parque do japão

Má-ringá

Quem te viu, quem te vê…

Parque do Ingá
Em junho próximo fará três anos que o Parque do Ingá, fechado durante boa parte da administração Silvio Barros II (PHS), o da sustentabilidade, foi reaberto de forma manquitola – e de lá pra cá muita coisa deve ter se perdido, como o material para arvorismo e a tirolesa, que nunca funcionaram efetivamente, além da bizarra passarela de metal (acima) colocada pelo ex-prefeito junto ao portão de entrada da avenida Paissandu, que teve até festa de inauguração mas permanece fechada, em mais um típico caso de desperdício de dinheiro público sem que ninguém tenha sido responsabilizado. O Parque do Ingá ficou relegado na administração passada (foto abaixo), da qual o atual prefeito foi vice, porque a prioridade era investir pesado, com dinheiro público, no Parque do Japão – recentemente repassado à iniciativa privada, com as ligações que muitos conhecem.
Parque do Ingá

Maringá

Concorrência para entregar Parque do Japão à iniciativa privada será amanhã


Acontece amanhã às 9h a concorrência para a concessão de direito de uso de área parcial de terras e edificações existentes no Parque do Japão, construído quase integralmente com recursos públicos federais na administração Silvio Barros II (PHS) – que é considerado o “presidente” do local, que visita sempre que deixou a prefeitura, em janeiro do ano passado. O parque será repassado à iniciativa privada pelo período de 30 anos, renovável por mais cinco anos, e quem ganhar (seria uma ONG montada há anos) terá que explorar serviços nas áreas de cultura, turismo, lazer, entretenimento e atividades complementares das edificações existentes na área, e a que vierem a ser construídas, bem como manutenção de sua infraestrutura, totalizando aproximadamente 4.187,68 m2 de área construída, compreendendo estufa, quiosque, casa de trafo, centro de eventos e restaurante, casa de chá, centro de oficinas e artes, entre outros. O valor máximo a título de contraprestação será de R$ 16.683.651,00 pelo período (R$ 556.121,00 por ano ou R$ 46.343,47 mensais).

Opinião

Falta de respeito

De Luiz Carlos Rizzo:
Sou contribuinte – pago IPTU de três imóveis – e qualifico falta de consideração para com a comunidade convocar “mutirão” para limpeza do Parque do Japão. Ora, numa gestão municipal – e isto já vem ocorrendo faz 9 anos – que gasta, gasta, gasta de forma irresponsável e eticamente questionável, falar em “mutirão” de limpeza é menosprezar a inteligência dos contribuintes. Ainda mais sabendo-se que o parque do Japão, dirigido pelo ex-prefeito Silvio Barros, condenado por improbidade administrativa, serve mais para jantares esporádicos de um grupo seleto e integrado pelos amigos do “rei”. Até agora, a comunidade não tem acesso ao local.
E tem mais: o Parque do Japão era para ser construído por meio de contribuições de empresas. Ao final, foram gastos milhões de reais de dinheiro público.
Maringá, que pena estar em mãos de um grupo político que….deixa pra lá…

Maringá

Parque passará por reformas

Parque do Japão
O Parque do Japão, entidade híbrida mantida com recursos públicos, passará por reformas, depois de ter sido atingido por fortes chuvas, em janeiro passado. A licitação feita pela prefeitura de Maringá foi vencida pela Construtora Faiz Ltda, que receberá R$ 170 mil pelos serviços de reforma e manutenção de obras. A propósito, foi marcada para 23 de abril a concorrência para concessão de direito de uso de área parcial de terras e edificações do Parque do Japão. Os interessados podem retirar o edital na prefeitura. Na prática, o local é “presidido” – e deverá continuar sendo, mesmo após a concorrência, que teria destino certo – pelo ex-prefeito Silvio Barros II (PHS).

