silvio barros

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Entrega atrasada

A revelação de que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) agendou encontro de empresários maringaenses com o senador Roberto Requião (PMDB) deu barulho e resultado. A coligação de Beto Richa divulgou hoje que SB II vai na próxima segunda-feira para Curitiba para entregar a Paulino Viapiana, assessor do governador, o plano de governo que utilizaria na campanha que não houve, quando o irmão mais novo negociou sua cabeça para obter a vaga de vice para a mulher, Cida. Normalmente, esse tipo de evento é feito quando se anuncia apoio, no início de campanha – mas era o que dava pra fazer para não piorar ainda mais a situação.

Eleições 2014

Todos vão ao adesivaço?

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Nesta sexta-feira, às 17h20, no cruzamento das avenidas São Paulo com JK, próximo ao Parque do Ingá, em Maringá, acontece um adesivaço em favor da candidatura do senador Roberto Requião, da coligação Paraná com Governo. O vereador Ulisses Maia (SD) confirmou presença. Será que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) também vai?
Na foto acima, o senador com o simulacro de barra de ouro que ofereceu na internet para quem apresentar um projeto do governo Richa que tenha tido sucesso.

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Fazendo agenda para o ‘adversário’

Requião-Silvio Barros II
O senador Roberto Requião (PMDB) tem programada visita a Maringá para a próxima quarta-feira. O blog soube que ele dará uma entrevista a O Diário (que ignorou sua última passagem pela cidade) e manterá um encontro com poderoso grupo de empresários. Detalhe: a reunião foi agendada pelo ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), cunhado da candidata a vice-governadora de Beto Richa (PSDB). Oficialmente, o PHS apoia Beto Richa (PSDB).
Silvio Barros II, que costuma obedecer o irmão mais novo, do PP, ainda não teria se recuperado completamente da rasteira que levou quando Ricardo negociou sua candidatura em troca da vaga para a mulher na vice de Beto. E não custa lembrar que SB II foi oferecido para a vice de Requião (aqui), que recusou porque “Ricardo queria muito”.

Blog

O homem que vai cuidar do lixo?

silvioQuem comandará a privatização da coleta do lixo em Maringá, isso se o Ministério Público não conseguir impedir a continuidade do processo, diante das irregularidades cometidas pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), será o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS). O blog teve a informação de que, coincidentemente, SB II (foto) teria buscado a paz, dias atrás, entre Pupin e o ex-sócio dele, o empreiteiro Edenilso Rossi Arnaldi, da Sial, que recentemente foi preso pelo Gaeco acusado de fraude em licitação no Tribunal de Contas do Estado. Ambos travam disputa judicial em torno de uma propriedade rural no Tocantins. É o ex-prefeito quem está monitorando a administração do ex-vice, em especial neste caso, tanto que colocou seu ex-funcionário e braço direito Leopoldo Fiewski para cuidar do assunto. Fiewski, que é psicólogo de formação, oficialmente é secretário coordenador do BID, ou seja, nada a ver com privatização do lixo. Em oito anos de mandato o ex-prefeito não conseguiu resolver a situação do lixo, embora tenha experimentado o fracasso como a Biopuster e tentado a incineração. Especula-se que Rossi, cujo dinheiro ajudou a eleger Silvio em 2004 e 2008, voltará ao ramo de saneamento (manejo de resíduos sólidos) em breve.

Akino

O mal-estar do ex-prefeito

Ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PHS) sentiu um mal-estar na última sexta-feira. Ele chegou a procurar um cardiologista, pois sentia dores no peito. O diagnóstico, porém, foi de refluxo gastroesofágico. As más línguas já disseram que tinha a ver com o fato de que ele teve seu “passe” vendido pelo irmão mais novo, quando deixou de ser candidato a governador depois de um esforço hercúleo junto ao STJ para reverter uma condenação por improbidade: “Ele ainda não engoliu o que o irmão fez”, disse um conhecido.

