Os frigoríficos Avenorte (Cianorte), Coopavel e Cooperativa Lar (de Cascavel) estão entre os 11 para os quais foi formalizado pedido de interdição esta semana pelo Ministério Público do Trabalho, por causa de casos de covid-19 entre funcionários.
O juiz do Trabalho substituto Rodrigo da Costa Clazer, de Cianorte, determinou hoje a suspensão das atividades no frigorífico Avenorte. A suspensão, além de uma série de medidas solicitadas pelo Ministério Público do Trabalho, será por 14 dias.
A Justiça do Trabalho no Paraná reduziu a zero o número de sentenças de primeiro grau em atraso, segundo dados do E-Gestão de 27 de maio. O resultado positivo foi alcançado pela soma de esforços da magistratura de primeiro grau em conjunto com a Corregedoria Regional.
Diante da pandemia do coronavírus muitas empresas – principalmente as pequenas e médias – estão enfrentando muitas dificuldades financeiras. Algumas exportações foram interrompidas, shoppings estão fechados, as viagens foram canceladas e comércios de outros segmentos também foram obrigados a baixar as portas por algum tempo, afetando empresas de diversos ramos.
Por 7 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal decidiu ontem que a validade dos acordos individuais entre empresas e empregados para redução de jornada e salários não depende do aval de sindicatos. Os acordos estão previstos na medida provisória 936/2020, editada para preservar o vínculo empregatício e permitir acesso a benefícios durante os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia.
A Diretoria Executiva Nacional do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal (Sindireceita) informoiu que, diante do agravamento do quadro de coronavírus no país, as entidades que convocaram a greve do dia 18 de março estão suspendendo a mobilização.
O PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, anunciou hoje a relação de cargos que estarão em alta no Paraná em 2020. A lista, produzida pelos consultores de carreira da Michael Page e Page Personnel, revela as profissões com maior possibilidade de demanda a partir de análises de mercado e tendências de contratações das empresas para este ano. Os cargos considerados nessa lista contemplam o alto escalão, média e alta gerência e níveis técnico e de suporte à gestão.
“As empresas estão procurando profissionais com mentalidade de crescimento e que estejam antenados às necessidades dos clientes. A economia está reagindo aos poucos, possibilitando que empresas contratem mais e ofereçam novas oportunidades. Alguns setores como Jurídico, Vendas, Recursos Humanos, Marketing, Tecnologia devem estar bem agitados na região de Curitiba. Os profissionais dessas áreas devem ficar bem atentos”, analisa Thiago Gaudêncio, gerente executivo da Michael Page e Page Personnel no Paraná.
Para chegar a essa lista, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e do entendimento das reais necessidades de contratação, os consultores consolidam essas informações e produzem a relação final dos cargos com maior possibilidade de demanda das empresas. Confira a lista:
Michael Page Jurídico Cargo: Controller Jurídico O que faz: executa funções ligadas a gestão do escritório, tanto na área técnica jurídica como na produção jurídica. Perfil da vaga: Conhecimento em ferramentas de gestão, tanto em escritórios de advocacia como no mercado em geral. Deve conhecer processos internos, saber interpretá-los e dar andamento para cumprimento de prazos e tarefas. Salário: R$ 12 mil a R$ 15 mil. Motivo para alta em 2020: Necessidade de organização, gestão e produtividade dentro dos escritórios de advocacia de todos os portes para obtenção e maximização de resultados.
Finanças Cargo: Controller O que faz: acompanhar e auditar indicadores de performance da empresa, potencializar o lucro da companhia e apoiar o planejamento, desenvolvimento e acompanhamento de estratégias financeiras e econômicas. Perfil da vaga: conhecimento avançado da área financeira, vivência na área de controladoria, domínio da língua inglesa e entendimento das normas de compliance e contábeis. Salário: R﹩17 mil a R﹩20 mil Motivo para alta em 2020: necessidade de um maior acompanhamento dos resultados, auditoria interna e externa de desempenho, controle de projetos estratégicos e o monitoramento da gestão financeira da companhia.
