Sabe a denúncia sobre um imóvel tomado pelo mosquito da dengue, em Paiçandu, publicada aqui em dezembro? Hoje fez 51 dias que ela foi feita junto ao canal oficial da Prefeitura de Paiçandu. O Aedes aegypti continua por lá, nesses tempos de chuvas.
Dia D – Brasil unido contra a dengue, mobilização nacional, acontece neste sábado para reforçar ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegyptyi
A Secretaria da Saúde do Paraná divulgou há pouco o boletim semanal da dengue e confirmou 132 novos casos da doença. O estado soma agora 1.192 casos no período epidemiológico que teve início em agosto.
A Secretaria de Estado da Saúde aprovou em reunião do Centro de Operações em Emergências e publica a Nota Orientativa (número 1) sobre arboviroses que trata da “Organização da Rede de Atenção à Saúde para Enfrentamento da Dengue no Paraná”.
A Secretaria da Saúde do Paraná deu início hoje, em Maringá, à reunião técnica integrada para alinhamento das estratégias de controle da dengue, zika vírus e febre chikungunya. Participam do encontro representantes do Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde e de áreas técnicas da Sesa.
A Secretaria da Saúde do Paraná promove nesta quinta e sexta-feira evento para alinhamento das estratégias de controle da dengue, zika vírus e febre chikungunya. Haverá a apresentação do Plano Estadual de Enfrentamento à doença ao Ministério da Saúde.
O boletim quinzenal da dengue divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde totaliza 848 casos, são 107 a mais que o informe anterior, em6 de outubro. O atual período de monitoramento começou em agosto deste ano e seguirá até julho de 2021. Neste momento, os casos confirmados de dengue atingem 26 municípios; em 111 os casos são autóctones, ou seja, a infecção pelo vírus da dengue ocorreu na cidade de residência.
Um novo estudo que analisou o surto de coronavírus no Brasil encontrou uma ligação entre a disseminação do vírus e surtos passados de dengue que sugerem que a exposição à doença transmitida pelo mosquito pode fornecer algum nível de imunidade contra a covid-19. A informação foi dada hoje pela Reuters.
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou hoje o novo informe epidemiológico da dengue com 112 novos casos da doença no Paraná, nas últimas duas semanas. O Estado soma agora 191 diagnósticos positivos. Maringá está entre as oito cidades com maior número de casos confirmados.
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou hoje o boletim quinzenal com os números da dengue no Estado: são 212.074 casos acumulados desde o início do período epidemiológico, em julho do ano passado.
Mesmo com o foco voltado para o combate ao coronavírus, o Governo do Paraná não se descuida da epidemia de dengue que assola o Estado há quase um ano. A Secretaria de Estado da Saúde confirmou o repasse de R$ 1,5 milhão para 62 municípios que estão com taxa de incidência da doença igual ou superior a 100 casos por 100 mil habitantes. Ou seja, cidades em situação de alerta ou em epidemia.
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou ontem o Informe Dengue nº 40 com dados da doença. O período de monitoramento da dengue tem início em julho e pela curva epidêmica, a partir do mês atual, a tendência é de queda de casos.
A análise de taxa de incidência da dengue no Paraná sinaliza para a tendência de queda nos índices da doença no Estado. Nas últimas semanas, 20 municípios que estavam em situação de alerta ou em epidemia não apresentaram novos casos autóctones confirmados e estão com a taxa de incidência zerada.
A 14ª Promotoria de Justiça de Maringá encaminhou hoje duas recomendações administrativas ao município e uma ao estado voltadas ao combate à dengue na cidade. Segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública, divulgado nesta semana, Maringá está entre os municípios paranaenses com maior número de casos suspeitos notificados da doença.
O boletim da dengue divulgado hoje pela Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 157.418 casos confirmados no Paraná e 122 óbitos provocados pela doença. A epidemia atinge 223 cidades – 55,8% dos municípios paranaenses. São cidades que apresentam, proporcionalmente, incidência maior que 300 casos autóctones por 100 mil habitantes.
O boletim da dengue divulgado hoje pela Secretaria de Estado da Saúde registra 69 mortes confirmadas por dengue no Estado desde agosto de 2019. Nesta semana são 12 mortes.
