Justiça vê fraude em recuperação bilionária

José Pupin, o Rei do Algodão, diz ter sido vítima de consultoria citada pela PF em inquérito sobre venda de sentenças; empresa nega
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José Pupin, o Rei do Algodão, diz ter sido vítima de consultoria citada pela PF em inquérito sobre venda de sentenças; empresa nega
Continue lendo ›O advogado Xavier Leonidas Dallagnol, tio do procurador da República Deltan Dallagnol, advoga em vários processos do empresário José Pupin (irmão do ex-prefeito Carlos Roberto Pupin), que já foi chamado de “rei do algodão” e atualmente está com sua empresa em recuperação judicial.Continue lendo ›

Athos Moura, da coluna de Lauro Jardim, informa em O Globo que a Fazenda Marabá, em Campo Verde (MT), que pertence a José Pupin, conhecido como Rei do Algodão, irá a leilão novamente, em maio.Continue lendo ›

O plano de recuperação judicial do empresário rural José Pupin, um dos maiores produtores de algodão do país, e Vera Lúcia Camargo Pupin, sua esposa, foi aprovado na quinta-feira em assembleia de credores. Continue lendo ›

Se você tem R$ 349.524.942,10, pode dar lance e comprar a Fazenda Marabá III, com 18,179 hectares, em Campo Verde (MT), que pertencia ao paranaense José Pupin.Continue lendo ›
De Arthur Rosa, no Valor Econômico:
O Tribunal de Justiça do Mato Grosso adotou entendimento que garante a bancos e fornecedores o direito de receber dívidas contraídas por José Pupin, um dos grandes produtores de grãos e algodão do país, e sua esposa, Vera Lúcia Camargo Pupin, mais rapidamente. Continue lendo ›

De Kauanna Navarro, no jornal Valor Econômico:
Cerca de um ano e meio depois de ter seu pedido de recuperação judicial como “empresário rural” negado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), José Pupin, um dos maiores produtores de algodão do país, entrou com novo pedido na semana passada.Continue lendo ›
Conhecido como bon vivant, o empresário cascavelense Rovílio Mascarello (dir.) foi cientificado esta semana de que responde ação penal proposta pelo Ministério Público do Mato Grosso, por participação na chamada indústria da grilagem. Além dele, foi denunciado pela promotora Solange Linhares Barbosa, da comarca de Paranatinga, o conhecido ‘Rei do Algodão’ José Pupin, irmão do ex-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin.Continue lendo ›
Uma fazenda do produtor rural José Pupin, irmão do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), conhecido como “Rei do Algodão”, vai a leilão judicial na próxima quinta-feira, com valor de lance inicial de R$ 44 milhões. A informação é de Airton Marques, no site Midia News.
O imóvel, de 3.780 hectares, está localizado em Santo Antônio de Leveger, às margens da BR-364, e tem avaliação de R$ 73,5 milhões.Continue lendo ›
A Quinta Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou o recurso protocolizado contra a decisão do juiz Eviner Valério que extinguiu uma ação que reivindicava a propriedade de uma fazenda de 75.247 hectares avaliada em R$ 95 milhões em Paranatinga (MT).
De acordo com o advogado José Antônio Armoa, a propriedade em disputa foi vendida pelos requerentes mesmo durante a tramitação do processo. O negócio ocorreu em 2011 quando o empresário José Pupin [irmão do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin, do PP] adquiriu a área por R$ 95 milhões.Continue lendo ›
Uma Ferrari ocupa a vaga exclusiva para pessoas deficientes na rua Souza Naves, em Cascavel, noticiou recentemente o blog da jornalista Laís Layni. Não é uma Ferrari qualquer, porque pertence ao empresário Rovílio Mascarello, conhecido como bon vivant. Uma busca na internet mostra que o dono do grupo Mascarello, que fabrica carroceiras e ônibus em Cascavel, aparece vinculado ao do produtor rural José Pupin, que recentemente conseguiu recuperação judicial, em processos por suspeita de grilagem de terras no Piauí. “Uma das vastas áreas de terra em Mato Grosso incorporada ao patrimônio de Rovílio Mascarello foi utilizada para que o empresário pudesse aumentar sua fortuna em pelo menos R$ 100 milhões sem que, no entanto, ele abrisse mão de um hectare sequer na primeira etapa do negócio. Para tanto, ele contou com um “parceiro” igualmente hábil e ambicioso: José Pupin, também conhecido como “O Rei do Algodão” em Mato Grosso”, informa o Centro Oeste Popular OnLine.
O megaprodutor rural José Pupin, conhecido como o “Rei do Algodão”, irmão do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), conseguiu o aval da justiça para a recuperação judicial de suas empresas, do Grupo JPupin, no Mato Grosso. A decisão foi tomada há uma semana pelo juiz André Barbosa Guanaes Simões, da 1ª Vara de Campo Verde. Até então ele dizia que não usaria este recurso judicial, para honrar suas obrigações com os credores.
Com dívidas de R$ 898,2 milhões, Pupin, também forte no cultivo da pluma, contratou a KPMG para assessorá-la na reestruturação desse passivo. Conforme apurado e divulgado pelo jornal Valor, o produtor já havia colocado à venda praticamente metade de suas terras para saldar as dívidas. Leia mais. (Fotos: Circuito Mato Grosso)
De Lucas Rodrigues, do Midia News:
Conhecido em Mato Grosso como o ‘Rei do Algodão’, o megaprodutor rural José Pupin planejaria vender metade de suas terras no Estado – mais de 50 mil hectares – para saldar dívidas superiores a R$ 1 bilhão. A informação é do jornal Valor Econômico, que, em reportagem, afirma que Pupin contratou a empresa KPMG para assessorá-lo na crise. Segundo o jornal, o objetivo do produtor é evitar entrar em recuperação judicial, medida que estaria fora de cogitação no momento. Com a venda das terras, José Pupin [irmão do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin] estima arrecadar cerca de R$ 700 milhões, o que já daria “fôlego” na crise enfrentada pela empresa. Leia mais.

