
Em nova rodada de negociações nesta quarta-feira, por volta das 11 horas, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) apresentou contraproposta aos servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Em assembleia, realizada no início da tarde, a categoria aceitou a proposta, abrindo mão da gratificação mensal de R$ 450 e, portanto, suspendendo a paralisação (na foto, procuradores do município com os servidores). Desde que foi deflagrada, às 7 horas de segunda-feira, a primeira greve do governo Pupin teve 54 horas de duração. Em ofício entregue à comissão de negociação, formada por dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) e socorristas, Pupin aceitou a redução da jornada de trabalho – de 40 para 36 horas semanais (6 horas por dia) – dos teleatendentes e controladores de frota do Samu. Em busca desse benefício, o sindicato já havia ingressado na Justiça contra a Prefeitura de Maringá. “Por lei eles têm de trabalhar no máximo 6 horas diárias e isso não vinha sendo respeitado pela administração”, explica a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni.Continue lendo ›