Vendas – Indústria Cargo: Gerente de Vendas Técnicas O que faz: Entende as especificidades de cada cliente e conduz negociações de alta complexidade, em geral negociações que levam mais tempo para fechar. Geralmente são contratos de longo prazo. Perfil da vaga: Experiência em vendas de equipamentos de alta complexidade; Inglês fluente é obrigatório nessa profissão. Salário: R$ 18 mil a R$ 25 mil. Motivo para alta em 2019: Retomada da indústria trouxe a reabertura dessas vagas que estavam congeladas ou foram extintas no período de recessão.
Tecnologia Cargo: CTO O que faz: Gerencia toda a operação técnica e manutenção do TI. É ele que está focado em como criar e contratar tecnologia, como usar novas ferramentas para reduzir custos e aumentar a eficiência do sistema. Perfil da vaga: Em geral, possui background em desenvolvimento em TI, porém isso não é mandatório. Experiência em gerenciamento de projetos de TI é uma característica comum entre os profissionais desta posição. Salário: R$ 20mil a R$ 35mil Motivo para alta em 2020: Além do fato de o mercado de tecnologia está bastante aquecido, um alto número de startups tem recebido grandes investimentos. Após o investimento, grande parte dos investidores exigem a contratação de profissionais mais experientes para posições mais estratégicas. Por tecnologia ser o core destas empresas, CTO é frequentemente a posição considerada mais estratégica para elas.
Operações Cargo: Gerente de Industrial O que faz: Gerencia as etapas do processo de fabricação, de forma a garantir a rentabilidade e eficiência do processo produtivo. Muitas vezes, além de produção, departamentos como manutenção e SMS (saúde, segurança e meio ambiente) são responsabilidades do gerente industrial. Perfil da vaga: Este perfil tem um alto conhecimento do produto da companhia e uma visão ampla de toda a Supply Chain da empresa. É necessário entender os impactos de cada um dos outros departamentos na qualidade e rentabilidade do produto. Outro ponto importante deste profissional é a habilidade de transitar em todos os níveis. Salário: R$ 15mil a R$ 22mil Motivo para alta em 2020: Com as melhoras na economia, indústrias tem buscado “seniorizar” posições que haviam sido “reduzidas” durante o período de crise, de forma a investir no aumento da produção e da produtividade.
Page Personnel Comercial Cargo: executivo de contas O que faz: Responsável por abrir mercado e manter relacionamento com clientes, identificando de maneira estratégica negócios potenciais a curto, médio e longo prazo. Perfil da vaga: Experiência comercial, carteira de clientes ativa e formação superior; Conhecimento na área de foco da companhia. Idiomas como inglês e espanhol são um grande diferencial. Disponibilidade para intensa rotina de viagens. Salário: R$ 5 mil a R$ 8 mil + variável de acordo com atingimento de resultados. Motivo para alta em 2019: Todos os segmentos e principalmente startups estão constantemente buscando bons perfis para área comercial, prevendo um 2020 mais aquecido. Há grande busca por profissionais que tenham conhecimento em inglês e espanhol para abrir e manter relacionamentos comerciais.
Recursos Humanos Cargo: especialista de DHO (Desenvolvimento Humano Organizacional) O que faz: Implementa processos de desenvolvimento humano nas empresas, alinhando projetos a uma estratégia de pessoas na companhia. Perfil da vaga: Visão estratégica aliada a conhecimento de desenvolvimento de pessoas; habilidade com gestão de projetos e inglês fluente são diferenciais. Salário: R$ 7 mil a R$ 11 mil. Motivo para alta em 2019: Maior preocupação das empresas com retenção e desenvolvimento dos profissionais como forma de garantir engajamento. Com a melhora de mercado e passando a crise, as empresas voltaram a pensar em expansão e é fundamental que o time esteja preparado.
