, ocupando o cargo denominado chefe de Gabinete, para cumprir horário de 6 horas por dia, durante cinco dias na semana.
Não é muito? Não está fora da realidade do mercado?Continue lendo ›

Um peemedebista de Maringá recebeu hoje um cartão de Natal/Ano Novo do senador Romero Jucá, presidente nacional do partido.
Perguntou-se, vendo a qualidade do material (papel couche, plastificado, boa gramatura): quem pagou isso? Continue lendo ›

Eis a relação dos sete CCs vinculados à administração geral da Câmara de Maringá, sem contar os 60 dos gabinetes dos vereadores:Continue lendo ›

Falamos dos vereadores de Maringá.
Se não forem alterados o número de assessores e os salários vigentes, hoje em quatro por gabinete, sendo um chefe de gabinete R$ 7.683,81; um assessor parlamentar R$ 6.211,43; e dois assessores de gabinete R$ 4.693,09, cada um, o custo final, entre salários e encargos, mensalmente, será de R$ 31.429,88 só com assessoria.Continue lendo ›

No dia 1º de fevereiro de 2015, tomou posse, dentre os 54 deputados estaduais, uma jovem de pouco mais de 22 anos, Maria Victória Borghetti Barros, filha do ministro Ricardo Barros e da vice-governadora Cida Borghetti, sobrinha do candidato Silvio Barros II.
Está, portanto, há 21 meses no cargo. Seu mandato custou ao contribuinte, entre salários e encargos e assessores aproximadamente R$ 2 milhões 100 mil, neste período. O que produziu? Seu trabalho se pagou?Continue lendo ›

Em tempo de crise econômica e de ausência de locais públicos adequados para destinação de resíduos (prometeram e não cumpriram), além de caçamba ao custo de R$ 150,00 , o que acontece com quem não tem condições de pagar:Continue lendo ›
Um time de uns 300 custa em média algo em torno de R$ 15 milhões por ano. Pagos por quem? Pelo contribuinte nas mais variadas situações. Há os que custam algo em torno de R$ 16.000,00 mais, outros R$ 10 mil, e os mais baratos, coisa de R$ 3 mil mensais.
Alino Rebouças, colaborador interino

Pelo menos dois candidatos têm feito pesquisas qualitativas em Maringá.
Normalmente custam caro e por isso é para poucos.Continue lendo ›

A Prefeitura de Maringá, que recentemente adquiriu mais de R$ 1 milhão em mudas de palmeiras, começou o plantio na avenida Kakogawa, onde elas substituem centenas de grevíleas.
Leitor aponta que as mudas não valem o que dizem que a prefeitura pagou, sem contar que guincho e funcionários públicos participam do plantio.

A propósito da declaração sobre trabalho feita por Ricardo Barros, leitor lembra que praticamente toda a família está pendurada no erário – e trabalhar no sentido literal da palavra pode ser algo discutível.
Em setembro do ano passado, levantamento superficial mostrou que os familiares custavam pelo menos R$ 160 mil todos os meses aos cofres públicos, sem contar os assessores.Continue lendo ›

A milionária obra dos corredores de ônibus do transporte coletivo nas avenidas Morangueira e Kakogawa, em Maringá, onde a Caixa Econômica Federal patrocinou o corte de centenas de grevíleas, provocou uma grande mobilização da estrutura do município.
Várias secretarias, servidores e equipamentos públicos foram mobilizados para garantir um mínimo de trafegabilidade naquela região da zona norte.Continue lendo ›
… dos candidatos a prefeito de Maringá? Estamos curiosos para saber quanto cada chapa gastará, legalmente, e se haverá caixa dois? Quantos candidatos serão bancadas pelo condomínio partidário Barros? Herculano, por exemplo, é um candidato adversário de Silvio II, apesar de ter sido CC do grupo, ou será um mero laranja, para fazer o serviço mais sujo, contra os adversários? Ele que cita muito Deus, Jesus, parece ser bem religioso, se prestaria a este tipo de coisa? Quinteiro, Flávio Vicente? Teriam alguma ajuda do capo? Ou ele só ajudará aos candidatos a vereadores, com aqueles esquemas de material de campanha feito clandestinamente?
Akino Maringá, colaborador

