Vereadores

Akino

Aplausos, mas nem tanto

Leitor faz o seguinte comentário a propósito do nosso pedido de desculpas ao dr. Manoel: “Não me penitencio… Acho sim que foi um equívoco e o dr. Manoel precisaria se desculpar. Senão vejamos:– E se, quando Hossokawa foi conversar com a a$$im (uma espécie de “indicadora” de suas atitudes), a entidade tivesse ficado do lado dos do Amém?– E se a OAB (muiiito tardiamente e só Deus sabe quais os interesses a não ser o de “aparecer” depois que todos já deram seus pareceres) não tivesse se manifestado?– E se a Igreja Católica também não tivesse mandado seu recado através do Conselho de Leigos?– E se os verdadeiros organizadores contraos $uper$alário$ (aqueles que o Heine tanto chamou de meia dúzia de gatos pingados e baderneiros) não tivessem continuado na luta pela revogação dos R$ 12.024,45, através das redes sociais e do acompanhamento em todas as sessões da câmara, com o oferecimento de pizzas cobrando a votação do resultado da Audiência Pública feita e aceita pela Comissão de Finanças e Orçamento com o projeto de R$ 8 mil?- E se os vereadores não tivessem voltado atrás? Os subsídios, que é isso que tem que ser, pois vereadores devem continuar com os seus afazeres e suas profissões continuariam com os $uper$alário$ de R$ 12.024, 45 e um abraço pro gaiteiro, né não, dr. Manoel?”.
Meu comentário: Caro leitor, para ser sincero, concordo plenamente com você. Continue lendo ›

Akino

Pegadinha dos malandros

O título é uma homenagem ao humorista Sérgio Malandro. Mudando de assunto, li no blog do Linjardi o seguinte: “A reviravolta no caso dos salários dos vereadores em Maringá não significa que da noite para o dia surgiu o respeito ao dinheiro do contribuinte. Ninguém fica bonzinho de uma hora para a outra. A preocupação de quem mudou de ideia é a possibilidade de não se reeleger. De que adianta aprovar um supersalário para os outros? Mesmo os mais caras de pau sentiriam desconforto na hora de sair distribuindo santinhos e pedir votos. Melhor tentar garantir o feijão com o arroz, os R$ 6,9 mil no bolso, não é mesmo? Nada como a proximidade das eleições para despertar o espírito natalino nos políticos.”Continue lendo ›

Akino

Dr. Manoel, um voto decisivo

Quero me penitenciar, dar as mãos à palmatória, pedir desculpas pelas críticas que fizemos dizendo que o voto do dr. Manoel tinha sido decisivo para a manutenção do subsídio de R$ 12.025,00. De fato o seu voto foi decisivo, mas para que não fossem fixados em R$ 8 mil, e sim em R$ 6,9 mil. Atuação de gênio, de gênio, diria Luciano do Vale, narrando um golaço. Brilhante, sensacional, vereadores como V. Excia honram o mandato. Obrigado, dr. Manoel.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Vaidade, ciúme, inveja…

O que levou vereadores da Câmara de Maringá, onde a Turma do Amém manda e desmanda, a trocar um salário de R$ 8 mil por um de R$ 6,9 mil? A resposta está no título desta postagem: ciúme de homem. A cidade toda comenta que o melhor vereador da casa é Humberto Henrique, do PT, que participa da Comissão de Finanças e Orçamento, e era quem havia proposto o subsídio de R$ 8 mil, valor mais palatável que os R$ 12 mil que Heine, John, Hossokawa et caterva defendiam e aprovaram anteriormente.
A base aliada chegou a colocar o vereador João Alves Correa (PMDB), de triste passagem pela presidência da casa, para “bater” no petista, que respondeu chamando-o de mentiroso. No fundo, com boa parte comprometida com a improbidade e, por isso, impossibilitada de disputar a reeleição, a base aliada busca transformar os independentes em iguais. Ainda mais quando nos bastidores se comenta que Humberto Henrique, de postura irretocável no mandato, deve ser o mais votado dos vereadores nas eleições deste ano.