Finanças Cargo: analista de controladoria O que faz: Analisa e compila informações de indicadores econômico financeiros, elaborando relatórios periódicos e apoiando a tomada de decisão estratégica da empresa. Perfil da vaga: Visão analítica, conhecimento de negócios e habilidade de excel avançada; inglês avançado/fluente é um grande diferencial. Salário: R$ 4,5 mil a R$ 6 mil. Motivo para alta em 2019: Necessidade da empresa em olhar para sua performance financeira de forma mais estratégica, com indicadores e planilhas mais automatizadas. Novas ferramentas de Business Intelligence estão em desenvolvimento e empresas tem interesse em contratar profissionais com esse conhecimento para ampliar sua taxa de sucesso em novos projetos e expansões.
Marketing Cargo: analista de Inbound Marketing O que faz: Responsável por atrair clientes de forma espontânea para a empresa, além de estar presente na hora certa em que o cliente precisa de algum serviço ou produto. Perfil da vaga: Profissional analítico para desenvolver conteúdos para blogs e sites, conhecer ferramentas de web analytics e marketing digital (conteúdo, SEO, SEM, design, mídia, vídeo) e toda a jornada de compra do cliente. Salário: R$ 4 mil a R$ 6 mil. Motivo para alta em 2019: Crescimento exponencial de startups e empresas com modelos organizacionais no meio digital, além da necessidade das empresas em atender um problema de um cliente propondo uma solução para conquistá-lo.
Tecnologia Cargo: Desenvolvedor Front-End React O que faz: Este profissional é responsável por projetar, construir e otimizar as interfaces de um projeto web. Perfil da vaga: Perfil com experiência em programação Javascript e entendimento da biblioteca React Salário: R$ 5mil a R$ 12mil Motivo para alta em 2020: Além de a linguagem Javascript estar em alta no mercado, a React também tem sido muito buscada por ser simples, leve, além de eficiente e flexível para a criação de interfaces de usuário.
Sobre o PageGroup
Fundado na Inglaterra em 1976, o PageGroup é um conglomerado formado por algumas das consultorias de recrutamento especializado mais respeitadas no Brasil e no mundo. Listado na bolsa de valores de Londres, está presente em 36 países.
Em sua gama de soluções para recursos humanos, oferece recrutamento de conselheiros e líderes executivos, alta e média gerência, e posições técnicas e de suporte à gestão. Além disso, conta com soluções para profissionais com deficiência, temporários e terceiros, bem como a execução de programas de talentos, RPO e recrutamento de alto volume.
Atualmente, os quase 8 mil colaboradores do grupo atuam em diferentes culturas e mercados, o que contribui para o conhecimento em 3 esferas: global, regional e local. No Brasil desde 2000, os consultores espalhados pelo país já realocaram mais de 52 mil profissionais.
Estado é o segundo do país em número de postos abertos por meio desta modalidade
Estima-se que o Paraná registrou a contratação de 36.899 vagas de trabalho temporárias em 2019, um aumento de 13,7% em comparação a 2018, de acordo com os dados da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). O aumento de temporários do estado está em linha com o índice de crescimento projetado para o Brasil: de 13,8% – 553 mil pessoas em 2019 frente a 486 mil, em 2018. O Paraná está na segunda colocação em número de postos de trabalho criados para esse período de fim de ano, atrás apenas de São Paulo.
Do total do estado, aproximadamente 25% das vagas foram abertas em Curitiba e Região Metropolitana. “A maior parte das vagas temporárias está concentrada em setores para dar conta da maior demanda de consumo do período de fim de ano, que envolve sobretudo a Black Friday e o Natal. No entanto, os postos de trabalho não estão apenas nas lojas”, explica o vice-presidente da Assertem e CEO do Grupo Employer, Marcos de Abreu. “A área de logística e muitos setores que apoiam o varejo, como o marketing e o comercial, também são beneficiados por essa expansão sazonal”, ressalta.
