reclamação

Bronca

Falta até lençol em UPA

UPA

Do vereador Ulisses Maia (SD) numa rede social:

Cheguei agora da UPA zona sul. Mãe com bebê internado me chamou e conferi pessoalmente. Faltam lençóis, travesseiros e toalhas. O bebê foi enxugado com blusa. Leitos vazios por falta de lençol. Chega! Já que a prefeitura não resolve, segunda entro com reclamação na promotoria.

Bronca

Poda radical

Praça 7 de Setembro

Hoje o dia é de reclamação em Maringá. No Facebook, a professora Celene Tonella escreveu:

Enquanto a UEM vive sua semana ambiental, a prefeitura investe de forma feroz contra a arborização urbana nos últimos dias. As fotos são de uma poda irresponsável em árvores frondosas e sadias na Praça do Peladão [7 de Setembro]. Continue lendo ›

Bronca

Semáforo intermitente

Leitor pede que se avise à turma da Setrans que cuida dos semáforos de Maringá que estamos no horário de verão e que eles precisam atualizar o relógio. “Os semáforos do balão do HU (praça Jacinto Ferreira Branco) estão funcionando de forma intermitente desde ontem, o que não é o normal para horário. São mais de 7h da manhã e nada. Vira uma algazarra, trânsito pesado, muitas buzinas. Acorda, gente”, explica.

Geral

Queixa na polícia contra CMEI

Hoje pela manhã o pai de uma criança de 4 anos que estudava no Centro Municipal de Educação Infantil Irmã Firmina, no Jardim Alvorada III, registrou queixa na delegacia por causa de fatos ocorridos naquele CMEI.
Há cerca de duas semanas a criança apareceu com hematomas no braço, dizendo que foi uma professora. Continue lendo ›

Bronca

E o CEU virou inferno…

CEU

Moradores do distrito de Iguatemi relatam que pouco mais de oito meses após sua inauguração o CEU (Centro de Artes e Esportes de Iguatemi) localizado no Conjunto Albino Meneguetti virou um inferno, não por causa da estrutura, mas porque se tornou um antro de pessoas consumindo drogas, de dia e de noite. Continue lendo ›

Bronca

Vaquinha

O blog soube que em mais de uma escola da rede municipal de ensino, em Maringá, professores e funcionários estão sendo chamados a colaborar para a festa do Dia das Crianças. Também comerciantes foram procurados para ajudar financeiramente. Como nem café os servidores têm recebido do poder público (só o chá é gratuito), e os tempos bicudos são vividos por todos, é claro que há reclamações.

Bronca

Desleixo sem punição

Arvores

Leitora reclama das empresas terceirizadas pela prefeitura de Maringá que cortam as árvores e deixam os restos no passeio público – “ou seja, bloqueiam e não e recebem multa”. Na minha casa, cheguei para trabalhar e tem partes da árvore do vizinho na minha calçada e dentro do meu quintal privado. Andei observado que pela região que a falta de cuidado é a mesma, tem casa que cortaram a árvore de um e jogaram os galhos na casa do vizinho da frente”, diz a maringaense, inconformada com a indiferença da prefeitura, já que as reclamações estão sendo encaminhadas pelo 156, e com a incompetência da empresa.

Bronca

Nada de leitura

Clécio Silva conta: há 5 meses a Sanepar não faz leitura no prédio, “portanto não sabemos se as contas estão corretas ou não. Sendo assim resolvi gravar um vídeo para mostrar e provar o atendimento das pessoas que fazem a leitura no local, e quando indagados nos respondem dessa forma que está no vídeo. Em reclamação ao atendimento 0800 da Companhia a mesma coisa acontece! Finalizando… temos que ligar para reclamar do atendimento que atende a reclamação”.
À tarde, a Sanepar emitiu nota esclarecendo que fez um levantamento no sistema comercial e” foi verificado que neste mês e nos anteriores a leitura foi registrada diretamente no hidrômetro, não sendo lançada pela média, conforme alegou o cliente. É procedimento da empresa, em locais de difícil acesso à leitura, que o leiturista solicite ao seu monitor (que é responsável por um grupo de leituristas) para auxiliá-lo. No caso desta matrícula, o monitor executou a leitura e repassou para a funcionária, que emitiu a fatura, deixando-a na caixa de correspondência do prédio antes da abordagem do cliente. De acordo com o monitor a leitura foi realizada por cima do muro, não necessitando acionar o interfone para que o portão fosse aberto. Em caso de dúvida o cliente pode entrar em contato pelo telefone 0800-200-0115 ou procurar uma de nossas centrais de atendimento”.

