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Geral

Gaeco já perdeu 50% do efetivo no estado

De Diego Ribeiro, na Gazeta do Povo:
gaeco2Quase metade do efetivo policial dos seis núcleos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – 28 de um total de 60 – já deixou o órgão do Ministério Público do Paraná em razão do rodízio implantado pelo governo do estado. A saída desses policiais causou uma consequência grave na segurança pública do estado. O Gaeco não tem mais recursos humanos para iniciar novas investigações. O núcleo de Guarapuava é o que mais sofreu com o rodízio até agora. Possui um policial civil e um promotor, apenas. Nos próximos dias, os dez promotores do grupo no estado definirão se os demais 32 policiais, que permanecem nos núcleos, devem ser liberados para retornarem à Polícia Civil e Militar, antes mesmo que o cronograma do rodízio os atinja. O objetivo é facilitar a saída desses policiais para que eles possam planejar melhor seu retorno às instituições de origem. Leia mais.

Geral

Casa de Papel: ex-gerente é solto

Helio Piconi Fernandes, que era gerente de vendas de um dos empreendimentos da Construtora Iguaçu do Brasil, de Maringá, teve alvará de soltura confirmado nesta tarde pelo juízo da 5ª Vara Criminal de Londrina. Ele é um dos réus da operação Casa de Papel, levantado pelo Gaeco, que tem como principal nome o ex-prefeito de Mandaguari, Carlos Alberto Campos de Oliveira, e ganhou a liberdade provisória mediante fiança. A construtora é acusada de estelionato, ao vender condomínios horizontais irregulares para dezenas de londrinenses. O ex-prefeito, que chegou a ser preso, recebeu autorização daquele juízo para participar da cerimônia de novena familiar realizada nas residências de seus familiares que moram em Maringá, Mandaguari e Jandaia do Sul, além de receber autorização para participar das festividades de Natal e Ano Novo na residência da família de sua mulher, em Jandaia do Sul.

Geral

Substituições no Gaeco

O secretário de Estado da Segurança Pública, Cid Marcus Vasques, nomeou no último dia 27 o capitão Rogelho Aparecido Fernandes para integrar o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Maringá (Gaeco) pelos próximos doze meses. Rogelho, a exemplo de outros maringaenses, inclusive deste blogueiro, teve a casa onde mora alvejada por tiros em junho do ano passado. Ele substitui o primeiro tenente Gilberto Kummer Junior. O investigador de polícia de 2ª classe, Renato Gonçalves de Oliveira, substituiu o investigador de polícia de 5ª classe Carlos Alexandre Bacchi Elvira.
Outras duas mudanças ocorreram na mesma data no Gaeco: o soldado Ivan Ramalho Costa substituiu o primeiro sargento Benedito Rafael Viegue e o soldado Geovane Lins Mota dos Santos entrou no lugar do soldado Agnaldo Cortez, também pelo prazo de um ano. Mudanças também ocorreram nas unidades do Gaeco de Guarapuava, Curitiba, Londrina e Foz do Iguaçu.

Geral

Fraude para obtenção de visto

A convite do promotor de Justiça Laércio Januário, do Núcleo Regional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá, o deputado Wilson Quinteiro (PSB), que é vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, acompanha amanhã às 10h30 audiência com uma comitiva do consulado americano para investigação de empresas que utilizam de esquema fraudulento para obtenção de visto americano. A audiência será na sede da Gaeco de Maringá, na avenida XV de Novembro nº 455-A.

Blog

No Gaeco

O secretário de Estado da Segurança Pública, Cid Marcus Vasques, através de resolução assinada no último dia 22 designou o 1º tenente Gilberto Kummer Junior e o 1º sargento Benedito Rafael Viegue para continuarem prestando serviços junto ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá, até 30 de novembro próximo.