O boletim da dengue divulgado hoje pela Secretaria da Saúde do Paraná confirma 12 novos óbitos provocados pela doença. Agora, são 49 mortes neste período epidemiológico iniciado em agosto de 2019.
Eliminar os focos do Aedes aegypti é a melhor alternativa para diminuir os casos de dengue. No Paraná, um trabalho articulado pela Secretaria de Estado da Saúde para a detecção e remoção dos criadouros principais do mosquito está ajudando a reverter o número de casos em municípios em que a doença já era epidêmica.
No final da tarde aconteceu um arrastão contra a dengue na Univerisdade Estadual de Maringá, em toda região do CCH, com apoio do Comitê de Gestão Ambiental da UEM e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
A Associação de Moradores da Zona 2 realizou na manhã de hoje o segundo arrastão no combate ao mosquito da dengue. A iniciativa foi da entidade com o Comitê contra a Dengue.
Em Campo Mourão, informa Sid Sauer, os vereadores aprovaram projeto aumentando o valor da multa por foco aos proprietários de imóveis. Passou de R$ 50,00 para R$ 338,00.
O boletim da dengue divulgado hoje pela Ssecretaria da Saúde do Paraná registra 26.692 casos confirmados de dengue no estado; com 6.129 casos a mais que a semana anterior que trazia 20.563 confirmações. O aumento é de 29,81%.
Mais de uma centena de moradores realizaram a limpeza de canteiros e terrenos baldios, em Maringá, para eliminar os focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A campanha nacional de vacinação contra o sarampo começou na segunda-feira (10) e segue até o dia 13 de março.
No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde pretende vacinar o público mais infectado pela doença até agora, os jovens com idade entre 20 e 29 anos. Neste sábado (15), haverá o “Dia D”, e os postos de saúde estarão abertos para facilitar o acesso à população.
De acordo com dados do Programa Nacional de Imunização (PNI), menos de 1% deste grupo está imunizado. “Os dados mostram que temos cerca de 600 mil jovens em nosso Estado e que apenas 5,2 mil foram vacinados no último ano. Este é exatamente o público mais afetado, são 52% do total de pacientes confirmados com sarampo”, disse o secretário Beto Preto.
“Temos o panorama e sabemos quem é que está mais suscetível, é preciso lembrar, reforçar e instruir as pessoas a tomarem a vacina”, afirmou o secretário. “É a única forma de prevenção. Embora não seja uma doença que estivesse comum em anos anteriores, o sarampo é muito contagioso e perigoso. As consequências podem aparecer anos depois e as complicações podem levar à morte”, acrescentou.
VACINAS – O Paraná possui 1.852 salas de vacinação dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e mais de 1,2 milhão de doses da vacina tríplice viral para a campanha. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba.
QUEM TOMA A VACINA – A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses. A dose número 1 aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral, e a dose 2 aos 15 meses com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).
A população com até 29 anos deve receber ao menos duas doses da vacina. E para as pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos basta ter o registro de uma dose. Acima dos 50 anos, a vacina é indicada apenas nos casos de bloqueio vacinal após a exposição com casos de suspeita da doença ou confirmados. Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas. E aquelas que desejam engravidar, devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina.
Os profissionais da área da saúde devem ser vacinados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária, independente se atuam na atenção primária, secundária ou terciária.
QUEM NÃO TOMA A VACINA – Pessoas com a imunidade baixa, mulheres grávidas e menores de seis meses de idade não devem tomar a vacina.
Mais informações sobre o calendário de vacinação podem ser acessadas aqui.
BOLETIM – O boletim epidemiológico publicado nesta quinta-feira (13) confirmou que 850 pessoas já receberam a confirmação do diagnóstico de sarampo no Estado. Destas, 447 têm idade entre 20 e 29 anos, 219 estão na faixa de 10 a 19 anos, 94 registros entre 30 e 39 anos, 46 são pessoas na faixa de idade acima dos 40 anos e 44 pacientes confirmados com menos de 10 anos.
Em Curitiba são 508 confirmações e, considerando mais 19 cidades da região metropolitana, o número de casos é de 765, ou seja, 90% dos pacientes estão concentrados na região da capital paranaense.
No Estado todo, o vírus do sarampo ainda circula ou já circulou em 42 cidades em todas as regiões. Para mais informações, acesse o boletim completo aqui.
