A Federação das Indústrias do Paraná alterou seu estatuto, em plena disputa eleitoral de 2026, para retirar uma regra que impediria Edson Vasconcelos, candidato a vice-governador na chapa de Sergio Moro (PL), de reassumir a presidência da instituição. A mudança é apontada como favorecimento direto ao ex-presidente da entidade em denúncia apresentada por Sandro Alex (PSD) ao Tribunal de Contas da União, que também questiona o uso da estrutura da Fiep para dar exposição política a Moro em eventos realizados no ano passado, quando Vasconcelos já conduzia a entidade.
Ontem à noite, terminada a reunião na Acim, o presidente da Fiep, Carlos Valter, enviou mensagem pelas redes sociais com o que teria sido decidido. Confira:
Apesar do resultado, houve queda de 18% nas exportações e crescimento de 2,6% nas importações em relação ao ano anterior
A indústria do Paraná exportou US$ 16,4 bilhões e importou US$ 12,7 bilhões em 2019. Com isso, o saldo da balança comercial do estado, no período, ficou positivo em US$ 3,7 bilhões. Os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, mostram que apesar de positivo o saldo é 50% menor do que o registrado no ano anterior, que foi de US$ 7,5 bilhões. Houve queda de 18% nas exportações e crescimento de 2,6% nas importações no ano passado, quando comparadas com o resultado de 2018.
Os produtos que o Paraná mais exportou em 2019 foram soja (US$ 4,9 bilhões), 31% a menos do que no ano anterior; carnes (US$ 2,8 bilhões), crescimento de 9,7%; material de transporte (US$ 1,8 bilhão), queda de 47%; e madeira (US$ 1,1 bilhão), redução de 13% na comparação com 2018. Quando se avalia a quantidade de produtos, o Paraná exportou 25% menos material de transporte, 21% menos soja e 1 % menos madeira. Já o setor de carnes registrou aumento de 1,8% no ano passado.
Produtos químicos foram os principais itens importados pelo Paraná em 2019 (US$ 3,9 bilhões), queda de 6% em relação ao ano anterior; em seguida vem material de transporte (US$ 1,95 bilhão), com alta de 25%; petróleo e derivados (US$ 1,88 bilhão), crescimento de 2,3%; e produtos mecânicos (US$ 1,1 bilhão), aumento de 1,5% na comparação com 2018.
Para o economista da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Evânio Felippe, o desempenho das exportações paranaenses acompanharam o resultado nacional, também de queda. O saldo da balança comercial brasileira ficou em US$ 48 bilhões, recuo de 21% em 2019. Em 2018, foi de US$ 58 bilhões. As exportações somaram US$ 225,4 bilhões, enquanto as importações ficaram em US$ 181,2 bilhões.
“Os números divulgados até agora sugerem que houve um dinamismo menor da economia mundial no ano passado, com possível queda no ritmo de crescimento. E isso também se refletiu na atividade de comércio exterior no Paraná e no Brasil”, explica. “Os conflitos comerciais entre China e Estados Unidos, os maiores produtores e consumidores do mundo, e um dos principais destinos das exportações brasileiras e paranaenses, além da crise econômica na Argentina influenciaram no resultado. O valor das exportações do estado para país vizinho caiu 28% em 2019”, avalia.
Por outro lado, a variação cambial foi favorável às exportações no ano passado, embora não o suficiente para compensar as perdas. Outro ponto foi a melhora na economia brasileira, que se refletiu em mais vendas de veículos para atender ao mercado interno. “O setor automotivo, um dos principais do Paraná, puxou o crescimento da produção industrial do estado no ano passado, com 27% de crescimento até novembro. Isso também gerou alta nas importações de peças e componentes elétricos e eletrônicos para atender a esta demanda, mantendo o bom desempenho da indústria do estado”, conclui o economista.
Expectativa para 2020
Apesar da performance ruim da balança comercial paranaense no ano passado, outros números demonstram que a expectativa do empresário é positiva para este ano. Em dezembro, a Sondagem Industrial da Fiep revelou que quase 80% dos industriais estavam otimistas para 2020. Em parte, em virtude do resultado da produção industrial do estado, que entre janeiro e novembro atingiu o maior crescimento do país em relação ao mesmo período do ano anterior, 5,4%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Para completar, o Centro Internacional de Negócios da Fiep divulgou outro dado positivo. Só em janeiro deste ano emitiu mais de quatro mil certificados de origem para 441 empresas. O documento é obrigatório para atividade de exportação e comprova a origem brasileira de um produto, além de garantir isenção ou redução de impostos em casos de acordos e parcerias internacionais.
