parque do ingá

Má-ringá

Sem tempo para o pedestre

Leitor observa que o semáforo instalado defronte ao portão do Parque do Ingá, um dos pontos turísticos mais visitados de Maringá, não tem tempo para os pedestres. “Observei que ele abre em três tempos, porém é quase impossível atravessar a avenida São Paulo com a avenida Tiradentes (vice-versa), pois os veículos têm a preferencia, não tem nenhum tempo ao pedestre”, reclama.

Maringá

Mesmo assim…

Parque do Ingá
João Carlos Passari, o João da Caixa, de Astorga, esteve dias atrás em Maringá e visitou o Parque do Ingá, justamente um dia depois que o local “comemorou” um ano de reabertura forçada e nadica nadica de obra terminada, conforme havia prometido o Sr. Avião, o belezão da Rio+20, expert em nomear ficha suja. “Confesso que fiquei assustado com o que vi. O parque está abandonado, banheiros não funcionam (fechados), não tem um bar, uma lanchonete, mas mesmo assim ele oferece imagens bonitas, que você poderá conferir em algumas fotos nesta postagem“.

Meio Ambiente

Um ano se passou… e nada!

Parque do Ingá
No último dia 8 fez um ano que, pressionada, a administração Barros/Pupin reabriu o Parque do Ingá, que havia ficado dois anos fechado – algo inédito nos mais de 40 anos de existência do local de maior atrativo turístico de Maringá. Quando reabriram, anunciaram que as supostas obras que estavam em andamento seriam concluídas; um ano depois confirmou-se a mentira, a reforma não aconteceu e tudo continua como antes. A administração não foi capaz de em oito anos revitalizar o Parque do Ingá, por absoluta incompetência. E o Sr. Avião dando uma de gostoso na Rio+20…

Má-ringá

Pedalinhos que custaram R$ 45 mil tomam poeira há quase 7 meses


Dez pedalinhos para a prometida reforma do Parque do Ingá – onde as obras estão paradas há meses – estão mofando no almoxarifado da Prefeitura de Maringá há quase sete meses. São cinco pedalinhos em formato de caravela e cinco em formato de cisne, que custaram R$ 45.420,00 ao contribuinte maringaense, chegaram em outubro mas ainda não foram levados para o maior ponto turístico de Maringá, que foi liquidado pelo especialista em turismo; daqui a pouco, estragam. No almoxarifado os pedalinhos novos fazem companhia aos pedalinhos antigos, que foram reformados. Enquanto isso, na televisão, outdoors, rádios e jornais, a cidade abriga a felicidade…

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O prefeito das obras paradas

É de revoltar quem gosta de Maringá. O prefeito (licenciado) de queixo empinado, o f(*)dão, o bom da boca, o sabe-tudo, o viajandão, o que não é burro, ainda não conseguiu resolver o problema do Parque do Ingá. O local foi fechado em abril de 2009 e reabriu no ano passado depois de muita pressão. A abertura foi parcial, já que às segundas e terças o ponto turístico de maior fluxo da cidade não funciona.
As obras que estavam em andamento ali dentro (de controle da erosão aos pedalinhos, adquiridos há meses), muitas com recursos federais, estão simplesmentes paradas há meses.
PS – Enquanto isso, ligue a televisão e verá um comercial afirmando que em Maringá reside a felicidade…

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Menção honrosa

A Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente divulgou o resultado do edital de chamada pública sobre boas práticas em sustentabilidade ambiental urbana. Foram premiadas experiências no Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo e, acredita, a revitalização do Parque do Ingá, em Maringá, que até hoje não foi concluída, recebeu uma menção honrosa, junto com uma experiência de Barueri (SP).

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A leoa Doti

Tigre
O Parque do Ingá, antes da administração Silvio Barros II, já teve um zoológico habitado por animais de verdade. A leoa Doti, que perdeu o companheiro Kimba no início do ano passado, encontra-se num canil da cidade, que recebe mensalmente para mantê-la (dizem que nem o pessoal do Parque do Ingá consegue saber se o animal está bem). A foto, de Tabajara Marques, é do final da década de 90.

Bronca

Fui proibido de usar o espaço público

De José Fuji:
Todas as manhãs quando estou em Maringá, ou tenho disponibilidade de tempo, faço a minha caminhada no Parque do Ingá! Moro na Zona 7, e me utilizo de uma moto para a locomoção ate o local, mas como a moto não tem trava e por sinal é a única que disponho com muita dificuldade, e todos me conhecem, os seguranças do Parque do Ingá sempre eles permitiram que a deixasse no interior do local. Mas hoje caiu a tempestade. Continue lendo ›

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Orelhão vira “animal” no Ingá


Na pressa de justificar o fechamento por longos anos do Parque do Ingá, a administração do especialista em turismo e meio ambiente apropriou-se de um telefone público que existia defronte o local. O tucano-telefone, patenteado e fabricado pela Columbia Comércio e Indústria de Artefatos de Fibra de Vidro Ltda., de Cuiabá (MT), foi colocado dentro do parque depois de uma “cirurgia” que fechou-lhe a barriga. A gambiarra destoa no meio da fauna inanimada de durepóxi, já que o tamanho do tucano é desproporcional. O antigo TP foi uma doação da empresa matogrossense, na época de Jairo Gianoto.

Maringá

A morte simbólica do Parque do Ingá

De Rafael A.F. Zanatta:
Eu sou um homem com poucas lembranças de minha infância. Entretanto, das poucas e saudosas que tenho, uma das que mais gosto é a imagem viva e saborosa dos piqueniques em família no Parque do Ingá, área de conservação florestal situada no coração de Maringá. A cena que tenho na memória é singela: eu e meu irmão sentados numa toalha xadrez, lambuzados de bolo de chocolate, enquanto minha mãe contempla o verde, o lago e os gansos, apoiada com o braço numa cesta trançada de madeira. Essa imagem me traz uma série de lembranças dos gostosos passeios que fizemos durante a segunda metade da década de noventa, quando voltei a morar em Maringá após alguns anos no Mato Grosso do Sul. Ir ao Parque do Ingá era um programa comum, um tradicional passeio em família dos habitantes de Maringá (e também dos turistas). Era a atividade dominical preferida da maioria das crianças da cidade e também dos pais, que tinham a oportunidade de esfriar a cabeça respirando um pouco de ar limpo. Na íntegra.
(Ilustração de Marco Antonio Dias de Oliveira/Mado, via blog Caldo do Lui)