Maringá

Emenda permite Guarda Municipal armada

A Câmara de Maringá votará na sessão ordinária desta terça-feira, em primeiro turno, proposta de emenda à Lei Orgânica do Município feita inicialmente pelos vereadores Luciano Brito (PSB) e tenente Edson Luiz (PMN), ambos da Comissão de Segurança, e assinada por vários vereadores, que amplia as atribuições da Guarda Municipal. Pelo projeto, a Guarda Municipal terá caráter eminentemente preventivo, e os guardas municipais deverão estar armados e uniformizados. Também autoriza o município a celebrar convênios com o Estado e a União e determina ainda que os guardas municipais desempenhem “suas funções após treinamento, que inclua conhecimentos básicos de psicologia, sociologia e direitos humanos”. Eles irão utilizar as armas apenas após o treinamento adequado e aprovação em avaliação técnica e psicológica.Continue lendo ›

Má-ringá

Quem se arrisca?

pj
A calçada/pista de caminhada localizada ao lado do Parque do Japão – aquele da lombada no piso -, em Maringá, está sem condições de uso, mostram as fotos de Anderson Sampaio, tiradas na terça-feira. E o IPTU…

Blog

Chuvas inutilizam piso de ginásio em Maringá

Ginásio
As chuvas de janeiro complicaram o ginásio de esportes do Parque do Japão, construído na gestão Silvio Barros II/Pupin por mais de R$ 3 milhões. O piso, tomado por lama e água em três chuvas (a pior foi a do último dia 16), acabou: ganhou uma bolha, de ponta a ponta, que o inutiliza. A Secretaria Municipal de Obras deverá licitar a reforma do local, o que incluirá o fim das goteiras no teto (chove mais dentro do que fora) e a implantação de sistema de escoamento de água. Além de inutilizar o piso, o chuvaréu molhou as 240 peças de tatame, que, passados tantos dias, ainda não secaram completamente. Apesar disso, não houve interrupção nas atividades com ginástica e judô, este parcialmente prejudicado.
Ginásio

Blog

Desmoronamentos interditam o Parque do Japão

Parque do Japão
Além do ginásio, o Parque do Japão, aquela coisa híbrida construída com recursos públicos e administrada por servidores municipais, mas que será dirigida por uma ONG, sofreu com as chuvas. Três morros demoronaram, o que levou ao fechamento do local (que foi aterrado, com milhares de caminhões de terra), que desde o último dia 17 não recebe visitantes. O estrago também se estendeu a um lago, logo abaixo de um dos morros que desmontaram. Parece que o conserto também será feito com o dinheiro arrecadado com o IPTU do maringaense.
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Má-ringá

É falta de respeito mesmo

Estacionamento proibido
Leitor esteve no domingo passado no Parque do Japão (aquela obra que o especialista em sustentabilidade disse que seria privada e só recebeu recursos públicos) e achou um absurdo o valor do estacionamento no local, R$ 10,00. Para piorar, conta, a Setrans proibiu o estacionamento na rua lateral do parque, como se vê na foto, com vários cavaletes, com certeza pra induzir o estacionamento dentro do parque. “A opção que tive pra não pagar foi estacionar no fim da rua, a 400 metros da entrada. Isso é uma falta de respeito ao cidadão”, protesta. Ou seja, o contribuinte bancou a construção do parque com o dinheiro dos seus impostos e depois não pode nem estacionar na rua pública…
Parque do Japão

Maringá

Audiência pública do Parque do Japão

Foi publicada hoje a convocação para audiência pública onde no qual serão apresentadas e disponibilizadas aos interessados e à comunidade em geral as informações do processo de licitação para concessão da área e dos serviços prestados no Parque do Japão, dentre elas a modalidade e o tipo de licitação que serão adotados, os conteúdos da licitação, entre outras informações, para que sobre elas se manifestem todos os interessados. Será no Auditório Hélio Moreira, no dia 29 de novembro, das 8h30 às 12h. Tem gente que acha que nem compensa ir, pois a entidade vencedora já está escolhida há anos. Só para lembrar, o Parque do Japão foi apresentado pelo ex-prefeito Silvio Barros II (PP) como sendo iniciativa privada, mas o que existe ali é fruto basicamente de recursos públicos. Hoje SB II atua como um administrador informal do parque.Continue lendo ›

Blog

O ministro no Parque do Japão

Castro Meira em Maringá
O ministro Castro Meira, do TSE, que participará da votação do caso Pupin, esteve em Maringá em junho, como hóspede oficial do município administrado por Pupin (vieram no mesmo voo), e foi levado ao Parque do Japão, menina dos olhos da administração Barros/Pupin, criado e administrado com dinheiro público. Na foto, ele com a mulher Maria Terezinha Meira, ao lado da gerente Mary Cristina Yoshii Fugou e do pessoal que fez o almoço caprichado. Aqui, fotos do ministro plantando uma árvore no mesmo local.