Geral

Gaeco atua em caso de plágio

O Gaeco de Maringá cumpriu, no estado de São Paulo, três mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Maringá, com o objetivo de apreender documentos e centenas de equipamentos de ginástica ao ar livre. O Gaeco vem investigando o caso desde maio deste ano e, em junho, já havia cumprido outros mandados de busca e apreensão de documentos e aparelhos. Apesar disso, os investigados permanecem plagiando produtos da empresa maringaense Ziober, conforme apontado por perícia da Polícia Científica do Paraná. A documentação apreendida será anexada e juntada ao processo e os bens apreendidos também serão submetidos a perícia. Nesta última ação, foram apreendidos dois caminhões-baú com centenas peças. As diligências foram realizadas com o apoio do Gaeco de Campinas (SP) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Geral

Processo disciplinar

O Conselho da Polícia Civil, de acordo com deliberação publicada hoje, acolheu manifestação da Corregedoria Geral da Polícia Civil e instaurou processo disciplinar contra o investigador de polícia Alberto Jackson de Oliveira Filho. De acordo com reportagem do site Ric Mais Paraná, ele se fazia passar por fiscal da Receita Estadual e foi preso pelo Gaeco em julho passado. A decisão do conselho foi tomada no último dia 27, depois de receber cópia integral dos autos de inquérito policial que tramita na 4ª Vara Criminal de Maringá, encaminhada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Núcleo Regional de Maringá.

Blog

Promotor do Gaeco informa a prisão do irmão por tráfico

Do Blog do Praxedes:
Numa reunião com prefeitos e autoridades dos municípios de Porto Rico, Querência do Norte e São Pedro do Paraná, para discutir a segurança pública com os órgãos da área a surpresa ficou por conta da informação dada por um promotor público do Gaeco antes do início do evento. Ele se desculpou informando que entre as doze pessoas detidas na terça-feira em uma operação policial contra o tráfico de drogas em Paraíso do Norte um era seu irmão. Disse que o rapaz era adotivo, mas carregava o nome da família. Atitude extremamente correta e louvável. Segundo o DN, o promotor do Gaeco que estaria presente era Laércio Januário de Almeida [do Gaeco de Maringá].
PS do Blog do Rigon – O homem preso chama-se Alécio Januário de Almeida. Policiais civis cobravam da imprensa a divulgação do fato (o Maringá Manchete citou hoje), embora, sempre é bom registrar, até o RG é diferente.

Geral

Gaeco denuncia preso que usava nome falso

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Maringá aditou denúncia contra um preso já encaminhada à Justiça, no início de agosto, desta vez por falsa identidade. O Ministério Público identificou que o denunciado Michel Pires trata-se, na verdade de Laudeir Antonio – vulgo “Lau”, preso na cadeia de Sarandi, razão pela qual o Gaeco de Maringá pediu a correção nos bancos de dados da Polícia Civil do Estado do Paraná e do Poder Judiciário. A denúncia foi acrescida do crime de falsa identidade, sendo que Laudeir Antonio já havia sido denunciado, no último dia 9, pelos crimes de formação de quadrilha armada e porte ilegal de armas e munições, juntamente com outras três pessoas. Naquela ocasião, o Gaeco já tinha processado um dos réus também pelo crime de falsa identidade, porque o mesmo teria se identificado com nome falso.Continue lendo ›

Geral

Iguaçu do Brasil divulga nota

iguacu
Em nota divulgada nesta manhã, a Construtora Iguaçu do Brasil – de propriedade do ex-prefeito de Mandaguari Carlos Alberto Campos de Oliveira, o Carlinhos, que chegou a ficar preso – informou que está impedida de realizar composições extrajudiciais com clientes, funcionários e servidores e que se deixou de efetuar pagamentos ou honrar compromissos “foi em virtude da paralisação repentina de suas atividades por ordem judicial”. A empres,, com sede em Mairngá, é acusada de aplicar golpes na venda de condomínios horizontais em Londrina. Confira a íntegra da nota:

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Estadual

Sinclapol versus Gaeco

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Na página do Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol), no Facebook, esta montagem com o promotor Leonir Batisti, coordenador do Gaeco, postada na última sexta-feira dá uma noção de como andam as relações entre a polícia e o Ministério Público por conta do caso Tayná. “As ações atrapalhadas do Gaeco, inclusive as passadas anteriormente contra a mesma Delegacia do Alto Maracanã, entre tantas outras, nos faz lembrar que qualquer semelhança não é mera coincidência. Não sabem investigar não se metam. Campanha pela retirada dos policiais que trabalham no Gaeco”, diz o texto.

