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Administração contrata 12 mil refeições

A Prefeitura de Maringá prevê gastar mais de R$ 320 mil com mais de 12 mil refeições, entre almoços e jantares, até fevereiro do ano que vem, para atender a demanda de todas as secretarias municipais. As refeições foram contratadas – registro de preço – junto a duas empresas (JP Alves Eventos Ltda./Buffet Sabor & Art e Restaurante Alinanda Ltda.), especificando almoço self service, sem limitação de peso, e jantar com rodízio de carnes, como picanha, alcatra, filé mignon, frango, porco e linguiça, acompanhamento, sem limitação de quantidades, contendo no mínimo arroz branco, farofa, dois tipos de massas, saladas de verduras e legumes variados, maionese, dois tipos de sobremesa, água e refrigerante ou suco. Na média, cada refeição sairá por R$ 26,30.

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Cargos comissionados

Também foram nomeados em cargos comissionados no início do mês: Jenifer Ciotti Ferreira Felipe (CC3), no Gabinete do Prefeito; Leo Lima Gomes (CC3), na Secretaria de Esportes e Lazer;
e Julio Grochoski Neto (CC2), ex-vereador de São Jorge do Ivaí e ex-assistente técnico do Instituto das Águas do Paraná, nomeado como gerente de Abastecimento e Merado na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Maringá

Na prefeitura

Aldair Fernandes da Silva, o Daco, que por muito tempo militou no PMDB e na Ciretran, é desde outubro do ano passado funcionário estatutário da Prefeitura de Maringá. Ele é motorista, vinculado à Secretaria de Administração.

Do leitor

Luz sobre o festival de gastos

Leitor esfrega as mãos e agradece a Lei de Acesso à Informação, que entra em vigor hoje, pois finalmente Maringá vai poder ficar sabendo quanto a administração do prefeito licenciado Silvio Barros II gasta todos os meses com os programas do sócio do irmão mais novo, o ex-deputado federal Benedito Cláudio Pinga Fogo. Aliás, este e outros detalhes da administração pública poderão ser solicitados ao poder público a partir de agora, servindo como uma verdadeira luz neste ano eleitoral.

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Máquina a todo vapor

A observação foi feita por Lauro Barbosa: os releases produzidos pela Prefeitura de Maringá não trazem mais o termo “prefeito interino” quando se referem a Carlos Roberto Pupin. A determinação teria partido do coordenador de sua campanha, Ricardo Barros.
Ao mesmo tempo, aumenta o número de textos que trazem o nome do pré-candidato dos fratelli no título e na primeira linha. É “Pupin participa”, “Pupin reúne”, “Prefeito Roberto Pupin acompanha”,  “Pupin entrega” e por aí vai.

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As licitações de Pupin

Na última quarta-feira o prefeito em exercício de Maringá assinou 18 avisos de licitação. Entre eles, o que abre seleção de oito projetos de teatro para o “Convite ao Teatro” (abertura de envelopes no dia 2 de julho); o que contrata empresa para implantar quiosques metálicos para o sistema Estar, em ruas e avenidas da cidade (31 de maio); o que contrata empresa para reformar e ampla a cancha de bocha do Centro Esportivo Borba Gato (30 de maio); e o que contrata empresa especializada na prestação de serviços na infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) em Datacenter, visando hospedagem externa do sistema de ISS Eletrônico (ISS-e), incluindo serviços de instalação, configuração, monitoramento e gerenciamento do ambiente em alta disponibilidade, para atender as necessidades internas da Diretoria de Fiscalização da Secretaria Municipal de Gestão (29 de maio).