Blog

Outros valores serão reduzidos

Onde a gente se inscreve para tentar uma vaga de secretário municipal, a partir de janeiro de 2013? É que os vereadores maringaenses, que são 15, depois de aumentar em R$ 4 mil a verba para contratação de assessores, baixaram os subsídios dos próximos vereadores para R$ 6,9 mil, mas mantiveram R$ 12 mil para os secretários e R$ 25 mil para o próximo prefeito. Mas, calma: a Comissão de Finanças e Orçamento fará outro projeto, específico para os subsídios do prefeito, vice e secretários, já que os valores aprovados também são supersalários.

Akino

John será o grande vitorioso

Se for confirmada a aprovação de subsídios de R$ 9,5 mil para vereadores de Maringá, John será o grande vitorioso. É verdade que ele quer R$ 12.025,00, para isto lutou desde que foi representado por Crispim naquela licença ‘meio mandraque’ que tirou para permitir que o companheiro sentisse o gostinho dos subsídios atuais. Mandraque, porque mesmo de licença participou de duas das mais importantes votações do período, as que aprovaram os subsídios e do cadastro das geminadas, onde inclusive protagonizou o espetáculo de quase nudismo.
Na derrubada do projeto da CFO, que fixava em R$ 8 mil, mudou o voto de Luiz do Postinho,sabe-se lá de que forma.
Se John for o grande vitorioso, os grandes responsáveis serão dr. Manoel e Mário Hossokawa, e o grande auxiliar W. Andrade. Onde está a sociedade organizada? Onde estão as igrejas que não se movimentam? Onde está todo mundo?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Um prejuízo de R$ 1,5 milhão

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Deve entrar em discussão na sessão desta quinta-feira, em regime de urgência, o novo projeto da CFO de redução do subsídio dos vereadores. A proposta agora é reduzir para R$ 9,5 mil. Fiquei sabendo que não há consenso, mas, tem voto para aprovação.”
Meu comentário (Akino): Se aprovado o subsídio de R$ 9,5 mil representará uma despesa adicional de cerca de R$ 1,5 milhão, nos quatro anos, em relação aos R$ 8 mil, que seriam aprovados, caso o dr. Manoel não tivesse votado contra. É este o montante do prejuízo que representa o seu voto. Por esta razão ele tem obrigação de se mobilizar para apresentar emenda no valor de aproximado, e mobilizar os outros 7 vereadores que votaram pelos R$ 8 mil, naquela famigerada sessão, para derrubarem o esquema montando pelos que, no fundo, não querem a redução.
Akino Maringá, colaborador

Política

Hossokawa quer votar salário antes de viajar para o Japão

Depois de desperdiçar a oportunidade de exercer o direito do voto há algumas sessões, em relação aos subsídios dos próximos vereadores, prefeito, vice e secretários de Maringá, o presidente da câmara municipal, Mário Hossokawa (PMDB), quer limpar a barra antes de viajar para o Japão. A viagem, de 15 dias, vai custar quase R$ 17 mil em diárias para os cofres do Legislastivo. Ele procurou a Acim na semana passada para pedir apoio à proposta de um salário de R$ 9,5 mil, mas os diretores da entidade não a receberam com entusiasmo e não manifestaram apoio. Se a Acim não apoia, imagine as demais entidades que estão engajadas há tempos na defesa da redução dos subsídios. Hossokawa, porém, tem insistido.
PS – A propósito, ontem o vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes (PMN), da Comissão de Finanças e Orçamento, mostrou surpresa quando foi informado de que o salário do próximo prefeito de Maringá, pela proposta original, seria maior que a do prefeito de São Paulo. Saboia está bem de assessoria…

Akino

Ameaças e “ameaças”