Geral

FHC homenageado na Abeoc

Posse
O ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) parece estar recuperado da puxada de tapete que lhe deram, na negociação pela busca da sobrevivência política do clã. Ontem ele participou da sessão solene de posse dos novos membros da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, da qual faz parte, com a presença do ex-presidente Fernando Henrique (PSDB), homenageado por ter criado o Ministério do Turismo durante seu governo. Ontem à noite, no programa CQC, da Band, ele apareceu no final da entrevista, e alguns confundiram seu fardão (que os dicionários frisam é somente da ABL) com vestimenta maçom.

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STJ noticia ação de Silvio Barros II um dia após sua desistência

silvioCoisa do destino: ontem à tarde, horas depois de oficializada a desistência de Silvio Barros II (PHS) da candidatura ao governo do estado, negociação comandada pelo irmão mais velho, o STJ divulgou release sobre a decisão da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça que julgou improcedente ação civil pública ajuizada contra o ex-prefeito, por improbidade administrativa; o blog havia publicado a informação no último dia 16. O release informa erroneamente que é “atual candidato ao governo do Paraná” – pois foi este o argumento utilizado pela defesa para afastar da condenação a suspensão dos direitos políticos. SB II foi condenado em primeira e segunda instâncias pela nomeação irregular de três apadrinhados políticos. “Muito embora tenham sido nomeados para cargos em comissão subordinados ao gabinete do prefeito e lotados em outros órgãos, o fato – incontroverso, registre-se – é que os três servidores foram nomeados regularmente (o que se teve por irregular foi a lotação em órgãos diversos daquele para o qual foram nomeados) e prestaram serviços ao município de Maringá. Há, nesse fato, como reconheceu o tribunal de origem, evidente má-fé do administrador? Salvo melhor juízo, não”, disse o relator Ari Pargendler. Leia mais.

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Faltou coligação, justifica ex-prefeito

O ex-prefeito Silvio Barros II agradeceu alguns companheiros que estiveram ao seu lado na aventura pelo PHS e emitiu uma nota em que diz que aguardou as coligações e elas não vieram. “Quando se coloca o nome para representar um povo, uma causa ou até mesmo um partido político, a individualidade deve dar passagem ao interesse coletivo”, escreveu, não mencionando em nenhum momento o “interesse familiar”, que na verdade foi o que prevaleceu do começo ao fim. “A Cida levará a nossa bandeira”, disse, cumprindo o papel de bom moço. A reação de dona Bernadete no Facebook e a cara do ex-prefeito hoje na cidade dizem a verdade. No final de semana, por exemplo, sondado para uma composição, não aceitou: disse que, se fosse 7 dias antes, não haveria problemas, mas que, agora, não tinha como recuar. O fratello recuou por ele.
Foram dois golpes sofridos nas últimas semanas por SB II: primeiro, a prisão de seu amigo empreiteiro Edenilso Rossi; segundo, o irmão mais velho tê-lo negociado para garantir a vice para a cunhada. Pelo menos um dos dois golpes vai voltar a doer nos próximos dias.

Eleições 2014

“Candidato a nada”

silvio
Como jornal tem um horário para fechar, O Diário de hoje trouxe uma informação que valia até o início da noite, mas depois não virou: o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), defenestrado pelo irmão mais velho, usado como moeda de troca para emplacar a cunhada na vice de Beto Richa (PSDB), não será candidato nas próximas eleições. Pela manhã ele disse aos que o abordaram, em tom irritado, que não será “candidato a nada”. Aparentemente, dividia o mesmo sentimento demonstrado por sua mulher ontem à noite no Facebook.

Eleições 2014

Mulher de ex-candidato se diz “decepcionada com a politicagem”

