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Geral

Gaeco denuncia grupo de extermínio que atua na região

O Núcleo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Maringá ofereceu duas denúncias à Justiça contra integrantes de um grupo de extermínio que atua na região. As denúncias tramitam na 4ª Vara Criminal de Maringá e têm relação com um homicídio ocorrido há cerca de dois anos. Uma delas é contra um criminoso e dois comparsas (pelo assassinato de um integrante do próprio grupo, em agosto de 2010) e a outra – por fraude processual – contra cinco pessoas (o falso autor do homicídio, uma advogada, o chefe do grupo criminoso e dois investigadores da Polícia Civil). Essas denúncias constituem desdobramento de investigações da Operação Mandacaru, feitas pela Polícia Federal com a participação do Gaeco de Maringá.Continue lendo ›

Geral

Gaeco prende mulher e apreende celulares

O Núcleo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado em Maringá prendeu uma mulher e apreendeu seis aparelhos de telefone celular na cadeia pública de Pérola, nesta terça-feira. A ação, para cumprimento de ordem judicial de busca e apreensão, teve o apoio da Equipe de Choque do Batalhão de Polícia Militar de Cruzeiro do Oeste. Segundo o Gaeco, a mulher – que já respondia por tráfico e tinha sentença condenatória de cinco anos de reclusão – foi presa em flagrante novamente por tráfico. Com ela foram encontrados 700 gramas de maconha. Continue lendo ›

Akino

Gaeco prende dois vereadores

Lendo o título da postagem do Lauro Barbosa pensei que fosse na região, mas a verdade é que foi em Piraquara. Segundo o post, a prisão preventiva foi decretada pela Justiça em desdobramento da Operação Toca do Peixe, deflagrada no fim de junho. O presidente da Câmara, Weliton Santos Figueiredo, e o vereador Valmir Soares Maciel, conhecido como ‘Nanico’, estão sendo investigados pelo Ministério Público por suspeita de participarem de esquema de desvio de dinheiro público na Câmara. Segundo o Gaeco, o motivo da prisão é que eles estariam tumultuando as investigações.
Meu comentário: Aqui em Maringá isto não acontece, pois a administração da Câmara é séria e não se tem notícia de desvios de recursos, muito pelo contrário, há sobra. A não ser que se considerasse desvio de recursos o pagamento de horas extras, Continue lendo ›

Geral

Bicho: Gaeco propõe transação penal

O Gaeco em Maringá ofereceu, ontem, transação penal a seis investigados de comandar o jogo do bicho em Cambira, no Vale do Ivaí. O caso foi submetido pelo Ministério Público, pelo promotor Laércio Januario de Almeida, ao Juizado Especial Criminal de Apucarana. A proposta da promotoria é a imposição de multa, que varia entre R$ 1 mil a R$ 1,2 mil para cada um dos requeridos, ou aplicação de pena de prestação de serviços à comunidade, por 12 meses, em favor de entidade beneficente, como forma de exclusão do processo. Caso os investigados recusem a transação, o MP-PR poderá oferecer denúncia formal a todos, com pena máxima de um ano de prisão. A proposta do MP-PR é um desdobramento da operação Ouro do Azar, deflagrada em 4 de março deste ano, para desarticular a jogatina ilegal na cidade de Cambira. Na época, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços do município, com a apreensão de R$ 4 mil oriundos da exploração e apostas do jogo do bicho. Esse valor também poderá ser revertido em favor de entidades beneficentes, se assim decidir a Justiça.

Akino

Juízes e promotores sem rosto

O STF avalizou do último dia 31 a criação de varas de primeiro grau colegiadas especializadas no combate ao crime organizado. A iniciativa permitirá que o Judiciário implante estruturas colegiadas semelhantes ao sistema do “juiz sem rosto”, procedimento que visa impedir que o acusado saiba o nome do juiz responsável pela aplicação da pena. Concebida na Itália para combater a máfia, a experiência do “juiz sem rosto” fez com que o magistrado deixasse de assinar as sentenças, dificultando sua identificação e evitando represálias por parte dos criminosos. (fonte G-1)
Meu comentário: Trata-se de um boa medida que poderia ser estendida ao MP de defesa do Patrimônio Público e Gaeco. Os de Maringá atuariam em Londrina, o de Londrina em Maringá e assim por diante. Nas pequenas cidades, onde o promotor é uma pessoa muito conhecida, fica difícil atuar , sem constrangimentos, na denuncia de irregularidades contra o prefeito. Fico imaginando quando do dr. Cruz se aposentar, como será a atuação do MP em Maringa. Já o Gaeco anda meio esquecido, depois dos problemas com Mussio.
Akino Maringá, colaborador

Justiça

HC de Mussio, o acórdão

O blog disponibiliza na íntegra o acordão do habeas corpus que beneficiou o ex-secretário municipal de Serviços Públicos de Maringá, Vagner Mussio (P), notícia veiculada aqui em primeira mão. A decisão da juíza Lilian Romero trancou parcialmente a ação que tramita na 2ª Vara Criminal (retirou a acusação de peculato) e cancelou seu afastamento da prefeitura, que havia sido determinado em primeira instância em outubro passado. Recomendo a leitura, pois ela transcreve algumas das gravações feitas pelo Gaeco no decorrer das investigações da chamada Operação Quebra Galho.