Assisti ontem à noite, como parte do meu trabalho voluntário de acompanhamento das atividades políticas de Maringá, especialmente da Câmara, a sessão gravada e vou dar a versão do que entendi. Zebrão, ao comunicar que o inquérito aberto para apurar supostas irregularidades nas reuniões das comissões da Câmara foi arquivado, disse que Murilo Gatti teria uma surpresa, que aguardasse que teria uma surpresinha. A fala de Zebrão foi até ingênua, mas dava um tom de ameça. Que surpresa seria? Um atentado? Paulo Soni foi mais direto, disse que iria processá-lo e pedir indenização. Heine, que não tinha nada a ver com o assunto, e poderia ficar calado, entrou no assunto, disse não deixaria barato, ou por menos, não lembro ao certo. Flávio Vicente, mais ou menos diplomático, falou da matéria do último domingo, depreciando o trabalho do jornalista. Zebrão, talvez alertado, corrigiu-se, dizendo que a surpresa seria um processo.Continue lendo ›

Akino

A culpa é da imprensa

Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Alguns vereadores deram piti na sessão de hoje da Câmara Municipal. A turma está indignada com a reportagem de domingo de O Diário, onde é comparado que apenas 1,2% dos maringaenses tem salário igual ou superior ao de vereador – R$ 12 mil. Detalhe é que para se chegar a um salário desses no setor privado, as exigências são muitas por parte de quem está contratando. Já para ser vereador, é exigido, basicamente, ser maior de 18 anos, alfabetizado (ou quase isso) e ter a ficha limpa na Justiça. Um dos alvos dos ataques dos vereadores mais exaltados é o repórter Murilo Gatti. Continue lendo ›

Maringá

Proposta tem “efeito devastador”

O Forum Maringaense pelo Direito à Cidade (FMDC) está alertando a todas as suas entidades que o compõem, bem como aos maringaenses, que está na pauta de hoje do Legislativo um projeto de lei de autoria dos vereadores Bravin (PP) e Luiz do Postinho (PRP) que retira do artigo 24 da lei 888 a exigência de realização de conferência pública para qualquer alteração no uso e ocupação do solo. “O FMDC alerta que apesar de parecer um projeto inocente que atende apenas a mudança de eixo residencial em eixo de comércio (o argumento que os autores da matéria utilizarão), tem um efeito devastador pois possibilitaria ao Executivo concessões de toda ordem. Além disso este não é o encaminhamento para mudanças na legislação urbanística municipal”, comentou Ana Lúcia Rodrigues, professora do Departamento de Ciências Sociais, coordenadora do Observatório das Metrópoles-Núcleo Região Metropolitana de Maringá e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UEM.

Akino

Supersalários de assessores

Fala-se muito dos supersalários dos vereadores, mas entre os assessores a situação não é diferente. Quinze cargos de 15 chefes de gabinetes, recebendo R$ 5.583,80 cada. São eles: Claudemir Batista de Souza, Custódia Bento Ribeiro, Denize Aparecida Mazini, Gustavo Batista, Wagner Vinci Junior, João Batista Pereira, João Roberto Domingos, Josemar Aparecido Lima, Lincon Cristian de Souza, Moisés Vieira Camargo, Pedro Eugênio da Silva, Pedro Massayuki Teramon, Reginaldo Ferreira Lima, Rodrigo Gonçalves de Lima e Evania Cavenaghi.
Alguns questionamentos: Continue lendo ›

Política

Em paz

Enquanto o tema do aumento nos subsídios dos vereadores domina a cena política legislativa de Maringá, a turma se esquece de cobrar a redução na chamada verba de gabinete, que foi aumentada em quase R$ 4 mil.

Brasil

Em AL, prisão para todos os vereadores

Numa mobilização de grande escala envolvendo militares do Bope e da Força Nacional, que realizaram praticamente uma ocupação da região central de Rio Largo, em Alagoas, a polícia cumpriu ontem mandados judiciais decorrentes de uma operação desencadeada pelo Gecoc, grupo especial do Ministério Público Estadual de combate às organizações criminosas. Entre os alvos das ordens de prisão estavam todos os vereadores da cidade, acusados de fraude nas transações de um terreno desapropriado pelo município e vendido, depois, a um grupo, constituído no Pará, antes da negociação. O terreno foi negociado por R$ 700 mil, mas uma avaliação posterior mostrou que o valor real seria de R$ 20 milhões. Pelo preço que recebeu, nas transações investigadas pelo Gecoc, o imóvel de mais 2,5 milhões de metros quadrados, numa área plana e de localização privilegiada, saíra por apenas R$ 0,27 o metro quadrado. Leia mais. Rio Largo é como se fosse Sarandi, conurbado com Maceió, e também por causa da falta de infraestrutura.