O número foi recorde em relação ao mesmo mês dos anos anteriores. De acordo com Reinaldo Tockus, gerente executivo de Assuntos Internacionais do Sistema Fiep, a informação é bem expressiva. “Em relação ao ano passado foi muito bom, o que sinaliza uma melhora na confiança do empresário exportador e um aumento de interesse por parte do mercado externo em relação aos produtos paranaenses. Esse número, sem dúvida, é um ótimo sinal para a economia nesse ano”, declara. (Fiep)
Confiança na economia, otimismo e perspectivas de melhora no ambiente de negócios ao longo do ano. Janeiro normalmente é um mês em que os empresários têm expectativas positivas com relação a seus negócios. Pelo menos tem sido assim nos últimos anos. Em 2020 não é diferente. O estudo mensal aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial confirmou essa tendência. O indicador geral somou 68,9 pontos. Mesmo resultado de dezembro passado, porém, com diferença na composição do resultado.
O ICEI varia de zero a cem pontos e quando está acima de 50, sugere confiança. O indicador é formado pelo índice de condições, que avalia a economia e as empresas com relação aos últimos seis meses, e pelo de expectativas, que mede os mesmos parâmetros nos seis meses futuros. Em janeiro, o índice de condições obteve 63,1 pontos. Uma queda de seis décimos com relação ao valor obtido em dezembro, que ficou em 63,7. Mas a média foi compensada pelo indicador de expectativas, que chegou a 71,8 pontos, contra 71,5 registrados em dezembro. Na avaliação do economista da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Evânio Felippe, algumas medidas adotadas pelo governo contribuíram para que confiança do industrial venha se mantendo alta nos últimos meses. “A liberação de saque do FTGS no segundo semestre, as sucessivas quedas da Selic, que já atingiu o menor patamar da história e pode ser reduzida ainda mais este ano, somada à aprovação da lei de liberdade econômica e ao controle da inflação, que fechou o ano dentro dos patamares previstos pelo governo, contribuíram para criar um ambiente de negócios mais favorável em 2020”, justifica.
Ao avaliar a composição dos resultados, um fato curioso é que a confiança é maior entre as grandes empresas, onde o ICEI foi de 70,6 pontos. Já entre médias e pequenas o valor ficou entre 66 e 68 pontos. Para Felippe, a visão mais positiva das grandes companhias é comum e saudável para o país. “As grandes empresas têm uma maior capacidade de investimento e conseguem enxergar um cenário mais previsível com mais segurança e antecedência, além de normalmente terem mais fôlego financeiro para encarar períodos de crise. No geral, esse otimismo é repassado para toda a cadeia, com os fornecedores acompanhando as tendências de crescimento e estendendo este efeito para empresas menores. No médio prazo, essa confiança atinge todo o setor produtivo”, relata.
SONDAGEM INDUSTRIAL – Na pesquisa mensal, realizada pela Confederação Nacional da Indústria com empresários do setor no Paraná, 59% também informaram ter intenção de fazer novos investimentos nos próximos seis meses. O percentual também é maior entre as grandes empresas, 65%. “Esta é uma informação bem importante porque comprova que o empresário está confiante numa melhora de sua atividade. E isso se dissemina entre outras atividades econômicas atreladas ao setor produtivo”, completa.
Entre os problemas enfrentados pelas empresas atualmente, a principal queixa, pontuada por 51% dos respondentes, é a alta carga tributária. “Diante deste resultado, fica clara a necessidade do governo de priorizar a aprovação da Reforma Tributária este ano, para simplificar processos e racionalizar tributos para que as empresas tenham mais segurança no cumprimento de suas obrigações fiscais. Essa medida beneficia todo o setor produtivo e é fundamental para a retomada dos empregos”, avalia o economista.
O estudo revela ainda que 34% detectaram ter demanda interna insuficiente por seus produtos, ou seja, não estão conseguindo vender tudo que foi produzido. Falta de capital de giro e burocracia excessiva, empatadas, foram queixa de 21% dos entrevistados.