Geral

Ex-ministro quer “enquadrar” o Gaeco

De Osvaldo Maneschy, da Ascom PDT-Rede:
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, à frente de um grupo de dirigentes do partido [aquele…], chega a Londrina hoje para participar de ato público às 18 horas na praça Rocha Pombo em desagravo à gestão do prefeito Barbosa Neto (PDT) e repúdio às ações que objetivam criminalizar as ações do governo pedetista de Londrina, a segunda maior cidade do Paraná. Alertada para a inconstitucionalidade dos atos hostis a Barbosa Neto desfechados pelo chamado Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), força policial sob as ordens do governador Beto Richa (PSDB), a direção nacional do PDT estuda acionar medidas legais cabíveis. Uma delas, segundo o advogado Valmor Stédile, do PDT paranaense, seria o encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal de Ação Direta de Inconstitucionalidade , contra o ato de criação do Gaeco, que, na opinião de Stédile, “se tornou instrumento de perseguição implacável do governo estadual contra a administração pedetista de Londrina”.Continue lendo ›

Geral

Gaeco denuncia vereador e ex-secretário

O Gaeco de Londrina denunciou hoje o vereador Eloir Valença (PHS), o ex-secretário municipal de Gestão Pública de Londrina Marco Antonio Cito, o presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho Mendes, e outras três pessoas por crime contra a administração pública. Além de Valença, Cito e Coutinho Mendes, foram denunciados o advogado Alysson Tobias Lemos de Carvalho, o servidor Antonio Rogério Lopes Ortega e o representante da Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Metropolitana de Londrina, Ludovico José Bonatto. Marco Cito, Antonio Rogério Lopes Ortega e Ludovico Bonatto permanecem presos, em Londrina. Leia mais.

Estadual

Gaeco consegue sequestro de carro de luxo de filho de vereador

O Ministério Público do Paraná, representado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Guarapuava, foi notificado do sucesso de pedido de sequestro e bloqueio de um veículo de luxo importado encomendado pelo ex-presidente da câmara da cidade, Admir Strechar. O carro, um Corvette, modelo C-06, avaliado em cerca de U$ 110 mil, foi comprado em nome do filho do então vereador e se encontrava pendente de desembaraço aduaneiro no Porto de Navegantes (SC). O Gaeco foi informado do fato e ingressou com ação para sequestro do bem junto ao Juízo da 2ª Vara Criminal de Guarapuava, sendo o pedido deferido.Continue lendo ›

Geral

Agente de carceragem é denunciado

O Gaeco apresentou denúncia criminal contra um auxiliar de carceragem da 9ª SDP de Maringá, dois presos dessa unidade e uma mulher, parente de um dos presos, por corrupção mediante prevaricação (no caso do funcionário público). De acordo com o MP-PR, o agente teria solicitado e recebido dinheiro de um preso e sua companheira para que tivesse adiada sua transferência da cadeia pública para a Casa de Custódia de Maringá. O agente também teria oferecido vantagens de tratamento e regalias dentro da carceragem. O outro preso denunciado atuava como “intermediário” da negociação, na condição de “preso de confiança”. O MP-PR cobra também o afastamento do servidor público de suas funções até o julgamento final do processo e o caso está tramitando na 3a Vara Criminal. Aqui, a ação penal.

Geral

Gaeco denuncia corrupção na carceragem de Sarandi

O Gaeco presentou denúncia criminal por corrupção ativa contra dois auxiliares de carceragem da Delegacia de Policia Civil de Sarandi e três pessoas (um preso, sua mãe e uma presa). De acordo com a ação penal, entre os anos de 2007 e 2008, sob a coordenação do então responsável pela carceragem, um investigador de polícia já falecido, os presos denunciados teriam pago propina ao então chefe da carceragem para ter “regalias”, como cela exclusiva, liberação para exercer tarefas na cozinha da delegacia, entre outras. Já os dois auxiliares, funcionários cedidos pela prefeitura, aproveitando-se da situação prisional e da função pública que exerciam, intermediaram a venda de imóvel de um dos presos, e por causa disso também concediam regalias e tratamento privilegiado. O MP-PR requereu ainda o afastamento dos servidores públicos de suas funções até o julgamento final do processo. Aqui, a íntegra da aão penal.