Akino

Por um voto, prejuízo de R$ 3,6 milhões

Agradeço a pronta resposta do gabinete do dr. Manoel, em e-mail enviado a este colaborador, que reproduzimos a seguir:
“Caro(a) Sr(a) Akino: O Senhor(a) que acompanha as atividades da Câmara Municipal de Maringá tem conhecimento do posicionamento do dr. Manoel na questão dos subsídios. Caso queira, pode passar aqui no gabinete que lhe entregaremos documentos (atas, vídeos das sessões) que comprovam que nunca o dr. Manoel foi a favor do subsídio de R$ 12.025,00.
Acreditamos que o eleitor maringaense está recebendo um verdadeiro desserviço da imprensa que, apressadamente, não informa como os fatos se deram/dão. Lembra-se da votação do ano passado? Lembra-se quando foi votado o projeto que fixou o subsídios em R$ 12.025,00?? Lembra-se quem votou contra? Foram o dr. Manoel e outros dois vereadores. Continue lendo ›

Opinião

Sete homens e um destino

De José Luiz Boromelo:
A população da Cidade Canção foi mais uma vez brindada com acontecimentos políticos dignos de um bom roteiro de Hollywood. Os legítimos representantes do povo resolveram legislar em causa própria, a despeito das inúmeras demonstrações de desagrado por parte dos eleitores, com respeito a decisões que se mostraram essencialmente corporativas. O imbróglio do aumento dos subsídios dos parlamentares municipais se arrasta há um bom tempo, e apesar das pressões de entidades, grupos organizados de diversos segmentos da sociedade e dos cidadãos comuns que demonstraram sua indignação, fez-se a vontade da maioria dos edis maringaenses. A votação da referida matéria acabou com um empate de 7 a 7, restando somente ao presidente daquela casa legislativa a decisão final. Porém, de maneira inesperada e fazendo uso das prerrogativas que o regimento interno lhe proporciona, manteve-se “em cima do muro”, preferindo abster-se de externar sua posição. Em outras palavras, sua inexplicável omissão foi decisiva para que o projeto de lei fosse aprovado.Continue lendo ›

Maringá

Nota da Acim repudia vereadores

A Associação Comercial e Empresarial de Maringá divulgou há pouco seu descontentamento perante a atuação dos vereadores da cidade que, ignorando o apelo contrário da população, mantiveram os subsídios do legislativo em R$ 12.025,40, válidos para a próxima legislatura (2013-1016). “Este não era o presente que os maringaenses estavam esperando dos seus representantes no legislativo local. Para a Acim, o valor é uma ofensa ao trabalhador brasileiro. Em cinco anos, os subsídios dos vereadores, com a aprovação do novo valor, terão aumento de 110%, enquanto que o salário mínimo, no mesmo período, avançou 49%. De 2011 para 2012, o acréscimo no ordenado de quem recebe salário mínimo foi de aproximadamente R$ 77. Continue lendo ›

Maringá

Supersalários: tentativa de acordo

Hoje às 14h o Movimento $uper$aláriosNão! procurará a Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara para solicitar que seja aberto novo diálogo com as entidades para redefinir um projeto a ser reapresentado para a revogação dos valores dos subsídios. Para o movimento é hora tentar resolver definitivamente essa questão. Caso haja essa disposição não haverá o protesto programado para a sessão dessa terça.

