reclamação

Geral

Cobrando combate ao tráfico

Zona SulLeitor escreve dizendo-se indignado por ter que passar por marginais e bocas de fumo, todos os dias, para chegar em casa. Ele reside no Conjunto Cidade Alta e para ir para sua residência tem duas opções de trajeto: atravessar o Contorno Sul pelo viaduto da avenida Guedner e entrar na rua Dolores Duran; ou atravessar pela avenida Gastão Vidigal e continuar pela rua Ataulfo Alves. “Nas duas opções de trajeto, sou obrigado a passar por algumas bocas de fumo e conviver com meliantes desocupados, drogados entre outros. A venda e consumo de drogas é frequente e as claras, o que me preocupa ainda mais que tudo acontece ao redor de uma creche municipal e próximo a um colégio grande que está sendo construído ali próximo”. O leitor lembra que é um cidadão de bem, que paga seus impostos e acredita que já passou da hora das autoridades resolverem a situação. Cobra ação das autoridades policiais e comenta que prender bandido que apronta no centro e que assalta gente rica é fácil. Reconhecendo-se um pé, diz que estava no assalto à Marcos Boutique de Pão e no domingo na Sorveteria Espucreme. “A polícia fez uma verdadeira operação de guerra para pegar os meliantes, agindo rápido e com um efetivo impressionante. Agora quando as coisas acontecem em bairros mais modestos eles levam 30, 40 minutos pra chegar ao local, isso quando chegam. (…) será que é tão difícil assim prender e acabar com tantas bocas de fumo que existem no Cidade Alta, Tarumã e arredores? Me indigna ver tantas crianças vendendo drogas nas ruas. Tem que acabar com os traficantes!”, reclama.

Bronca

Coleta irregular

Leitor que mora no Conjunto Habitacional Innocente Villanova Junior, o Borba Gato, reclama que o caminhão de coleta do lixo não está passando nos dias certos. “Ele geralmente passava nas terças e sabados, só que esse sábado não passou e nem hoje (terça-feira 16). Será que isso é para fazer o povo acreditar que se faz necessário uma empresa terceirizada para coletar o lixo?”, questiona.
Bem, considerando que há a possibilidade de Maringá ter um vereador da área – Luizinho Gari (PDT) -, seria interessante que ele, como servidor, comentasse publicamente o que acha de tudo isso. Antes de apoiar a família Barros a opinião dele era conhecida, em defesa dos servidores, mas agora…

Bronca

Boca de lobo

Boca de lobo
Leitor envia foto que mostra a situação de uma boca de lobo na rua Pedro Gabriel dos Santos, 1.448, Jardim Copacabana, em Maringá. Destaca que a responsabilidade da limpeza é da prefeitura, mas ela não faz sua parte – e sobra para os moradores suportar o descaso da administração pública, apesar das cinco ligações para o 156. “Uma vergonha”, resume.

Bronca

Lixo no canteiro central

Lixo
Leitor envia as fotos pois, conta, ficou indignado com o amontoado de folhagens que vêm sendo colocadas no canteiro central da avenida Paraná, em Maringá, principalmente nos finais de semana. “Acho que estão querendo embelezar a cidade ainda mais para os finais de semana”, diz.
Lixo

Bronca

Pedindo recapeamento

Google Maps
Moradores reclamam de um trecho da avenida Guaiapó no Conjunto Requião/Oásis, em Maringá, onde há muitos anos o asfalto da praça Pioneiro Bento de Freitas da Silva encontra-se em situação precária.” A prefeitura refez uma boa parte do asfalto desta avenida, mas só fez a parte que “aparece” mais para a população, que fica próxima ao parque de exposições, deixando os bairros mais afastados. Uma parte do asfalto inclusive oferece risco aos motociclistas pois o asfalto está ‘saltado'”, reclama leitor, que pede à Semusp o recapeamento, já que o serviço de tapa buracos não está resolvendo por causa do tráfego intenso.

