parque do ingá

Geral

Cena maringaense

No Facebook,  ontem, a ex-primeira-dama Bernadete Barros, que reside na Zona 2, próximo ao bosque, reclamou: “Meu filho foi assaltado no Parque do Ingá em frente ao Regina Mundi às 11h da manhã . Graças a Deus só levaram o celular mas poderia ter acontecido algo pior … Cadê os policiais desta cidade ?”.

Maringá

Parque do Ingá terá Centro de Apoio ao Turista

Em 2012 o Ministério do Turismo, na gestão Marta Suplicy, firmou convênio com a Prefeitura de Maringá para as obras de implantação do Centro de Apoio do Turista do Parque do Ingá, coisa que pouca gente sabia. O que já foi um local turístico, abandonado na gestão do especialista em sustentabilidade e canafístula Silvio Barros II (PHS), vai receber R$ 487.500,00 do governo federal para o tal centro; o município deve entrar em contrapartida de R$ 42.391,30. No parque, os investimentos anunciados há anos são sonho; equipamentos como a tirolesa nunca funcionaram e apodreceram, causando um prejuízo ao erário que poderia ser cobrado do ex-gestor. A administração tem até março do ano que vem para gastar o quase meio milhão de reais, e por isso abriu licitação para contratar a empresa que irá executar as obras. A licitação foi marcada para o próximo dia 26, mas o edital ainda não foi publicado no portal da transparência do município.

Má-ringá

O parque que virou motel

Enquanto o governo federal manda dinheiro para construir o Centro de Apoio ao Turismo do Parque do Ingá, o local está longe de ser o must que já foi (para usar palavreado dos anos 60). No Facebook, por exemplo, há alguns meses foi publicado o vídeo acima mostrando o parque, abandonado, virou um motel a céu aberto.

Maringá

Antes muito tarde do que nunca

pedalinhos
A informação está no site Manchete: os pedalinhos finalmente voltarão ao lago do Parque do Ingá, em Maringá.  Os pedalinhos foram licitados em setembro de 2011, chegaram em outubro daquele mesmo ano de Taquara (RS) e desde então encontram-se no almoxarifado da Prefeitura de Maringá. Os dez pedalinhos custaram R$ 45.420,00. Há dois anos este modesto blog divulgou as fotos acima, quando os pedalinhos que deverão ser colocados no lago do parque nos próximos dias já estava tomando poeira havia sete meses.

Má-ringá

Quem te viu, quem te vê…

Parque do Ingá
Em junho próximo fará três anos que o Parque do Ingá, fechado durante boa parte da administração Silvio Barros II (PHS), o da sustentabilidade, foi reaberto de forma manquitola – e de lá pra cá muita coisa deve ter se perdido, como o material para arvorismo e a tirolesa, que nunca funcionaram efetivamente, além da bizarra passarela de metal (acima) colocada pelo ex-prefeito junto ao portão de entrada da avenida Paissandu, que teve até festa de inauguração mas permanece fechada, em mais um típico caso de desperdício de dinheiro público sem que ninguém tenha sido responsabilizado. O Parque do Ingá ficou relegado na administração passada (foto abaixo), da qual o atual prefeito foi vice, porque a prioridade era investir pesado, com dinheiro público, no Parque do Japão – recentemente repassado à iniciativa privada, com as ligações que muitos conhecem.
Parque do Ingá

Maringá

Agora, só falta o resto!

Lanchonete Parque do Ingá
Do Maringá da Deprê, ao publicar sobre uma foto postada pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) dando vias à lanchonete no Parque do Ingá (e pensar que aquilo já funcionou bonito nas décadas de 70, 80 e 90!): “Olha que legal, agora tem lanchonete no Parque do Ingá. Só falta agora colocar a tal tirolesa para funcionar, arrumar o resto do parque e reabrir a passarela que dá acesso à avenida Laguna/Paissandu, né?”.

Midia

Arquivo do blog

Luiz Fabretti
O jornalista e apresentador de televisão Luiz Fabretti, cotado para assumir a Secretaria de Comunicação Social da administração Pupin/Barros a partir de abril, em foto dos anos 90, quando o Parque do Ingá tinha até animal vivo.