Os bairros Jardim das Torres e Parque São Pedro receberão, nesta quarta-feira (12), o ‘fumacê’. A ação é para intensificar o combate ao transmissor da dengue. A escolha é devido ao levantamento do último Lira, que aponta insfestação de 16.1% no Parque São Pedro e 10.2% no Jardim das Torres, sendo assim os dois maiores bairros com incidência de alto risco para epidemia de dengue.
Serão dois carros do Ministério da Saúde circulando nas ruas entre às 5h30 até 8h30, conforme as condições climáticas no momento de aplicação.
A população deve abrir portas e janelas enquanto os veículos passarem pelas ruas, permitindo que as gotículas do inseticida entrem no interior da residência, onde normalmente estão abrigados os mosquitos Aedes aegypti.
A recomendação da Central da Dengue de Sarandi é que os moradores que possuam pequenos animais, como canários, cubram as gaiolas para o veneno não prejudicar as aves. É necessário trocar a água dos animais domesticos após a aplicação do ‘fumacê’ pois as gotículas podem contaminar a água.
Todos os veículos do fumacê foram cedidos pela Secretaria de Estado da Saúde. (PMS)
A Secretaria de Estado da Saúde promove uma capacitação em Maringá sobre o uso do novo inseticida de combate à dengue para os profissionais das regionais de Saúde e municípios sede nesta terça e quarta-feira. O novo produto, o cielo, será enviado pelo Ministério da Saúde e deve chegar ao Estado em março.
O evento será com as 22 Regionais de Saúde em duas turmas e tem por objetivo repassar o conteúdo técnico disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com orientações e esclarecimentos sobre o manejo do produto. “Há alguns dias enviamos quatro técnicos das coordenadorias de Vigilância Ambiental e Sanitária da Secretaria para o treinamento sobre o uso deste novo inseticida e agora repassaremos às Regionais, que posteriormente capacitarão os municípios de sua abrangência”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Segundo a Coordenadoria de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, o Paraná recebeu em janeiro deste ano 19 mil litros de malathion referente ao saldo remanescente do Ministério da Saúde. “Este quantitativo não atende a todos os municípios e não é a solução para a eliminação do mosquito no Estado. O inseticida só é eficaz para eliminação de parte dos mosquitos que estão voando, ou seja, o mais importante é eliminar os criadouros que estão em sua grande maioria, nas residências”, afirmou a coordenadora Ivana Belmonte.
CIELO – O novo inseticida é composto por imidacloprido (neonicotinóide) e praletrina (piretróide). Os princípios ativos são diferentes do malathion pois vem pronto para uso em Ultra Baixo Volume (UBV) que é popularmente conhecido como “fumacê”.
De acordo com a Resolução Sesa nº 459/2014, os municípios que quiserem solicitar a utilização de UBV pesado devem protocolar um pedido documentado à Regional de Saúde de sua abrangência que após análise repassará para a Sesa.
O Estado segue as instruções do Ministério da Saúde, conforme a nota informativa nº 103, que reitera a necessidade do uso racional do controle químico e ressalta aos responsáveis técnicos das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que busquem, cada vez mais, incitar a realização sistemática das demais medidas de controle preconizadas antes de utilizar o controle químico”.
DENGUE MATA – O Paraná iniciou no ano passado a campanha “Dengue Mata” com o propósito de conscientizar as pessoas para a eliminação de focos do mosquito ressaltando os riscos que a doença traz. “A campanha é voltada totalmente para a necessidade de mudança de atitude da população, sobre o que cada um de nós pode fazer para combater o mosquito Aedes aegypti. Insisto que a melhor e mais eficiente forma de combater o mosquito e os criadouros é pela remoção mecânica”, afirmou Beto Preto.
DADOS – O novo boletim divulgado hoje confirma seis novas mortes de dengue nos municípios de Jesuítas, Peabiru, Maringá, Ivatuba, Paiçandu e Sertaneja, totalizando 13 mortes no Estado.
Os dados apontam 20.563 casos confirmados, 5.866 a mais que na última semana e 3.446 em investigação. O número de notificações subiu para 64.825, um aumento de 31,05% em sete dias.