Maringá

Parque do Japão

Parque do Japão
Prestes a ser tercerizado (e todos sabem quem vai tocar), o Parque do Japão, que mantém uma estrutura construída e mantida com dinheiro público (servidores públicos dão expediente por lá), apresenta pequenos problemas, como telhado incompleto numa construção e luminária quebrada com fiação exposta a pequena altura. No local ainda há uma espécie de painel com nomes de famílias/grupos empresariais.Continue lendo ›

Blog

Projeto que terceiriza Parque do Japão sai de pauta

parque do japaoOs vereadores maringaenses retiraram de pauta, por duas sessões, dois projetos enviados por Pupin. Um deles é o que terceiriza o Parque do Japão, na verdade um teatrinho, um faz-de-conta para sustentar um capricho do ex-prefeito Silvio Barros II (PP), em que o município realizará concorrência para a concessão de direito real de uso do local para a ONG que já toca o Parque do Japão e tem até site na internet. A concessão poderá ser por até 35 anos. O engraçado é que este é mais um caso em que o Ministério Público dorme de touca: no Parque do Japão trabalham funcionários públicos (alguns, inclusive, que só chegam depois das 12h para o trampo), mas cobra-se de quem vai visitar o local, inclusive para tirar fotografias. Ali foram enterrados, pelo ex-prefeito, milhões em recursos públicos, além de se resolver uma pendenga com um colaborador de suas campanhas eleitorais,

Blog

Malfeito nada de braçada em Maringá


Enquanto o povo se indigna nas ruas, nos gabinetes da Prefeitura de Maringá há uma mansidão com as coisas erradas. O blog soube em março último, por exemplo, que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) havia tomado conhecimento de desvios ocorridos no ginásio de esportes existente no Parque do Japão – aquela coisa híbrida: na mídia é particular, mas só existe e funciona graças ao dinheiro e servidores públicos, com os olhos fechados do Ministério Público.  A maracutaia envolveu o desaparecimento de materiais e equipamentos públicos, que foram encontrados em estabelecimentos privados, e até denúncia de aluguel desses bens públicos em benefícios de alguns funcionários da Secretaria de Esportes e Lazer. Sabe o que a administração municipal fez? Fez o que Verônica canta: nada, nada, nada, nada…

Má-ringá

Parque do Japão fechado

parque do japaoDepois que o especialista em turismo foi responsável pelo fechamento de pontos turísticos de Maringá, o não especialista faz o resto do serviço. Leitor do blog conta que no sábado à tarde levou a esposa para conhecer o Parque do Japão. “Chegamos lá às 14h e o parque estava fechado. Em contato com moradores dali, disseram que ultimamente anda sempre fechado. Detalhe: No site do parque não tem nenhum aviso de que estaria fechado; não havia nenhuma placa no portão dizendo o motivo do fechamento. As pessoas chegavam e iam embora frustradas. Ficamos com o Parque do Ingá fechado por um tempão (só abriu por pressão popular), o Horto Florestal há décadas está fechado e agora o novíssimo Parque do Japão também fecha? O que está acontecendo?”, diz, indignado.

Maringá

Prefeitura vai terceirizar o Parque do Japão


Depois de enterrar milhões de reais de recursos públicos no Parque do Japão, a administração Pupin vai entregá-la agora para terceiros explorarem por um período de 30 anos, renovável por mais 5, inclusive com a possibilidade de cobrança de ingressos e contraprestação do município. O projeto foi assinado pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) antes de sua viagem aos Estados Unidos. Uma área parcial de terra e edificações serão entregues a uma entidade privada sem fins lucrativos e que defenda a preservação e difusão da cultural japonesa; apesar da autorização para a concorrência, ela já teria vencedor: a Oscip Parque do Japão – Memorial Imin 100, presidida por Massayoshi Siraichi, criada durante o governo Silvio Barros II para, hipoteticamente, construir com recursos privados o Parque do Japão, o que nunca aconteceu. A entidade é dona inclusive do domínio de internet do Parque do Japão. A Oscip não poderá explorar o ginásio de esportes.