Bernadete Barros
No Facebook, Bernadete Barros, mulher do ex-prefeito Silvio Barros II, até ontem pela manhã candidato ao governo pelo PHS, reclamou dos últimos acontecimentos (o irmão mais novo ‘negociou’ a candidatura do mais velho pela vice para a mulher deputada). “Decepcionada com a politicagem !!!”, escreveu. Nos comentários, o empresário Paulo Henrique Vital concordou e o ex-secretário Diniz Afonso também se referiu ao “jogo de interesses, trocas e conchavos” que “continua maculando a política em nosso país”. Clique para ampliar. A propósito de política, a filha de Bernadete, Priscila Miquelissa, é vice-presidente do PSD Jovem de Maringá.
PS – Cerca de 15 horas depois ela publicou na mesma rede social o seguinte texto: “Infelizmente na política a versão sempre vale mais que a verdade. Quando o Silvio chegou em casa nesta madrugada e me contou tudo o que aconteceu e como aconteceu, entendi que a decisão de abrir mão da candidatura foi ainda mais difícil do que a de participar da campanha. Abrir mão de interesses pessoais em favor dos coletivos é totalmente coerente com o discurso dele de que o poder é concedido por Deus para o bem dos outros. Talvez esse não fosse o momento certo … Na hora foi difícil entender mais depois ficou clara a Proteção Divina. Estamos em paz, unidos e firmes na fé! Obrigada a todos que oraram por nós!”.

Maringá

Há oito anos

http://youtu.be/DnYJUey0VrM
Paulo Vidigal, servidor público municipal, lembrou em seu blog que ontem fez oito anos que o então prefeito Silvio Barros II optou pela força dos cassetetes contra os servidores que estavam em greve, ao invés de usar o diálogo. “Alguns, por motivos políticos, tentaram culpar os próprios servidores pelo desenrolar daquela greve. “Perdemos por causa da greve, por causa da direção radical” diziam eles. Na verdade deveriam dizer o nome dos verdadeiros responsáveis: o então prefeito Silvio Barros II e seu vice, e atual prefeito, Roberto Pupin”. Leia mais.

Eleições 2014

Acordo entre Richa e RB pode inviabilizar Silvio Barros II

A se confirmar o convite de Beto Richa (PSDB) à deputada federal Cida Borghetti (Pros) – leia-se, Ricardo Barros (PP) – para ficar com a vaga de vice na campanha pela reeleição, o irmão mais novo estaria inviabilizando de vez um eventual futuro político do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), que, como se sabe, não tem vida política própria. É que recentemente Silvio Barros II deixou a condição de ficha suja (estava com os direitos políticos suspensos por cinco anos) numa das condenações por improbidade administrativa, graças à Primeira Turma do STJ, e pesou para tal, inclusive para a concessão anterior da liminar do ministro Ari Pargendler, um ofício do Partido Humanista da Solidariedade clamando pelo perdão por conta de uma candidatura a governador, o que levou à realização da convenção do PHS no início de junho. Pelo acordo que teria sido firmado entre Beto Richa e Ricardo Barros, contra a vontade da maioria dos partidos aliados, SB II não será mais candidato a governador – no máximo, a deputado estadual, ocupando a vaga familiar antes destinada à filha Maria Victória (PP). Dá para depreender que enganaram o STJ com a história da candidatura a governador.

Eleições 2014

No fim, uma aliança familiar

Primeiro candidato a governador a ser lançado no Paraná, o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) paga pelo irmão mais velho e seu mentor político, Ricardo. Chega o fim do prazo e ele não conseguiu aumentar a aliança, que permanecerá familiar, com o Pros, dirigido pela mulher, deputada federal Cida Borghetti. O PHS é tocado por um funcionário do condomínio, o secretário de Desenvolvimento Econômico Valter Viana. O principal financiador da candidatura Barros chegou a ser preso, dias atrás, pelo Gaeco. É um sinal de que os fratelli estão com o filme queimado e a campanha, há quem aposte, poderá até não aguentar até o final.