62 municípios estão em situação de epidemia, 12 a mais que o último boletim – Nova Aurora; Engenheiro Beltrão; Cruzeiro do Oeste; Cianorte; Loanda; Nova Aliança do Ivaí; Nova Londrina; Querência do Norte; Flórida; Santa Inês; Tupãssi e Jardim Alegre.
A prefeitura de Maringá realizou na manhã de hoje uma reunião com lideranças da região sobre combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. O evento lotou sala de reunião no Paço Municipal. Diferentes segmentos apresentaram sugestões para trabalho preventivo. Um Comitê de Gestão será montado no gabinete do vice-prefeito Edson Scabora. Um grupo de WhatsApp reunirá lideranças e interessados em trabalhar contra a dengue para articular ações.
“Trabalhamos
com força máxima contra a dengue”, disse o prefeito de Maringá, Ulisses
Maia, ao comentar iniciativas já adotadas nos últimos dias. Como mutirão de
limpeza que recolheu quase 300 toneladas de lixo e materiais inservíveis no
último final de semana. A ação continua, contemplando outras regiões da cidade.
Funcionamento de unidades básicas em horário estendido (até 21 horas), também
integra o conjunto de medidas no combate e prevenção da dengue.
Outras ações anunciadas hoje foram parceria de conscientização com a Secretaria de Educação na volta às aulas. As roçadas foram intensificadas. Há 15 equipes nas ruas todos os dias. A população é orientada a não colocar materiais na frente das casas e ruas e deve aguardar anúncios de novos mutirões e pontos fixos de coleta. O diretor da 15ª Regional de Saúde, Ederlei Alkamim, esclareceu que o fumacê não tem mais efeito no Aedes aegypti, conforme orientações do Ministério da Saúde sobre não usar mais o fumacê. Segundo ele, um novo produto deve ser aplicado a partir de março.
O secretário de Saúde, Jair Biatto, apresentou dados e alertou que casos devem aumentar, conforme anúncios do Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Paraná. A estimativa dos órgãos é que em março haja um pico de casos positivos, aumentando riscos de mortes pela doença. “Temos que fazer ações para mudar o resultado da dengue em Maringá e no Paraná”, disse Biatto.
Relatório da Sesa apontou ontem que há 14.697 casos positivos de dengue no Paraná e sete mortes pela doença. Estão em investigação oito óbitos em hospitais de Maringá, com pacientes entre 7 e 88 anos, sendo cinco maringaenses e três de outras cidades. São 50 cidades paranaenses em epidemia e 29 em estado de alerta.
Participaram da reunião de hoje secretários municipais, vereadores, as polícias Civil, Militar, Ambiental e Rodoviária, Corpo de Bombeiros, conselhos municipais, 15ª Regional de Saúde, Ministério Público, associações, órgãos estaduais, universidades, presidentes de bairros, sindicatos, igrejas, prefeituras de Paiçandu e Sarandi, entre outros. (PMM)
Hoje, na primeira edição do Pan News, que começa às 7h20 na Jovem Pan Maringá, o entrevistado será o secretário municipal de Saúde, Jair Biatto.
Depois, às 9h, ele estará na sala de reuniões do paço municipal para apresentar as medidas já adotadas de prevenção e combate à dengue “e ouvir a comunidade para reforçar e ampliar as estratégias de ações contra a doença”.
“O município decretou guerra à dengue e a cada dia cerra fileiras no combate ao mosquito transmissor da doença, com ações pontuais de prevenção, como ‘arrastão’ para recolhimento de bens inservíveis, ampliação do horário de atendimento em unidades básicas de aaúde, distribuição de material informativo e ciclo de palestras na rede municipal de ensino. A proposta da reunião é reforçar essa agenda, conectando ideias da sociedade organizada para fortalecer o pacto contra a dengue”, diz texto distribuído pela prefeitura.
O blog faz sua parte, reproduzindo pela terceira vez foto de uma montanha de entulhos na rua das Acácias, no Borba Gato, deixada na calçada por ex-moradores. Há de tudo ali. Como os apelos para que o poder público resolvesse a situação, o blog pede publicamente ao secretário de Saúde que encaminhe a demanda.
O Paraná aponta hoje 102,08 casos de dengue autóctones por 100 mil habitantes, incidência que confirma situação de alerta de epidemia no Estado. O dado está no boletim que monitora a doença e foi divulgado hoje pela Secretaria Estadual da Saúde.