Akino

Hossokawa, Manoel e Luiz do Postinho devem explicar

Tenho a intuição de que na sessão de hoje estes três vereadores usaram a tribuna para explicar, cada um, a sua posição em relação aos supersalários. Hossokawa continuará firme defendendo os R$ 9,4 mil. Manoel pedirá desculpas aos eleitores, dizendo que foi mal interpretado, que sua assessoria falhou e que ao votar contra os R$ 8 mil, não estava em conluio com o seu genro Paulo Soni, fazendo o jogo de Hossokawa, Heine, Jonh e outros, que no fundo querem que fique como está. Luiz do Postinho, esse dirá que estava com um problema de saúde e que foi atacado pela sindrome do pânico, pela pressão de John e W. Andrade.
PS: John e W. Andrade, desmentirão que pressionaram Luiz do Postinho: Gostaria que o presidente completasse o que ia dizendo sobre este modesto colaborador, quando foi interrompido pela manifestação dos presentes. Lembro que chegou a dizer: “Não sei se o Akino…”
Akino Maringá, colaborador

Akino

Supersalários, uma explicação

Leitor que se identifica como José Antonio fez o seguinte comentário, a proposito de postagem intitulada “Eles não querem a revogação dos supersalários?“: Caro Rigon, não foi o Silvio que mandou a proposta (ou projeto de lei) para ser votado pela câmara? Eu pensei ter entendido exatamente isso… de que o Legislativo não pode legislar sobre questões orçamentárias… só pode votar o que o prefeito encaminha àquela casa de leis, né não? Por favor, informe-nos sobre i$$o.
Meu comentário: José Antonio, no caso da fixação de salários (subsídios) para o prefeito, vice, vereadores e secretários, a competência é da Câmara, mas opPrefeito pode vetar a lei, se entender que os valores não estão de acordo, foi que pedimos na época em que foram aprovados esses valores absurdos. Continue lendo ›

Akino

“Vereadores doutores”

Os quatro vereadores médicos, da Câmara de Maringá, se intitulam doutores, tanto que o no painel de votação, em ordem alfabética seus nomes aparecem na letra d. Embora nenhum seja doutor na acepção do termo, por tradição costuma-se dar-lhes, profissionalmente, este tratamento. Logo nos primeiros meses de mandato três perderam o meu respeito, como Vereadores, por suas atuações desastrosas sobretudo contra a redução de comissionados, que na época chegava a quase duzentos. Apenas um continuou merecendo, da nossa parte, do tratamento de dr., o vereador Manoel Sobrinho, dr. Manoel.Continue lendo ›

Blog

Nas homilias

O assunto nas missas de Maringá neste domingo foi o comportamento dos vereadores que votaram pelo aumento dos subsídios. Os que votaram pela redução foram elogiados, inclusive em homilias; os outros (Heine Macieira, Manoel Sobrinho, Luiz do Postinho, Wellington Andrade, João Alves Correa, Paulo Soni, Zebrão e Mário Hossokawa) entraram num verdadeiro corredor polonês.

Akino

“Síndrome demóstenes”

Confesso que ainda estou abalado, meio desequilibrado depois que descobri que Demóstenes Torres nos enganava vergonhosamente. Se apresentava como paladino da moralidade e no fundo era uma cachoeira de improbidade. Estou muito desconfiado da conduta dos vereadores Manoel Sobrinho de Paulo Soni. Na última sessão Soni estava muito carinhoso com o sogro. O apresentou, fez revelações íntimas, até, sobre o parentesco de ambos, que não nos cabe aqui reproduzir. Manoel, por seu turmo, disse que pretendia fazer uma emenda fixado os subsídios em R$ 3.000,00, mas a pedido do genro decidiu apoiar a dele. Muito estranho. Em diversas oportunidades o genro não ouviu o sogro. Soni sempre foi da turma do amém. Teve todas as chances de se consagrar como autor da emenda, quando era presidente da CFO, e sempre , segundo dizem, obedeceu ao presidente e não apresentou o projeto. Agora, todo bonzinho, vem com uma emenda propondo a manutenção do salário atual e convence o sogro a seguí-lo. No vereador Manoel Sobrinho sempre acreditei que seja ético, honesto, mas uma dúvida me atormenta desde quinta feira. Não, não pode ser. Deve ser sindrome demóstenes. Ele não pode ser tão dissimulado a ponto de nos enganar. Prefiro pensar como o Messias Mendes e continuar acreditando na honestidade e conduta ética do dr. Manoel (vou até chamá-lo de dotô).
Akino Maringá, colaborador

Blog

Na base da pressão

Os vereadores João Alves (PMDB) e Wellington Andrade (PRP) teriam sido os que fizeram o colega Luiz do Postinho (PRP) votar pela manutenção do supersalário na próxima legislatura. Embora os três estejam fora da próxima legistura, seja por força da ficha limpa ou da decepção que causaram ao eleitor, prevaleceu a vontade de uma quarta figura na história. John e Wellington, soube-se depois, teriam transmitido a Luiz do Postinho um recado do capo Ricardo Barros (PP): ou votava contra a redução ou não teria vaga garantida no PRP para disputar a reeleição.