Eleições 2014

Silvio Barros II não terá voto de ex-auxiliares

sorvos-ze roberto
Para todos os efeitos, ex-secretários e ex-assessores do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) não votarão no ex-chefe. Luiz Lázaro Sorvos, ex-secretário de Relações Interinstitucionais, é do PDT, que vai de Gleisi Hoffmann, do PT, a cujo partido está filiado também o atual vice-prefeito de Nova Olímpia, Junior Faga. Também o atual prefeito de Floresta, José Roberto Ruiz (PP), já declarou ao dono de Maringá, Ricardo Barros (PP), coordenador da campanha do fratello mais velho, que irá de Beto Richa (PSDB), como será formalizado neste final de semana. O presidente do PSDC de Maringá, Herculano Ferreira dos Reis, que é cargo comissionado no Gabinete do Prefeito, deve seguir orientação do partido, que fecha com Beto Richa. O mesmo acontece com o presidente do PPS local, Willy Taguchi, diretor na Secretaria de Habitação. O PMDB, que tem Roberto Requião como candidato, tem dois secretários – Umberto Crispim e José Miguel Grillo – que estarão com o senador no pleito estadual, o que transforma o secretariado municipal numa verdadeira Torre de Babel, ainda mais considerando que no segundo e terceiro escalões há CCs de todos os credos. O próprio prefeito Carlos Roberto Pupin, apesar da obediência a Ricardo, desta vez deverá ser fiel ao PP e retribuirá o que Beto Richa fez por ele na campanha municipal.

Blog

Obra tem contrato

Parthenon Residence
O ex-prefeito Silvio Barros II, candidato a governador pelo PHS, fez chegar ao blog a informação de que a Sial, do empresário Edenilso Rossi, está construindo sua residência no luxuoso condomínio Parthenon Residence , na avenida Gastão Vidigal, em Maringá, mediante contrato – e que não procederia a notícia de que a obra de acabamento está sendo feito sem custo. Disse também que o imóvel não custou R$ 1,3 milhão, como este modesto blog divulgou por mais de uma vez. A propósito, o blog, que informou sobre a aquisição quando ele ainda era prefeito, nunca sequer insinuou que a obra estava saindo de graça, apesar de o empreiteiro ser muito amigo, mas folga em saber que finalmente o ex-prefeito reconhece que o imóvel é seu, coisa que ele negava até cinco meses atrás. Aliás, parece estar na hora de executar o contrato, pois a obra se arrasta há mais de ano.

Eleições 2014

Requião teria procurado Barros

Embora tenha circulado no final de semana a informação a respeito da possibilidade de o vice de Roberto Requião poder sair do PT, no sábado o blog soube que o senador peemedebista telefonou para o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), propondo justamente a vice. Foi o candidato a governador pelo PHS quem fez questão de divulgar a notícia do telefonema para alguns interlocutores.

Eleições 2014

Circula por aí que…

beto richa… o candidato do PHS ao governo, Silvio Barros II, está muito baqueado com a prisão de seu amigo Edenilso Rossi, da Sial, pelo Gaeco. Além da relação de amizade, com direito a carro da construtora à sua disposição e a construção de sua residência num condomínio de luxo, há a questão da sustentação financeira da campanha. O irmão mais novo, Ricardo Barros (PP), inclusive teria seguido esta manhã para Curitiba com a missão de negociar a candidatura do irmão mais velho e do Pros, que está com sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti. O governador Beto Richa (PSDB), que estará na região semana que vem, assume a condição do marido traído na história – tanto pelos deputados do PMDB (a parte ruim do partido foi abrigada por seu governo) quanto pelo ex-secretário de Indústria e Comércio, que continua, no entanto, mantendo os indicados em cargos-chave do governo estadual, inclusive na própria secretaria. O “momento potássio” de Richa passa pela gozação de ter, em seu governo, cargos comissionados indicados pelo PMDB que garantiu Requião (o partido tem cargos na Sanepar em Maringá) e pelo PHS que indicou SB II (igualmente, com cargos na Sanepar local).

Política

PP irá de PHS, revela comentarista da CBN


O governador Beto Richa (PSDB) não terá o apoio do PP, que vai apoiar o ex-prefeito de Maringá Silvio Barros II (PHS). A informação foi dada nesta manhã por Gilson Aguiar, apresentador e comentarista político da Rádio CBN Maringá, ao falar sobre a convenção do PMDB. Até então, as principais lideranças do PP estadual – incluindo o presidente estadual Nelson Meurer e o também deputado federal Dilceu Sperafico – haviam manifestado que o partido iria apoiar a reeleição de Beto Richa, que, de acordo com Aguiar, que apresenta programa na mesma emissora com o candidato do PHS, ainda precisa de “muito apoio”.

