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Geral

Um lixão a céu aberto

Parece filme de terror. É uma das marginais do Contorno Norte, próximo à avenida Morangueira, parcialmente tomada pelo lixo depositado por gente porca. Enquanto não se prender e processar um desses porcos, a cidade continuará sendo conhecida pela sujeira.

Má-ringá

Lixão da Zona Norte

Lixão
O final das ruas Amilcar Vecchi e Professor Jaílton Saraiva, no fundo do Jardim América e ao lado do Contorno Norte, em Maringá, virou um lixão a céu aberto. As fotos foram feitas hoje por Marco Antonio Deprá.
Lixão

Maringá

Mais um lixão a céu aberto

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Mais um lixão a céu aberto ameaça um córrego nas imediações do Jardim Portal das Torres. A RPC TV levou a reportagem ao ar hoje na hora do almoço. A fiscalização da prefeitura parece que não existe, mas o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, observou que a culpa também é dos moradores, que deveriam, segundo ele, alugar caçambas para o despejo dos entulhos. O fato acontece na semana em que o salgado IPTU do Pupin é motivo de preocupação de boa parte da população, que cobra do município os serviços que ele deveria dar, como uma coleta de lixo decente. Leitor aponta, a propósito, que a cidade está tomada por caçambas e pergunta: “quem serão os donos?”.

Maringá

Prefeitura promete o fim do lixão do Colina Verde até segunda

Caminhão da prefeitura é flagrado jogando lixo em um terreno   G1 Paraná   Paraná TV 1ª Edição   Vídeos   Catálogo de Vídeos
A RPC TV (Globo) fez reportagem (aqui) sobre o lixão alimentado pela Prefeitura de Maringá no Jardim Colina Verde, ao lado do Contorno Norte. Apesar das imagens (vídeo e fotografias, como as de baixo) mostrarem que caminhões da Semusp despejaram lixo comum no local, o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio (PP), disse que “a prefeitura tem limpado este local” e que a sujeira é feita por terceiros. Ele garantiu que o lixo será retirado até segunda-feira. O blog soube que pelo menos uma vez um carro da Semusp chegou a servir de batedor para garantir que caminhões de empresas particulares despejassem lixo no terreno. Os vizinhos reclamam da situação há meses ao 156 e à secretaria, inclusive com a denúncia de aterramento. Em cerca de meia hora que o blog ficou no local, ontem à tarde, três caminhões da Semusp jogaram lixo (doméstico, e não folhas e galhos como o secretário afirmou) ali. No dia anterior, lixo do cemitério chegou a ser despejado ali.
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Maringá

Crime ambiental: terreno da prefeitura vira lixão a céu aberto

Um terreno da Prefeitura de Maringá foi transformado em lixão a céu aberto, atrás do Jardim Colina Verde, ao lado do Contorno Norte. Ontem o blog flagrou três caminhões da Secretaria de Serviços Públicos despejando lixo no local. De detritos orgânicos a sofás, passando por tampas de bueiros de ferro, há todo o tipo de dejeto despejado no terreno, onde foi feito um enorme buraco, que é constantemente aterrado por tratores da própria prefeitura – o que é crime ambiental. Esta semana foram colocados ali contâineres de lixo levado do Cemitério Municipal de Maringá. A legislação proíbe lixão a céu aberto em todo o país.
No IAP, orientaram o blog a fazer uma queixa no site do órgão, mas não souberam informar se o local tem autorização do instituto. O blog apurou que somente três locais da cidade estão licenciados pelo IAP para receber resíduos de construção e demolição. Na Semusp, informaram que apenas as pedreiras Ingá e Mauá podem receber este tipo de resíduos.

Maringá

Irregularidade ocorre há tempos e agora piorou

Lixão Colina Verde
O lixão clandestino utilizado pela própria Prefeitura de Maringá recebe irregularmente, há anos, resíduos de construção civil e demolição. De uns tempos para cá os caminhões da Semusp passaram a levar todo o tipo de resíduo sólido para o local, inclusive orgânico, plástico e metal, onde são constantemente abertos buracos, onde o lixo é depositado, e um trator joga terra por cima. Moradores já reclamaram para o 156 da administração municipal, mas nenhuma providência foi tomada. Terceiros também jogam entulhos no local. Ontem à tarde o blog também flagrou caminhões jogando grama e restos de poda. Além do crime ambiental, o lixão da prefeitura prejudica a região, depreciando o valor dos imóveis, além da poeira provocado pelos caminhões, que chegam a fazer fila para despejar o lixo. Percebe-se que o aterramento vem sendo feito há tempos, por causa da altura alcançada pelos resíduos de construção civil. Como a prefeitura nunca tomou providência, certamente por ela estar diretamente envolvida na irregularidade, terceiros se viram liberados para fazer o mesmo. Hoje pela manhã não houve aterramento do lixo. Veja mais fotosContinue lendo ›

Bronca

Novo lixão em fundo de vale

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Leitor envia fotos do fundo de vale entre Maringá e Sarandi, região do Guaiapó/Conjunto Requião. “Estão jogando lixo a céu aberto todos os dias, sem nenhum tipo de pudor. Durante o dia, caminhão, carro, carroça e outros. Está ficando um verdadeiro lixão”, reclama. Autoridades dos dois municípios devem se atentar para o problema, que é crime ambiental.

Blog

Lixão clandestino foi fechado


Ontem fez quatro meses que o blog denunciou a existência de um lixão clandestino, usado pela Prefeitura de Maringá, no distrito de Iguatemi, e também por proprietários rurais da área, onde estavam sendo depositados entulhos, como sofás. O IAP entrou em acordo com o município, que parou com o negócio. Colocaram uma placa, informando que a prefeitura é dona do terreno e que ali é proibida a entrada de veículos. A mudança é significativa (aqui, as fotos tiradas em janeiro), não se vê grande movimentação recente de depósito de material, embora ainda tenha um pouco de lixo em alguns pontos (inclusive material de campanha de um ex-candidato a vereador).

Má-ringá

Um lixão no Novo Centro


Em meio à discussão sobre a destinação do lixo de Maringá, a administração dá um mau exemplo de inércia: um terreno em plena avenida João Paulino Vieira Filho, no Novo Centro, está sendo usado como lixão. As reclamações, antigas, já foram feitas por vizinhos ao 156 e até à Secretaria da Saúde, pois o local apresenta-se como foco do mosquito da dengue – mas ninguém resolve. No 156 informaram que o proprietário será notificado, mas o prazo é de até 30 dias; na secretaria, mandam recorrer ao 156. O proprietário pode até não saber que estão jogando lixo (até de lanchonete ou restaurante) em seu terreno, e enquanto isso todos correm perigo e o local continua enfeiando uma das principais avenidas da cidade, bem defronte o prédio que abriga o Juizado Especial da comarca.

Blog

Averiguação

Há sete dias o blog publicava fotos de um lixão clandestino no distrito de Iguatemi, cuja existência é oficialmente desconhecida da Prefeitura de Maringá e pelo Instituto Ambiental do Paraná. De acordo com a chefe interina do escritório regional do IAP, Maria Mercedes Nardine, o órgão continua “averiguando”.
Leitor do blog, que alertou para o fato, confirmou que o local – aparentemente, uma pedreira  – também não é reconhecida como lavra pelo DNPM.