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Paraná não registra homicídios em 61% dos municípios

Mais da metade dos municípios paranaenses, 244 cidades, não registraram homicídios dolosos durante o primeiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada hoje em Relatório de Crimes Relativos a Mortes, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, que também mostra alta redução no número de latrocínios e lesão corporal seguida de morte no Estado, quando comparados com o mesmo período do ano anterior. 

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Números feios

Crime

Nos primeiros 181 dias deste ano somente Maringá, Sarandi e Paiçandu registraram 42 homicídios – um assassinato a cada 4,3 dias.
Sarandi lidera, com 18 mortes, seguida de Maringá (13) e a outrora pacata Paiçandu (11). Os três municípios somam 534.135 habitantes.

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Mais dois homicídios em Maringá

homicídio
Dois jovens foram mortos a tiros ontem em Maringá. À tarde, no Portal das Torres, Tiago Ferreira Carlos, o Tago, 22, foi alvejado por dois homens que estavam numa motocicleta preta. À noite, no Jardim Ipanema, um jovem ainda não identificado levou três tiros. Foto André Almenara.

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Sarandi reduz número de homicídios

Reportagem do Maringá Alerta mostra o delegado Reginaldo Caetano, de Sarandi, apresentando o balanço do primeiro semestre deste ano, que comprova a redução dos homicídios naquela cidade, que caíram 50% em comparação a 2013, quando assumiu o cargo. A prisão de líderes de quadrilhas foi o principal motivo da redução.

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Sarandi reduz homicídios e ‘salva’ números regionais

homicidioO número de homicídios aumentou 7% em 2012, se comparado a 2011, de acordo com o Mapa da Violência a ser divulgado nos próximos dias pelo governo federal. É a maior taxa de homicídios desde 1980: foram 56.337 assassinatos naquele ano, uma taxa da 29 ocorrências para cada 100 mil habitantes. Como lembrou Reinaldo Azevedo, no Brasil mata-se 32 vezes mais que na Alemanha, onde a taxa é de 0,9. O país da Copa do Mundo responde por mais da metade dos assassinatos verificados na América Latina e Caribe.
Em Maringá o número de homicídios em 2013 foi maior que o de 2012. E o que preocupa é que a coisa vem apertando: o ano não chegou à metade e os homicídios de 2014 em Maringá são proporcionalmente maiores que em 2013. Em nível de subdivisão, a situação de 2013 só não foi pior para a regional polarizada pela Cidade Canção por causa, quem diria, de Sarandi, que reduziu significativamente os homicídios, inclusive as mortes em confronto com a polícia: nenhuma, contra sete do ano anterior. Este ano, a segunda cidade da micro-região continua baixando os índices.

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Apucarana há 55 dias sem homicídio

jacovosO delegado-chefe da 17ª SDP de Apucarana, José Aparecido Jacovós, apresentou ontem à imprensa um acusado de homicídio ocorrido no primeiro bismestre deste ano no município. Ele foi preso no litoral do Paraná. Quando adolescente, em julho de 2007, ele participou do latrocínio que vitimou o professor Roberto de Oliveira Santos, então chefe do Núcleo Regional de Educação de Apucarana. Agora Everton Rafael Ribeiro, o Costelinha, de 22 anos, é apontado pela polícia como autor do homicídio de Anderson Gomes dos Santos, ocorrido em 14 de janeiro deste ano. Anderson foi executado com tiros no tórax e na cabeça. Na época do assassinato, Costelinha era investigado pela prática do crime de tráfico de drogas. Jacovós, creditou às ações intensivas para cumprimento de mandados judiciais com um dos fatores que contribuíram para que, nos últimos 50 dias, nenhum homicídio ocorresse em Apucarana. Neste ano, 19 assassinatos já foram registrados no município.

Má-ringá

Taxas de homicídio dobraram em 8 anos

A professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles, lembra que nessa semana ocorreu mais um homicídio em Maringá e que, provavelmente, não será o último do ano. Para ela, é preciso destacar duas respostas que os estudos vêm oferecendo ao aumento da violência: 1) a criminalidade e a violência são os produtos mais expressivos e significativos da segregação socioespacial, responsável pelo abandono das pessoas em territórios precários – na terra de ninguém, onde prolifera o ódio e o ressentimento, como sentimentos cotidianos e banais; 2) a violência é um produto da desigualdade social que está longe de poder ser naturalizada, como se faz de costume. A violência já equivale em nossos dias a uma bomba detonada, cujos estragos se propagarão cada vez mais intensamente, enquanto a origem não for enfrentada e desativada. Abaixo, o documentário “Violência Urbana – Expressão da Desigualdade Social”.

A professora destaca que nos últimos 8 anos as taxas de homicídio dobraram em Maringá e isso não é ao acaso. Está vinculado às ações da administração municipal que não priorizou o conjunto da população e, com isso, aprofundou a desigualdade social. Em 2004 a taxa era de 7.8 homicídios para cada 100 mil/bhab. Em 2012 (antes que os próximos ocorram) a taxa de homicídios já alcançou 15.7 homicídios.

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Trabalho conjunto

Foi instalada hoje pela manhã a Delegacia de Homicídios de Maringá, comandada pelo delegado Nagib Nassif Palma, nas antigas instalações da Delegacia da Mulher, na avenida Mandacaru. Estiveram presentes o delegado-chefe da Divisão Policial do Interior, Julio Reis, e o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Vinicius Michelotto, que, diante do chefe da Guarda Municipal de Maringá, o policial civil aposentado Rogério Mello, destacou o trabalho conjunto das polícias Militar e Civil e GM para solucionar e prevenir homicídios.

Justiça

Judiciário só julga 6,5% dos homicídios

De Vanessa Prateano, na Gazeta do Povo:
De todas as ações de homicídio doloso (com intenção de matar) pendentes no Brasil até o ano de 2007 – foram 35.805 casos –, apenas 6,47% chegaram a ser julgadas. Os números, revelados em um levantamento do Conselho Nacional de Justiça a partir de dados de tribunais de Justiça de todo o país, indicam que, na imensa maioria dos casos, as famílias das vítimas aguardam até hoje por um posicionamento da Justiça. Com tais índices, os tribunais não conseguiram cumprir a chamada Meta 4, estabelecida pelo CNJ junto aos órgãos de segurança pública – polícias, Ministério Público e tribunais – para zerar o número de processos que ainda não foram a julgamento. Outra meta que não foi alcançada é a de número 3, cuja finalidade é fazer com que os processos abertos até 2008 alcancem ou superem a fase de pronúncia. Das 79.471 ações desse tipo, apenas 6,43% foram pronunciadas. Leia mais.