Apesar disso, o que chama a atenção é que no mesmo estudo, quando se questiona a atuação da empresa nos próximos seis meses, 55% dos empresários preveem aumento da demanda por seus produtos. (Fiep)
A indústria de transformação do Paraná fechou 2019 com saldo positivo na oferta de empregos. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje, foram criados 1.462 novos postos de trabalho no estado. O resultado condiz com a representatividade do setor em nível nacional.
No Brasil, a mesma indústria teve saldo positivo, com abertura de 18,3 mil novas vagas. O Paraná representa atualmente 8% da indústria nacional. A indústria da construção civil também teve bom desempenho, com criação de 6.036 novos empregos, contra 2.301 registrados durante todo o ano de 2018, gerando um crescimento de 162%. No Brasil, o setor também performou bem, com 71,1 mil novas contratações. No comparativo geral, que inclui todos os setores da economia, o Paraná teve saldo positivo de empregos, com abertura de 51.441 novas vagas, alta de 28% em relação ao ano anterior.
O setor que puxou o crescimento foi o de serviços, com 32.311 vagas, seguido por comércio (13.610), construção civil e indústria de transformação. “O resultado da indústria reforça o resultado que vinha ocorrendo ao longo do ano, com o crescimento da produção industrial do Paraná sendo a maior do país, em 5,4% até novembro, enquanto a nacional registrou retração de 1,1% no mesmo período. Se avaliarmos o resultado da indústria em dezembro, que tem um movimento sazonal de dispensas, o que é comum no mês, vemos que foi o melhor dezembro desde 2006. Este resultado contribuiu para o fechamento do saldo positivo da indústria no ano passado”, comenta o economista da Fiep, Evânio Felippe.
SETORES E MUNICÍPIOS – Os segmentos da indústria de transformação que mais contribuíram para o resultado positivo do ano foram indústria mecânica, com oferta de 1.811 novas vagas; alimentos, com 1.448; e metalúrgico, 1.085. Já os setores que tiveram fechamento de postos de trabalho em 2019 foram da madeira e mobiliário, com -2.289; têxtil e artigos do vestuário, com -1.271; e borracha, -401. De forma geral, avaliando os empregos criados em todos os setores, Curitiba registrou maior oferta em 2019, com 19,3 mil oportunidades. Maringá ficou em segundo, com 3.781; São José dos Pinhais, 3.158; Cascavel, 2.265; e Pato Branco, com 2.159 novas vagas. De acordo com Felippe, a expectativa para este ano é positiva, porém, está atrelada ao crescimento da atividade econômica. E isso depende das medidas que serão adotadas pelo governo federal para estimular o setor produtivo. “Se o governo mantiver a política de priorizar a aprovação das reformas tributária e administrativa, fomentar as privatizações, que pressupõem investimentos em infraestrutura, tudo isso contribui para uma melhora no ambiente de negócios e aumento da confiança dos empresários. E uma das consequências é aumento da competitividade e aquecimento no mercado de trabalho, com maior oferta de empregos”, resume.
QUALIFICAÇÃO – Um ponto de alerta é a escassez de mão de obra qualificada. “Quando o mercado de trabalho tende a crescer e há aumento da oferta de empregos, é preciso que o trabalhador esteja preparado para aproveitar as oportunidades com maior valor agregado e melhor remuneração”, aponta. O ideal é que o trabalhador se antecipe e busque capacitação, treinamentos e cursos em sua área de atuação. “O setor de tecnologia de informação é um dos que têm maior demanda por mão de obra qualificada e oferece boas chances de carreira em todo o país, inclusive no Paraná”, alerta. Setores como alimentos e automotivo também são atrativos para profissionais da indústria com formação específica. (fIEP)
Está marcada para as 19h da segunda-feira, 28, a posse do maringaense Carlos Valter Martins Pedro como novo presidente da Federação das Indústrias do Paraná.