Geral

Prisão: coletiva no Gaeco

Foi marcada para as 15h a entrevista coletiva do promotor Laércio Januário de Almeida, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado em Maringá, para dar detalhes da prisão de um homem acusado de pedofilia. O promotor falará à imprensa também sobre as novas denúncias recebidas contra Joarez Nogueira.

Geral

O acusado

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O homem acusado de pedofilia, preso hoje pelo Gaeco a partir de denúncia encaminhada ao conselheiro tutelar Vandré Fernando, com apoio do Ministério Público, é Joarez Aparecido Nogueira Gonçalves. No Facebook, ele aparece como Nogueira Jang técnico de ensino no Senai de Maringá e residindo em Doutor Camargo. O Gaeco começou a receber denúncias de novas vítimas dele.

Geral

Gaeco denuncia seis PMs por formação de quadrilha

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Maringá denunciou ontem à Justiça seis policiais e ex-policiais militares por formação de quadrilha ou bando armado, para a prática de diversos crimes. Parte dos policiais já foram afastados e expulsos da corporação e o Ministério Público solicita o afastamento dos demais. A denúncia relaciona vários crimes nos quais o grupo estaria envolvido: prevaricação, condescendência criminosa e tráfico de influência. “Inclusive, recaem fortes indícios de que o bando dos ora denunciados tenha ligações e envolvimentos, direto ou indiretamente, com uma série de homicídios que sucederam nesta cidade e comarca de Maringá”, aponta o Gaeco. Os policiais denunciados teriam ligação com as mortes de diversas pessoas que serviram de testemunhas em ações penais que tramitam na Justiça da comarca.Continue lendo ›

Geral

Ex-prefeito está em cela comum na 9ª SDP

carlos albertoO ex-prefeito de Mandaguari e dono da construtora Iguaçu do Brasil, Carlos Alberto Campos de Oliveira, o Carlinhos, foi preso novamente, ontem, em Maringá. Em liberdade desde o fim de abril, Oliveira é apontado pelo Ministério Público como o responsável por fraudes aplicadas pela construtora em clientes de Londrina e região. Ele estava em casa quando foi detido por policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Leia mais. A prisão ocorreu por restabelecimento da preventiva, para não atrapalhar as investigações de novas denúncias que foram feitas ao Gaeco de Londrina. Ele está numa cela comum da 9ª SDP e deverá ser transferido paa Londrina nos próximos dias, onde deverá ficar por um bom período, já que é réu com an tecedentes. Adquirentes dos imóveis vendidos irregularmente pela Iguaçu estiveram com o promotor Miguel Sogaiar levando as informações sobre imóveis encontrados em nome de mais de 30 laranjas, que poderão estar relacionados ao caso da construtora.

Blog

Paiçandu: chuncho ocorreu este ano

Nas informações divulgadas ontem pelo Ministério Público, a respeito da denúncia por peculato contra cinco servidores públicos municipais e um empresário, há apenas uma referência temporal: a licitação de lubrificantes, óleos e graxas ocorreu em outubro do ano passado, quando era prefeito Vladimir da Silva (PMDB), o Vladão. O que o Gaeco não divulgou é que a apropriação e desvio de dinheiro público ocorreu este ano, no início da gestão Tarcísio Marques dos Reis (PT). O blog soube que do valor da licitação – R$ 40.616,00 -, R$ 8 mil teriam ficado com o empresário e outros R$ 32 mil devolvidos a alguém. Da operação teriam participado três pessoas da atual administração. A título de lembrança: peculato é o mesmo crime que levou à condenação do ex-vereador Anisinho Monteschio (PP).