Do MidiaNews, de Cuiabá (MT):
Conhecido pela alcunha de “Rei do Algodão”, o empresário José Pupin acaba de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com a Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente). O TAC, de nº 11387/2014, tem por objetivo a regularização da situação ambiental da Fazenda GMB II, no município de Paranatinga, “para que sejam adotadas medidas visando cessar, adaptar, recompor, corrigir ou minimizar os efeitos da degradação ambiental”. Caso a situação não seja regularizada, conforme o compromisso, Pupin poderá receber multa ambiental de R$ 5.000,00 por hectare de área de preservação permanente degradada.
Duas decisões judiciais concedidas pelo juiz Flávio Miraglia, na época juiz da Segunda Vara de Paranatinga, e pelo desembargador Juracy Persiani, da Sexta Câmara Cível de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, estão relacionadas à denúncia feita pelo Ministério Público Estadual contra o produtor rural José Pupin, conhecido como o “Rei do Algodão”, e o tabelião Antônio Francisco de Carvalho, de Paranatinga. A informação é de Laice Souza, do Midiajur. A promotora de Justiça Solange Linhares Barbosa acusa o produtor, o tabelião, e mais seis pessoas, de fraudar escrituras públicas de imóveis com o objetivo de enriquecimento ilícito. Após a suposta fraude, Pupin usou a escritura fraudada em garantia a um empréstimo de US$ 100 milhões (equivalente a R$ 203.750.000,00), em outubro de 2012. Leia mais.
Do Midiajur:
A denúncia do Ministério Público Estadual sobre a suposta prática de falsificação de escrituras de imóveis rurais, em Paranatinga [MT], envolvendo o megaprodutor de algodão José Pupin e o tabelião Antônio Francisco de Carvalho, caiu “como uma bomba” nos bastidores do Judiciário. Nomes de magistrados mato-grossenses já teriam chegado ao temido Conselho Nacional de Justiça, por meio de representação, por possível ligação com o caso.