lixão
Prefeitura é notificada para acabar com lixão
Transbordo ilegal em Mandaguaçu
Em Mandaguaçu a coisa na área do meio ambiente vai além do descumprimento de acordo judicial denunciado hoje aqui.
Continue lendo ›Contaminação de terreno resulta em indenização por dano moral
Integrantes da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, em julgamento realizado na semana passada, mantiveram decisão que estabeleceu em R$ 50 mil a indenização que o município de Maringá deve lhe pagar por danos morais, por ter criado um depósito de lixo em uma área que faz divisa com sua propriedade.
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Cooperativa funciona no antigo lixão de Maringá
O antigo lixão de Maringá, que funcionou de 1974 até 2004 2008, ao que se sabe não poderia estar recebendo catadores para trabalhar, pois ainda tem pendente um passivo ambiental.
No entanto, no local funciona uma cooperativa de vidros, com evidente risco à saúde humana. Continue lendo ›
Um lixão a céu aberto
Parece filme de terror. É uma das marginais do Contorno Norte, próximo à avenida Morangueira, parcialmente tomada pelo lixo depositado por gente porca. Enquanto não se prender e processar um desses porcos, a cidade continuará sendo conhecida pela sujeira.
Lixão da Zona Norte
Mais um lixão a céu aberto

Mais um lixão a céu aberto ameaça um córrego nas imediações do Jardim Portal das Torres. A RPC TV levou a reportagem ao ar hoje na hora do almoço. A fiscalização da prefeitura parece que não existe, mas o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, observou que a culpa também é dos moradores, que deveriam, segundo ele, alugar caçambas para o despejo dos entulhos. O fato acontece na semana em que o salgado IPTU do Pupin é motivo de preocupação de boa parte da população, que cobra do município os serviços que ele deveria dar, como uma coleta de lixo decente. Leitor aponta, a propósito, que a cidade está tomada por caçambas e pergunta: “quem serão os donos?”.
Prefeitura promete o fim do lixão do Colina Verde até segunda

A RPC TV (Globo) fez reportagem (aqui) sobre o lixão alimentado pela Prefeitura de Maringá no Jardim Colina Verde, ao lado do Contorno Norte. Apesar das imagens (vídeo e fotografias, como as de baixo) mostrarem que caminhões da Semusp despejaram lixo comum no local, o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio (PP), disse que “a prefeitura tem limpado este local” e que a sujeira é feita por terceiros. Ele garantiu que o lixo será retirado até segunda-feira. O blog soube que pelo menos uma vez um carro da Semusp chegou a servir de batedor para garantir que caminhões de empresas particulares despejassem lixo no terreno. Os vizinhos reclamam da situação há meses ao 156 e à secretaria, inclusive com a denúncia de aterramento. Em cerca de meia hora que o blog ficou no local, ontem à tarde, três caminhões da Semusp jogaram lixo (doméstico, e não folhas e galhos como o secretário afirmou) ali. No dia anterior, lixo do cemitério chegou a ser despejado ali.

Crime ambiental: terreno da prefeitura vira lixão a céu aberto
Um terreno da Prefeitura de Maringá foi transformado em lixão a céu aberto, atrás do Jardim Colina Verde, ao lado do Contorno Norte. Ontem o blog flagrou três caminhões da Secretaria de Serviços Públicos despejando lixo no local. De detritos orgânicos a sofás, passando por tampas de bueiros de ferro, há todo o tipo de dejeto despejado no terreno, onde foi feito um enorme buraco, que é constantemente aterrado por tratores da própria prefeitura – o que é crime ambiental. Esta semana foram colocados ali contâineres de lixo levado do Cemitério Municipal de Maringá. A legislação proíbe lixão a céu aberto em todo o país.
No IAP, orientaram o blog a fazer uma queixa no site do órgão, mas não souberam informar se o local tem autorização do instituto. O blog apurou que somente três locais da cidade estão licenciados pelo IAP para receber resíduos de construção e demolição. Na Semusp, informaram que apenas as pedreiras Ingá e Mauá podem receber este tipo de resíduos.
Irregularidade ocorre há tempos e agora piorou

O lixão clandestino utilizado pela própria Prefeitura de Maringá recebe irregularmente, há anos, resíduos de construção civil e demolição. De uns tempos para cá os caminhões da Semusp passaram a levar todo o tipo de resíduo sólido para o local, inclusive orgânico, plástico e metal, onde são constantemente abertos buracos, onde o lixo é depositado, e um trator joga terra por cima. Moradores já reclamaram para o 156 da administração municipal, mas nenhuma providência foi tomada. Terceiros também jogam entulhos no local. Ontem à tarde o blog também flagrou caminhões jogando grama e restos de poda. Além do crime ambiental, o lixão da prefeitura prejudica a região, depreciando o valor dos imóveis, além da poeira provocado pelos caminhões, que chegam a fazer fila para despejar o lixo. Percebe-se que o aterramento vem sendo feito há tempos, por causa da altura alcançada pelos resíduos de construção civil. Como a prefeitura nunca tomou providência, certamente por ela estar diretamente envolvida na irregularidade, terceiros se viram liberados para fazer o mesmo. Hoje pela manhã não houve aterramento do lixo. Veja mais fotosContinue lendo ›
Novo lixão em fundo de vale

Leitor envia fotos do fundo de vale entre Maringá e Sarandi, região do Guaiapó/Conjunto Requião. “Estão jogando lixo a céu aberto todos os dias, sem nenhum tipo de pudor. Durante o dia, caminhão, carro, carroça e outros. Está ficando um verdadeiro lixão”, reclama. Autoridades dos dois municípios devem se atentar para o problema, que é crime ambiental.
Lixão clandestino foi fechado
Ontem fez quatro meses que o blog denunciou a existência de um lixão clandestino, usado pela Prefeitura de Maringá, no distrito de Iguatemi, e também por proprietários rurais da área, onde estavam sendo depositados entulhos, como sofás. O IAP entrou em acordo com o município, que parou com o negócio. Colocaram uma placa, informando que a prefeitura é dona do terreno e que ali é proibida a entrada de veículos. A mudança é significativa (aqui, as fotos tiradas em janeiro), não se vê grande movimentação recente de depósito de material, embora ainda tenha um pouco de lixo em alguns pontos (inclusive material de campanha de um ex-candidato a vereador).
Um lixão no Novo Centro

Em meio à discussão sobre a destinação do lixo de Maringá, a administração dá um mau exemplo de inércia: um terreno em plena avenida João Paulino Vieira Filho, no Novo Centro, está sendo usado como lixão. As reclamações, antigas, já foram feitas por vizinhos ao 156 e até à Secretaria da Saúde, pois o local apresenta-se como foco do mosquito da dengue – mas ninguém resolve. No 156 informaram que o proprietário será notificado, mas o prazo é de até 30 dias; na secretaria, mandam recorrer ao 156. O proprietário pode até não saber que estão jogando lixo (até de lanchonete ou restaurante) em seu terreno, e enquanto isso todos correm perigo e o local continua enfeiando uma das principais avenidas da cidade, bem defronte o prédio que abriga o Juizado Especial da comarca.
Averiguação
Há sete dias o blog publicava fotos de um lixão clandestino no distrito de Iguatemi, cuja existência é oficialmente desconhecida da Prefeitura de Maringá e pelo Instituto Ambiental do Paraná. De acordo com a chefe interina do escritório regional do IAP, Maria Mercedes Nardine, o órgão continua “averiguando”.
Leitor do blog, que alertou para o fato, confirmou que o local – aparentemente, uma pedreira – também não é reconhecida como lavra pelo DNPM.
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