Cidades

Paiçandu: servidores e empresário são denunciados pelo Gaeco

Cinco servidores da Prefeitura de Paiçandu e um empresário foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná por peculato (apropriação e desvio de dinheiro público). Alguns deles também foram denunciados por fraude processual e falsidade ideológica. O Gaeco de Maringá aponta que o empresário denunciado venceu licitação, em outubro do ano passado (gestão Vladão), para venda de lubrificantes, óleos e graxas para a frota de veículos do município. No entanto, o então secretário municipal Alessandro de Paiva Martins determinou a expedição de empenho no valor de R$ 40.616,00, incumbindo uma servidora de manter contato com o empresário denunciado, para emissão de notas fiscais. Mas os produtos não foram entregues, conforme sustenta o Gaeco. “Assim que descobriram que a Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público estava investigando os fatos, virou uma correria para adquirirem efetivamente os produtos constantes das notas fiscais para entrega em vários departamentos da prefeitura, para dar falsa aparência de regularidade na situação”, explica o promotor de Justiça Laércio Januário de Almeida. O MP-PR aponta ainda que os servidores da Comissão de Recebimento de Materiais atestaram falsamente a entrega dos produtos na época da expedição das notas, quando nada tinha sido entregue.

Geral

Governo Beto Richa trabalha para enfraquecer Gaeco, dizem promotores

De Carlos Ohara, no portal Terra:
Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado acreditam que o governo do Paraná, através da cúpula de Segurança Pública, esteja atuando para o enfraquecimento do núcleo de investigação como represália às investigações desencadeadas pelo órgão envolvendo policiais e políticos do Estado. A relação entre o Gaeco e a Sesp, que já não era estável desde o início do governo Beto Richa (PSDB), se deteriorou ainda mais a partir do início de abril após a convocação do delegado geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Vinicius Michelotto, para depor em uma investigação que apura suposta corrupção na polícia paranaense, através de uma rede de extorsão que envolveria delegados e policiais. A operação – batizada de Vortex em referência a tradução da palavra em inglês que significa redemoinho, furacão ou turbilhão – prendeu, em Curitiba, dois delegados – um deles membro do Conselho da Polícia Civil – e um investigador. Leia mais.

Justiça

TJ rejeita recurso do MP e não aceita denúncia contra deputado e assessor


O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná rejeitou, em sessão realizada no último dia 6, recurso apresentado pelo Ministério Público do Paraná contra o acórdão que não aceitou a denúncia crime contra o deputado estadual Evandro Buquera de Freitas Oliveira Junior (PSDB) e seu ex-assessor Gustavo de Freitas Ferraz de Oliveira, na época em que era vereador em Maringá. Em dezembro passado, o Órgão Especial rejeitou a denúncia contra os dois, por peculato-desvio, peculato-eletrônico e continuidade delitiva, por considerar que não houve prova cabal de que o assessor não prestava os serviços (ele usava o registro biométrico e deixava o prédio da câmara), entre abril e julho de 2010. Acima, o acórdão que rejeitou a ação penal. A decisão deve refletir na denúncia feita pelo Gaeco de Maringá contra outros vereadores e ex-vereadores pela mesma prática – Belino Bravin Filho, Mário Verri, Carlos Eduardo Saboia e Zebrão, além dos assessores João Glacia Macedo, Olavo Luiz da Cruz, Arlindo Alves, João Beraldo (falecido) e Ronaldo Henrique Marques. Recentemente, também na área criminal, foi anulada ação penal contra o secretário Vagner Mussio, servidores e empresários da chamada Operação Quebra Galho, igualmente feita pelo Gaeco.