Bronca

‘Vão esperar matar e estuprar mais alguém?’

festival

Ver um monte de viaturas policiais num evento particular, como postado hoje pelo blog, revoltou um leitor em especial. “Há algum tempo ando vendo relatos de assaltos e tentativas de estupros ali na Zona 7, especificamente no Jardim Universitário. A página da UEM da Depressão no Facebook posta diariamente relatos de pessoas que estiveram ou passaram perto de estar nas mão de bandidos ali naquela região, mas parece que os administradores desta cidade não enxergam (ou não querem enxergar) esta situação terrível. Hoje mesmo mais um conhecido meu foi assaltado na av. Mário Urbinatti (na altura do restaurante Jangada) e pela segunda vez ainda. Diversas amigas já relataram as tentativas de assalto e assédio, inclusive já foram perseguidas em alguns casos (graças a Deus não aconteceu o pior) e, diante deste caos total, me deparo com a notícia hoje em sua página mesmo, relatando o uso de segurança pública em evento particular. Gostaria que você nos ajudasse a explanar esta situação, porque alguém precisa tomar alguma providência, ou vão esperar matar e estuprar mais alguém?”, desabafa.

Bronca

Segurança pública em evento particular

festival

A propósito de postagem recentemente feita no blog, sobre os critérios que as forças policiais devem adotar para eventos particulares em Maringá, leitor envia as fotos acima e comenta sobre o tamanho da segurança pública na Acema, onde acontece o Festival Nipo Brasileiro, que é um evento pago, particular, em local privado, onde se paga R$ 15,00 para estacionar o carro, mais R$ 6,00 de entrada “e um absurdo os preços das barracas. Aí você vê um monte de policiais com viaturas lá dentro, jantando e rindo felizes da vida fardados durante o expediente no restaurante da Acema”. Continue lendo ›

Geral

Mureta na capela

Floriano

A Capela Nossa Senhora Aparecida, do distrito de Floriano, está sendo murada. Os moradores comentam que é para tentar inibir as pessoas que ficam até tarde na rua e fazem suas necessidades por ali. A comunidade pediu mais policiais e não ouviu a resposta até agora. O distrito tem a Guarda Municipal, dia sim, dia não, o que resolveu principalmente o problema da poluição sonora.

Bronca

UPA sem coberta nem lençol

Reclamação

O vereador Ulisses Maia (SD) recebeu a mensagem acima, da mãe de uma criança de 6 anos, especial, internada na UPA Zona Norte, onde não há coberta nem lençol para os pequenos pacientes. A prefeitura anuncia entrega de remédio em casa, lembra o vereador, que arremata: “Que bom, mas não oferece o mínimo na UPA. Cobre um santo e descobre outro. As pessoas merecem muito mais que isso!”.

Bronca

Uma sugestão

Avenida Américo Belay

Ao ver que ainda tem gente jogando lixo no caneiro central das avenidas Franklin Roosevelt e Lucílio de Held, em Maringá, leitor investigou e chegou à conclusão que a população nada mais faz do que seguir o exemplo da prefeitura, que faz a varrição superficial através do popular Tatuzão e joga nas extremidades dos canteiros centrais, praças e até na rua.
“Pedimos que a prefeitura comece a recolher todo lixo e folhas imediatamente após a varrição a fim de dar bom exemplo e que coíba esse ato de alguns moradores que já está se alastrando pela cidade. Outra consequência do acúmulo de lixo é o entupimento da rede de galerias pluviais, pois esse lixo deixado nas ruas pela prefeitura tem destino certo quando chove” observa. A foto é da avenida Américo Belay.

Bronca

Lixão na praça

Praça

A praça da Igreja São Francisco de Assis, no Jardim Alvorada, que deveria ser um ponto turístico do maior bairro de Maringá deixa de ser um recanto de lazer para ser um lixão a céu aberto, já que tem gente que joga lixo por ali. Morador reclama que não há orientação, fiscalização nem punição e, por isso, a situação só piora. Continue lendo ›

Bronca

“Uma palhaçada”

Ananias Rodrigues

O radialista Ananias Rodrigues está revoltado até agora. Ontem à tarde ele conheceu o lado de Maringá que os milhões que a Secom gasta com propaganda não mostra. Ele precisou ir a um posto de saúde, no Jardim Internorte, para uma consulta, e soube que há três meses aquela UBS não tem médico. No local também estava uma senhora, que aguardava atendimento e confirmou o lastimável estado da saúde pública maringaense. Perguntou o que aconteceria se estivesse passando mal. “A gente chamaria o Samu”, ouviu de uma servidora. Garotinho disse que não imaginava que a realidade era assim, “uma negação, uma palhaçada”.