VAREJO FORTE – Os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que, no varejo, as principais contratações foram no setor de vestuários e calçados (62,5%), hiper e supermercados (12,8%), artigos de uso pessoal e doméstico (10,7%) e móveis e eletrodomésticos (3,6%). Os novos profissionais são contratados para suprir o aumento da demanda dos consumidores. As perspectivas de gasto somente para o Natal foram de R$ 35,9 bilhões – as vendas da Black Friday foram de R﹩ 3,2 bilhões, de acordo com levantamento do Ebit e da Nielsen. Do total de vagas abertas, a maioria foi preenchida por vendedores, operadores de caixa e na área de almoxarifado. Outros setores que se beneficiaram com as contratações foram as áreas de marketing e vendas e gerentes/responsáveis especializados em operação comercial. O salário médio de admissão é R$ 1.263, aumento de 4,2% em comparação a 2018. Segundo a CNC, 26,1% dos temporários devem ser efetivados, o maior índice dos últimos cinco anos. (Comunicare)
Os trabalhadores do Paraná começam 2020 com uma excelente notícia. O reajuste do salário mínimo regional do Estado será de 5,86% este ano – 1,75 ponto percentual acima do reajuste nacional. O reajuste eleva o piso para R$ 1.383,80 na categoria 1 (o maior do país), podendo chegar a R$ 1.599,40 de acordo com a categoria. O percentual maior que o índice nacional foi aprovado nesta segunda-feira (13), em votação no Conselho Estadual do Trabalho.
As classes trabalhadoras que recebem o piso estadual se enquadram nas especificações de quatro grupos e não se aplica aos empregados que têm o piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, e aos servidores públicos.
Na categoria dos trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca, o piso sobe para R$ 1.383,80. Para o setor de serviços administrativos, serviços gerais, de reparação e manutenção e vendedores do comércio em lojas e mercados, o salário aumenta para R$ 1.436,60. Esta categoria engloba também a classe de trabalhadores domésticos.
Para os empregados na produção de bens e serviços industriais, o piso vai para R$ 1.487,20. Para o último grupo, na categoria de técnicos de nível médio, o piso passa a ser R$ 1.599,40.
“O reajuste do piso é o compromisso do nosso governo em valorizar os trabalhadores. Mantivemos o percentual maior para aumentar o poder aquisitivo dos trabalhadores abrangidos por essa lei. Isso vai se refletir no movimento do comércio e nos serviços”, enfatiza o governador Carlos Massa Ratinho Junior, que assinará decreto para oficializar o reajuste.
“O mínimo regional, que já entra na folha de janeiro, é uma referência para a negociação das categorias sindicalizadas e uma garantia para as categorias que não têm sindicato”, lembra o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost. “É uma missão do Governo do Paraná trabalhar em prol da classe trabalhadora, fazendo com que a geração de empregos no Paraná continue em alta”, reforça.
ANTECIPAÇÃO – Pela primeira vez na história, em 2020 o reajuste do mínimo regional do Paraná vale desde o primeiro dia do ano – ou seja, o novo valor deverá ser pago já na folha salarial de fevereiro. Também pela primeira vez, o percentual de aumento ficou acima do reajuste do salário mínimo federal.
Historicamente, de acordo com o que determina a lei 18766/2016, o piso salarial paranaense é reajustado pelo mesmo percentual aplicado para o reajuste do Salário Mínimo Nacional, “baseado na variação do INPC do ano anterior, com aplicação adicional, a título de ganho real, da variação real do PIB nacional observada dois anos antes”.
Como, porém, o governo federal mudou este ano a política de cálculo e decidiu reajustar o salário mínimo apenas pela inflação – ou seja, sem aumento real –, a definição sobre o percentual paranaense foi objeto de votação no Conselho Estadual do Trabalho – órgão conselho tripartite, que tem a participação de representantes do poder público, de empregados e empregadores.
Prevaleceu a proposta que mantém a somatória do PIB ao INPC para compor o valor final. Assim, o ganho real dos trabalhadores paranaenses este ano chega a 1.38 ponto percentual.
HISTÓRICO – Desde sua criação em 2006, o salário mínimo regional do Paraná, em suas categorias ocupacionais, sempre foi estabelecido em patamares superiores aos do salário mínimo nacional.