Desde ontem a Fiep – Federação das Indústrias do Estado do Paraná – está sob o comando do maringaense Carlos Walter Martins Pedro (foto), que foi empossado na presidência da entidade na noite da última segunda-feira para um mandato que irá até 2023.Continue lendo ›
O desembargador Ney Fernando Malhadas, do Tribunal de Justiça do Trabalho, indeferiu o pedido da Federação das Indústrias do Paraná que pediu a cassação da liminar concedida a José Eugênio Souza de Bueno Gizzi, que perdeu a eleição para a presidência por 49 votos a 47.Continue lendo ›
Na próxima terça-feira a Fiep – Federação da Indústria do Estado do Paraná realizará assembleia para decidir se a oposição liderada por José Eugênio Gizzi tem razão no pedido de impugnação da eleição do maringaense Carlos Walter Martins Pedro para a presidência da entidade.Continue lendo ›
José Eugênio Gizzi, que perdeu a disputa pela presidência da Fiep para o maringaense Carlos Walter Martins Pedro, entrou com recurso junto ao conselho de representantes da entidade para que sejam cancelados quatro votos que teriam sido marcados para identificar apoio a Carlos Walter.Continue lendo ›
O industrial Carlos Walter Martins Pedro vai comandar a Federação das Indústrias do Paran pelos próximos quatro anos. Liderando a chapa “Foco na Indústria, Fiep para os Sindicatos”, ele recebeu 49 votos, contra 47 do candidato da chapa “Sindicato Forte, Fiep Maior”, José Eugenio Souza de Bueno Gizzi. Continue lendo ›
A briga tá pra valer pela disputa do comando da Fiep – Federação das Indústrias do Estado do Paraná -, cuja eleição acontece hoje. De um lado está o maringaense Carlos Walter Martins Pedro, que é apoiado pelo atual presidente Edson Campagnolo. Do outro lado está o atual vice-presidente José Eugênio Gizzi.Continue lendo ›
Para a atual diretoria da Fiep – Federação da Indústria do Estado do Paraná -, Maringá não existe [na foto, quando o atual presidnete esteve na cidade, em 2017]. Na quinta-feira empresas, empresários e personalidades receberão homenagens para comemorar os 75 anos da Fiep, e nada para Maringá.Continue lendo ›
Foi lançado domingo o e-book da chapa Sindicato forte, Fiep maior para as eleições da Federação das Indústrias do Paraná, gestão 2019-2023. No material, disponível aqui, é possível encontrar alguns dos maiores problemas da atual gestão da Fiep. Continue lendo ›
As eleições da Fiep para a gestão 2019-2023 já começaram com uma aberração no processo eleitoral. O presidente da Fiep, Edson Campagnolo, estabeleceu um regulamento que prevê que a Comissão Eleitoral deve ser composta e presidida pelo próprio presidente da entidade. E que o secretário da Comissão também deve ser o secretário da entidade.Continue lendo ›
A terceira queda consecutiva na confiança do industrial paranaense com relação a uma melhora no cenário econômico se confirmou em maio. Foi o que revelou o estudo mensal realizado pela Federação das Indústrias do Paraná.Continue lendo ›
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Edson Campagnolo, se licenciou hoje da presidência da entidade, no prazo de desincompatibilização previsto pela legislação eleitoral.Continue lendo ›
A manifestação dos caminhoneiros, que desde segunda-feira compromete o transporte de cargas em todo o país, gera inúmeros transtornos e prejuízos à indústria paranaense. Sindicatos ligados aos mais variados setores, filiados à Federação das Indústrias do Paraná, relatam que boa parte das empresas já parou parcial ou totalmente sua produção. Continue lendo ›
A deflagração, hoje, da 48ª fase da operação Lava Jato, que investiga desvios em concessões rodoviárias no Paraná, reforça o posicionamento da Federação das Indústrias do Paraná de que os valores pagos nos pedágios do Anel de Integração estão acima do aceitável e penalizam a economia e a sociedade do Estado. Continue lendo ›
A Federação das Indústrias do Paraná divulgou uma nota se posicionando sobre o cenário político, e esclarece ao final que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures “não mantém vínculo com a entidade”. Confira:Continue lendo ›
Neste cenário em que o país amarga alto número de demissões, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná colabora com o índice, demitindo mais de mil colaboradores de suas casas.
Enquanto o Brasil clama por redução de taxas e impostos, a Fiep aumentou em até 1.300% a anuidade dos filiados.Continue lendo ›
Na edição desta segunda-feira, a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, deu duas notas sobre Ricardo Barros (PP). Com o apoio do PT, ao assumir a relatoria do orçamento ele ganhou os holofotes que tanto adora.
