Sindicância apura possíveis irregularidades no IML de Maringá
O diretor do Instituto Médico-Legal do Paraná, Porcidio D’ Otaviano de
Castro Vilani, instaurou sindicância administrativa, no final do ano passado, para apurar possíveis irregularidades praticadas, em tese, por servidores lotados no Instituto Médico Legal de Maringá. A resolução que instaurou a sindicância é de 19 de dezembro; os trabalhos foram iniciados três dias depois. As irregularidades foram relatadas pela chefia da Seção de Química Legal e Sexologia Forense do IML/PR, e teriam sido constatadas no encaminhamento de materiais coletados de vítimas de crimes sexuais provenientes da Seção Médico-Legal de Maringá. Foram designadas para compor a comissão de sindicância a perita criminal Isabel Cristina C. Kohler (presidente), a química legal Suzana Tiem Matsubar e o auxiliar de Necropsia Maurício Gomes Martins.
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Maringá é uma das 14 cidades paranaenses que apresentaram irregulares nos contratos com empresas de monitoramento eletrônico de trânsito, de acordo com relatório do Tribunal de Contas do Estado. Em oito municípios há problemas mais graves, como a transferência do poder de polícia aos operadores do sistema e licitações irregulares. Além de Maringá, em Londrina, Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão foi caracterizado, de acordo com o TCE, transferência do poder de polícia a empresas privadas. Nessas cidades, a captação das imagens dos radares é feita pelas empresas operadoras do sistema e depois encaminhada ao órgão de trânsito dos municípios. O tribunal considera “a metodologia utilizada para a captação e manuseio das imagens dos radares absolutamente ilegal”. A auditoria recomenda que os municípios determinem a imediata alteração deste sistema – inclusive sob pena das infrações lavradas serem anuladas – ou que façam novas licitações, diz reportagem de Diego Antonelli. 
