Campo Mourão é a 5ª cidade no Brasil no ranking de Coeficiente por Mortalidade em população de até 100 mil habitantes. A informação foi revelada, às 17h25 desta quinta-feira pelo secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, durante coletiva de apresentação do boletim do Ministério da Saúde sobre o Covid-19. (Via i44 News)
A Folha de S. Paulo de hoje que o 2019, o Brasil caiu uma posição no ranking do Índice de Percepção da Corrupção e ocupa a 106ª posição entre os 180 países avaliados — atrás de outros latino-americanos como Argentina (66ª), Chile (26ª), Colômbia (96ª), Cuba (60ª), Equador (93ª) e Uruguai (21ª).
“A eleição de Jair Bolsonaro (sem partido), impulsionada por promessas de combate à corrupção, não alterou a percepção sobre este problema no seu primeiro ano de governo, marcado por denúncias contra integrantes do governo e familiares do presidente”, diz o texto de Fernando Mena.
Elaborado pela ONG Transparência Internacional, o ranking atribui notas de 0 a 100 a países com base em pesquisas e relatórios sobre como o setor público é percebido por especialistas e executivos de empresas no que diz respeito à prática de corrupção.
O Brasil repetiu a mesma nota 35 recebida em 2018, a pior do país desde 2012. Leia mais.
A Universidade Estadual de Maringá é a que tem mais cientistas mulheres no Brasil e a segunda do mundo, de acordo com o Leiden Ranking. O levantamento foi feito pelo Centro de Estudos da Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda. O ranking leva em consideração artigos catalogados pela Web of Science, banco de dados que reúne pesquisas científicas do mundo todo.
A UEM se destacou na produção de artigos por produzidos por mulheres em áreas como Física e Engenharia, fato que posicionou a universidade entre as mais produtivas do País em pesquisas na área.
Segundo dados divulgados pela Organização de Estados Ibero-americanos (OIE), o Brasil é o país íbero-americano com maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres como autoras principais ou como co-autoras. Entre 2014 e 2017 o País publicou 53 mil artigos, 72% deles produzidos por mulheres.
Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, as pesquisadoras são o motor de funcionamento das instituições. “Temos muitas pesquisadoras nas universidades estaduais e isso contribui para que as instituições se destaquem em avaliações e premiações nacionais e internacionais. O resultado é decorrente do apoio do Governo do Estado e do excelente trabalho desenvolvido pelos programas de mestrado e doutorado das universidades”.
A produção acadêmica nas universidades estaduais tem crescido e é fruto do investimento em ensino, pesquisas científicas e das atividades desenvolvidas junto às comunidades. “A formação que oferecemos aos nossos alunos integra ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Isso faz com que a universidade se fortaleça e melhore seu desempenho em diferentes rankings e classificações”, destacou o reitor da UEM, Júlio César Damasceno.
A professora do Departamento de Informática da UEM Linnyer Beatrys Ruiz Aylon acredita que há muito a ser comemorado. Ela destaca que as mulheres cientistas têm uma rotina invisível, dividindo o tempo entre os experimentos, as aulas, os cuidados com a família e outros tantos papéis sociais.
Linnyer concorda que fazer ciência é sempre um pouco mais complicado para as mulheres. “Por tudo isso, considero o ranking espetacular. Ele reflete bem os esforços que temos feito para nos destacarmos na ciência”.
Linnyer recebeu, em 2013, o prêmio IEEE Women in Engineering, entregue pelo Institute of Eletrical and Eletronics Engineers. A premiação foi um reconhecimento por sua contribuição na área de sistemas de computação, que está inserida na intersecção da ciência da computação e da microeletrônica e pela representação das mulheres na ciência.
BALANÇO – As sete universidades estaduais do Paraná fecham 2019 posicionadas entre as principais instituições de ensino superior em todas as avaliações educacionais nacionais e internacionais.
A mais recente, o Índice Geral de Cursos, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), instituição vinculada ao Ministério da Educação, aponta as universidades estaduais de Londrina, de Maringá, de Ponta Grossa), do Centro-Oeste, do Oeste do Paraná e do Norte do Paraná entre as melhores do Brasil.
