gaeco

Geral

Ex-ministro quer “enquadrar” o Gaeco

De Osvaldo Maneschy, da Ascom PDT-Rede:
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, à frente de um grupo de dirigentes do partido [aquele…], chega a Londrina hoje para participar de ato público às 18 horas na praça Rocha Pombo em desagravo à gestão do prefeito Barbosa Neto (PDT) e repúdio às ações que objetivam criminalizar as ações do governo pedetista de Londrina, a segunda maior cidade do Paraná. Alertada para a inconstitucionalidade dos atos hostis a Barbosa Neto desfechados pelo chamado Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), força policial sob as ordens do governador Beto Richa (PSDB), a direção nacional do PDT estuda acionar medidas legais cabíveis. Uma delas, segundo o advogado Valmor Stédile, do PDT paranaense, seria o encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal de Ação Direta de Inconstitucionalidade , contra o ato de criação do Gaeco, que, na opinião de Stédile, “se tornou instrumento de perseguição implacável do governo estadual contra a administração pedetista de Londrina”.Continue lendo ›

Geral

Gaeco denuncia vereador e ex-secretário

O Gaeco de Londrina denunciou hoje o vereador Eloir Valença (PHS), o ex-secretário municipal de Gestão Pública de Londrina Marco Antonio Cito, o presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho Mendes, e outras três pessoas por crime contra a administração pública. Além de Valença, Cito e Coutinho Mendes, foram denunciados o advogado Alysson Tobias Lemos de Carvalho, o servidor Antonio Rogério Lopes Ortega e o representante da Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Metropolitana de Londrina, Ludovico José Bonatto. Marco Cito, Antonio Rogério Lopes Ortega e Ludovico Bonatto permanecem presos, em Londrina. Leia mais.

Estadual

Gaeco consegue sequestro de carro de luxo de filho de vereador

O Ministério Público do Paraná, representado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Guarapuava, foi notificado do sucesso de pedido de sequestro e bloqueio de um veículo de luxo importado encomendado pelo ex-presidente da câmara da cidade, Admir Strechar. O carro, um Corvette, modelo C-06, avaliado em cerca de U$ 110 mil, foi comprado em nome do filho do então vereador e se encontrava pendente de desembaraço aduaneiro no Porto de Navegantes (SC). O Gaeco foi informado do fato e ingressou com ação para sequestro do bem junto ao Juízo da 2ª Vara Criminal de Guarapuava, sendo o pedido deferido.Continue lendo ›

Geral

Agente de carceragem é denunciado

O Gaeco apresentou denúncia criminal contra um auxiliar de carceragem da 9ª SDP de Maringá, dois presos dessa unidade e uma mulher, parente de um dos presos, por corrupção mediante prevaricação (no caso do funcionário público). De acordo com o MP-PR, o agente teria solicitado e recebido dinheiro de um preso e sua companheira para que tivesse adiada sua transferência da cadeia pública para a Casa de Custódia de Maringá. O agente também teria oferecido vantagens de tratamento e regalias dentro da carceragem. O outro preso denunciado atuava como “intermediário” da negociação, na condição de “preso de confiança”. O MP-PR cobra também o afastamento do servidor público de suas funções até o julgamento final do processo e o caso está tramitando na 3a Vara Criminal. Aqui, a ação penal.

Geral

Gaeco denuncia corrupção na carceragem de Sarandi

O Gaeco presentou denúncia criminal por corrupção ativa contra dois auxiliares de carceragem da Delegacia de Policia Civil de Sarandi e três pessoas (um preso, sua mãe e uma presa). De acordo com a ação penal, entre os anos de 2007 e 2008, sob a coordenação do então responsável pela carceragem, um investigador de polícia já falecido, os presos denunciados teriam pago propina ao então chefe da carceragem para ter “regalias”, como cela exclusiva, liberação para exercer tarefas na cozinha da delegacia, entre outras. Já os dois auxiliares, funcionários cedidos pela prefeitura, aproveitando-se da situação prisional e da função pública que exerciam, intermediaram a venda de imóvel de um dos presos, e por causa disso também concediam regalias e tratamento privilegiado. O MP-PR requereu ainda o afastamento dos servidores públicos de suas funções até o julgamento final do processo. Aqui, a íntegra da aão penal.