Bronca

Enquanto isso, na UPA Zona Norte…

Upa Zona Norte
O leitor Márcio Alves foi nesta manhã acompanhar um familiar até a UPA Zona Norte, no Jardim Alvorada, em Maringá, e ficou impressionado com a situação do local. “É triste, e de certa forma revoltante, ver um local inaugurado há tão pouco tempo carente de manutenção e planejamento. Digo isso porque o local estava bem sujo, lixeiras abertas e quebradas na parte externa. Falta de planejamento, pois projetam um local com pouca ventilação interna, muito abafado, visto que é um local onde deveria ter boa circulação de ar. Uma recepção minúscula, obrigando os funcionários a colocarem cadeiras do lado externo, expondo pacientes e acompanhantes ao frio, calor, chuva, além é claro de danificar as cadeiras (patrimônio público). São para esses e alguns outros problemas que os gestores fecham os olhos. Inaugurar obra é fácil, quero ver ter competência para administrar e tornar o sistema eficiente! Estendo a reclamação aos vereadores, afinal o que estão fazendo estes 15 vereadores eleitos?”.
Upa Zona Norte

Bronca

Reclamação sobre multas

Uma leitora relata um fato que a deixou indignada com a Prefeitura de Maringá, em relação à lei que obriga a construção de calçadas nos terrenos vazios. Ela conta que comprou os materiais para fazer a mureta obrigatória, contratou um pedreiro mas, na semana em que o contratou, choveu. Embora os materiais tivessem sido entregues pelo depósito de construção e estivessem expostos, “o fiscal da prefeitura passou e lançaram duas multas caras, uma pela falta de calçada e outra pela falta do muro. Quando a multa chegou na minha casa o serviço já estava feito, fui na prefeitura, entrei com um pedido de cancelamento e anexei as fotos do serviço já finalizado, e relatei que foi falta de coerência do fiscal que viu o material para o serviço, viu as condições do clima e mesmo assim lançou a multa”.Continue lendo ›

Bronca

No antigo Buracão

Parque Alfredo Nyffeler
Leitor envia fotos da fachada do Parque Alfredo Nyffeler, cuja revitalização foi entregue em abril passado. Foram gastos R$ 195.777,68 para trocar o piso da calçada, em paver, mas só na frente do parque e não em todo o seu entorno e mais um pequeno playground. “Agora, a sujeira continua a mesma”, observa.
Parque Alfredo Nyffeler

Geral

Caminhão abandonado

Caminhão abandonado
A propósito da ação desenvolvida pela Prefeitura de Maringá referente aos veículos abandonados, informa leitor que este caminhão está “estacionado” quase na esquina das ruas Marcelino Champagnat com a Antonio Salema, na Zona 2, há mais de 5 meses (isso mesmo), juntando lixo e água parada (inclusive na estrutura existente sobre a carroceria). A rua já está com várias “crateras”, pois o movimento é intenso e os veículos ficaram com passagem estreita.Continue lendo ›

Bronca

Falta água, sobram justificativas

Moradores da região do Conjunto Lea Leal, zona norte de Maringá, tiveram motivos para reclamar da Sanepar nesta quarta-feira. A falta de água começou às 10h e até há pouco o problema não havia sido sanado. Às ligações telefônicas dos usuários a Sanepar deu informações diferentes ao longo do dia: que era descarga, conserto de rede, troca de registro e, por fim, ao final da tarde, que não havia recebido nenhuma reclamação.

Bronca

Reféns de flanelinhas

flanelinha
Do leitor:
Sair em Maringá especialmente a noite está sendo uma aventura, a cada dia estamos mais reféns dos flanelinhas especialmente perto de shoppings. Na avenida atrás do Shopping Catuaí existe todo um aparato com cadeiras e tudo mais, nos arredores do Avenida Center e do Maringá Park sem comentários… e também perto de boates e bares. Na região do Wood’s os preços são tabelados e segundo eles dizem “porque a area é deles”. Fico me perguntando onde estará quem deveria coibir isso (prefeitura e seus órgãos competentes) já que esses lugares já se tornaram folclóricos como “áreas públicas restritas”, onde você que paga impostos tem que pagar para estacionar seu carro nas vias públicas sob uma suposta “proteção”.

Bronca

Em época de reajuste da tarifa…

Está no YouTube: “Faz tempo que a linha 175 no horário das 7h vai lotada, mas hoje foi fora do normal e como os usuários andaram reclamando o motorista teve que fazer do jeito que os bundões mandam. Por isso teve gente que não conseguiu entrar e ainda chegássemos atrasados no terminal. #sardinha175”.