As universidades também ganharam destaque no Emerging Economies University, Latin America University Rankings 2019, World University Rankings 2019 e no Regional Rankings Latin America 2020, todos organizados pela revista inglesa Times Higher Education. (AEN)
Cesar Maia disponibiliza os mais recentes números levantados pelo Instituto Ipsos, a terceira maior empresa de pesquisa e de inteligência de mercado do mundo, sobre a aprovação dos presidentes latinos. Bolsonaro só perde para os de Cuba e da Venezuela. Veja o ranking:Continue lendo ›
A Faculdade de Umuarama e a Faculdade de Tecnologia de Cruzeiro do Oeste são as duas paranaenses classificadas entre as piores do país, segundo o Índice Geral de Cursos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep).Continue lendo ›
A melhor maringaense na Prova Rústica Tiradentes deste ano foi Gleice Cavalheiro, que em 2018 havia ficado com o terceiro lugar. Gleice é atleta apoiada pela Baratek 10.
O Paraná tem dois comilões no ranking dos deputados federais que mais gastaram em alimentação este ano na Câmara Federal. O campeão foi Zeca Dirceu (PT), R$ 18.663,62.Continue lendo ›
Maringá melhorou no ranking das 100 melhores cidades do Brasil para se investir em negócios, segundo a consultoria Urban Systems, publicado anualmente pela revista Exame. Em 2017 Maringá ocupava a 15ª posição.Continue lendo ›
Divulgado segunda-feira, o Ranking Universitário Folha (RUF), da Folha de S. Paulo, mostrou a Universidade Estadual de Maringá ocupando a 25ª posição entre as instituição brasileiras de ensino superior. Houve queda em relação ao ano passado, quando estava na 24ª posição.Continue lendo ›
Floraí é o primeiro município da micro-região de Maringá e o quinto do Paraná no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Nenhum estado atingiu a meta que tinha para 2017 no ensino médio e cinco ainda registraram queda na nota. Os dados foram apresentados ontem pelo Ministério da Educação. Continue lendo ›
A imprensa repercute desde ontem o ranking das melhores cidades do país, com base no levantamento da Macroplan, divulgado pela revista Exame, liderado pela segunda vez seguida por Maringá. Continue lendo ›
Maringá é um dos 29 municípios brasileiros de grande porte que estão rumo à universalização do acesso aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto e coleta de resíduos sólidos. No Paraná, Curitiba, Cascavel e Londrina encontram-se na mesma situação.Continue lendo ›
Maringá é a segunda cidade do Paraná em número de internações por causa de acidentes com fogos de artifício, à frente de Londrina e Curitiba. No Brasil, foram mais de cinco mil internações nos últimos dez anos.Continue lendo ›
Maringá é a segunda cidade do Paraná em captação de recursos da Lei Rouanet, atrás apenas de Curitiba. Enquanto a capital usufrui pouco mais de R$ 36 milhões, Maringá aparece com R$ 3.025.521,92, à frente de Londrina, com R$ 2.369.866,59. Em Maringá foram apoiados, ao todo, 28 projetos. Continue lendo ›
O deputado federal Rubens Bueno figurou este ano entre os mais bem avaliados parlamentares (deputados e senadores) nos rankings realizados pelo Atlas Político, Ranking Político e Congresso em Foco.Continue lendo ›
A Universidade Estadual de Londrina é a universidade mais bem colocada entre as instituições estaduais da região sul no Índice Geral de Cursos 2016 e a segunda na classificação geral estadual. Em primeiro aparece a Universidade Federal do Paraná (18ª posição no geral). Em seguida estão classificadas a UEL, Universidade Estadual de Maringá, Continue lendo ›
Maringá é a segunda do Paraná e a oitava cidade do Brasil para empreender, de acordo com o Índice de Cidades Empreendedores (ICE) elaborado pela organização Endeavor.
