O pecado nosso de cada dia


Precisamos deixar de lado costumes arraigados, voltando a atenção para a realidade atual e principalmente, para o futuro das gerações vindouras
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Precisamos deixar de lado costumes arraigados, voltando a atenção para a realidade atual e principalmente, para o futuro das gerações vindouras
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É difícil lidar com o povo brasileiro. Tampouco se compreende certos posicionamentos ante alguma demanda emergencial, como a que vivenciamos agora.
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Nesses tempos de pandemia poder-se-ia, com toda a propriedade, utilizar um conhecido adágio popular, supostamente originado na Idade Média, mas que se mostra mais atual do que nunca.
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Como se já não bastasse a vergonhosa batalha pública de egos pela paternidade dos imunizantes a serem distribuídos para a população, agora os mandatários se estranham para sincronizar o início da vacinação.
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Tornou-se fato comum as pessoas emitirem diferentes opiniões sobre os rumos da pandemia. Por mais que se apresentem prognósticos, absolutamente nenhum estudo técnico ou científico tem condições de mensurar, com algum nível de precisão, o que nos aguarda no próximo ano. As variáveis são tão numerosas a ponto de inexistirem conclusões factíveis a respeito das incertezas quando da mudança no calendário.
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A peça íntima voltou a ser o assunto nos noticiários por todo o País. Contada em verso e prosa, em forma de troça ou avaliada por critérios estritamente técnicos, eis que a cueca mostrou, mais uma vez, a versatilidade e a desenvoltura dos tempos de outrora. Se bem que o desfecho não tenha sido o esperado pelo usuário/protagonista atual, não por coincidência, um senador da República.
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Eles voltaram. A manjada galera que a cada quatro anos reaparece para infernizar a paciência alheia com promessas mirabolantes está com as baterias carregadas para tentar, mais uma vez, ludibriar o cidadão de bem.
Continue lendo ›Por José Luiz Boromelo:
Afrontar as regras estabelecidas. Em poucas palavras poder-se-ia, grosso modo, definir a personalidade do cidadão brasileiro, quando posicionado atrás de um volante ou de um guidão.Continue lendo ›
Por José Luiz Boromelo:
As coisas iam de mal a pior naquela casa. O pai, desempregado há meses, sofria com a humilhação diária na busca por uma colocação qualquer, que garantisse alguns parcos trocados. Sua pouca qualificação lhe permitia viver apenas de bicos, na maioria das vezes, esporádicos. Continue lendo ›

Por José Luiz Boromelo:
Mais uma vez o País convive com um dilema: às vésperas de um pleito eleitoral esquisito e diferente, os eleitores não têm uma opção razoável para escolher seu representante no executivo federal. Continue lendo ›
Por José Luiz Boromelo:
Conforme o Art. 5º da Constituição Federal, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza…” A ser respeitada a redação da Carta Magna, haveria de ser garantido a todos os cidadãos, indistintamente, tratamento equânime e perfeitamente isonômico. Continue lendo ›

A chuva chegando hoje no final da tarde na área rural de Marialva. foto de Jose Luiz Boromelo.

O ser humano deveria buscar exemplos nos chamados animais irracionais para direcionar algumas de suas atitudes. A boa convivência, apesar das diferenças entre as personalidades, é fator primordial para se relacionar com harmonia.Continue lendo ›
Ontem fez 23 anos que a sociedade maringaense perdeu o capitão Abelardo José da Cruz, em trágico acidente de trânsito rodoviário. O então comandante da Quarta Companhia de Polícia Rodoviária partiu exercendo sua atividade precípua, tentando preservar a integridade física dos usuários da rodovia. Continue lendo ›
Por José Luiz Boromelo:
O artista maior deixou o palco. Saiu de fininho, sem dizer uma palavra, um sorriso, sequer um abraço nos familiares e nos amigos mais chegados. Encerrou precocemente sua participação nesse plano terreno de maneira simples e discreta como sempre foi, durante sua abençoada vida. Continue lendo ›

Por José Luiz Boromelo:
O plenário da Câmara dos Deputados se destina para, além de reunir os congressistas em votações de matérias, eventualmente abrigar expressões artísticas por parte de alguns de seus integrantes. Performances das mais inusitadas são exibidas sem constrangimento algum, como o saracoteado indecente da então deputada Ângela Guadagnin (PT-SP), que em 2006 protagonizou momentos infelizes quando da absolvição de um companheiro de partido, acusado de corrupção.Continue lendo ›

Por José Luiz Boromelo:
A prática se repete diariamente, em todas as regiões do País. Nas residências, nos estabelecimentos comerciais, onde quer que existam seres humanos manuseando uma mangueira, lá estarão todas as possibilidades para o exercício do desperdício. Continue lendo ›

Por José Luiz Boromelo:
A arte encanta e impressiona. Há séculos o ser humano produz obras-primas belíssimas, um legado de valor inestimável para a posteridade. Continue lendo ›