Bronca

Despachante ‘segura’ vagas de estacionamento

Vaga irregular
Leitor que enviou a foto informa que o despachante acima, usando cones, costuma ‘segurar’ vagas de estacionamento na rua Marquês de Abrantes e também na avenida Guaíra, no fundo da quadra do Corpo de Bombeiros, em Maringá. A foto foi feita hoje. Ele reclama que o estabelecimento não tem o direito de tomar essas vagas para si. “Essa rua é super disputada para vagas e, para piorar, ele segura duas”, acrescenta, aguardando providências do poder público.

Geral

Uma porca na esfirra

Esfirra
Leitor reclama de uma esfirra aberta que comprou num estabelecido da avenida Cerro Azul, em Maringá, e que veio com uma porca. Sem ver a peça de metal, ele chegou a morder o alimento. O leitor diz ter ligado para o local, onde só lhe pediram desculpas “e mais nada”.

Bronca

Tempos de servidão degradante

Para uma leitora do blog, Maringá vive tempos de servidão degradante. Ela procurou explicar para pessoas ligadas à administração o que está acontecendo em setores da educação, que qualifica de assédio moral, que ocorria com o aval da cúpula da Seduc. Os professores estariam sofrendo com o abuso de poder das chefias imediatas, que mandam e desmandam, que discriminam uns em favor de outros, provocando situações vexatória, especialmente por quem está passando por estágio probatório. Professores e educadoras contratadas recentemente estariam descontentes com o tratamento dispensado, e que “beira a lei da chibata”. Em decorrência da situação, cresce o número de exonerações na área da educação, com migração de profissionais para cidades vizinhas, em busca de melhores condições de trabalho.

Saúde

Vacina não chega a servidores da saúde

O governo do estado garante que nos primeiros dias da campanha de vacinação contra a gripe quem procurou as unidades de saúde não encontrou empecilho. Em Maringá, porém, mantendo a tradição, não está se respeitando a prioridade de imunização. Os trabalhadores de saúde – que estão entre os que devem ser imunizados, ao lado de crianças entre 6 meses e 4 anos, idosos, gestantes, puérperas, indígenas, doentes crônicos e detentos – ainda não receberam sua dose de vacina. Cidade de primeiro mundo é outra coisa…

Bronca

Indignação com os ingressos nas mãos dos cambistas

Decisão
A leitora Joana de Brito escreve sobre sua indignação, que é a mesma do seu filho e tio, de não poder estar presente na final do time da cidade, “porque esses administradores (ainda bem que não sei os vossos nomes) que resolveram colocar todos os ingressos na mão de cambistas, deixando o saudoso torcedor de muitos anos de fora. Meu tio de 86 anos, que sempre acompanhou o time, está triste. A população não deve comprar ingressos dos cambistas (deixem eles com o prejuízo na mão). Vamos assistir pela televisão e dar o troco e dizer que nós temos o direito de comprar o ingresso e não sermos explorados”. Ela acha que não se atacar a questão dos cambistas, a moda pode pegar em Maringá, e aí…

Má-ringá

Preservado mato na creche suspeita de dengue

Mato em Maringá
Em sua página no Facebook, Clécio Silva mostra sua indignação em relação à “falta de respeito, vergonha na cara, incompetência e demais atributos aqueles que estão fazendo hora extra nos cargos que exercem”, mostrados nas fotos em que aparece a CMEI Nadyr Penteado Virmond, na avenida Franklin Roosevelt, em Maringá. Na semana passada cortaram a grama ao lado da creche, retiraram todo o material cortado do canteiro central e do contorno do prédio, mas não cortaram o mato da própria creche. “E o mais grave: duas pessoas que trabalham na creche estão afastadas por suspeitas de dengue, duas ou mais crianças estão faltando por suspeita de dengue. Hoje pela manhã confirmei que a diretora também esteja com suspeita de dengue, pois não foi trabalhar”, contou.