Do senador Roberto Requião (PMDB), que participa nesta tarde de uma sabatina na Federação das Indústrias do Paraná:
– O que tem que acabar no primeiro dia do governo é com a Substituição Tributária. Assumo esse compromisso.
A primeira edição do Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo está recebendo inscrições até 20 de setembro. Podem participar reportagens de diferentes temáticas, já que além do papel de representação do setor industrial, o Sistema Fiep atua em áreas como educação profissional, promoção da qualidade de vida do trabalhador da indústria, inovação, novos mercados, incentivo ao desenvolvimento da infraestrutura, responsabilidade social, entre outros. O objetivo do prêmio é valorizar e divulgar as produções jornalísticas relacionadas à indústria paranaense, sem que necessariamente a Fiep seja fonte das matérias. A premiação em dinheiro irá contemplar os três primeiros colocados em cada categoria (Jornalismo Impresso, Reportagem de Rádio, Fotojornalismo, Internet – sites e blogs e Reportagem de TV). O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 5 mil; o segundo, R$ 2 mil e o terceiro, R$ 1 mil. Haverá ainda o Prêmio Especial Heitor Stockler de França, que irá destinar R$ 10 mil para o trabalho considerado pelos jurados como o melhor de todos os inscritos no concurso. Saiba mais.
O Conselho Setorial da Indústria do Vestuário do Paraná, ligado à Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), comunicou através de nota oficial no início desta noite que a 9ª edição do Paraná Business Collection, que aconteceria de 22 a 25 de abril em Maringá, está cancelada. “A decisão foi tomada, de forma conjunta, pelos 11 sindicatos das indústrias do setor reunidos na última segunda-feira, em Curitiba, em sessão extraordinária do Conselho. Os sindicatos decidiram também que continuarão buscando, de forma integrada, as melhores oportunidades para fortalecer o setor e dar visibilidade à qualidade da produção da indústria do vestuário paranaense”, diz a nota, sem mais detalhes do que levou ao cancelamento do evento, que aconteceria logo agora que o setor “patrocina” o ModaMaringá. O PBC é considerado o maior e mais completo evento de moda do sul do país.
Representantes de nove dos onze sindicatos do setor do vestuário ligados à Federação das Indústrias do Paraná decidiram hoje por unanimidade que em 2014 o Paraná Business Collection terá duas edições em cidades diferentes – em Maringá e em Curitiba. Em Maringá, serão apresentadas as coleções primavera-verão e em Curitiba serão realizados os desfiles de moda outono-inverno. A votação foi realizada durante a última reunião de 2013 do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário da Fiep, após a apresentação de uma pesquisa sobre o evento de moda, considerado um dos mais importantes do sul do país. As datas ainda não foram definidas, mas segundo o coordenador do Conselho, Marcelo Surek, as duas edições deverão acompanhar o calendário nacional da moda.Continue lendo ›
Da série “Hipocrisia na vida pública”, ontem o presidente da Fiep, Edson Campagnolo, e o secretário de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), ontem, felizes da vida, seguram o guia para auxiliar as prefeituras na implantação de distritos industriais. Esqueceram o período eleitoral na entidade, onde o que não faltou foi baixo nível, inclusive até um dia antes do pleito, que rendeu a Barros 21 votos. Foto Antonio Costa.
Os deputados Wilson Quinteiro (PSB), Elio Rusch (DEM) e Pedro Lupion (DEM), da Frente Parlamentar da Indústria na Alep, reuniram-se com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, para tratar de diversos temas de interesse da indústria paranaense, como o piso regional, a criação de inventário florestal e também assuntos da área tributária e de infraestrutura. A frente tem como objetivo manter amplo diálogo entre as federações e o governo, desenvolvendo políticas públicas que atendam a necessidade da indústria paranaense. “Vamos ouvir as reivindicações, e informações técnicas para servimos como instrumento de um novo modelo de legislação que atenda com mais eficiência a demanda da indústria”, disse o deputado Quinteiro. Além dos deputados, participaram da reunião as advogadas representantes da Fiep, Priscilla Caetano e Letícia Rezende, o secretário executivo Eduardo Knechtel, e o assessor parlamentar Eduardo Krukoski.
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