Maringá, Sarandi e Nova Esperança estão na lista das 15 cidades que passaram a estar em situação de alerta e Atalaia, Itaguajé, Presidente Castelo Branco, Nossa Senhora das Graças e Santa Fé, na microrregião de Maringá, estão em epidemia.
O boletim da Sesa registra nesta semana 14.697 casos confirmados de dengue. São 3.815 casos a mais que a semana anterior, que apresentava 10.882. O aumento é de 35,06%.
“Alertamos a todo o paranaense, independente da região de residência, para a necessidade de eliminarmos os criadouros do mosquito transmissor da doença; cerca de 90% dos focos estão nos quintais e pátios e nos ambientes internos das residências e das empresas privadas e públicas; precisamos do apoio de todos nesta ação de remoção, pois o período de maior transmissão dengue ainda não chegou”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Este período, segundo análise da sazonalidade, entre fevereiro e março, podendo se estender conforme as condições climáticas.
O índice infestação é calculado pela “Regra de 3 simples”: divide-se o número de casos autóctones confirmados pelo número de habitantes e multiplica-se por 100 mil habitantes; no caso do Paraná são 11.585 casos autóctones e 11.348.937 milhões de habitantes, totalizando 102,08 casos por 100 mil habitantes.
MUNICÍPIOS – Aumentaram também os municípios em situação de epidemia; eram 34 e agora são 50. Entraram para esta relação: Indianópolis, Itaúna do Sul, Mirador, Planaltina do Paraná, Porto Rico, Santo Antônio do Caiuá, São João do Caiuá, São Pedro do Paraná, Terra Rica, Atalaia, Itaguajé, Nossa Senhora das Graças, Presidente Castelo Branco, Santa Fé, Uraí e Porecatu.
São 29 os municípios em situação de alerta para dengue; 15 entraram para esta lista a partir deste boletim: Nova Aurora, Engenheiro Beltrão, Altônia, Brasilândia do Sul, Cruzeiro do Oeste, Umuarama, Amaporã, Nova Londrina, Querência do Norte, Maringá, Nova Esperança, Sarandi, Andirá, Rancho Alegre, e Arapuã.
O total de casos notificados é de 49.464, registrados em 309 municípios do Paraná.
“O Governo do Estado realiza uma grande força-tarefa por meio do Comitê Intersetorial de Controle da Dengue, em funcionamento desde o ano passado, e vem promovendo ações em todo o Paraná, em parceria com municípios e entidades da sociedade civil. Foram realizados mutirões de limpeza com orientação técnica para a remoção de focos, palestras de orientação sobre medidas preventivas e capacitação de mais de 1.200 profissionais sobre manejo clínico da doença, nas regiões de Londrina, Maringá, Paranavaí e Campo Mourão”, informou o secretário Beto Preto.
Na próxima semana, de 11 a 14 de fevereiro, a capacitação sobre manejo clínico da dengue para médicos, enfermeiros e profissionais da saúde será ministrada pelos técnicos da Sesa nas regiões de Jacarezinho, Cornélio Procópio e Cianorte. (Sesa)
Nesta terça-feira, 4, no câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá, a instituição promoverá um mutirão de combate à dengue, à zika e à chikungunya. Esta é mais uma das ações da política ambiental da universidade para tranquilizar a população e reforçar as vistorias, que são permanentes.
A partir das 7h30, voluntários farão panfletagem sobre a dengue, em frente aos portões da universidade. Às 8h30 o mutirão iniciará pelo Bloco da Reitoria, o Q-03, onde deverão estar presentes o reitor e o gerente de Educação Ambiental da Prefeitura de Maringá, Ridevaldo Gomes.
De acordo com Elenice Tavares Abreu, vice-presidente do Comitê Gestor Ambiental da UEM, a intenção da ação é prestar informações e recolher materiais que possam se tornar criadouros do Aedes aegypti, a fim de evitar que as doenças causadas por esse mosquito atinjam quem passa pelo câmpus.
No câmpus de Cianorte da UEM, a direção e as coordenações dos cursos estão orientando os alunos que saíram da cidade para as férias para que cuidem de suas residências locais para evitar surgimento de criadouros do mosquito enquanto estão fora.