Ao mesmo tempo, essa política permitiu ao trabalhador paranaense, pertencente aos grupos previstos, a possibilidade de alcançar pisos salariais que figuram entre os mais elevados no país, quando consideradas as unidades de federação que mantêm uma política de salário mínimo regionalizada – como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. (AEN)
Confira a evolução do piso salarial paranaense, ano a ano:
2006 – R$ 427,00 a R$ 437,80 2007 – R$ 462,00 a R$ 475,20 2008 – R$ 527,00 a R$ 547,80 2009 – R$ 605,52 a R$ 629,65 2010 – R$ 663,00 a R$ 765,00 2011 – R$ 708,14 a R$ 817,78 2012 – R$ 783,20 a R$ 904,20 2013 – R$ 882,59 a R$ 1.018,94 2014 – R$ 948,20 a R$ 1.095,60 2015 – R$1.032,02 a R$ 1.192,45 2016 – R$ 1.148,40 a R$ 1.326,60 2017 – R$ 1.223,20 a R$ 1.414,60 2018 – R$ 1.247,40 a R$ 1.4410 2019 – R$ 1.306,80 a R$ 1.509,20 2020 – R$ 1.383,80 a R$ 1.599,40
Maringá terminou em destaque na geração de empregos em 2019. Foi a segunda cidade do Estado e a primeira do interior na geração de empregos. A Agência do Trabalhador de Maringá tem papel importante, tendo feito 120,9 mil atendimentos no ano. Com isso, houve 62,1 mil atendimentos sobre empregos, sendo que 19,1 mil trabalhadores foram encaminhados para entrevistas de empregos nas empresas que ofertaram mais de 6 mil vagas durante o ano. Sendo um aumento de 27% em relação às vagas de 2018.
A expectativa da agência é seguir em 2020 com o mesmo impacto. Hoje, 3, estão disponibilizadas 269 vagas de trabalho em Maringá. “Buscamos parcerias com faculdades que fazem palestras de como se preparar para a entrevista de trabalho, como fazer um bom currículo, empreendedorismo e a importância dos estudos”, explica a diretora da Agência do Trabalhador de Maringá, Clarice Chimirri.
Entre as iniciativas para 2020 estão incentivar trabalhadores a melhorar a formação para se enquadrarem às exigências das empresas. Os dados comentados são da Base de Gestão da Intermediação de Mão de Obra – Ministério da Economia (BGIMO). Entre os segmentos com mais vagas estão serviços, comércio, construção civil e indústria de transformação. Além de encaminhar os trabalhadores a agência maringaense também ajuda na colocação no mercado de trabalho. Também há preocupação em colocar pessoas com deficiência trabalhando nas empresas. Em 2019 foram 3.397 profissionais com algum tipo de deficiência que foram encaminhados para entrevistas de emprego nas empresas. (PMM)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (foto), avalia devolver para o Executivo trechos da medida provisória do programa Verde Amarelo, que visa a incentivar a contratação de jovens de 18 a 29 anos.