Geral

Leoa Doti já foi transferida para Cascavel

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A foto de João Claudio Fragoso, publicada hoje com texto de Fabio Linjardi em O Diário, mostra a leoa Doti sedada sendo transferida, na tarde de ontem, para o zoológico de Cascavel. O animal, que em 2011 perdeu o companheiro Kimba, vivia desde 2012 no Canil e Escola Emanuel. Ary Marcos, dono do local, onde há outros felinos, havia afirmado que denunciaria a doação do animal ao Ministério Público Federal e que tinha parecer de veterinário contra a transferência do animal, feita numa caçamba de um caminhão. Desde que Silvio Barros II/Pupin assumiram, em 2005, iniciou-se o processo de esvaziamento do Parque do Ingá, hoje uma fragil sombra do que foi, com o fim de seu zoológico e a instalação de animais de durepóxi. 

Akino

Parabéns Ulisses, parabéns vereadores

A bem da verdade, após a iniciativa do Executivo de fechar para carros, em caráter experimental, segundo o então secretário Schiavone, a pista marginal do Parque do Ingá, aos domingos, no horário da 6h às 12h, o presidente Ulisses Maia apresentou um projeto de lei que tornava definitivo o fechamento e ampliava o horário para até as 18h. Iniciativa louvável que foi aprovada pelos demais vereadores e está sendo cumprida, com sucesso e bom projeito para o lazer dos maringaenses.
Portanto merecem os parabéns Ulisses, pela iniciativa e os demais vereadores que aprovaram o projeto, e Pupin, como chefe do Executivo, que vem cumprindo a lei. ‘Todos merecem o nosso amor’, apesar de não estarem fazendo mais que a obrigação.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Obrigado Pupin…

…por ter fechado para os carros a pista que margeia o Parque do Ingá, liberando para o lazer dos maringaenses. Uma providência simples, mas impacto positivo. Acabo de chegar de uma caminhada pelo parque e testemunhei a grande frequência, e pessoas de todas as idades. Muitas crianças, famílias andando de bike. Pena que as obras de revitalização ainda não terminaram, na parte interna. O que está acontecendo? Quando o parque ficará completo? Notei irregularidades nas calçadas na parte externa, um idoso que me acompanha tropeço algumas vezes.
De qualquer forma obrigado Pupin, amo sua administração e espero que tenha o mesmo cuidado que tem com o Parque do Japão. Lá muito dinheiro público foi investido, no Ingá também, mas aqui o proveito é bem maior. Obrigado dona Luíza, dê um puxão de orelhas no marido para entregar logo o Parque do Ingá, como merecemos. Bom domingo a todos, inclusive para Ricardo; Silvio e família. Dona Bárbara, que Deus a abençoe. Dê um conselhos para os filhos para reparem o que de errado fizeram no passado.
Akino Maringá, colaborador

Geral

Licitações em Maringá

A Prefeitura de Maringá realiza concorrência no dia 13 de janeiro “concessão de uso de área a título oneroso, localizada no interior do Parque do Ingá”. É o que consta do aviso de licitação, assinado há três dias pelo prefeito, sem mais detalhes. No Portal da Transparência, também não há nenhuma informação sobre a concorrência, que leva o número 42/2013.
Da mesma forma, não foram disponibilizados no site da prefeitura os detalhes do pregão presencial que visa a contratação de empresa para a prestação de serviços de assistência à saúde dos servidores públicos efetivos, ativos, aposentados e pensionistas do município e seus dependentes, visando atender o Sistema de Atenção à Saúde dos Servidores do Município de Maringá. Os envelopes serão abertos no próximo dia 20.

Bronca

Poda radical no Parque do Ingá

Parque do Ingá
O entorno do Parque do Ingá recebeu uma poda radical, sob o pretexto de que os galhos machucavam as pessoas, especialmente as mais idosas. Acontece que não contentes em cortar os galhos mais baixos, foram até a copa das árvores, provocando um espetáculo no mínimo muito estranho – que lembra (só os mais velhos se recordarão disso) o “batom” que a administração do PFL fez em árvores centrais da cidade na década de 90 e que deu um bafafá danado. A informação que o blog tem é que de que a poda não foi orientada por especialista.
PS – O secretário Vagner Mussio, de Serviços Públicos, garante que não houve poda radical, pois a maioria das árvores mais atingidas foi de leucenas. A poda foi acompanhada por um especialista e ocorreu também ao redor da pista do Bosque 2.

Maringá

Licitação no Parque do Ingá

Embora o Parque do Ingá não esteja com as obras concluídas (elas se arrastam há anos), a Prefeitura de Maringá decidiu licitar a concessão de uso de área a título oneroso, para a exploração de toda a área
de abrangência da lanchonete e da loja de souvenires, localizadas no interior do local. A abertura das propostas será em 10 de outubro.