Geral

As ligações entre o empreiteiro e o candidato a governador

carro
Além de construir a residência nova do candidato a governador pelo PHS, Silvio Barros II, num luxuoso condomínio na zona leste de Maringá, em imóvel que teria custado R$ 1,3 milhão, o empreiteiro Edenilso Rossi, sócio do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), ainda emprestava o automóvel Cruze, em nome da Sial, ao ex-prefeito de Maringá. A foto é de julho do ano passado e mostra o carro defronte a atual casa de SB II, na Zona 2. Silvio, não fosse a obediência ao irmão Ricardo (outro amigo de Rossi, cuja empresa construiu obras com emendas parlamentares viabilizadas pelo ex-secretário de Richa), seria coordenador da campanha de Rossi a deputado federal. Apesar da impossibilidade, porém, a amizade entre os dois levou a enteada do ex-prefeito, Priscila Miquelissa, filha de Bernadete Barros, a ser escolhida vice-presidente do PSD Jovem, em maio passado. Sem esquecer que em todas as entrevistas, Silvio Barros II dizia que buscaria coligação com o PSD, justamente por causa de suas relações com Rossi, tesoureiro estadual do partido. A prisão do empreiteiro, reforça um observador, pode influenciar na sustentabilidade da candidatura do fratello mais velho.

Geral

Candidato do PHS tinha carro da Sial à sua disposição

Rossi-Silvio
A amizade entre o candidato a governador pelo PHS, Silvio Barros II, e o empreiteiro Edenilso Rossi, preso ontem pelo Gaeco em Curitiba, é antiga. Até tempos atrás o ex-prefeito abrigava na garagem de sua residência, na Zona 2, um Cruze branco, de propriedade da Sial, colocado à sua disposição por Rossi; soube-se que o carro era usado pela mulher de Silvio. A proximidade é tanta que em 2006 o próprio Silvio teve que explicar aos vereadores que Rossi não era, como se comenta até hoje nos bastidores, proprietário da Transresíduos, empresa contratada sem licitação no início de 2005, logo após a eleição de SB II, por US$ 1 milhão. A foto acima, que mostra os dois entre Mário Alexandre e Ulisses Maia, foi publicada em 2008 no blog.

Geral

Empreiteiro preso pelo Gaeco é ligado aos irmãos Barros

Parthenon Residence

Caiu como uma bomba nos meios políticos de Maringá e região a prisão do empreiteiro Edenilso Rossi Arnaldi, dono da Sial. Nas redes sociais e blogs lembra-se que ele, acusado de envolvimento na fraude em licitação no Tribunal de Contas, além de presidente do PSD de São José dos Pinhais e tesoureiro do PSD do Paraná, é muito ligado ao ex-deputado Ricardo Barros (PP) e ao seu irmão, Silvio Barros II, ex-prefeito de Maringá e candidato à governador pelo PHS. A Sial construiu obras com emendas viabilizadas pelo ex-deputado federal do PP. O empreiteiro também está construindo a casa de Silvio Barros II num condomínio de luxo fechado em Maringá (o imóvel, no Parthenon, foto, teria sido adquirido por R$ 1,3 milhão no final do segundo mandato do ex-prefeito) e foi um dos principais doadores das duas campanhas do candidato do PHS. Rossi também é sócio do atual prefeito de Maringá, Roberto Pupin (PP), numa fazenda em Pedro Afonso, no estado de Tocantins, além de comentarista na Rádio Globo AM Maringá. Eles estariam tratando judicialmente da separação da sociedade há alguns meses. Sua detenção, ontem, pelo Gaeco, segundo observador político local, “quebrou” a perna financeira da campanha de SB II a governador.

Eleições 2014

SB II atrás de apoio

Nem bem teve de volta os direitos políticos, que haviam sido suspensos por cinco anos por causa de condenação por improbidade administrativa, o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) já está atrás de apoio de empresários para sua campanha para governador. A propósito da liberação, que envolveu a contratação de advogados de renome e não deve ter saído barato, o teor da decisão ainda não foi publicado. Com pouco tempo de televisão, e ainda correndo o risco de sofrer novas condenações por improbidade – a mais recente denúncia é quanto a ter comandado um esquema irregular de desapropriações para a implantação do Parque Industrial de Maringá -, ele está nesta tarde conversando com empresários na sede da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí. O fratello mais velho estaria expondo algumas das propostas de governo mas, principalmente, pedindo apoio (leia-se recursos para a campanha).