No Paraná, Maringá fica atrás de Curitiba (a 4ª) e à frente de Londrina, que aparece na 13ª.Continue lendo ›
A Universidade Estadual de Londrina é a primeira instituição estadual de ensino superior do sul do Brasil no QS University Rankings: Latin America 2017(Quacquarelli Symonds), divulgado ontem, que analisou 400 instituições de ensino superior de 21 países da América Latina. A UEL foi considerada a segunda melhor do Paraná, quinta estadual do país, e está classificada no 95º lugar no cômputo geral.Continue lendo ›
Maringá é a quarta cidade do país no quesito urbanismo, segundo o ranking Connected Smart Cities da Urban Systems, empresa paulista voltada para a inteligência de mercado. Santos (SP) ocupa o primeiro lugar, à frente de Belo Horizonte (que saltou da 22ª para a segunda posição no ranking) e Curitiba (que perdeu o primeiro lugar). Continue lendo ›
Maringá e a quarta cidade do país no ranking que avalia o saneamento básico em cidades com mais de 100 mil habitantes no país. Foram avaliados 231 municípios em todo o país, de acordo com o resultado divulgado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes).Continue lendo ›
A revista britânica Times Higher Education (THE) divulgou a nova edição do seu tradicional ranking de universidades, que neste ano classifica as 1000 melhores faculdades de 77 países e traz uma má notícia para o Brasil, informa Claudia Gasparini, do site da revista Exame. Apenas 21 instituições de ensino superior do país entraram para a lista referente a 2018, contra 27 no ano passado. Continue lendo ›
A queda da Universidade Estadual de Maringá no ranking da revista Times Higher Education, referência na medição da qualidade do ensino superior, é a manchete do Metro Maringá desta sexta-feira. A UEM caiu da 40ª para 69ª posição entre as universidades da América Latina e na 28ª entre as brasileiras. Em 2016, era a 40ª e a 20ª das listas, respectivamente.Continue lendo ›
Circula nos últimos dias em redes sociais e aplicativos de mensagens dados de reportagem da revista Claudia sobre a consultoria que colocou Maringá como a melhor cidade para se viver no Brasil, e muita gente acredita se tratar de informação nova.
Na verdade, é a mesma publicada em março passado pelo portal da revista Exame.Continue lendo ›
O lutador Alex Munis, que é de Panorama (SP) mas reside e treina em Maringá, é um dos destaques do Pan Jiu-Jitsu IBJJF Championship 2017, que está sendo disputado desde a última quinta-feira em Irvine, Califórnia (EUA).
A competição segue até amanhã. Continue lendo ›
Reportagem de Valéria Bretas publicada nesta manhã no portal da revista Exame divulga resultado de estudo da consultoria Macroplan que coloca Maringá como líder entre as 100 melhores grandes cidades do Brasil. Continue lendo ›
A Uningá (Centro Universitário Ingá), de Maringá, obteve a melhor nota entre os centros universitários do Paraná no Índice Geral de Cursos (IGC), anualmente publicado pelo Ministério da Educação.
Com o IGC-Faixa 4.0 e IGC-Contínuo 3,3013 a Uningá, no grupo das instituições hoje definidas como centros universitários, ocupa ainda a segunda melhor colocação da região sul do e a quarta melhor do país. Continue lendo ›
Maringá manteve a posição de terceira cidade do Paraná a receber recursos do governo federal, em 2016.
Foram R$ 286.378.559,85, atrás de Curitiba (R$ 1.259.323,070,43) e Londrina (R$ 361.194.444,71). Em 2015 Maringá havia recebido quase R$ 30 milhões a mais: R$ 316.289.662,18Continue lendo ›
Na caça às bruxas, à procura de responsáveis pela fragorosa derrota da família Barros nas eleições municipais, o secretário municipal Leopoldo Fiewski, é ‘o homem’ de confiança dos fratelli, ganha disparado.
Seu nome aparece em todas as obras que geraram reclamações e suscitaram controvérsias nesta administração, sem contar o episódio do não reajuste ao funcionalismo público municipal. Por falar em responsabilidade, Ricardo Barros não admite que a rejeição à família tenha a ver com a derrota.
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