Má-ringá

Leucena cresce no Parque do Ingá

Parque do Ingá
Leitor envia as fotos da leucena no Parque do Ingá. A árvore é considerada uma praga, e está crescendo e dominando no principal parque da cidade, que foi relegado nos últimos anos. Visível nas proximidades da Guarda Municipal e defronte a rua Neo Alves Martins, a leucena é uma espécie exótica que já dominou todos os fundos de vale de Maringá, acabando praticamente com toda a vegetação nativa, lembra. A quantidade de sementes no chão é grande e a preocupação é que, com chuva, a semeadura aconteça de forma imediata.
Parque do Ingá

Má-ringá

Desperdício de dinheiro público

Pq do Ingá

A inauguração da passarela metálica no Parque do Ingá teve festa com foguetório e presença maciça de cargos comissionados e até autoridades, incluída que foi no calendário oficial das comemorações dos 59 anos de Maringá, em 18 de maio de 2006.
Seu autor, o especialista em sustentabilidade e meio ambiente, ex-prefeito Silvio Barros II (PP). Continue lendo ›

Má-ringá

E lá se vão quatro anos…

Portão 2 do Parque do Ingá
O Portão 2 do Parque do Ingá, o portão da avenida Paissandu, é mais um factoide perfumado criado na gestão Silvio Barros II/Pupin. Foi inaugurado com pompa, com gastos que incluíram uma passarela em ferro. Fechou logo depois. Assim como a reabertura do próprio parque, virou piada.

Verdelírio

Tem competência?

A Prefeitura de Maringá afirma que em 30 dias as obras no Horto Florestal serão iniciadas. Mas, será que ela tem competência para realização da obra? A prefeitura prometeu o Parque do Ingá e no entanto já se passaram oito anos de administração e o local não está pronto. Durante a campanha que elegeu Silvio Barros II pela primeira vez houve a promessa de que em 30 dias a entrada no Parque do Ingá pela avenida Laguna seria reaberta, e a prefeitura não teve competência nem mesmo para abrir um cadeado liberando a entrada prometida. A falta de competência da prefeitura pode ser resumida num detalhe mínimo. Uma lâmpada em um poste rebaixado de iluminação no Parque do Ingá (em frente a igreja Metodista) está queimada há 30 dias, e, embora tenha sido solicitada a troca, conforme protocolo número 409001, a lâmpada ainda não foi trocada, com a alegação de que não existe lâmpada reserva no almoxarifado.Continue lendo ›

Blog

Cara de emburrado

O vereador Belino Bravin ()PP) ficou impressionado com o comportamento do prefeito Pupin (PP) ontem, quando participaram de um evento no Parque do Ingá (que, apesar de não ser lá essas coisas, reuniu gente à beça, resultado do inchaço de CCs). Os dois desceram mil metros dentro do Parque do Ingá, para chegar nas minas, um lado a lado do outro, e o prefeito não deu uma palavra. Bravin não entendeu o comportamento de quem é seu líder.

Akino

Quem é o prefeito de Maringá?

Ao ser entrevistado para o Pinga Fogo na TV, Pupin disse, se referindo a medidas de proteção/revitalização de nascentes no Parque do Ingá, que foi uma determinação do prefeito Pupin. Soou estranho, pois não é o seu estilo de linguagem. Até o apresentador estranhou e comentou que Pupin parece que não se acostumou que o prefeito é ele.
Afinal: Quem é o prefeito de Maringá? Para uns, Ricardo Barros. Outroscdirão que é Pupin? Legalmente é Enio Verri, diria alguém. Mas Pupin, pelo que deu a entender, não se sente ‘muito prefeito’.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Por que não?

O Fundo Municipal do Meio Ambiente de Maringá, administrado pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente, recebe em média, somente da Sanepar, um repasse de R$ 74 mil por mês. Nos últimos quatro anos da adminsitração Barros/Pupin foram repassados, portanto, mais de R$ 3 milhões.
Daí a pergunta do leitor: por que não usar este recurso para recuperação, manutenção e administração do Parque do Ingá, Horto e Bosque II? Outra coisa: quem fiscaliza a aplicação destes recursos? Dizem que existe um Conselho que define a aplicação, mas ele também fiscaliza? Por que a administração não mostra competência ao invés de simplesmente mandar a população c(*)gar no mato?

