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Inferno astral

Um empresário peso pesado da Cidade Canção estaria começando a viver o chamado inferno astral. O blog soube que ele vai precisar de muito jogo de cintura para passar pelas turbulências, provocadas principalmente por problemas com o fisco e começaram a estourar por esses dias.

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Graças à tecnologia

No final de semana um grande empresário maringaense, ligado à maçonaria, foi vítima da violência que sabidamente tem crescido por aqui. A casa foi arrombada e vários objetos foram furtados. Parte deles foi recuperada graças à tecnologia Apple: o aplicativo “Buscar” localizou onde estava o iPad que estava entre os produtos levados pelos ladrões. O tablet estava na mão do receptador, e daí foi mais fácil chegar aos autores.

Bronca

O protesto do empresário

Protesto
Na frente de uma oficina mecânica da avenida Mandacaru, em Maringá, o proprietário colocou este banner dirigido aos vereadores. Nele, conta que foi multado por estar usando 5% da calçada, que está com os impostos em dia e depois do ocorrido já não pensa mais em aumentar as vendas, manter os funcionários ou contratar mais. “Vamos reduzir o número de funcionários e aumentar a bandidagem”, “fácil é multar”, escreveu, perguntando qual é o pior: o roubo a mão armada ou no papel. A frase “Maringá indústria da multa” encerra o desabafo.

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Empresário é preso pela segunda vez

gouveia
O empresário Elton Gouveia, 35, foi detido por volta das 22h da última quarta-feira por conduzir um veículo BMW com a CNH suspensa e por embriaguez ao volante, na avenida Colombo próximo do cruzamento com a avenida Paraná, na Zona 7, em Maringá. No exame com o etilômetro, ficou confirmado pelos policiais da PRF, embriaguez de 1,03 mg/por litro. De acordo com o Maringá Manchete, em setembro de 2010 o mesmo empresário motorista se envolveu em um acidente, quando conduzia um Peugeot 307, pela mesma avenida (rodovia BR 376) no sentido Maringá à Marialva, quando atravessou o canteiro central e olidiu com o veículo VW Gol, que na época era conduzido por Cleverson Faustino, 24 anos, que se deslocava pela pista de aceleração, após retornar a rodovia com destino a faculdade Unissa. Leia mais.

Blog

Título

Três figurões maringaenses, conversando no final de ano, chegaram à conclusão de que, depois de muito tempo, o homem mais rico da cidade não é um empresário, como era tradição. Seria um político.

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Abastece, não paga, foge e é preso

A notícia da prisão de um empresário maringaense pela Polícia Rodoviária Federal na última quinta-feira, quando fugia de um posto de fiscalização, correu esta semana feito fogo na palha nas redes sociais. A prisão foi registrada por Cassiane Seghatti, do G1, sem citar nomes. Waldir Furlan Junior (dono do Restaurante Bachir, na Zona 2), conhecido como Boris, dirigia o carro que abasteceu num posto de combustíveis de Ubiratã e saiu sem pagar a conta. No posto da PRF ele não obedeceu a ordem de parada e, após perseguição, foi preso. Boris, que tinha sinais de embriaguez, estava acompanhado de um amigo e disseram que passaram a noite em uma festa em Foz do Iguaçu. O empresário já esteve envolvido em outras situações que repercutiram na imprensa e estava com a Carteira Nacional de Habilitação cassada, tendo sido liberado no dia seguinte; ele responderá por estelionato, direção perigosa e embriaguez ao volante.

Akino

Cidade Industrial de Maringá na zona rural?

Não consegui assistir completamente a gravação da sessão de ontem da Câmara de Maringá (há problemas e várias vezes a gravação é interrompida pelo comercial da Semana da Pátria), com as explicações dos secretários Leopoldo e Progiante sobre este nebuloso empreendimento da administração Barros/Pupin, mas duas coisas chamaram me a atenção. Questionado por Humberto Henrique sobre a não mudança de zoneamento, para urbano, já que os terrenos são rurais, Progiante diz que a lei permite que o parque seja instalado nas zonas urbanas e rurais. Então o parque será na zona rural, perguntou Humberto? O secretário se enrolou. A outra foi de Leopoldo dizer que não houve interferência de terceiros nas negociações, da parte da prefeitura. Como nós sabemos, pelas gravações que foram divulgadas, Ricardo Barros dava as ordens. Então podemos concluir que Ricardo é o prefeito, ou o secretário faltou com o decoro, ao mentir para o edis.
PS: Cidade industrial de Maringá é o nome dado para o novo empreendimento Barros, que prevê o Contorno Sul Metropolitano, prédios e muito mais. Há quem diga que um ex-deputado federal seria sócio de um empresário de peso, nos dois sentidos, em áreas próximas. Este seria o interesse não tão público assim. Que neste momento eleger o prefeito seria apenas um detalhe.
Akino Maringá, colaborador

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Acidente mata Djalma do Restaurante


Uma colisão frontal entre um automóvel e uma carreta tirou a vida do empresário Djalma Magalhães Barros, 44 anos, de Cianorte, na noite de ontem. O acidente ocorreu por volta das 23h45, na rodovia PR-082, entre Cianorte e São Tomé. Conhecido como Djalma do Restaurante, ele  já foi vereador e concorria nas eleições deste ano a uma das dez cadeiras do Legislativo. Leia mais. Foto: Repórter Oliveira Junior/Noti-Cia

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Agressão a casal completa um ano

Na próxima sexta-feira vai fazer um ano que o empresário Elio Alves Pereira, da New Center Administração e Empreendimentos Ltda., de Maringá, agrediu um casal de moradores da avenida Humaitá, na Zona 4, após ter pulado o muro da residência; o homem fazia tratamento contra o câncer. O motivo: ele deixou o carro estacionado defronte a entrada de veículos e a Setran foi chamada; na ocasião, ele disse que nada poderia ser feito contra ele porque ele era patrocinador dos irmãos Ricardo e Silvio Barros e mandava na cidade.
A propósito, na semanada passada foi publicada decisão da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, que negou recurso do empresário, que pedia a impugnação da assistência judiciária gratuita em favor do casal agredido (Sice Maria Vieira e José Carlos Rosolem), conforme decidido pela 7ª Vara Cível da comarca. “O impugnante insurge-se contra o benefício concedido, no entanto, não apresenta nenhuma prova de que o benefício tenha sido indevidamente concedido, apresentando apenas uma série de conjecturas que não demonstram absolutamente nada”, diz trecho do parecer do relator, desembargador Guimarães da Rosa. O recurso não foi conhecido porque deveria ser uma apelação cível e não agravo de instrumento como ajuizado.