O Paraná teve um saldo positivo de 8.726 novas vagas formais de trabalho em agosto, chegando à marca de 49.704 empregos no acumulado do ano. Maringá, que teve 6.431 admissões formais e 6.197 demissões, abriu 234 vagas, ficou de fora dos quatro municípios que mais abriram vagas; em 12 meses, porém, o saldo é de 4.716 vagas abertas na Cidade Canção.Continue lendo ›
O Paraná manteve a curva de crescimento do emprego e abriu no mês de maio 1.431 novos postos de trabalho. Maringá foi a terceira cidade do estado na geração de empregos. O Paraná foi o único estado do Sul com índice positivo, já que Santa Catarina perdeu 1.159 vagas e o Rio Grande do Sul 11.207. Continue lendo ›
A juíza Noemia Aparecida Garcia Porto (Amatra 10/DF e TO) assumiu ontem a gestão 2019/2021 da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho. É a primeira mulher a ocupar o cargo após 20 anos.Continue lendo ›
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou ontem a lei que institui o Fundo Estadual do Trabalho e o Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda. A iniciativa é pioneira no Brasil e permitirá ao Paraná receber recursos do governo federal para a manutenção das Agências do Trabalhador e para implementação de todas as políticas do trabalho no âmbito estadual.Continue lendo ›
O Paraná segue entre os cinco estados que mais criaram empregos formais no país no primeiro trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados hoje pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho. Maringá foi a segunda cidade na abertura de postos.Continue lendo ›
A notícia foi repercutida por Ítalo Fábio Casciola em sua coluna há algum tempo:o jornalista tem o direito de receber crédito pelas notícias que escreve, mesmo que sejam publicadas em um sistema interno de comunicação de uma empresa.Continue lendo ›
O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região extinguiu sem apreciar o mérito uma ação coletiva do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Londrina movida contra O Diário do Norte do Paraná.Continue lendo ›
Seis operários que trabalhavam na reforma da unidade II da Penitenciária Estadual de Londrina denunciaram abandono de construtora em vídeo e ao Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina) nesta semana. Os trabalhadores estão na cidade desde fevereiro deste ano, informa Fernanda Circhia, da Folha de Londrina. Continue lendo ›
A 6ª Turma do TRT do Paraná determinou a reintegração e o pagamento de R$ 10 mil de indenização por danos morais a uma fisioterapeuta de Maringá, que foi dispensada pela Interação Empresarial depois de se recusar a desistir da ação trabalhista que havia ajuizado contra um cliente da empresa. Continue lendo ›
Maringá sediará amanhã o segundo Encontro Trabalhista Regional – TRT em Ação, atividade concentrada para regionalizar e integrar a administração do TRT do Paraná, vinculando ações da Vice-presidência, Corregedoria Regional e Escola Judicial, com apoio da Amatra-IX.Continue lendo ›
O dissídio entre representantes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Londrina e Norte do Paraná e da Editora Central Ltda.(O Diário do Norte do Paranáá) terminou sem acordo, informou a Justiça do Trabalho. A audiência de tentativa de conciliação foi realizada na tarde da quinta-feira na 1ª Vara do Trabalho de Maringá.Continue lendo ›
Trabalhadores que utilizam motocicletas para vistoriar e reparar alarmes enquadram-se na categoria de motoristas? A matéria foi o âmago das discussões na audiência de dissídio coletivo envolvendo empregados que realizam, em Maringá, manutenção técnica relacionada com equipamentos eletrônicos de segurança e empresas do setor. Continue lendo ›
De Flávia Silveira, especial para a Gazeta do Povo:
Nos últimos anos, a cidade de Maringá, no Noroeste do Paraná, se tornou destino de muitos profissionais qualificados, especialmente na área de tecnologia. Com pouco mais de 400 mil habitantes, o município já conta com 400 empresas de desenvolvimento de softwares e cerca de 4 mil profissionais de TI, números que fazem de Maringá a segunda cidade com maior número de empresas com certificações de qualidade em tecnologia, atrás apenas de São Paulo.Continue lendo ›
O Ministério Público do Trabalho de Maringá emitiu recomendação para que empresas do setor de construção civil não contratem profissionais autônomos para atividades subordinadas ou em condições que gere vínculo empregatício com empresas. A determinação beneficia engenheiros que atuam como autônomos no setor e pode garantir cumprimento de previsão trabalhista e de direitos. Continue lendo ›