Akino

“Vai c(*)gar no mato”

Esta é uma expressão popular, como outras, mais suaves, usadas para demonstrar descontentamento: ‘vai tomar banho’, ‘vai pentear macaco’, ‘vai catar coquinho’. Há outras pesadas como ‘vai para pqp’, e por aí. Não sei qual delas devemos usar para os vereadores que aprovaram a cobrança pelo uso dos banheiros. Certamente muitos frequentadores terão, literalmente, que ‘c*gar e m*jar’ no mato e nesta hora mandarão
os responsáveis pela aprovação da cobrança para lugares feios e tomarem… ‘dexa queto’, como diria o Pinga Fogo.
PS: No futebol de fazenda antigamente a torcida para o jogador que estava mal: ‘pede pra c*gar e não volta’. Para alguns vereadores a recomendação seria perfeita. Dos onze do amém, só três resistiram e voltarão em 2013. Cuidado Bravin, Flávio Vicente e Socreppa. Cuidado novos vereadores Sargento, Capitão, Negrão, Caianão (este já conhece), Ulisses (este é habilidoso), Adilsão, Luciano (não vá pagar penitência). Poderão ter o mesmo destino de Heine, Luiz do Postinho, Saboia, Zebrão e outros.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Sacanagem…

…dir-se-ia, informalmente, sobre a privatização dos serviços do Parque do Ingá. Por que não fizeram antes? Porque perderiam votos, o povo se revoltaria em ter que pagar até pelos banheiros. A propósito li no blog do Wilame Prado e reproduzo, em resumo: “Sinto que a população perde quando as chamadas privatizações acontecem. Mas tento evitar a generalização. No caso do Parque do Ingá, estão se referindo como “terceirização de serviços” (dizem que a gratuidade pela entrada continuará sendo mantida) e não privatização. De um jeito ou de outro, obviamente empresa alguma vai querer perder dinheiro entrando no negócio. Prefeitura não é obrigada a oferecer, “de graça”, passeio de pedalinho para ninguém. Mas será revoltante ter de pagar caro para usar o banheiro do lugar ou perceber que, de um dia para o outro, a chamada terceirização extrapolar as grades do parque. Já imaginou vendedores de garapa, água de coco e pipoca sendo convidados a se retirarem do local para obrigar frequentadores a apenas consumir o fast food da lanchonete autorizada? Os piqueniques na grama seriam lembrados pelos mais nostálgicos como uma época que já se foi e que era tão boa. Já pensou se, um dia, chegarem a cobrar, não apenas a entrada no parque, mas por volta de caminhada, corrida ou de bike ao redor? Sei que parece exagero, mas quando o assunto é lucratividade tudo pode acontecer. E tem razão Izaura da Silva, que chorou acompanhando a sessão de votação na Câmara de Vereadores. É realmente temível pensar que, pela ótica do lucro, talvez vão nos tirar até mesmo o cheiro de terra e de mato que só quem passa ou entra no Parque do Ingá pode sentir.”
Akino Maringá, colaborador

Blog

Nem brincando

A propósito da cobrança do uso de banheiros no Parque do Ingá, em Maringá, leitor sugere que quem estiver apertado e sem dinheiro utilize o WC da casa do prefeito, que mora ali perto. A brincadeira não tem como prosperar: em breve começa a mudança para a residência nova, de mais de R$ 1,3 milhão, adquirida num condomínio fechado da avenida Gastão Vidigal.

Bronca

Sobre banheiros públicos & competência

Do leitor:
Dispensem a análise sobre as acusações comprovadas de desvio do dinheiro público em licitações, nos “por fora” em obras e compras, etc. Analisem apenas, maringaenses, o que pensar de uma administração que não tem competência para gerenciar o uso de banheiros públicos (no caso do Parque Ingá), transferindo-os à iniciativa privada, que passará a cobrar pelo seu uso. Seria falta de competência administrativa da atual gestão Barros (Ricardo, prefeito de fato; Silvio, prefeito de direito) ou a razão principal é porque não rola dinheiro na administração do Parque Ingá, área pertencente ao município? Na dúvida, tanto uma coisa quanto outra. Ou como explicar por que o Parque Ingá ficou mais de dois anos fechado para visitação pública? E o que dizer sobre o fim do zoológico, cujos animais (muitos morreram por inanição) foram trocados por animais de concreto? Mais fácil, né? Animais de concreto não precisam ser alimentados e nem merecem atenção veterinária.Continue lendo ›

Blog

Seja louvado

Parque do Ingá
Leitor envia a montagem com o que deveria ser o custo da entrada no Parque do Ingá (ou Parque Barros): uma nota de R$ 22,00, que não existe, como muita coisa por aí.