Blog

A próxima empreitada

A Prefeitura de Maringá ainda não disponibilizou na internet o edital de licitação do Parque do Japão, que tem endereço certo e deve ser investigado pelo Ministério Público. O parque foi anunciado pelo ex-prefeito Silvio Barros II (PP) como sendo de iniciativa privada, mas até agora só engoliu verba pública, que poderia ter sido empregada em outros setores da cidade. Agora que foi montado com dinheiro público, pretende-se entregar a uma Oscip dirigida por amigos do condomínio Barros. Além de ter bancado a obra, o contribuinte maringaense ainda terá que pagar ingresso para entrar no local – de onde, por sinal, estariam sumindo equipamentos adquiridos pelo município.

Blog

Cinzas de Ueno no Parque do Japão

Cinzas do ex-deputado federal Antonio Ueno foram enterradas hoje pela manhã no Parque do Japão, em Maringá. Parte das cinzas já haviam sido colocadas em Londrina e Rolândia. Aqui, foram enterradas sob um pé de ipê branco, em cerimônia que teve a presença de familiares. Ueno, nascido em Uraí, foi deputado federal de forma ininterrupta entre 1967 e 1995; antes, foi vereador e deputado estadual. Ele morreu em setembro de 2011, aos 87 anos.

Blog

Pupin empresta R$ 2,7 milhões para obras no Parque do Japão

A Itaocara Construções Civis Ltda. foi contratada pela Prefeitura de Maringá para construir o restaurante e o centro de eventos do Parque do Japão – que a administração anunciou como sendo da iniciativa privada e que até agora só recebeu dinheiro público. A empreiteira vai receber R$ 3.287.820,28 pelos serviços. Parte do dinheiro – R$ 2.792.160,19 – virá de empréstimo assinado pelo prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), junto à Agência de Fomento do Paraná S/A, do governo estadual, no último dia 15. A Itaocara terá 400 dias para fazer as obras, que incluiriam também pavimentação e muros (mais muros?).
Foi feito ainda outro empréstimo junto à AFP, no valor de R$ 1.299.370,17, para pavimentação e drenagem do Conjunto Residencial Céu Azul (que será feita pela Pá Ingá Comércio e Locação de Equipamentos Ltda.). No total, o município emprestou R$ 4.091.530,36 do governo do estado. A carência para o pagamento dos empréstimos será de 12 meses a partir do pagamento da primeira parcela. O prazo total dos contratos é de 96 meses.
PS – Talvez seja caso para o Ministério Público e Observatório Social: não há, no site da Prefeitura de Maringá, nenhuma informação sobre as duas concorrências (023 e 024/2012). Em 2008 licitou-se a concessão onerosa do centro de eventos e do restaurante, mas ninguém se interessou.

Maringá

Parque do Japão: Prefeitura licita asfalto, centro de eventos e restaurante

No dia 25 de maio próximo, de acordo com editais de concorrência assinados por Carlos Roberto Pupin (que na época era prefeito de plantão), o município de Maringá voltará a investir dinheiro público no Parque do Japão, obra apresentada inicialmente como sendo uma iniciativa privada. Pela manhã, às 8h45, serão licitadas as obras de construção do centro de eventos e restaurante do Parque do Japão (2.266,82 m²), que deverão estar concluídas em abril/maio do ano que vem, na administração do prefeito a ser eleito nas próximas eleições, já que o prazo para execução é de 360 dias.
À tarde (14h30), a concorrência será para pavimentação asfáltica em 6.485,75 m² no Parque do Japão. O prazo para conclusão é de 150 dias. A concorrência não está disponível no site da Prefeitura de Maringá e os editais publicados não trazem o valor máximo a ser pago.

Bronca

“Aqui não é rinha de galo”

Leitor escreve para dizer de sua insatisfação com a fala do ex-secretário de Esportes e Lazer de Maringá, Roberto Nagahama, durante evento realizado hoje pela manhã no ginásio do Parque do Japão. “Na apresentação das crianças até 7 anos de idade (que é a introdução à competição onde se apresentam várias crianças em diversos tatames simultaneamente), o sr. Roberto na condição de representante da Federação Paranaense de Judô se exaltou ao pedir aos pais para que não se manifestassem a favor das crianças, dizendo que ‘aqui não é uma rinha, fiquem em silêncio, não é uma briga de galo’. Pô, sr.  representante da Federação, nada é mais lindo do que a torcida, afinal a proximidade dos familiares e a torcida faz parte da introdução ao esporte.”