Akino

Maringá vai bem…

Assistindo a propaganda eleitoral antecipada, digo, a homenagem da Prefeitura de Maringá pelo aniversário, onde a cidade é vendida como paraíso de matéria de saúde, educação, com todos os seus moradores felizes por viverem aqui, lembrei de uma frase que ouvi de um amigo. Disse ele certa vez ao falar de uma agência bancária onde trabalhava: “Esta agência vai bem, com, sem, e apesar da administração”. O mesmo pode se dizer de Maringá, que vai bem, com, sem, e apesar de administração Barros/Pupin. Na verdade todas as cidades vão bem, na medida que a economia melhorou graças à expansão no crédito no governo Lula, que gerou mais consumo, por consequência mais produção, crescimento. Até quando, só o tempo dirá.
PS: Em Maringá outro fenômeno que faz a ‘cidade melhorar’ é o alto investimento em propaganda, que por consequência muda os olhos da imprensa, que fica míope para certos problemas. Há até quem acredite que seja verdadeira esta história de participação na Rio+20 para justificar 100 dias de renúncia. O consolo é que Deus está vendo tudo. Não é mesmo, prefeito? Não queria estar na pele de alguns no dia da prestação de contas.
Akino Maringá, colaborador

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O super-estande

A Prefeitura de Maringá vai pagar R$ 79,1 mil por um estande com 230 metros quadrados na 40ª Expoingá, que começa amanhã. Locado junto à N. Leyzer, o estande terá quatro rampas, tablado com acabamento em manta emborrachada, 55 luminárias e refletores, uma varanda, cozinha, um gabinete para o prefeito com todo o mobiliário, incluindo cinco sofás pretos, uma geladeira, um frigobar, um micro-ondas, três computadores, ar-condicionado e dois jardins com 4 metros quadrados.

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Comunicação da campanha

O jornalista Marcos Zanata é cotado para comandar a área de comunicação da campanha do prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), devendo deixar nas próximas semanas a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Maringá. Sobre a mudança no comando da Secretaria de Comunicação Social, como serão 100 dias de governo Pupin, não há informações sobre mudanças. De qualquer forma, quem decidirá é o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros.

Akino

Repeteco de postagem

Em 30 de janeiro de 2009: Assessores jurídicos – As nomeações de 16 assessores para a Prefeitura de Maringá, comissionados, é uma afronta ao Tribunal de Contas, à Constituição e ao bom senso administrativo. Ao TCE, que em decisão recente, vide acórdão 1111/08, considerou ilegal e inconstitucional e nomeação de comissionados no cargo de assessores jurídicos no legislativo e executivo. Leia mais.
Nossos comerciais: Depois desta postagem (não sei motivado por) o MP entrou com uma ação que acabou com decisão judicial mandando exonerar todos. O prefeito recorreu para o TJ, que manteve a sentença e depois para o STF (lembram O Diário, que deu como principal manchete que a decisão tinha sido revertida, e depois teve que desmentir?). Dizem que Ricardo Barros conversou com o ministro Gilmar Mendes que lhe garantiu decisão favorável. Depois teve que engolir. Pois muitos desses assessores jurídicos voltaram com outros nomes de cargos (Assessor II, Subprocurador), numa clara afronta ao Judiciário. Agora deve acontecer a mesma coisa, a não ser que o dr. Miguel Kfouri, que deve receber a visita do prefeito, para lhe dizer que se exonerar os 158 comissionados a prefeitura para, aja mais política e não juridicamente. Parabéns dr. Cruz, parabéns dr. Alberto.
Akino Maringá, colaborador

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Cartão Bonsucesso

A Prefeitura de Maringá firmou convênio com o mineiro Banco Bonsucesso, em janeiro passado, para a concessão de empréstimos pessoais e serviços de cartão como meio de pagamento de bens e serviços, aos servidores públicos municipais; o extrato do contrato foi publicado ontem. O convênio vai durar 48 meses, ou seja, invadirá o mandato do próximo prefeito. O Bonsucesso, especialista em crédito consignado, pertence a um ramo da família que é dona do BMG.

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Gossip

Um dia depois da discussão entre os fratelli circula no paço municipal que: Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, teria fechado acordo com o PT e que iria assumir cargo em Brasília; que teria “vendido” o PR para o PT por R$ 5 milhões, como parte do pacote, com aval da ministra Gleisi Hoffmann, que seria a responsável por arranjar uma boquinha para o irmão mais velho no governo Dilma. Fonte do PT desmente, lembrando que o PR no Paraná está nas mãos do deputado Giacobo e que a ministra nem ninguém do grupo planeja nomear para eventual cargo no governo alguém que não seja do partido.