Maringá

Fim de legislatura

Cerca de vinte maringaenses foram convidadas a se retirar da sessão de hoje da câmara municipal, por exigirem clareza na discussão da terceirização do Parque do Ingá. Prevaleceu a força também na votação da emenda da vereadora Marly Martin Silva (PPL), que propunha a liberação dos banheiros do Parque do Ingá.
Agora, graças à Turma do Amém, os maringaenses – inclusive aqueles que votaram no candidato do PP, que era bonzinho na tevê – pagarão para usar os banheiros do Parque do Ingá. Saiba mais.

Má-ringá

Sìmbolo da incompetência pepista

Em 2007, como confirma este texto de Elmo Fanhani, publicado no blog, o prefeito Silvio Barros II já anunciava a intenção de privatizar o Parque do Ingá, sem levar o assunto à discussão com a comunidade, através de uma audiência pública, já que para o local é destinado dinheiro do ICMS verde. Os espaços a serem terceirizados – os vereadores votam hoje o projeto em segunda discussão -, segundo Luiz Modesto, vêm sendo revitalizados ou construídos letargicamente desde 2009, quando o Parque foi fechado para reforma, e desde sua inauguração em 2011, por pressão das entidades e meios de comunicação, ainda não foram totalmente concluídos. Para isso, o Ministério das Cidades repassou à gestão Barros/Pupin o montante de R$ 2.287.088,10. Leia mais.

Blog

Tempos de competência administrativa

A privatização (ou terceirização, como preferem alguns) do Parque do Ingá, além de remeter à incompetência da administração municipal de Maringá, faz até questionar a utilidade da Secretaria de Assistência Social e Cidadania. Ela sucedeu a Fundação de Desenvolvimento Social de Maringá, que por sua vez sucedeu o Serviço de Obras Sociais, o SOS – este, o precursor da exploração dos pedalinhos e lanchonete do parque e, ainda, do estacionamento de veículos em dias de jogos no Estádio Willie Davids, nos longínquos tempos em que a cidade tinha futebol (usavam uma corda para delimitar o estacionamento).
No ano passado, quando o titular da secretaria era Ulisses Maia, uma proposta de tomar conta dos serviços, através de entidade social, chegou a ser divulgada, mas não “virou”.

Blog

Dinheiro da santa

Antigamente, nos anos 70, quando o SOS tomava conta dos serviços oferecidos no Parque do Ingá (no departamento trabalhou um homem que se tornaria vereador tempos depois, chamado Paulo Mantovani), havia uma arrecadação extra.
Além dos pedalinhos e da lanchonete, havia uma coleta semanal de dinheiro jogado na gruta da santa (Nossa Senhora Aparecida). O dinheiro que os fiéis jogavam na gruta também era depositado na conta corrente do SOS/FDSM.

Maringá

Expulsão e choro

Da Folha de Maringá:
Na sessão da Câmara de Maringá desta quinta-feira os vereadores da base aliada do prefeito Barros (PP) aprovaram, em primeira discussão, a privatização do Parque do Ingá. O presidente da Câmara em exercício, Aparecido Domingos Regini Zebrão (PP), expulsou um manifestante que, indignado, criticou Flávio Vicente (PSDB) por rir de uma mulher que aos prantos, pediu “pelo amor de Deus” para os vereadores voltarem atrás na decisão. “Para de rir na cara do povo Flávio Vicente, seu palhaço”, disse o manifestante. A pedido de Zebrão, um guarda municipal retirou o manifestante da Câmara. Bravin (PP), Macieira (PP), Soni (PSB), Socreppa (PSDB), John (PMDB), Postinho (PRP), Andrade (PRP) e Zebrão (PP), da base aliada do prefeito Barros (PP), votaram pela privatização do Parque do Ingá. Álvares (PCdoB), Henrique (PT), Verri (PT) e Martin (PPL), que fazem parte da oposição, votaram contra a privatização. Nas redes sociais, a população se organiza para participar da sessão da próxima terça (13) que vai decidir sobre o futuro do Parque do Ingá. Leia mais.