Prevenção contra o Aedes aegypti
Garrafas e outros recipientes que acumulam água (exemplos: casca de ovo, tampinha de garrafa, copos descartáveis) – Devem ser embalados e descartados corretamente. Se precisar guardá-los, coloque-os de boca para baixo.
Ralos – Tape-os com telas ou mantenha-os vedados.
Lajes – Mantenha-as sempre secas.
Calhas – Limpe-as e nivele-as. Mantenha-as sem folhas e materiais que possam impedir a passagem da água.
Coletor de água da geladeira e bandeja do ar condicionado – Lave-os uma vez por semana com água e sabão.
Cacos de vidros nos muros – Vede-os com cimento ou quebre, com material apropriado e em segurança, todos os cacos que possam acumular água.
Suporte de galão de água mineral – Lave-o quando fizer a troca de galão. Mantenha-o vedado quando não estiver em uso.
Caixas d’água, cisternas e poços – Mantenha-os fechados e vedados. Se não houver tampa própria, use tela.
Tonéis e depósitos de água – Mantenha-os vedados. Os que não têm tampa devem ser escovados por dentro uma vez por semana e cobertos com tela.
Lagos, cascatas e espelhos d’água decorativos – Mantenha-os sempre limpos com água tratada com cloro ou encha-os com areia. Também crie peixes, pois eles se alimentam das larvas do mosquito.
Pratinhos de vasos de plantas – Mantenha-os limpos e coloque areia até a borda.
Plantas – Evite ter bromélias e outras espécies que possam acumular água. Se você tem alguma dessas plantas, retire semanalmente a água acumulada nas folhas.
Baldes e vasos de plantas vazios – Guarde-os em local coberto, com a boca para baixo.
Vasos sanitários – Deixe a tampa fechada ou vede com plástico. Nos casos de banheiros com pouco uso, dê descarga pelo menos uma vez por semana.
Piscina – Mantenha-a sempre limpa, mesmo que não esteja sendo usada. Use cloro para tratar a água e filtre-a periodicamente.
Falhas nos rebocos – Faça o conserto e nivele qualquer imperfeição em pisos e locais que possam acumular água.
Potes com água para animais – Devem ser muito bem lavados com água corrente e sabão, no mínimo duas vezes por semana.
Lixo, entulho e pneus velhos – Descarte-os corretamente. Se precisar guardar os pneus, armazene-os em local coberto ou faça furos para não acumular água.
Lixeiras – Mantenha-as tapadas e protegidas da chuva. Feche bem os sacos plásticos ou de material similar. (C/ASC/UEM)
Tem um áudio que foi compartilhado em um grupo de WhatsApp por uma pessoa (Emerson Celestino*) que no mínimo não tem responsabilidade, pois diz que em Maringá há 5.000 casos de dengue, não é verdade veja: Atualização de casos de dengue em Maringá. O número de casos conforme o calendário epidemiológico do estado do Paraná que teve inicio em agosto de 2019 até agora 31 de janeiro de 2020 é o seguinte:
1.917
CASOS NOTIFICADOS
334
EM INVESTIGAÇÃO
1.017
DESCARTADOS
566
CASOS CONFIRMADOS
Fonte: Sinan – Sistema de Informação de Agravos de notificação
O comunicador que compartilhou a gravação deveria ter mais responsabilidade e não compartilhar mentiras.
Vagner de Oliveira, que está deixando a Secretaria Municipal de Serviços Públicos realizando neste sábado uma grande operação contra o mosquito da dengue, elogiou o professor Jorge Villalobos, que colaborou com a coleta de materiais no Parque Alfredo Nyffeller.
“Se cada cidadão fizer sua parte, a cidade fica totalmente diferente”, disse Vagner. “O combate à dengue é questão de vida”, complementou Villalobos.
O prefeito Walter Volpato, de Sarandi, mostrou-se irritado com o desleixo de algumas pessoas que propiciam as condições para a proliferação do mosquito da dengue. Vejam neste video duas dessas reações do prefeito, que botou a mão na massa e deu exemplo na ação coletiva de hoje.
Ao lado da secretária de Saúde, Cida Betel, o prefeito atendeu a imprensa para falar sobre a ação “Sarandi contra a dengue”, que mostra a disposição em combater o mosquito, apesar dos sujismundos que existem por aí.
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