Blog

STJ libera Silvio Barros II para disputar as eleições

silvio(Corrigido) A Primeira Turma do STJ, vencido o ministro Sergio Kukina, deu provimento ao recurso especial do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), na sessão extraordinária realizada hoje. O ex-prefeito, candidato a governador pelo PHS, havia sido condenado em primeira e segunda instâncias por improbidade administrativa e estava inelegível, até 25 de abril, quando conseguiu uma medida cautelar do ministro Ari Pargendler, relator do recurso, no Superior Tribunal de Justiça desde janeiro de 2012. Votaram com o relator os ministros Arnaldo Esteves Lima, Napoleão Nunes Maia Filho e Benedito Gonçalves. Houve sustentação oral de Gabriela Rollemberg, filha do senador Rodrigo Rollemberg, ex- secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia no governo Lula, que já havia atuado na defesa de Carlos Roberto Pupin no TSE, e do subprocurador geral da República Roberto Luis Oppermann Thomé pelo MP. No final da tarde (a proclamação do resultado ocorreu às 15h19 e, no site do STJ, foi disponibilizado no início da noite) o escritório estadual do PHS enviou e-mail comunicando “com grande alegria que Silvio Barros II foi liberado em 100%” para concorrer ao governo. O recurso era referente à contratação irregular de três cabos eleitorais; SB II responde a outras ações civis públicas por improbidade movidas pelo MP.

Política

Aguardando o STJ

Começará às 14h a sessão extraordinária da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça, cuja pauta, com 17 itens, foi acrescida na última sexta-feira do recurso especial do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), lançado candidato ao governo do Paraná graças a uma liminar do ministro Ari Pangendler, e que busca reverter condenação por improbidade administrativa, resultado de ação civil pública do Ministério Público Estadual. Se perder o recurso, se tornará inelegível, de acordo com a lei da Ficha Limpa. Se por algum motivo o recurso não for apreciado hoje, fica para a sessão seguinte – possivelmente, 5 de agosto. Como o blog já registrou, apesar da condenação em primeira e segunda instâncias o ex-prefeito já comemora a vitória no STJ, que se daria por uma diferença de dois votos.

Justiça

Improbidade: julgamento de Silvio Barros II foi adiado para segunda-feira

adiamento
Ontem, Dia dos Namorados, o ex-prefeito de Maringá Silvio Barros II (PHS) ganhou um presente: o adiamento do julgamento de seu recurso contra a condenação por improbidade administrativa, de primeira e segunda instâncias, por ter nomeado irregularmente três apadrinhados políticos em cargos comissionados. O ministro relator Ari Pargendler atendeu petição dos advogados do candidato a governador do PHS – entre eles, a filha de um ex-ministro do PT e um secretário do governador Beto Richa (PSDB) – e adiou o julgamento para a próxima segunda-feira. O pedido de adiamento foi protocolizado na quarta-feira, um dia depois da convenção do PHS, realizada em Maringá. O processo encontra-se no Superior Tribunal de Justiça desde setembro de 2011. O julgamento deveria ocorrer hoje, a partir das 14h, depois de ter sido colocado em pauta pelo ministro Francisco Falcão, presidente da Primeira Turma do STJ. Com o adiamento, a candidatura ganha seu primeiro final de semana, já que o ex-prefeito obteve a suspensão da aplicação da Lei Ficha Limpa; temporariamente, portanto, deixou de ser ficha suja. Além da suspensão dos direitos políticos por cinco anos, Silvio Barros II foi condenado a pagar multa civil, a devolver os salários recebidos irregularmente pelos nomeados e foi proibido de fazer negócios com o poder público.