Foi publicada hoje no Diário Oficial da União decisão de agosto da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho que anula acordo firmado entre o Sindicato dos Empregados em Cooperativas de Serviços Médicos do Estado do Paraná (Secoomed), Continue lendo ›
Foi suspenso o dissídio coletivo entre os trabalhadores de transporte que utilizam motocicletas e motonetas de Maringá e Região Noroeste do Paraná e os representantes dos condomínios residenciais e comerciais que contratam serviços de motoboy, motofrete e bikeboy, realizado na última quarta-feira, em Curitiba, na sede do TRT-PR. Continue lendo ›
Em audiência de conciliação realizada na Justiça do Trabalho, nesta sexta-feira, a juíza da 2ª Vara do Trabalho, Adelaine Aparecida Pelegrinello Panage, apresentou uma proposta à Prefeitura de Maringá e ao Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá para encerrar a ação da trimestralidade. Impetrada há 26 anos, a ação envolve 3,5 mil servidores municipais – e familiares daqueles que já morreram. Continue lendo ›
Segundo o site Bemdito, não houve interessados na aquisição dos objetos de penhora de ações trabalhistas na primeira fase dos leilões judiciais que envolvem a Averama e a Sabarálcool, realizadas na semana passadas pela 2ª Vara da Justiça do Trabalho de Umuarama.Continue lendo ›
A 6ª Turma manteve a justa causa aplicada a um serralheiro de Maringá que, mesmo advertido várias vezes, não cumpriu a regra de segurança da empresa que vedava o uso do telefone celular durante o horário de expediente. Continue lendo ›
O Ministério Público do Trabalho em Maringá celebrou acordo judicial com a Usina de Açúcar Santa Terezinha e 22 sindicatos dos trabalhadores rurais da região, no qual os réus reconhecem a natureza salarial do prêmio de produtividade pago aos trabalhadores rurais e também das horas gastas nos seus deslocamentos entre suas residências e locais de trabalho (horas in itinere).Continue lendo ›
Da Valdete Souto Severo, juíza do trabalho da 4ª região, em Porto Alegre (RS), em entrevista a Fernanda Canofre, do site Sul21:
– Existe uma tentativa de eliminar, de extinguir a justiça do trabalho, o corte do orçamento que a gente viveu no ano passado é uma clara demonstração disso. Especialmente porque nos seus motivos o, hoje ministro, então relator, Ricardo Barros, deixa muito claro que está fazendo corte de gastos em função da atuação da justiça do trabalho. Continue lendo ›
Em tempo de crise econômica e desemprego atingindo quase 12 milhões de pessoas, o porto seguro dos trabalhadores tratados de forma ilegal corre risco. Com orçamento cortado, a Justiça do Trabalho já diminuiu o ritmo e não faz ideia de como vai se manter no próximo ano, quando a tendência de demissões continuará em alta.
Casos de trabalho escravo, infantil, assédio sexual, moral e demissão em massa entram no pacote do que ficar empacado por falta de dinheiro.Continue lendo ›
Um atendente de telemarketing de Maringá deverá receber da Global Village Telecom (GVT, hoje da Vivo) R$ 10 mil de indenização por ter sido exposto a um controle constrangedor do uso do banheiro. Os períodos de intervalo do funcionário eram monitorados por computador e a empresa lançava as idas ao banheiro nos relatórios de produtividade, resultando em perda de pontos da equipe no Programa de Incentivo Variável.
A decisão, da qual cabe recurso, é dos desembargadores da 2ª Turma do TRT do Paraná.Continue lendo ›
Em entrevista ao Jornal da Lei, o novo presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da IV Região (Amatra IV), Rodrigo Trindade de Souza, explica um dos desafios enfrentados pela Justiça do Trabalho, a falta de recursos:
– Por que o corte na Justiça do Trabalho foi maior? A informação que foi dada pelo relator do orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR), é de que esse corte ocorreu porque a Justiça do Trabalho protegia, indevidamente, o trabalhador, e o corte deveria ocorrer para que o juízes do trabalho repensassem essa postura e buscassem alteração da legislação. Continue lendo ›
A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná manteve a demissão por justa causa de um operador de pá carregadeira que provocou a paralisação total de uma usina de açúcar, em Maringá, após colocar a máquina em ponto morto para “tirar um cochilo”.
A atitude deliberada do trabalhador fez com que as sobras de bagaço de cana entupissem as esteiras, desarmando o sistema e exigindo a paralisação das caldeiras por cerca de duas horas. Continue lendo ›
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