Geral

Gaeco denuncia a Arildo Veículos

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Matéria disponibilizada ontem à tarde pelo site do Ministério Público e que está nos jornais de hoje informa que o Gaeco de Maringá ofereceu denúncia à justiça, ontem, contra os sócios da Arildo Veículos, que fica na rua Fernão Dias com avenida Paraná. A empresa há anos se destaca com uma forte campanha de mídia (a atriz Helen Gazarolli é sua garota-propaganda); nos bastidores, correm que pertenceria a um político de Maringá. A empresa está em nome de Arildo Aparecido de Souza, Ester Alves Bueno de Souza – sócios da Arildo Veículos Ltda. (loja de vendas) e Ester Alves Bueno e Cia Ltda. (revenda). Eles foram denunciados à 1ª Vara Criminal pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro, estelionato e publicidade enganosa, e contra Éder Campinha, proprietário da empresa Rey das Chaves, pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro em coautoria e continuidade delitiva com os outros dois denunciados. As investigações tiveram início em junho do ano passado. O Gaeco aponta que os denunciados adulteravam os velocímetros dos automóveis destinados à locação e venda, com o objetivo de atribuir aos automóveis a aparência de veículos seminovos, ludibriando a boa-fé dos consumidores. Leia mais.

Geral

Gaeco prende gerente de vendas da Iguaçu

Um mês depois do início da operação “Casa de papel”, que resultou na detenção em Maringá do ex-prefeito de Mandaguari, Carlos Alberto Campos de Oliveira, o Gaeco voltou a fazer uma prisão. Ontem foi preso, na Chácara Leão de Judá, em Londrina, o corretor de imóveis Hélio Fernandes Piconi, que foi gerente de vendas de um dos empreendimentos da Construtora Iguaçu do Brasil, de propriedade do ex-prefeito, e estava foragido. Há alguns anos Piconi foi condenado a 18 anos por estelionato (venda fraudulenta de cartas de crédito contempladas por consórcio) e cumpriu pena. Ele foi encaminhado ao 5º Distrito Policial. Sua prisão aconteceu um dia depois que as vítimas do golpe realizaram um panelaço defronte a Prefeitura de Londrina. O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) comprometeu-se a abrir uma sindicância administrativa para apurar como a construtora vinha agindo desde 2009 sem ter alvará da Secretaria de Obras, Ippul, Sema, IAP etc. Na próxima quinta-feira o grupo volta a se reunir para traçar um plano de ação, que deve incluir o aluguel de um ônibus para panfletagem em Maringá, Mandaguari e Marialva.

Geral

Iguaçu vendeu o mesmo imóvel a dois clientes

De Rafael Fantin, d´O Bonde:
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Londrina ofereceu na última segunda-feira denúncia contra oito pessoas envolvidas em fraudes na comercialização de imóveis pela construtora Iguaçu do Brasil, entre eles o dono da empresa e ex-prefeito de Mandaguari, Carlos Alberto Campos de Oliveira, por formação de quadrilha, estelionato e falsidade ideológica. Em um dos casos de estelionato, a denúncia relata que a construtora negociou o mesmo barração no empreendimento Comercial Center Norte com dois clientes, que pagaram R$ 740 mil para Iguaçu do Brasil, que prometia a entrega do imóvel na avenida Henrique Mansano, na zona norte de Londrina. A denúncia do Ministério Público ressalta que a construção do empreendimento “de grande monta” não foi iniciada apesar da comercialização.Continue lendo ›

Geral

Gaeco prende vendedor de medicamento pela internet

O Núcleo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado em Maringá prendeu em flagrante, na quarta-feira da semana passada, um homem apontado como responsável pela venda de medicamentos de uso controlado, como anabolizantes, esteroides, metanfetaminas, emagrecedores, estimulantes sexuais, entre outros produtos. Segundo o Gaeco, que investiga o caso há cerca de três meses, os remédios eram vendidos através de um site na internet. O preso deverá ser denunciado com base no artigo 273 do Código Penal (falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais). A pena pode variar de 10 a 15 anos, além de multa. Além da prisão, a equipe do Gaeco apreendeu seringas e uma ampola do HU de Maringá, o que indica o possível envolvimento de funcionário do hospital. Isso também é apurado pelo Ministério Público.