Bronca

Desrespeito a quem quer assistir o jogo

wdLeitor reclama do que considera “falta de controle” do Maringá Futebol Clube para a venda de ingressos para a decisão do Paranaense, no Willie Davids. “A venda foi liberada na última quinta-feira, a partir das 14h, e hoje, sábado, por volta das 10h, os 19 mil ingressos colocados à venda se esgotaram. Não é um feito fantástico?”. Prossegue: “Para se fazer um comparativo, em Londrina foram colocados à disposição da torcida do Londrina 29.000 ingressos, sendo que no dia ainda estavam disponíveis pelo menos 5.000 ingressos, pois a venda foi efetivada de forma fracionada dia após dia, inclusive com as bilheterias do Estadio do Café abertas ao torcedor diariamente. Aqui as bilheterias sequer serão abertas em dia nenhum. Mas pode ter a certeza de que ingressos serão comercializados na porta de nosso estádio por 100, 150 200 – sabe-se lá por quanto. Lamentável. Quem ganha com esta venda sem controle, onde qualquer pessoa pode comprar qualquer quantidade de ingressos? Com certeza não é o torcedor!”.

Bronca

Problemas maringaenses

Lixo
Joel Barbosa, o Bié, morador da Vila Marumbi, em Maringá, reclama da quantidade de lixo espalhado pelo bairro e das bocas de lobo entupidas. Em época de dengue, sabe como é. Foto Tabajara Marques. Mais fotos aqui.

Opinião

Falta de respeito

De Luiz Carlos Rizzo:
Sou contribuinte – pago IPTU de três imóveis – e qualifico falta de consideração para com a comunidade convocar “mutirão” para limpeza do Parque do Japão. Ora, numa gestão municipal – e isto já vem ocorrendo faz 9 anos – que gasta, gasta, gasta de forma irresponsável e eticamente questionável, falar em “mutirão” de limpeza é menosprezar a inteligência dos contribuintes. Ainda mais sabendo-se que o parque do Japão, dirigido pelo ex-prefeito Silvio Barros, condenado por improbidade administrativa, serve mais para jantares esporádicos de um grupo seleto e integrado pelos amigos do “rei”. Até agora, a comunidade não tem acesso ao local.
E tem mais: o Parque do Japão era para ser construído por meio de contribuições de empresas. Ao final, foram gastos milhões de reais de dinheiro público.
Maringá, que pena estar em mãos de um grupo político que….deixa pra lá…

Bronca

Contorno Norte: só Deus pode iluminar

De Gilmar Asalin:
A entrada do “contorno” Norte de Maringá, para quem vem de Nova Esperança-Paranavaí, não apresenta sinalização suficiente, sem contar que no período noturno não há iluminação alguma, você dirige sobre um breu, quem é de Maringá ou já conhece a anomalia rodoviária, se desloca para a direita da pista, muitos passam direto. Acho que estão esperando a morte de alguém para fazer alguma coisa. Por ser um contorno recente deveria se fazer uma ampla divulgação, mostrando a nova proposta de “contorno” na cidade de Maringá. Divulgação que pode ser feita com panfletos nos pedágios e até mesmo nos postos da polícia rodoviária federal ou estadual, ou mesmo pelas rádios locais.

Bronca

Escuridão nos pontos de ônibus

Terminal de passageiros Maringá
Gilmar Ferreira flagrou a condição do sistema de transporte coletivo, gerenciado pela administração municipal, ontem à noite, nos pontos de ônibus defronte o terminal de passageiros, na avenida Tamandaré, em Maringá. Escuridão total – e muita reclamação. No Estádio Willie Davids colocaram uma iluminação de rodeio, e no terminal nem isso.

Má-ringá

Realidade difere do discurso

Motivos não faltam para que a greve geral dos servidores públicos municipais de Maringá seja uma das maiores já realizadas. Há reclamações de todos os lados, que nem sempre chegam aos ouvidos do público, muitas vezes por conta dos R$ 30 mil diários gastos em propaganda pela administração Pupin/Barros. Na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Sul, por exemplo, falta de lençóis a edredons – mas o discurso oficial é de um sistema de saúde exemplar.
PS – Após a postagem, os lençóis apareceram, mas as toalhas de banco não, o que impossibilitou a troca.