Bronca

Dedetização em Cmei

Leitora escreve: “Ao deixar minha filha no Cmei Ambrozina Fernandes Sales, hoje às 7h50 percebi que na entrada, pátio e brinquedos haviam inúmeras baratas agonizando com as patas para cima (a creche abre as portas às 7h e o café da manhã estava sendo servido no refeitório, que fica a 3 metros de onde as baratas se concentravam). Questionei uma pessoa da higienização e a mesma me informou que não tinha visto aqueles insetos, porém a escola foi dedetizada ontem (terça). Te pergunto meu caro Rigon: Se as baratas estão na porta do refeitório, o que as impede de passear lá dentro? As baratas envenenadas são vistas pelos pais e não pelos responsáveis pelo Cmei? E se uma criança come um inseto envenenado, pois a idade máxima para creche é de 5 anos? Dedetizar uma creche durante a semana letiva seria responsável?”.

Má-ringá

Sobrou uma conta salgada

Ney Braga

Havia poucos populares na inauguração do salão comunitário do Conjunto Ney Braga, em Maringá, hoje pela manhã. A claque dos cargos comissionados, no entanto, estava em peso. Mais de uma dezena de veículos públicos, incluindo duas caminhonetes da Defesa Civil, estavam lá. Uma  van da frota municipal foi usada, com motorista e tudo, somente para levar um CC até o local. Povo mesmo, raro. Da avenida José Alves dos Santos, que fica defronte o salão, não havia praticamente ninguém. Mas aí tem uma justificativa. Continue lendo ›

Política

O reclamão

O deputado federal Ricardo Barros (PP) voltou a causar, desta vez em Paranavaí, onde criticou a campanha “Voto Noroeste”, encabeçada pela Associação Comercial e Industrial daquela cidade. “Não quero chegar aqui daqui quatro anos e ser recebido como um estrangeiro”, reclamou, segundo Ricardo Paiva, do Diário do Noroeste. Ele tinha feita a mesma coisa em Campo Mourão, conta o Blog do Praxedes.
Barros gosta de ser incluído em tudo que envolva recurso federal (por que será?) e, claro, pegar votos para a filha, que vota em Curitiba e fez discurso de candidata de Maringá. Desta vez, esqueceu que ele próprio apoiou campanhas semelhantes realizadas em Maringá na década de 90 para que se votasse em candidatos regionais.

Bronca

O folgado

Leitor do blog conta que hoje, no ônibus da TCCC linha 414, por volta das 13h, um cidadão moreno e forte entrou e ficou em pé na porta, do Hospital Municipal até o terminal urbano. “Todas as pessoas que entravam tinham que passar se esfregando no mesmo. A motorista do coletivo era uma mulher, acho que por isso não pediu para o marmanjo sair dali”, relatou.

Do leitor

Uma questão

Leitor comenta que passava ontem pela avenida Pioneiro Antonio Ruiz Saldanha, em Maringá, e percebeu que o asfalto está todo remendado, “com aquele recape fajuto que a prefeitura faz, onde os funcionários passam jogando piche, que nem compactado é. A primeira chuva leva tudo. Pergunto: este piche é altamente poluente, pois é petróleo puro, este asfalto misturado à água da chuva vai para onde? Não polui?”.

Bronca

“Arte do Zebrão”

http://youtu.be/zTM8DGWNfgs
Vídeo postado na última sexta-feira mostra que a administração municipal acabou com os obstáculos usados por skatistas numa quadra do Jardim Alvorada. Consta que os próprios skatistas investiram no material que foi destruído, segundo a narração, pelo prestigiado assessor do prefeito Pupin.

Bronca

Dificuldades no cemitério municipal

A dificuldade de se realizar algum serviço no cemitério municipal de Maringá está terrível, comenta leitor. “Essa semana uma pessoa da família faleceu e tivemos que lidar com os procedimentos cabíveis nessas situações. Como já possuíamos uma sepultura lá, não tivemos o problema de falta de espaço. Porém algumas coisas impostas por eles acabam que por nos deixando nervosos em um momento importuno. Há alguns anos, quando fomos fazer o revestimento do túmulo de nossa família em granito, fomos obrigados a seguir os padrões impostos por eles; até aí tudo bem, porque tem que se ter um projeto a ser seguido. Mas 3 anos depois vi a mesma cena de 3 anos atrás quando adquirimos a sepultura.Continue lendo ›

Bronca

Reclamando da coleta

Facebook
No Facebook, maringaense reclamou que não coletam o lixo defronte sua casa há uma semana e diz pensar em deixar na casa do prefeito, porque certamente por lá o serviço não está falhando. A propósito, hoje à tarde a Prefeitura de Maringá divulga um balanço dos questionamentos e sugestões obtidos no período em que ficaram abertas as consultas públicas da parceria público privada para prestação de serviços de coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos e da concessão do parque de exposições, duas situações milionárias.