Dados apurados pelo vereador Humberto Henrique (PT) revelam que a licitação para privatizar a coleta de lixo em Maringá propõe pagar até 84,56% mais caro pela tonelada do que no contrato que prefeitura firmou com empresa para locação de caminhões com motorista e garis.
Quando comparada com a coleta pública, a privatização é 123% mais cara.Continue lendo ›

A mais recente edição do Impacto Paraná dá duas colheres de chá para Ricardo Barros. Primeiro, acima, que cobra a origem de tanto gasto da família de políticos com a mídia. Continue lendo ›

Falamos só de salários e encargos de assessores CCs e dos vereadores. Aproximadamente são R$ 43.000,00 mensais, ou R$ 516 mil anuais; ou algo em torno de R$ 2 milhões em quatro anos de mandato.
Este é o custo, para o contribuinte de vereadores como Luizinho Gari, Jones Dark e todos os outros treze. São cerca de R$ 30 milhões numa gestão. Vale a pena?Continue lendo ›
De Levi Vasconcelos, no jornal A Tarde, de Salvador (BA):
O golpista primeiro – Na festa dos 10 anos do Hospital da Bahia, ontem, na Associação Bahiana de Medicina, em Ondina, um grupo organizado se prostrou na porta para chamar o ministro Ricardo Barros (Saúde) de ‘golpista’.
Ocorre que o primeiro a chegar foi o secretário da Saúde de Rui Costa, Fábio Vilas-Boas, no carro oficial. O grito do grupo ecoou:
– Golpista! Fora, golpista!Continue lendo ›
Enquanto em Maringá a Prefeitura investe altos valores no aluguel de imóveis, com alguns beirando à casa dos R$ 40 mil mensais, mais despesas com reformas, em Londrina, o maior aluguel pago pela Prefeitura é de R$ 18 mil para a instalação da Secretaria do Trabalho. O valor de todos os imóveis alugados pela Prefeitura, para instalação de diversos setores, é de aproximadamente R$ 100 mil.Continue lendo ›

Uma revista sobre finanças e atividades da Prefeitura de Maringá, referente a 2015 e 2016, continua espantando contribuintes pela desnecessidade, custo e aparência de material eleitoral. Oficialmente, seriam 10 mil exemplares de uma revista de 234 páginas, impressas numa gráfica de Londrina; extra-oficialmente, comenta-se que é muito mais.
Sobre custo a Secretaria de Comunicação ainda não se manifestou aos dois pedidos encaminhados pelo blog.Continue lendo ›
.. em Maringá, depois do reajuste de 11,7%, só com os salários de vereador e os quatro assessores? Ambrósio Brambila, mais novo assessor do vereador Jones Dark, poderia nos responder? Por falar nisso, caro Ambrósio, você será assessor por dois meses? Foi nomeado pela Câmara, ou receberá por fora? Ou ainda, é trabalho voluntário? Precisou de autorização de Ricardo Barros, pelo que entendi?
Akino Maringá, colaborador

… manter o Maringá Futebol Clube e o time de vôlei? Sendo empresas privadas, com fins lucrativos, considero um absurdo, imoralidade, talvez uma improbidade, se o contribuinte de Maringá, tiver que ajudar a bancar, e acho que banca, no mínimo com o uso do estádio.Continue lendo ›

Incrível, mas descobrimos que os aditivos primeiro e segundo ao contrato para obras do CAT – Centro de Apoio ao Turista (acima, foto feita em dezembro)- foram firmados em agosto do ano passado e resultaram na elevação da obra (inicialmente orçada em R$ 747.500,00) para R$ 769.325,74.
Com mais R$ 43.809,55, do sexto aditivo, publicado na semana passada, o valor chega a R$ 813.135,29. Ficam faltando os terceiro, quarto e quinto aditivos que não localizamos. Com eles, pode ser que o valor já tem chegado a R$ 1 milhão.Continue lendo ›