Maringá

Nomeações na prefeitura

Das nomeações feitas recentementes na Prefeitura de Maringá estão as de Ivanete Tramarin Pitarelli, que passou de assessor III da Sasc (CC3) para gerente Antidrogas (CC2), enquanto Andrea Aiache passou de assessor IV (CC4) para assessor III (CC3). Ronaldo Marques de Oliveira, que era assessor IV (CC4) no Gabinete do Prefeito, foi nomeado assessor da Juventude (CC2). João Fragoso, que era gerente de Praças, Parques, Jardins e Roçada (CC2), passou a diretor administrativo (CC1); em seu lugar foi nomeado Claudemar José da Silva, que era assessor III (CC3) na Semusp. Fernando do Nascimento Paulo, servidor de carreira, passou a ser gerente da Central de Veículos.

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O custo Barros

O IPTU pago pelo contribuinte maringaense está bancando a propaganda da administração dos fratelli Barros em outras plagas. No final de semana, por exemplo, um maringaense que estava em Curitiba quase enjoou de ver tanta propaganda da prefeitura da Cidade Canção na Globo da capital. Torra-se o dinheiro – mais de R$ 7 milhões na última licitação em publicidade ufanista – também fora do nosso torrão, como nos velhos tempos do irmão mais novo, que já foi superado, há tempos, por SM Silvio II, que lidera o ranking dos prefeitos que mais gastaram dinheiro público com propaganda.
Afinal, ser feliz custa muito. Ficar imune às críticas da mídia amiga, também.

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Maringaense disputará Prefeitura de Curitiba


O advogado Avanilso Alves Araújo, presidente estadual do PSTU, em janeiro passado trocou Maringá por Curitiba.
Depois de ter concorrido ao governo do Paraná, em 2010 (4.041 votos), Avanilson, mineiro de nascimento e que completou 38 anos na semana passada, se prepara para disputar a Prefeitura de Curitiba.
(Foto: Jornal do Estado)

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Locação

Um dos últimos atos de Valter Viana como secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá foi locar um estande no Parque de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina, junto à Sociedade Rural do Paraná, para divulgar a infra-estrutura maringaense na ExpoLondrina 2012. A prefeitura desembolsou R$ 11.600,00 pela locação.

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Exonerações

Entre os exonerados (a maioria, de cargos comissionados, para a disputa das eleições deste ano), na Prefeitura de Maringá, estão: William Charles Francisco de Oliveira, Leida Maria Rissardo, Wilson Correia Ferreira Murta, Nivaldo Agda da Silva, Maurílio Liba de Oliveira, João de Castro Alves, José Camilo de Araújo, Célio Emerequis Moreira, João Borri Primo, Cícera Menezes da Silva, Antonio Liu de Oliveira e Antonia Isepato dos Santos.

Maringá

Honorários

Um dos últimos atos de Silvio Barros II (PP) como prefeito foi, na última sexta-feira, autorizar o processo de inexigibilidade de licitação a contratação do advogado Irivaldo Joaquim de Souza, no valor de R$ 1 milhão 680 mil, referente ao pagamento de honorários advocatícios de prestação de serviços técnicos profissionais do contrato nº 088/98 – Proge, em trâmite na 2ª Vara Cível de Maringá. Do valor, R$ 280 mil se referem ao pagamento de INSS. O conhecido tributarista trabalhou naquela ação revisional na Justiça Federal, contra a Caixa Econômica Federal e União, que obteve a revisão do contrato particular de confissão e composição de dívidas entre o município e a União.