Bronca

Poda de árvores no passeio público

CMEI Ambrosina 1
Leitor envia fotos do Centro Municipal de Educação Infantil Ambrosina Fernandes, em Maringá, e reclama: foi desta maneira que a prefeitura deixou os galhos da poda que realizou nas árvores. “A calçada está impedida, os pais têm que andar com as crianças pelas ruas”, conta, acrescentando que isso já havia acontecido na avenida Mandacaru, quando cortaram as árvores da ciclovia e demoraram quase uma semana para retirar. “Se lá que é um local de visibilidade demoraram aquele tempo todo, acredito que estes galhos não serão retirados”.
CMEI Ambrosina

Blog

A revolta continua: comitê não paga o combinado

Comitê PSDB
A campanha tucana em Maringá continua rendendo. Além das brigas, sopapos, pagamentos em dinheiro e rolos com cheques trocados com ágio, o comitê regional da campanha continua deixando muita gente irritada. Leitora conta que foi contratada para fazer campanha para Beto, Aécio Neves e Alvaro Dias nas redes sociais: cerca de 60 pessoas, divididas em quatro turnos. O combinado, diz, eram R$ 50,00 por dia. Na última segunda-feira, 13, data do pagamento, ela foi contar e constatou que havia R$ 760,00 quando deveriam ser R$ 950,00, relativos a 19 dias de trabalho.
Quando questionou, lhe responderam que houve engano e que a diária era de R$ 40,00. “Eu e todos meus colegas estamos muito revoltados com essa situação, temos contas pra pagar, gastamos com comida e passagem de ônibus e eles fazem isso? Na última hora nos dizem que era um valor inferior?! O pior de tudo é não saber de quem é a culpa, se é do coordenador do comitê, dos administrativos, ou do povo lá de cima, de Curitiba que estão comandando de lá! Olha, eu gosto muito de política (…) mas situações como essa me dão nojo e me deixam desacreditada do Brasil”, diz a cabo eleitoral, que faz uma observação: quando foi assinar o recibo, reparou que o valor a ser entregue estava em branco.

Geral

Reclamação contra construção abandonada

Local abandonado
Leitor envia fotos de uma pequena construção, abandonada e quebrada, que fica num terreno da avenida São Paulo, ao lado do Condomínio Yano Garden. O local vem sendo usada como moradia por pessoas que ali dormem, se alimentam e fazem suas necessidades lá dentro. O mau cheiro por ali é insuportável, sem contar que na frente existe um ponto de ônibus, onde mulheres que precisam aguardar o ônibus de manhãzinha, para trabalhar, ficam com medo da turma que fica por ali.
Local abandonado

Blog

Queixa do eleitor

Leitor do blog reclama da demora para a votação, como tem se verificado em vários locais, neste primeiro pleito com biometria em Maringá. “No Colégio Santo Inácio demorei 1 hora e 20 minutos para votar”, conta. O equipamento não estava lendo as digitais dos eleitores; muitos deles tentaram até oito vezes. Ele reclama ainda que a Justiça Eleitoral colocou duas seções eleitorais em uma única sala de aula.

Bronca

Fumaça, fedor e, agora, sirene

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De leitora:
“Venho aqui para fazer uma reclamação. Muitos não devem saber ainda, mas no Jardim Novo Horizonte existe um frigorífico: o Palmali. Está bem no Centro da cidade, ao lado da Feitep. Está aqui há dezenas de anos, soltando fumaça fedida, poluindo o meio ambiente, e, há alguns dias, começou também a tocar uma sirene estridente em plena madrugada. Hoje, tocaram uma sirene incessante e aguda, das 4 da manhã até as 7h. Durante três horas muitos de nós ficamos acordados com o barulho alto e agudo, cachorros latiram sem parar, e bebês choraram. Ligamos no frigorífico e os funcionários disseram que não haviam “escutado nada”. Como pode? Esse frigorífico está aqui por protecionismo da Prefeitura, pois ele possui inúmeras irregularidades e processos em cima, mas como possui influência e bons advogados, permanece defumando carne, poluindo a cidade com fumaça e fedor, e agora também poluindo sonoramente, com essa sirene aguda”. (Foto daqui)

Bronca

Indústria da multa

Do leitor Detonauta:
Dias atrás, fui notificado por um agente da EstaR por ter cometido uma infração de trânsito (que contesto) segundo os critérios que ele considerou como aplicáveis. Avistando-o, conversei com ele e o mesmo disse que não poderia mais anular o auto de infração, que me dirigisse à sede na avenida XV de Novembro, caso quisesse contestar. Assim o fiz. A atendente informou-me que abriria um protocolo de processo de cancelamento e que seria rápida a análise, podendo demorar no máximo 10 dias. Na sequência, perguntou-me se gostaria de regularizar o auto de infração, pois se o prazo de análise demorasse mais do que o prazo previsto, poderia o mesmo converter-se em multa. Diante da “indireta” de que o prazo de análise não seria cumprido, ali mesmo regularizei.Continue lendo ›