Akino

Foi chantagem?

Chantagens não seriam incomuns em grandes votações no Legislativo. Numa das últimas legislaturas, numa determinada Câmara da região noroeste, um vereador teria sido chantageado pelo então presidente e diretor, que, de posse de uma foto comprometedora, ameaçavam revelar sua opção sexual, mantida em segredo pelo edil. Notem bem, teria sido. Em função disso ele, que era oposição, mudou completamente de lado.
Sem nenhuma analogia, há informação de que o vereador Luiz do Postinho, que no dia anterior havia declarado que votaria pelo valor de R$ 8 mil, teria sido pressionado por dois conhecidos vereadores, muito amigos, e mudado de posição na hora. Teria sido só pressionado, ou foi chantageado?
Akino Maringá, colaborador

Política

OAB repudia vereadores de Maringá

A subseção de Maringá da OAB divulgou em seu site nota de repúdio aos vereadores que votaram pela manutenção dos supersalários, incluindo os de prefeito, vice e secretários, da próxima legislatura. Para a entidade, ao manter os supersalários os vereadores desrespeitaram os cidadãos que lhes confiaram o seu voto”. Leia mais.

Andye Iore

Como Silvério dos Reis

Se Hossokawa agiu como Pilatos, que sabia de Jesus Cristo era um homem bom, mas deixou que fosse crucificado, o vereador médico Manoel Sobrinho pode ser comparado a Joaquim Silvério dos Reis, que sendo um dos inconfidentes, traiu seus companheiros. Lutador desde o começo contra os supersalários, ao se aliar ao estrategista também vereador médico Paulo Soni, e votar contra a redução para R$ 8 mil , traiu seus companheiros de luta, Humberto, Marly e Mário Verri, que ganharam a companhia de Bravin, Saboia, Flávio Vicente e até Márcia Socreppa.
Akino Maringá, colaborador

Política

Para não esquecer tão cedo

Vereadores
As críticas contra a presepada dos vereadores de Maringá na última quinta-feira estão bombando nas redes sociais. O protesto acima, feito por Willy Taguchi, foi compartilhado mais de 825 vezes até esta manhã. Como se falava lá atrás, quando houve a aprovação ao aumento, o eleitorado não esquecerá a turma até a época da eleição. E vai ser um dia por dia, de novo, avisa.

Akino

Vereador confessa que é demagogo

Em mais um discurso enrolado, o vereador médico Paulo Soni, genro do vereador médico Manoel Sobrinho, ao defender sua emenda fixando de cerca de R$ 6,6 mil os subsídios de vereadores para a próxima legislatura, disse que pretendia fazer para R$ 3 mil, mas seria ‘muita demagogia’. Então R$ 6,6 mil é menos demagogia? Por falar em demagogia, o sogro não ficou atrás.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Explicação?

Analisemos esta frase que consta da tentiva de explicação do gabinete do vereador Manoel Sobrinho sobre o seu voto contra a redução dos supersalários: “Dizer que o dr. Manoel votou contra a redução dos subsídios é uma inverdade que os fatos demonstram, e podem ser comprovados.”
Quero entender a lógica da explicação. Se com o seu voto favorável os subsídios seriam reduzidos para R$ 8.000,00, e votando contrariamente à proposta da comissão permanecem em R$ 12.025,00, como pode ser uma inverdade dizer que ele votou contra a redução? Será que não sabe fazer um simples operação aritmética? Tenha a santa paciência Dotô, esta conta até o Z* sabe fazer. Foi uma pisada na bola e das feias. Prefiro não acreditar que a intenção era esta mesma, a de fazer o jogo demagógico do uns e outros.
Akino Maringá, colaborador