Má-ringá

O corte de árvores e a mesma ladainha do descaso

O leitor José Augusto, “contribuinte insatisfeito”, relata sua indignação contra “o péssimo serviço” prestado pela Prefeitura de Maringá no que diz respeito ao corte de árvores – em particular, nos bairros mais afastados. A queixa é esclarecedora: “Sou morador no Conjunto Branca Vieira, e preocupado com o estado das duas árvores defronte minha casa, no dia 6 de junho de 2011, liguei na Prefeitura de Maringá, e obtive um protocolo de atendimento da Semusp de nº 308621, onde solicitava o corte (extração) das árvores que estão localizadas na calçada de minha casa. As árvores estão bastante judiadas, as raízes arrebentaram a calçada, o que torna a passagem de pedestres difícil. Continue lendo ›

Bronca

O descaso da Prefeitura de Maringá

http://youtu.be/8-hs0Qlk4Kw
O músico Fábio Galiotti postou o vídeo acima e algumas fotos em seu blog. Ele reclama que a  Prefeitura de Maringá fez um monte de buracos no seu bairro, não sinalizou, não tampou os buracos, apesar das inúmeras solicitações feitas à Ouvidoria. O caso que está no vídeo – a fiscalização do terreno da Associação dos Cabos e Soldados, sem calçadas e com entulhos – foi denunciadon há cerca de quatro anod. A única coisa que a prefeitura fez foi colocar duas placas de proibido jogar lixo; ou seja, além de não multar, obrigar a associação a fazer a limpeza, nem a calçada, ainda usaram o dinheiro publico para fazer placas para colocar em uma propriedade privada.
PS – No dia seguinte, a Semusp resolveu o problema dos buracos. Aqui.

Akino

Caso delicado

A propósito da postagem do Rigon, sobre o fechamento do estacionamento, para o velório do empresário Ricardo Resende, com o devido cuidado num momento delicado para a família, a quem devemos o respeito pela perda de um ente querido, reitero minha opinião, expressada em postagem quando do falecimento do ex-prefeito Said Ferreira. Sou contra a realização de velórios nas dependências da Câmara e da Prefeitura, baseado do princípio da igualdade entre todos os munícipes, que teriam o mesmo direito de requererem o uso desses espaços e certamente seria negado, caso o falecido não fosse um político ou pessoa de projeção. Penso, repito, que assim como a Câmara não realiza sessões, nem o prefeito despacha nas câmaras de velórios do Prever, por exemplo, os espaços das sedes dos poderes Legislativo e Executivo não deveriam servir para a realização de cerimônias fúnebres.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Acusações sem fundamento

O prefeito Silvio Barros II (PP), que tem, junto com o irmão mais novo, um histórico de guerra contra o Ministério Público, botou a máquina pública para defender o secretário afastado dos Serviços Públicos, Vagner Mússio. O Jornal do Povo e o Hoje Notícias trouxeram nesta terça-feira matéria especial, produzida pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Maringá, informando que as acusações feitas pelo Gaeco contra Mússio não têm fundamento. A juíza Mônica Fleith deu cinco dias para que o MP preste esclarecimentos sobre as acusações contra o ex-secretário, mais secretário do que nunca.

Akino

É preciso apurar II

Leitor faz o seguinte comentário, na postagem anterior: ” Bom Rigon…não precisa fiscalizar nao.. é soh vir aq na pref… vc vai ver todos os fiscais trabalhando… e fiquei sabendo o seguinte.. fizeram uma reunião aq na prefeitura… se os fiscais fossem punidos.. eles colocariam a boca no trombone.. iriam denunciar que os advogados da prefeitura saem durante o expediente para defender processos particulares… os engenheiros que saem para vistorias as obras particulares… e o resto continua igual.. sem contar.. saem com carros da pref.. heheh e quem paga é o contribuinte!!!! Viva!!!’ ( sic) .
Meu comentário: É preciso apurar a veracidade. Se for é, como diria Boris Casoy, uma vergonha e precisamos passar a prefeitura a limpo. Não é mesmo, Fuji? Mudanças são imprescíndiveis.
Akino Maringá, colaborador

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Os CCs sem horário

Muitos ocupantes de cargos comissionados na administração Silvio Barros II não são lá de respeitar horários. As queixas de que cada um faz seu próprio horário de expediente são comuns. O desleixo se repete com frequência entre os ocupantes dos maiores salários; alguns se acham. Quando, muito raramente, são cobrados, costumam responder que estavam atendendo Ricardo Barros ou Cida Borghetti. Pronto, é a senha para que ninguém lhes cobre mais nada.