Geral

Empresa maringaense é acusada de aplicar golpe em Londrina

iguacu
Uma construtora de Maringá estaria aplicando golpe em dezenas de londrinenses, vendendo condomínios horizontais em terrenos que não lhes pertencem e vendendo os lotes sem que tenha alvará da prefeitura. O Gaeco investiga a denúncia. Embora registrada em nome de outras duas pessoas, a empresa pertenceria a Carlos Alberto Campos de Oliveira, ex-prefeito de Mandaguari (1989-1992). No site, informa-se que a construtora existe desde 1990 em Maringá, seria especializada na construção e venda de condomínios e que possui uma frota de máquinas pesadas, caminhões e veículos leves. No endereço que consta do site da construtora, em Maringá, funciona a Comercial Paranaense Valenciana Ltda. Reportagem veiculada há alguns dias pela RPC de Londrina informou sobre a investigação, fato também abordado pelo blog LondrinaNews. O fato serve para que todas as pessoas abram o olho em relação ao setor.

Geral

Joice entrega fita ao Gaeco

De Cícero Cattani:
Foi ao ar nesta quarta, início do outono, o novo e inédito capítulo da novela “Dinheiro na Mão é Vendaval”: como prometido – e não poderia ter sido diferente nem se podia imaginar que ela não o fizesse – a jornalista Joice Hasselmann foi ao Gaeco entregar a gravação da festiva entrega de R$ 3 milhões a um graúdo funcionário do gabinete do governador. A partir de agora, caberá ao Gaeco apurar o conteúdo da gravação e tomar as providências. Corajosa, Joice fez a sua parte: recebeu a denúncia e a encaminhou a quem de direito. São tantos os nomes que aparecem na gravação, que nominá-los seria uma temeridade, porque poderia estar jogando na fogueira pessoas inocentes. Na segunda, Joice recebeu para entrevista o governador Beto Richa, o que poderia sugerir um acerto ou coisa parecida. Nem ele nem ela tocaram no assunto gravação.

Blog

Quatro dias de prisão e nenhum depoimento

O secretário de Educação de Sarandi, Antonio Manoel Mendonça Martins, foi preso há exatamente uma semana. Ele ficou preso durante quatro dias, na cadeia daquela cidade. Chama a atenção o Gaeco de Londrina – responsável pela investigação das fraudes em licitações na área da educação na chamada Operação Quadro Negro -, não ter aproveitado nenhum desses dias para ouvir o secretário, que chegou a ser apontado como um dos líderes do grupo. Não foi tomado nenhum depoimento do secretário durante o período em que ficou detido. Teme-se pela consistência da denúncia, que por sinal já havia sido oferecida pelo MP quando ocorreu a prisão.

Geral

Tráfico: Gaeco processa 21 pessoas

O Ministério Público do Paraná denunciou à Justiça 21 pessoas ligadas a organizações criminosas que atuavam na região, com base de atuação em Paranavaí e ramificações nos estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Das 21 pessoas processadas no total, 19 foram denunciadas pelo crime de associação ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, uma apenas pelo crime de lavagem de dinheiro, e uma investigadora de polícia pela prática de violação de sigilo funcional e prevaricação. A denúncia, protocolada hoje, foi assinada pelo promotor de Justiça Laércio Januário de Almeida, coordenador do Gaeco de Maringá. Leia mais.

Geral

Gaeco investiga ameaças a jornal que denunciou delegados

gp
De Carlos Ohara, no Portal Terra:
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado no Paraná  instaura processo nesta terça-feira para tentar identificar os autores e as razões de ameaças contra jornalistas do jornal Gazeta do Povo de Curitiba, editado pelo Grupo Paranaense de Comunicação, maior grupo de comunicação do Estado, que além de jornais, congrega ainda oito emissoras de TV afiliadas à Rede Globo. Na segunda-feira, um grupo de repórteres do jornal foi alvo de ameaças sobre um suposto ataque que estaria sendo preparado contra eles. A redação e a direção do jornal receberam quatro telefonemas, mencionada a mesma situação. Duas chamadas continham ameaças diretas e as demais alertavam sobre a possibilidade dos ataques. Leia mais.