Bronca

Faltam honestidade, bons propósitos, vergonha na cara

maringa marO que a população de Maringá pode fazer quando vê uma administração fantoche, sem moto próprio, que em 2013 gastou R$ 30 mil por dia com propaganda, fazer de tudo para sepultar o esporte amador na cidade? Ir para as ruas, protestar nas redes sociais, talvez. Mas é preciso que de alguma forma se mostre a indignação, já que os encastelados no paço municipal e no escritório da avenida Prudente de Morais mostram-se surdos a outros interesses que não os próprios. Na Maringá dos sonhos não falta só o mar, faltam honestidade, bons propósitos, vergonha na cara.
A administração Ricardo Barros/Carlos Roberto Pupin tem dinheiro para propaganda, dinheiro para viagens internacionais (prefeito e secretários seguem agora para o Chile, vão ficar longe do barulho) e estimados R$ 6 milhões para agradar promotores de uma feira de aviação que, no estado mais rico do país, São Paulo, nunca havia recebido injeção de dinheiro público – mas dinheiro para o esporte, que promove o bem e afasta as pessoas do mau caminho, aqui não tem…

Maringá

Pepista reclama de repasse ‘quase zero’ do governo do estado

PupinO prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), lamentou na televisão, segundo Lauro Barbosa, que “todos os recursos” que vieram para Maringá durante seu governo foram do governo federal. Do governo do estado, segundo ele, não veio quase nada. ‘Quase zero’, conforme arrematou. Talvez ele não cumpra o que falou no domingo e “avermelhe” na próxima campanha, seguindo o chefe.
O governo federal repassou em 2013 R$ 255.218.394,29 para Maringá, e mais R$ 22.714.014,44 este ano, somando R$ 277.932.408,73. Já os repasses do estado para Maringá foram R$ 155.775.789,45 liquidos em 2013 e R$ 49.207.731,27 nos três primeiros meses deste ano, totalizando R$ 204.983.520,72.

Bronca

Descaso com a coleta de lixo

lixo em maringá
Leitora indignada como a coleta de lixo (ou falta de) em Maringá envia foto da avenida Cerro Azul, onde reside, e é uma das principais da cidade. “Se aqui está assim, fico imaginando a situação nos bairros, principalmente nos bairros mais distantes do centro da cidade. É uma vergonha a administração tratar esta situação com tanto desrespeito. É realmente uma pena. Onde está o Ministério Público? Onde estão nossos vereadores para fiscalizar e cobrar uma providência? Onde está indo a taxa de limpeza pública que pagamos? Sem falar na coleta seletiva que não é feita no edifício onde moro, apesar dos moradores separar o lixo orgânico do reciclável”, desabafa.

Bronca

Avenida central sem lixeira pública

Avenida Horácio Racanello Filho   Google Maps
Leitora enviou pedido para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em outubro do ano passado, pedindo instalação de lixeiras públicas ao longo da avenida Horácio Raccanello, no Novo Centro de Maringá. Entre as avenidas São Paulo e Pedro Taques existem apenas uma lixeira, colocada pelas lojas Havan, e outras duas do Supermercado Angeloni, mas nenhuma colocada pela prefeitura. Naquele trecho, enfatizou, há um grande fluxo de pessoas, que produzem lixo que acabam indo para o chão. “A falta de lixeiras não justifica a falta de educação, mas quem sabe, com elas à disposição o problema seja minimizado”, observou. A leitora percebeu que outras vias da cidade, como a Paraná, também não possuem lixeiras. A propósito, desde que enviou o pedido diretamente à Sema, há cinco meses, nunca recebeu qualquer satisfação da administração.

Bronca

Emporcalhando os postes

Sujeira
Leitor envia foto registrando que estãp infestando a região central de Maringá com cartazetes, principalmente nos postes da rede de energia elétrica das avenidas Brasil, Duque de Caxias e Colombo. O leitor disse que na última segunda-feira fiz a reclamação pelo 156 mas parece que nada ainda foi feito, pois só tem aumentado a quantidade de panfletos afixados nos potes, o que é irregular de acordo com a lei municipal 7.632/2007.

Bronca

Espaço aperto para o caixa rápido

Leitora reclama que foi desrespeitada, na tarde de ontem pelo gerente do Supermercado Cidade Canção, localizado no Shopping Mandacaru Boulevard, em Maringá. Ela diz que questionou a gerência sobre o espaço disponibilizado ao caixa rápido, “que está totalmente apertado”, e foi tratada com descaso, “uma vez que é discriminatório uma pessoa com mais de 100 kg não poder usar o corredor, feito para acesso ao caixa rápido; me disse que não interessa e que vai ficar daquele jeito mesmo. isto não pode estar certo, uma vez que todos têm o mesmo direito”, acrescenta.