Política

Candidatura de Silvio Barros II a governador pode durar só três dias

Pauta de julgamentos
A candidatura do ex-prefeito Silvio Barros II ao governo do Paraná, que será lançada amanhã pelo PHS, pode durar apenas três dias. É que o recurso especial em que ele recorre da condenação de primeira e segunda instância por improbidade administrativa – devido à contratação irregular de apadrinhados políticos – entrou na pauta da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça e deve ser julgado na próxima sexta-feira, 13. A inclusão do processo foi determinada pelo ministro Napoleão Nunes Maia Filho, presidente da Turma Primeira, e que em dezembro de 2011 já havia rejeitado monocraticamente o recurso; em abril passado, o ministro Ari Pargendler, em outra decisão monocrática, suspendeu os efeitos da decisão anterior. Os julgamentos começarão às 14h. Dependendo da decisão do STJ, Silvio II voltará a ficar inelegível. Entre os advogados do ex-prefeito de Maringá estão uma filha de um ex-ministro do PT e Horácio Monteschio, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB). Silvio Barros II foi condenado a cinco anos de suspensão dos direitos políticos, ao pagamento de multa equivalente a R$ 250 mil e a devolução de recursos recebidos ilegalmente por três nomeados que ocupavam irregularmente cargos comissionados em sua administração. SB II responde a outros processos por improbidade.

Política

PHS lança candidato escorado em liminar

silvioO PHS marcou para amanhã às 10h, no Auditório Dona Guilhermina, em Maringá, a sua convenção estadual. Foram anunciadas as presenças dos presidentes nacionais do PHS, Eduardo Machado, e Eurípedes Junior, do Pros, que devem formalizar coligação para lançar o ex-prefeito Silvio Barros II a governador. Toda a situação é organizada pelo irmão mais novo, Ricardo Barros (PP). O PHS é o primeiro partido paranaense a lançar candidatura a governador por um motivo: Silvio Barros II era ficha suja até 25 de abril passado, quando ganhou do ministro Ari Pargendler, do STJ, uma medida cautelar que suspende temporariamente os efeitos da Lei Ficha Limpa. Ele foi condenado em primeira e segunda instância por contratação irregular de apaniguados políticos, e terá que devolver dinheiro ao erário, além de ficar cinco anos sem votar nem ser votado. Como a decisão é liminar até o julgamento, ele pode voltar a ficar inelegível. No mês passado o ex-prefeito voltou a ser denunciado por improbidade administrativa, acusado de comandar do paço municipal um grande esquema de desapropriações irregulares.

Política

PHS de Silvio Barros II tenta aliança com PCdoB

sbEm entrevista ao Bem Paraná, o ex-prefeito Silvio Barros II confirmou que seu irmão mais novo vem conversando com o PCdoB (via deputado Ricardo Gomyde) para tentar conseguir tempo de televisão para viabilizar sua candidatura ao governo do estado, pelo PHS. Disse que “em política, lealdade é uma virtude muito importante”, possivelmente referindo-se a Ricardo Barros, ex-secretário de Beto Richa, que namorou o PT, colocou a mulher no Pros para tentar a vice do tucano e deu o PHS ao próprio irmão, a quem quer lançar agora na disputa pelo governo do estado. O repórter Ivan Santos não perguntou sobre ficha suja; a de SB II está temporariamente suspensa, graças ao ministro Ari Pargendler, do STJ, depois de ter sido condenado em primeira e segunda instância por improbidade administrativa a devolver recursos ao erário, multa e a cinco anos de suspensão de direitos políticos. Por sinal, abrem-se as apostas: a liminar que permite Silvio Barros II brincar de pré-candidato a governador vai durar muito tempo?

Política

Richa foi na veia

O governador Beto Richa (PSDB) aliou habilidade com fina ironia ao tratar da anunciada pré-candidatura ao governo do estado do multiprocessado ex-prefeito Silvio Barros II (PHS), irmão mais velho do seu ex-secretário de Indústria e Comércio. Perguntado sobre o que achava, disse ele: “Eu não tenho que dizer nada. Quem tem que achar são os eleitores. Isso se ele puder ser candidato, né?, pois ele estava condenado até dias atrás”. Os efeitos de ficha suja de uma das condenações por improbidade administrativa de SB II, recorde-se, foram suspensos temporariamente por liminar do ministro Ari Pargendler, do STJ.
A propósito: Silvio Barros II não apareceu no evento, e o irmão mais novo, Ricardo, ficou só até o governador chegar.