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Vereadores poderão ouvir secretários


Os secretários de Fazenda e Administração de Maringá (respectivamente, José Luiz Bovo e José Roberto Ruiz), ex-prefeitos de São Jorge do Ivaí e Floresta, poderão ser chamados a explicar, na câmara municipal, o procedimento descoberto a partir da denúncia envolvendo a secretária da Mulher, Terezinha Pereira Beraldo Ramos. Durante alguns anos ela recebeu seus subsídios como secretária na conta de terceiros. A convocação partirá da bancada de oposição, que quer saber principalmente há quanto tempo a prática foi adotada na administração Barros e se existem outros servidores na mesma situação.

Akino

Dá para confiar?

“Dentre os inúmeros avanços implementados pela administração para promover o controle e a transparência na gestão da Prefeitura de Maringá, um deles foi a implantação, em 2009, de um novo e moderno sistema de informática no Departamento de Recursos Humanos. O novo software impede que o servidor receba o salário por meio de conta bancária que não seja vinculada ao CPF dele. Assim, seguramente os salários dos servidores municipais são depositados somente nas próprias contas bancárias deles.(Nota do secretário de Administração José Roberto Ruiz, segundo reportagem de Murilo Gatti publicada na edição deste domingo, sem destaque) .
Meu comentário: Dá para confiar? Até quando a Secretária recebeu via conta de terceiros? Este controle é fundamental é não preciso nenhum software sofisticado para evitar, pois é obrigação de qualquer empresa, quanto mais uma prefeitura como a de Maringá, com mais de 8000 servidores. Não há risco de créditos fantasmas?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Urge uma auditoria do TCE

Lemos no Maringá Manchete, e pedimos licença para reproduzir: “Uma servidora municipal deve na próxima semana procurar pelo Ministério Público para denunciar que também teve sua conta bancária utilizada pela atual secretária municipal da Mulher, Terezinha Pereira, para receber seu salário da Prefeitura. A pessoa, que preferiu não se identificar ainda, também irá ingressar com uma ação contra Terezinha por assédio moral no trabalho. O posicionamento da Prefeitura de Maringá é por enquanto “boca calada”, ninguém está autorizado a falar nada sobre o caso, e como quem cala consente…”,
Meu comentário (Akino): Isto gravíssimo e urge que a Câmara de Maringá solicite uma auditoria do TCE na folha de pagamento da Prefeitura.Continue lendo ›

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Licitação milionária é suspensa e há risco de prefeitura ficar sem telefone

Uma licitação de mais de R$ 6 milhões da Prefeitura de Maringá foi suspensa esta semana, devido a impugnações feitas pelas empresas interessadas. Na última quinta-feira, alegando que as empresas poderiam ter prejuízo, a Secretaria de Administração suspendeu o pregão presencial, que tinha preço máximo previsto de R$ 6.251.851,80; a licitação deveria ter ocorrido às 14h da mesma quinta-feira, com o objetivo de contratar empresa para a prestação de serviços de gestão e manutenção dos recursos de telecomunicações e teleprocessamento.
Trocando em miúdos, a suspeita é de que a licitação estava direcionada para a empresa Siemens, que hoje presta serviços à prefeitura. A suspensão é por tempo indeterminado e como o contrato atual termina em abril/maio, e há um número máximo de prorrogações, a prefeitura corre o risco de ficar sem telefone em todos os prédios públicos.
PS – Oito dias antes da suspensão da licitação, estranhamente, a prefeitura alterou o edital, retirando das proibições o item “empresas consorciadas, através de outro consórcio participante desta licitação ou isoladamente”. Foi o suficiente para atiçar a concorrência.

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Título mais longo

O site da Prefeitura de Maringá confirma que os fratelli deram início à pré-campanha do vice, Carlos Roberto Pupin. Título de um release, colocado ontem: “Silvio Barros e Roberto Pupin entregam mais um compromisso de campanha com presença de governador”. Os títulos a partir de agora ficarão mais longos, com a inclusão de prefeito e vice no cabeçalho, mas nada novo; na época de Jairo Gianoto, era obrigatório o nome do prefeito no primeiro parágrafo.